História Monsters and Demons - Capítulo 62


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Drama, Magia, Terror
Exibições 94
Palavras 1.849
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 62 - Meu amor por você


Fanfic / Fanfiction Monsters and Demons - Capítulo 62 - Meu amor por você

Armin – Irwin… –

 

Irwin – Chiu! Não faça barulho, vai acorda os outros. – falei levantando –

 

Armin – Aonde cê vai? – falou segurando meu vestido –

 

Irwin – Eu vou beber água, Armin! –

 

Armin – … – ele me olhou sério e depois fechou os olhos – Não demore muito. –

 

Abri a porta lentamente e fui em direção as escadas. Com a mão na barra de proteção eu desci sonolenta as escadas.

 

Irwin – Hum? – olhei para o piano, eu havia visto algo – Humf. –

 

Ignorei, deveria ser algum tipo de espírito perdido. Entrei na cozinha e abri a geladeira, fiquei encarando-a mais de 5 minutos e peguei água.

 

Irwin – Por que eu faço isso sempre? – falei sozinha – Que ridículo, se eu vim pegar água, é água poxa. –

 

– Irwin? – uma voz se aproximou –

 

Irwin – Hã… – virei para ver quem era –

 

Nathaniel – Está acordada uma hora dessa? –

 

Irwin – Há, eu vim beber água. – falei dando as costas –

 

Nathaniel – Eu também! – falou sorrindo –

 

Irwin – … – dei de ombros –

 

Ele pegou um copo d’água e sentou ao meu lado na mesa.

 

Irwin – Algum problema? –

 

Nathaniel – H-Há, não… é que eu tenho uma curiosidade… –

 

Irwin – Que seria? – arquei a sobrancelha –

 

Nathaniel – É… quem são seus pais? –

 

Irwin – Por que quer saber isso? – falei friamente –

 

Nathaniel – É que na sua fixa nem da Rossy havia escrito, então eu resolvi pergu… –

 

Irwin – Isso não é da sua conta. Não deveria pesquisar. – falei interrompendo-o –

 

Nathaniel – Am…? – coloquei forte o copo na mesa e sai andando – I-Irwin…! –

 

Subi as escadas lentamente com o olhar sombrio. Ao tocar na maçaneta senti um frio que fez me arrpiar.

 

Irwin – Armin? Você acordou? –

 

Armin – Você demorou muito… –

 

Irwin – F-Foi? Hum… bom, eu já estou aqui. – ele segurou meu braço – Armin… –

 

Armin – Não brinque comigo… – ele serrou os dentes – Eu ouvi suas vozes. –

 

Irwin – Quê? – tentei me soltar – Armin… tá me machucando! –

 

Armin – O que estavam fazendo lá? Am? Sozinhos… –

 

Irwin – Como assim? Você acha que eu tenho algo com ele? ARMIN! –

 

Armin – Tsc… – ele me largou e se virou –

 

Irwin – Hum… – segurei meu braço contra meu peito –

 

Armin – Me desculpe… – ele estava de costa – Eu perdi o controle, né? –

 

Irwin – U-Um pouco… –

 

Armin – Só não fique perto dele. – ele me olhou – Por favor… –

 

Irwin – Se você prefere assim… tudo bem. –

 

Ele segurou na minha cintura me levando até o seu peito e então eu o abracei.

 

Armin – Você é minha. –

 

Irwin – … – (Armin…) –

 

Fiquei acordada observando seu belo rosto enquanto o acariciava. Aos poucos ele foi caindo no sono.

 

Irwin – É verdade que você sempre foi um pouco possessivo… – passei a mão entre seus cabelos – Tudo bem, né? Vamos ficar bem, né? –

 

Armin – Pirralha… –

 

Irwin – Ainda está acordado? –

 

Armin – Você não deve ficar longe de mim… – sorri quando percebi que ele estava sonhado –

 

Ele me puxou pela cintura me abraçando.

 

Armin – Temos que ficar juntos… –

 

Irwin – Claro… – o abracei adormecendo –

 

~~ PV Rossy On ~~

 

Rossy – Eu vou te bater! –

 

Castiel – Que chata! Só um pouquinho… –

 

Rossy – Claro que não! E além do mais os outros vão nos ouvir. –

 

Castiel – Basta você gemer baixinho. –

 

Rossy – Quer parar!? Eu vou te colocar para fora. –

 

Castiel – Afu! Nem a Irwin é tão ruim assim. –

 

Rossy – Como que você sabe? –

 

Castiel – Eu não sei. – falou rindo – Sendo que ela é ruim em tudo ela deve ser boa em algo. –

 

Rossy – Para! – joguei a almofada nele –

 

Castiel – Hahaha! Parei. – ele se aproximou de mim – Que tal você me deixar a agir? Não vai se arrepender… –

 

Rossy – C-Castiel… –

 

Ele subiu em cima de mim se aproximando do meu pescoço.

 

Castiel – Adoro seu perfume… – ele mordeu de leve meu pescoço –

 

Rossy – Kyah! –

 

Castiel – Chiu! Eles vão nos ouvir… – ele disse com um sorriso –

 

Rossy – Você… a-ah! – ele passou a mão entre minhas coxas – P-Pare com isso! –

 

Castiel – Tarde demais… – quando eu reparei, ele estava com minha calcinha girando entre os dedos –

 

Rossy – Q-Quando!? –

 

Castiel – … – ele me olhou sorrindo e tirou minha blusa – Olha… é mesmo uma tábua. –

 

Rossy – EU NÃO SOU TÁBUA! –

 

Castiel – Eles vão nos escutar! – ele começou a apalpar meus seios –

 

Rossy – P-Pare com i-isso! Ah… –

 

Castiel – Por quê? Você tá gostando, né? –

 

Rossy – N-Não me f-faça ah… um pergunta como essa! P-Pare já! –

 

Castiel – Tsc. – ele me beijou pra calar minha boca –

 

Eu senti algo grande penetrar dentro de mim no mesmo momento.

 

Rossy – Huumnn! – caiu uma lágrima de dor – Ah.. ah.. ah! –

 

Minha respiração estava pesada. Eu mal conseguia falar com ele se mechando tanto.

 

Rossy – E-Ei! Você não d-devia usar um preservativo? A-Ah! –

 

Castiel – Assim é melhor. – ele começou a morder o meu pescoço –

 

Rossy – Am… a-ah! E-Então não g-goze dentro! E-Está me ouvindo? – apertei suas costas com a velocidade que ele penetrava – A-Ah! –

 

Ele começou a penetrar com tanta ferocidade que eu quase não conseguia conter os gemidos. Eu estava vermelha de vergonha.

 

Rossy – C-Cast! A-Ah a-acho q-que A-Ah! A-ah… está vindo! –

 

Eu acabei gozando e ele em seguida. Eu percebi algo correndo dentro de mim.

 

Rossy – NÃO! Você não fez isso! – gritei –

 

Castiel – Ah… ah… ah… – ele sorriu de lado com um olhar malicioso –

 

Rossy – Você tá rindo? –

 

Castiel – Qual problema? Não tem nada de errado em ser pai, tem? –

 

Rossy – Jesus cristo! – ele me puxou para cima dele fazendo eu sentar naquela coisa enorme – A-AH! –

 

Castiel – Tão… apertada! – ele começou a me fazer pular –

 

Rossy – S-Seu pervertido! A-Ah! Isso n-não é coisa que se f-faça… e-em uma casa cheia de p-pessoas! A-Aaah! –

 

Castiel – Você… que tá gemendo alto! Ah… –

 

Rossy – AH! AH! AH! – ele gozou novamente dentro – AAH! –

 

Meu corpo todo estava se mexendo com seu sêmen rodando em mim.

 

Rossy – Ah! – cai do seu lado com a perna sobre ele – An… an… –

 

Castiel – Eu disse que você não iria se arrepender! –

 

Rossy – … – meu rosto tava vermelho e eu estava respirando pesado –

 

~~ Quebra de tempo ~~

 

Kentin – Que dor de cabeça… –

 

Lysandre – Se você me ouvisse não estaria com dor de cabeça. –

 

Kentin – Você tem que aprender a se divertir, Lys! – falou – Eu só não sei porque meu corpo dói tanto… –

 

Nathaniel – Você apanhou das meninas. –

 

Kentin – Como assim? –

 

Nathaniel – Você é um pervertido, ficou claro? –

 

Rossy – Bom dia! – entrei na cozinha e me deparei com os rapazes todos sem camisa –

 

Castiel – Bom dia meu amor! – ele estava feliz –

 

Rosalya – Bom dia! O que houve? Geralmente você é a primeira a levantar mas hoje o inesperado aconteceu. –

 

Rossy – O quê? –

 

Rosalya – A Irwin fez o café. –

 

Rossy – Tem veneno nisso? –

 

Irwin – Cala à boca! – passou por mim –

 

Me sentei ao lado do Castiel, o Armin estava encarando a Irwin com aquele vestido curto fazendo o café.

 

Irwin – A noite foi bem movimentada, não acha Rossy? –

 

Rossy – Cof! Cof! Cof! – me engasguei com o café – C-Como assim? –

 

Irwin – Havia uns barulhos muito fortes… parecia que alguém estava morrendo. –

 

Rossy – … – meu rosto corou –

 

Kentin – Eu não fui, tenho certeza que dormi como uma pedra! –

 

Lysandre – Eu não ouvi nada. –

 

Nathaniel – Eu também não… –

 

Irwin – Deve ter sido minha imaginação… ou talvez não… –

 

Rossy – Filha de uma cascavel… – sussurrei –

 

Irwin – Bom, eu já vou indo! Tenho que passar na biblioteca. –

 

Ela saiu acompanhada do Armin. O Nath também saiu com o Leigh, só ficou Lysandre, Kentin, Castiel, Rosa e eu.

 

Kentin – Nossa! Eu vou ter que passar na farmácia. Que dor insuportável… – falou saindo – Por que ninguém me impediu? –

 

Lysandre – Bom, eu e o Castiel temos que ir a um lugar. Até o colégio garotas. –

 

Castiel – Até depois, tábua. – me olhou sorrindo –

 

Rossy – Tsc… – virei rosto –

 

Rosalya – Rossy, amor! Pega minha bolsa no quarto? –

 

Rossy – Viu! –

 

~~ PV Irwin On ~~

 

Armin – Sinto muio por ontem a noite… –

 

Irwin – Hum? Há sim… tá tudo bem. – sorri –

 

Armin – Mesmo? –

 

Irwin – Você só precisa parar de bancar o namorado possessivo ciumento. –

 

Armin – Pare de chamar a atenção dos ouros homens então.. – ele virou o rosto –

 

Irwin – Como assim? Eu nunca chamei a atenção de ninguém. –

 

Armin – Eu consigo ouvir o que eles falam um pros outros, o que eles imaginam fazer com você… isso é irritante. – ele falou rangendo os dentes – Bom, a culpa né sua de ser tão linda. –

 

Irwin – Você começa reclamando e termina elogiando? –

 

Armin – É meu charme! Hahaha! – ele me girou no meio da rua –

 

Irwin – A-Ai! Seu bobo! – dei um tapa de leve nele –

 

Entramos na biblioteca e eu fui para sessão de sobrenatural.

 

Armin – Quer brincar de invoca o capeta é querida? –

 

Irwin – Um? Não é isso… – falei olhando – Acho que aqui pode ter umas macumba legal… –

 

Armin – Cê tá falando sério? –

 

Irwin – Não. Bom… se eu achar eu vou usar com a Ambre. –

 

Armin – O que… você e o Nathaniel estavam fazendo ontem a noite? –

 

Irwin – Você ainda tá pensando nisso? – olhei pra ele – Nada. –

 

Armin – Hum… –

 

Irwin – Na verdade ele quis saber quem são meus pais. –

 

Armin – Por que ele quis saber isso? –

 

Irwin – N ã o s e i. – falei letra por letra – Achei. –

 

Armin – Que livro do capeta é esse? –

 

Irwin – Bom, eu estou procurando uma forma de matar uma alma. –

 

Armin – Que alma? – hesitei por um segundo então mostrei meu baraço a ele – Isso… –

 

Sua expressão mudou na hora. No meu braço avia um sinal que só ele conhecia, o mesmo que Satan havia no pescoço.

 

Armin – Por que você não me mostrou antes!? –

 

Irwin – Por que não tem como tirar. – abaixei a cabeça – Eu o selei na minha alma. –

 

Armin – Cê não tá falando sério, tá? Você tem ideia do que essa coisa é capaz de fazer… –

 

~~ Flash Black On ~~

 

“Não passa de um inseto nojento!”

 

“como quer que eu a mate?”

 

“Morra de uma vez!”

 

“Chorando? Patético. Isso só me irrita mais”

 

“Eu sou a última visão que você ira ver”

 

“Nada pode me parar agora que eu alcancei a imortalidade!”

 

~~ Flash Black Off ~~

 

Armin – Aquilo… aquilo era ele? –

 

Irwin – Sim. –

 

Sentei na mesa abaixando a cabeça.

 

Irwin – Eu não desejo o mau… eu tento mudar, mas eu… eu.. – comecei a chorar – Ridículo, não? –

 

Armin – O fato de você selar alguém que odeia em você? Me parece verídico. –

 

Irwin – Quer parar!? –

 

Armin – Qual o motivo desse ódio todo? –

 

Irwin – Ele… ele destruiu minha vida… entende? – ele olhou nos fundos meus olhos –

 

Armin – Irwin… –

 

Irwin – Eu não posso perdoa esse lixo imundo. –

 

Armin – … – ele colocou a mão no meu rosto – Peço por favor, não chore. –

 

Irwin – … – uma lágrima caiu no livro – Acho que o livro não vai me ajudar em nada… –

 

Armin – Vamos procurar o de macumba então? – falou rindo –

 

Irwin – Para! Idiota… – falei secando meu rosto –

 

Armin – Não tem porque se preocupar com algo que não mostra reação, certo? Basta você não se irritar… muito. –

 

Irwin – Mesmo? –

 

Armin – Claro. Você nunca percebeu que seus poderes oculares despertam quando está com ódio? –

 

Irwin – Eu sempre estou com ódio… –

 

Armin – Digo quando está com muito ódio. – ele suspirou – Oh criatura, até sua voz muda, como você pode não perceber? –

 

Irwin – Muda? Eu fico bonita? –

 

Armin – Você não sabe? –

 

Irwin – Eu não consigo me lembrar depois que volto ao normal. –

 

Armin – Isso explica o motivo da sua consciência tão limpa… – falou como um sussurro –

 

Irwin – Disse algo? –

 

Armin – Nada… enfim, vamos? Temos aula, pirralha. –

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...