História Monstrinho do Papai - Capítulo 76


Escrita por: ~

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Categorias Esquadrão Suicida
Tags Arlequina, Coringa, Joker
Exibições 401
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii amores tudo bem com vocês? Estamos na reta final (até parece novela) da fic, e um aviso antes de lerem o cap, eu resolvi mudar o final (se preparem) quis deixar ele mais foda, e consegui,então se preparem pq a fic esta entrando numa mudança radical, pq esta completamente diferente do final que eu pensei.

Capítulo 76 - Sangramento.


POV Harley

A segunda e a terça se passaram num piscar de olhos, e hoje é o dia que viajarei com puddin, sei lá para onde, mas sei que se eu for teimosa e falar que não vou será pior para mim.

Só queria compreender o motivo que eu tenho que ir junto, quer dizer, minha presença será insignificante certo?! Eu não entendo nada sobre isso... E sempre que ele tem algo do tipo para resolver ele vai sempre sozinho... ELE SÓ PODE ESTAR APRONTANDO, claro por que não pensei nisso antes?! Ele não me chamaria para ir pra esse tipo de viagem, ele sabe que eu acho um tedio, e eu sei que ele odeia levar acompanhantes para resolver esse tipo de problema, a não ser que a pessoa esteja envolvida tanto quanto ele.

- Harley- falando no diabo, ai esta ele- Já esta pronta?

- Sim- olho em seus olhos com cuidado, tentando decifra-los.

- Pegou o que precisa- concordo, sem interromper nosso contato visual- O que foi?- ele franze a testa.

- Nada- dou de ombros, e desvio o olhar.

- Sei- ele ainda esta olhando de um jeito desconfiado- Você vai sozinha primeiro- volto a encara-lo.

- O que? Por que tenho que ir sozinha?- meu tom de voz se eleva um pouco.

- Porque sim, Harley, NÃO TE DEVO EXPLICAÇÕES- eu fico em silêncio- Vai para o carro agora- ele leva sua a mão ao seu rosto, e balança a cabeça negativamente- Quando eu for para lá, nós conversamos- sua voz é rouca.

- Não- ele me olha, e seus olhos estão intensos, sei que ele esta com raiva- Não precisa- levanto-me e vou em direção a porta, quando vou passar por ela ele agarra meu braço a força.

- Harley-seu tom é assustador- Pare de graça- eu não abaixo a cabeça.

- Graça?! Serio?!- meu tom é cheio de sarcasmo.

- Vá logo para o carro- ele aperta com mais força meu braço- Depois conversamos.

- Eu já disse que NÃO QUERO CONVERSAR- seus olhos claros estão fervendo de ódio- NÃO FOI O SENHOR QUE DISSE QUE NÃO ME DEVE EXPLICAÇÕES?!- tento soltar meu braço, mas ele é bem mais forte que eu (o que é bem obvio).

- CHEGA- ele me joga na cama com força, e ele fecha à porta do quarto- EU TENHO SIDO MUITO PACIENTE COM VOCÊ, MAS JÁ FOI O SUFICIENTE- sua voz treme um pouco pelo ódio que esta sentindo.

- SE EU ME LEMBRO BEM EU NÃO PEDI QUE FOSSE PACIENTE- levanto-me da cama, e me ajeito.

- CALE ESSA BOCA, HARLEY, EU JÁ ESTOU CANSADO DE VOCÊ, E DESSE SEU JEITO INSUPORTAVEL- não vou negar essas palavras me magoaram.

- SE JÁ ESTA CANSADO DE MIM, ME MATA LOGO, ME ABANDONA, OU ME JOGA FORA- meus olhos se enchem de lagrimas.

- Depois nós conversamos- ele leva sua mão ao rosto e a balança negativamente.

- Não- deixo uma lágrima rolar em meu rosto, mas a limpo imediatamente- Eu não quero ouvir, eu não falar sobre isso- respiro fundo- E eu não quero ver o senhor por um bom tempo- sei que quando ele sair meus olhos vão se inundar em lágrimas.

- Harley- seus olhos estão “vazios” não mostram absolutamente nada... Esse é o “verdadeiro” Senhor C- Sem fazer drama, você sabe muito bem que eu odeio quando você faz isso- eu olho para meus pés pensando no que irei falar, depois de um tempo eu volto a encara-lo.

- Pois bem- eu respiro fundo, evitando que as lágrimas rolem em meu rosto- Se é assim, se odeia tanto meu jeito, se me odeia tanto- ouço um sussurro dizendo “Eu não te odeio”- Me deixe livre, me largue logo de uma vez, já que não me aguenta mais- meu tom é um pouco mais alto.

- CHEGA- ele grita comigo, mas não me assusto- CHEGA, realmente eu cheguei ao meu limite- ele ergue a mão para me bater, mas para minha surpresa ele a abaixa no mesmo segundo.

- Bata- ele me olha surpreso, mas ao mesmo um pouco incrédulo do que acabou de ouvir oque estou pedindo- BATA, vai faça isso, eu não me importo, já estou acostumada, nada mais me assusta- sinto as lágrimas inundarem meus olhos, mas me seguro para que nenhuma delas rolem em meu rosto.

- Harley- ele esta caminhando em minha direção.

- PARA- eu grito com ele, mas não adianta, ele esta chegando mais perto de mim até me agarra força- ME SOLTA- eu tento me soltar mais não consigo já que ele é bem mais forte que eu.

- NÃO- seu tom de voz esta mais perturbador- JÁ ESTOU CANSADO DE VOCÊ ME DESOBEDECER- ele grita comigo e deixo algumas lágrimas rolarem em meu rosto.

- Me solta- eu não aguento mais segurar e deixo as lágrimas rolarem em meu rosto- Por favor, me solta- falo entre soluços.

Para minha surpresa ele não me segura mais bruscamente e nem me violenta, ao contrario, ele me solta, e caminha até a porta.

- Como eu disse, depois conversamos melhor- ele sai e eu ouço da porta sendo trancada.

Quando finalmente fico sozinha “caio” no chão, abraço meus joelhos com força e deixo todas as lágrimas rolarem. Eu realmente não o entendo em certos momentos, numa hora ele é carinhoso (por mais que seja muito raro), na outra é frio e calculista, depois não sente completamente nada, e por ultimo é o ódio, ele é impossível de se entender às vezes... Ou quase sempre.

Levanto-me com um pouco de dificuldade, sinto uma tontura muito forte e sento-me na cama para ver se passa, mas ao invés disso sinto uma dor insuportável vindo de meu útero, eu pressiono minhas mãos no lugar da dor para ver se ela passa, mas piora. Calma, Harley respira você precisa levantar.

Levanto-me com muita dificuldade, por conta da tontura e da dor que estou sentindo, caminho devagar até o banheiro e me apoiando em tudo que fica do meu lado, para não ter o risco de eu cair. Quando estou em frente aporta do banheiro, sinto algo escorrer de minhas pernas, eu estou apavorada, mas levo uma de minhas mãos até minha coxa, e quando a levanto para ver.

- Eu sangrei, não pode ser- saio como um suspiro.

EU NÃO POSSO TER PERDIDO ELA- sinto as lágrimas inundarem meus olhos novamente.

- NÃOOO- é um grito ensurdecedor de certo modo.

Minha tontura volta, mas dessa vez mais forte, não a nada do meu lado para me apoiar, sinto como se tudo estivesse girando, ouço a porta se abrir, mas tudo esta cada vez mais escuro... 


Notas Finais


Bem espero que gostem (acho meio improvável, mas...)
Agora é serio amores, ate dia 3, só postei hoje porque tive um tempinho para escrever.
Beijos❤💘💖


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