História Moon Child - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Coréia, Dorama, Histórico, Sageuk, Taehyung
Visualizações 27
Palavras 1.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Harem, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ! Finalmente aqui está o primeiro capítulo. Peço perdão pela demora. Vou deixar aqui uma pequena lista para que vocês possam imaginar o fc de cada personagem que não é do Bangtan, okay?

Kim So-hyun= Eun Chae young (PESQUISEM ELA EM RULER MASTER OF MASK)

Min Sowon= IU (PESQUISEM ELA EM MOON LOVERS)

Kim Yoona =Z.Hera (PESQUISEM ELA EM MOON LOVERS)

Capítulo 2 - Dama da corte


Fanfic / Fanfiction Moon Child - Capítulo 2 - Dama da corte

Taehyung levantou-se como se não soubesse de nada. Arrumou-se na mais completa calma e seguiu para o salão no qual a família costumava se encontrar todas as manhãs. Antes mesmo de chegar ao comodo, pode escutar os burburinhos exaltados das rainhas comentando sobre o guarda que fora assassinado na noite passada. Deixou um sorrisinho escapar dos lábios, mas logo precisou forçar a si mesmo a parar para não levantar nenhuma suspeita. 

  — Bom dia, rainha Min— cumprimentou o novem a mãe de seu segundo irmão mais velho.

— Bom dia,  meu filho.

  — Bom dia, rainha mãe.— disse ele ajoelhando-se em frente a mãe, como sempre fazia.— Peço-te a vossa benção.

Taehyung sabia que a mãe estava zangada com ele, mas não seria por isso que ele iria faltar com respeito com ela, ainda mais na frente da outra esposa de seu pai.

Com a cara não muito amigável, a rainha  aproximou-se do filho e tocou-lhe os cabelos perfeitamente penteados em um meio rabo de cavalo. 

  — Soube do que aconteceu ontem, Taehyung?— perguntou a rainha Kim olhando-o nos olhos.

Com sua melhor cara de desentendido ele respondeu :

— Acabei de acordar minha mãe. Vim diretamente para cá me ajuntar com a família para o desjejum. Algo de estranho aconteceu aqui?

— Bem— iniciou a rainha Mim caminhando para a mesa que estava sendo posta pelos empregados— um guarda foi encontrado morto hoje ao amanhecer. Examinaram o corpo e certamente ele foi morto ontem de madrugada.

  — Como assim? a segurança do palácio precisa ser reforçada imediatamente! E se tentarem fazer algo com o rei. 

"Talvez eu esteja demonstrando preocupação demais. acho melhor trocar de assunto" pensou ele.

— Meu quarto está bem protegido, Taehyung. Não precisa se preocupar. 

Junto com o rei, os seis irmãos vinham para o café. Tae pode observar que os mais velhos conversavam entre si, enquanto Jimin e Jeongguk cochichavam algo que os fazia sorrir demasiadamente. Os mesmos estavam com seus indomáveis cabelos soltos caindo-lhes sobre o rosto. Taehyung precisava de alguma forma sinalizar para eles que necessitava de uma conversa privada. Só não sabia como transmitir o aviso. 

Seus irmãos mais velhos, que por já serem casados usavam os cabelos presos em um coque no topo da cabeça e estavam sempre com um ar sério, não entenderiam sua imprudência da noite passada. 

(...)

Conseguir avisar aos irmãos que queria conversar foi um pouco complicado. Taehyung precisou chutar a perna de Jimin cerca de cinco vezes até o mais velho notar que ele queria algo mais do que simplesmente perturbar durante o café da manhã. Agora estavam os três ali reunidos na pequena venda de álcool que era estritamente para a familia real. As paredes perfeitamente pintadas e decoradas com grandes leques davam todo um ar confortável e luxuoso para o local. Jimin segurava o copo prateado em suas pequenas e delicadas mãos enquanto escutava toda a história contada por Taehyung. Ele analisava cada palavra, Tae podia sentir isso.

Assim que terminou de contar, bem baixinho, para os irmãos o que havia acontecido, Jeongguk foi o primeiro a manifestar-se.

  —Quer dizer que você sujou suas mãos de sangue pela primeira vez?   —perguntou umedecendo os lábios —está finalmente rebelando-se.

Apesar de ser o caçula, Jeon era o mais agressivo dos sete. 

   — Isso não é motivo de orgulho — comentou o autor do assassinato virando a dose de sua bebida na boca e sinalizando para que a bela mulher em vestes purpuras enchesse seu copo novamente.

— Claro que é — Jimin finalmente manifestou-se pela primeira vez — aquele imundo sem sobra de dúvidas iria violentar a garota. 

   — Exato — disse jeon baixo, assim como todos os outros — pelo que você nos contou, essa menina provavelmente ainda nem deu seu primeiro beijo. Parece ser bem jovem. 

— Espero que isso não volte a acontecer novamente. A irmã mais velha dela é uma dama da corte da esposa de nosso segundo irmão.

  — As acompanhantes da cunhada Sowon são lindas— Jimin comentou sorrindo safado— talvez agora você consiga finalmente se engraçar com alguém.

— Você é ridículo, Jimin.  

  — Mas mudando para um assunto mais animado, que tal se nós fizéssemos uma pequena visita em uma de nossas casas de banho preferida? Acho que estou precisando de um banho aromático especial para tirar todas as energias negativas que foram geradas pelo seu ato de homicídio.

Taehyung fulminou Jeon com os olhos por lembrar que ele tinha matado uma pessoa. Mas no final, ficou combinado de os três saírem para banhar-se mais tarde, afinal, eram irmãos e sempre iriam perdoar os erros um dos outros.

Tae esperava que os incensos trouxessem uma energia positiva, pois iria precisar ao encontrar a dama da corte mais tarde.

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Namjoon folheava o grosso livro enquanto sentia o vento de verão bater em seu rosto. O príncipe era completamente apaixonado por leitura, poderia passar dias a fio lendo que nem ao menos iria notar o tempo passando. Aquele que estava lendo em particular não fazia parte de sua coleção pessoal, era de sua esposa. Namjoon aproveitou que Yoona não estava em casa e resolveu espiá-lo. 

  — Ela tem um bom gosto— suspirou após ler uma passagem romântica no livro— gostaria que ela me desse permissão para trata-la assim.   

Hwang Yoona era extremamente agressiva. Desde que casou-se com Namjoon nunca falou mais do que o necessário. Nunca trocaram um beijo e muito menos dormiram juntos. Eram como completos estranhos que viviam no mesmo teto. Mas, Namjoon não podia culpá-la. Yoona foi criada somente pelo pai, já que sua mãe morreu durante o parto. Ela não vestia roupas extravagantes como suas cunhadas, não pintava o rosto, apenas usava roupas discretas e treinava boa parte do dia. Ela ficava linda durante as lutas, os cabelos bagunçados e o olhar determinado a deixavam ainda mais linda. Sem falar em sua inteligência ! 

— O que faz mexendo nas minhas coisas ? 

Namjoon escutou a doce voz da esposa acompanhada do barulho agudo da espada sendo desembainhada e logo em seguida sendo apontada para seu pescoço. 

  — Eu apenas estava lendo. Queria apenas saber mais sobre ti.

— A única coisa que precisa saber sobre mim são minhas estrategias de batalha. Fomos unidos em matrimonio apenas por causa de nossa inteligência. 

Namjoon abaixou os olhos e engoliu em seco, tentando disfarçar a dor e tristeza  que aquelas palavras lhe causavam. Era dolorido saber que sua esposa nunca o amaria de volta. 

  — Como foi o seu treinamento hoje?— arriscou saber.

Yoona surpresa, abaixou a espada e a guardou.  

  — Foi normal.— respondeu deixando o peso cair na cama coberta com o lençol de seda.

— Sei que você deve ter sido maravilhosa como sempre. Digo, você é muito habilidosa.

Yoona sentiu suas bochechas corarem fortemente e agradeceu. 

— Quero assumir o lugar de meu pai— segredou para o esposo. Era a primeira vez que ele conversavam assim tão abertamente, chegava a ser estranho para ambos. 

— Quer assumir a frente do exercito?

— Sim, mas sei que sua mãe não vai me deixar fazer isso. Ela quer uma boneca ao seu lado. Alguém que lhe de vários filhos, não um soldado banhado em sangue.

— Minha mãe não tem que querer nada, Yoona. 

— Ah, me esqueci você que decide isso— ditou levantando-se e começando a remover a armadura,ficando somente com as roupas comuns.

— Também não  sou eu. Eu sou seu marido, não o seu dono.

Ela sorriu pela primeira vez para ele. Um sorriso de agradecimento. 

  — Mesmo, meu senhor?— perguntou euforica

Namjoon odiava aquele termo, mas fez que sim com a cabeça. Deixaria sua esposa seguir seu sonho, não era justo prende-la a em algo que a faria infeliz para o resto da vida.

— Se é seu sonho governar o exercito desse reino, que assim seja, mas...

— Mas...— ela repetiu.

 Namjoon caminhou até ela e selou sua testa, logo em seguida apoiando a própria na parte do rosto alheia. De olhos fechados estava e de olhos fechados confessou.

  — Mas, prometa que não vai partir. Prometa que não vai me deixar, não posso te perder.

— Namjoon o que...

— Vou sair agora. Tome um banho e relaxe, não me espere acordada. Voltarei tarde. 

— tudo bem.

Sem mais uma palavra saiu de sua casa e caminhou pelo vasto terreno do palácio.  As terras do rei Kim eram tão vastas que todas as casas dos príncipes ficavam ali. Namjoon agora arrependia-se amargamente de ter praticamente confessado seus sentimentos para a esposa. 

 — Certamente agora ela não vai querer olhar na minha cara.

Depois de uma longa caminhada chegou no topo de uma colina e observou o sol se por.

 

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  — Está bom assim, senhora?— perguntou a dama da corte Eun ao terminar de prender o cabelo de sua senhora em um elaborado penteado.

— Está perfeito Chae Young ! Muito obrigado.

  — Eu que agradeço, minha senhora. Pra mim é um honra ser sua dama principal.

  — Você é muito mais do que isso pra mim. É minha amiga.

  — Espero que as coisas deem certo essa noite— disse Chae Young guardando os objetos que usou para fazer o penteado em sua senhora— espero que a senhora e o príncipe  Mim consigam finalmente conceber um herdeiro.

A senhora Min Sowon riu e revelou:

— Meu marido é extremamente talentoso na arte do amor. 

— Senhora, assim me deixará constrangida.

Ambas riram por um tempo e logo que o momento de felicidade acabou o clima sério voltou.

— Acho que o problema sou eu— Sowon disse — mas peço aos céus que agora meu ventre finalmente segure o fruto de nosso amor.

Chae Young foi até o bau de roupas da senhora e de lá pegou sua veste de dormir preferida:Um luxuoso robe de seda dourado.

Sowon levatou-se e acabou expondo o corpo nu para a dama da corte , que não se constrangeu pois já estava acostumada a ve-la nuca.

  — Bem, acho que isso é tudo por hoje. Muito obrigado. 

Chae young fez uma reverencia e então retirou-se do local, rumando para o complexo de casa dos empregados, onde ela e a irmã mais nova tinham uma pequena casa.  A jovem esperava que assim que chegasse em casa Minah já tivesse esquecido o sonho louco da noite passada. A pequena Minah insistia em dizer que noite passada havia se encontrado com o príncipe, e que o guarda que havia sido morto foi ceifado pelo príncipe. 

  — A mente de uma criança é tão fértil— disse para si mesma assim que chegou em casa e encontrou Minah dormindo como uma pedra. 

Arrumou o pequeno lar e depois partiu para o ponto de encontro que a irmã havia lhe contado, afinal, era humana e estava curiosa para saber se algo de fato aconteceu ou se sua irmã estava ficando louca.


Notas Finais


E ai ? gostaram? eu gostei bastante de escrever esse capítulo. Espero que tenham gostado, comentem para que nossa relação de escritor e leitor possa ficar mais forte. Deixem palpites sobre o que vai acontece tbm. Beijos!


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