História MoonLight (Imagine Park Jimin) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Imagine, Jimin, You
Exibições 109
Palavras 1.485
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Fluffy, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oe gente, voltei.
Escrevi esse capítulo na sala de espera do médico, hahauhauha, quando a inspiração vem ninguém seguraaaaaa.

Capítulo 3 - Quem Irá Me Segurar Quando Eu Cair?


Naquele dia em especial, acho que eu estava acompanhada pelo o próprio satanás. Tudo estava dando errado, T-U-D-O.

Começou com eu acordando porque simplesmente caí da cama e bati minha cabeça no criado mudo que fica ao lado da mesma.

Man, eu me senti uma criança de cinco anos, que se urina toda durante a noite, e ainda caí da cama.

Me sentei no chão e  fiz uma pequena massagem no local em que havia machucado minha cabeça.

Então olhei para a janela, e vi que o dia já estava claro, claro demais. Então resolvi olhar que horas eram.

- Ja são 7h da manhã? PUTA QUE PARIU vou me atrasar pra escola.

Me levantei do chão e peguei minha toalha atrás da porta, em seguida a abrindo e correndo para o banheiro.

Passei pela minha mãe feito um furacão, e isso que custou um olhar furioso, mas eu o ignorei, afinal tinha coisas mais importantes para me preocupar.

Cheguei na escola mais do que atrasada, o porteiro só me deixou entrar, porque ameacei ele com um vídeo que já havia me salvado de muitas coisas.

Eu poderia ficar aqui falando sobre o conteúdo do vídeo, mas isso fica para mais tarde, preciso continuar contando minhas desgraças em serie.

Antes de entrar na sala de aula, pedi licença para a professora, ela me concedeu passagem e eu entrei.

Como todos já estavam em seus lugares, puderam observar minha caminhada até o fundo da sala. Sentia aqueles vários olhos queimando em cima de mim, e meu estômago protestou nervoso.

Ahhhhh, eu odiava chamar a atenção para mim, odiava que acompanhassem cada passo meu como seu fosse um filme muito interessante.

Me joguei em minha cadeira, e tratei de encobrir meu rosto com o capuz do moletom preto que vestia.

A vadia da Yuri não tinha ido para a escola hoje, provavelmente por estar de ressaca, nos braços de alguma garota que ela conheceu em alguma festa.

- Sapa maldita - Resmunguei, baixinho, é claro.

Lentamente fui sentindo a tristeza tomar conta de mim, e tudo de repente, se transformou num tom cinza, e sem graça.

Era assim, era sempre assim, e por mais que eu convivesse com essa depressão maldita á anos, eu nunca estava preparada para quando ela viesse e tomasse posse do meu corpo.

Com os remédios os efeitos da doença em mim, eram minimizados. Mas não se podia evitar ter uns ataques dissociativos ali, umas crise de ansiedade acolá, semanas e até meses de extrema tristeza e melancolia.

A melancolia conseguia ser pior que tudo, me sentia desconectada do mundo, absorta nas profundezas do mar, sozinha e completamente no escuro.

Enquanto pensava naquilo, uma lágrima solitária escorria sobre o meu rosto, deixando em chamas o caminho por onde passava.

A partir dali, eu não conseguia me lembrar de mais nada que havia acontecido naquela aula. Devo ter ficado imóvel por um bom tempo, até mandaram minha mãe ir me buscar, a direção já sabia do meu problema, e estava avisada que sempre que eu me encontrasse naquele estado era para ligarem para minha mãe; e assim o fizeram.

~~~~~~~~~~~~

- Entra filha. - Disse minha mãe, abrindo a porta de meu quarto; em seguida passando as mãos sobre os meus cabelos.

O quarto não se parecia em nada como eu havia  deixado antes de sair, ele estava de pernas para o ar. Mas agora, estava limpo, organizado, e com cheiro de lavanda.

- Assim que me ligaram da escola, eu corri para organizar o seu quarto, para que quando chegasse ficasse confortável, foi por isso que eu demorei um pouco mais. - Disse ela, indo até minha cama, e ajeitando as cobertas para que eu entrasse debaixo delas.

Eu queria dizer o quanto era grata por ela cuidar tão bem de mim, mesmo que perdesse a paciência as vezes, mas posso entender perfeitamente que ninguém é de titânio, e que as pessoas enlouquecem as vezes.

Mas eu não conseguia dizer nada, sentia a língua presa e seca dentro de minha boca, era como se eu não soubesse mais como falar.

Me conformei em entrar de baixo das cobertas, e ouvir minha mãe saindo, com a promessa de que logo voltaria com o meu chá, o chá que eu tanto amava.

Minha cama ficava grudada com uma grande janela de vidro, eu pedi a minha mãe uma janela bem grande porque assim, sempre que estivesse naquele estado deplorável, eu teria a luz da lua, como minha companhia.

Ah, como eu queria que já fosse noite, assim poderia olhar para ela, e me sentir melhor. Mas naquele momento tudo que eu tinha, era a chuva embaçando o vidro da janela.

Espalmei minhas mãos sobre o vidro, para sentir o frio,  e ao invés disso, meu coração se aqueceu.

Se aqueceu ao ver os machucados que começavam a cicatrizar, os machucados  por um atropelamento bobo, causado por um certo rapaz bobo... muito bobo.

Naquele momento, desejei que Jimin estivesse ali, para aquecer o meu corpo naquele tempo frio, mas só em lembrar as feições de seu rosto, eu já me sentia melhor.

E foi assim que o meu dia findou, comigo tristonha olhando pela janela, na companhia de todos os meu demônios.


~~~ Jimin On ~~~

Era muito raro eu estar em casa, principalmente durante a noite, sempre estava em algum lugar, fazendo algum show ou algo do tipo.

Mas naquela noite me especial, estávamos de folga, os meninos estavam todos reunidos na cozinha, animadamente comendo pizza.

JungKook, contava todas aquelas piadas, que geralmente eu achava engraçadas, mas que naquela noite não faziam sentido algum para mim, nada fazia sentido algum para mim.

Eu sentia falta de alguém.

Me sentia tão estúpido por estar concentrando todos os meus pensamentos naquela garota que eu mal conhecia.

O fato era que eu havia amado absolutamente tudo que vi nela, e eu queria ver tudo aquilo de novo.

Queria ver o seu sorriso, queria ouvir seus palavrões desnecessários, queria escutar suas grosserias gratuitas, queria fitar o olhar dela brilhando pela visão da lua, queria tudo dela naquela noite.

Me levantei da mesa que estava sentado, enquanto ouvia os meninos falarem besteiras, eu precisava ver a lua, só ela poderia me ajudar a decidir se eu deveria fazer algo que eu desejava tanto.

Fui até o quarto, e abri a janela, logo senti o vento frio  ir de contra o meu rosto. Apesar de ter chovido praticamente o dia inteiro, durante a noite a lua surgiu imponente do céu.

Ela dominava a noite, e quando eu a vi, eu tive a certeza de que precisava ver aquela garota, nem que fosse só por mais uma vez.

Peguei o carro, e dirigi a toda velocidade pelas ruas de Seul, eu queria chegar logo, estava ansioso.

Não tive muita dificuldade em encontrar a casa de Madu, por incrível que pareça eu não havia esquecido o endereço; ainda bem.

Estacionei o carro em frente a casa dela, as 9 da noite em ponto, torci com todas as minhas forças para que ela estivesse em casa, e só então toquei a campainha.

Logo um mulher que aparentava ter uns 40, 45 anos abriu a porta, e arregalou os olhos quando me viu.

- Eu conheço você de algum lugar, você não é um daqueles idols? - Indagou a mulher.

- Não, não, eu sou apenas um amigo da sua filha, que deseja muito vê-la.- Menti, eu não queria perder o meu precioso tempo explicando para a mulher sobre BTS e afins.

Ela então abriu a porta totalmente, e me pediu para que entrasse.

- Eu não tenho certeza se ela quer ver alguém. - Disse a mulher, com receio no olhar.

- Eu liguei para ela antes, ela disse para eu vir. - Menti mais uma vez, fiz isso porque não queria correr o risco de ter vindo até aqui atoa.

- Tudo bem, pode subir. - Disse ela, me indicando o quarto de Madu, em seguida.

Eu subi as escadas lentamente, pois um nervosismo idiota havia tomado conta de meu corpo.

Fiquei em pé em frente a porta do quarto dela e respirei fundo três vezes, só então abri a porta bem devagar.

O que encontrei foi uma garota muito diferente do que eu achava que conhecia.

Ela estava deitada sobre em cima cama, de costas para mim, de frente para a janela, eu imaginei que estivesse dormindo, mas assim que vi a lua no horizonte, sabia que a moça a contemplava.

Os movimentos de respiração dela eram lentos, e o seu corpo parecia tão frágil. Me aproximei mais da cama, e pude ver que seu rosto estava inchado de tanto chorar.

Ela se virou de repente, como se a lua tivesse confessado á ela minha presença no quarto. Seus olhos arregalados me encaravam, em uma expressão que misturava surpresa e incredulidade.

- Jimin? - Ela disse, em um susurro.














~ Continua ~


Notas Finais


Por hoje é isso, espero que gostem.

Até mais ❤


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