História Moon- The Beginning of End - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Apocalipse Zumbi
Exibições 1
Palavras 1.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Sangue, drama e salgadinhos.


Sangue, drama e salgadinhos.

"É, teríamos uma longa noite."

Mal chegamos na suja e infestada casa cheia de adolescente com hormônios em ascensão e pude notar que Alexy não estava mentindo, até o pessoal de outros colégios resolveram aparecer lá, aquilo poderia se tornar desastroso ou virar um video viral na internet com o título "Briga de Adolescentes em Festa Maluca".

Alexy logo se despediu da gente após atravessar o arco da porta da frente, Rosalya então resolveu me puxar para a cozinha, no estilo típico americana dos filmes, cheia de garrafas de vidro vazias e copos de plástico vermelhos, e claro, adolescentes bêbados ou drogados se beijando ou fazendo impurezas em qualquer canto que não batia luz.

Peguei um copo com algo estranho que ela ofereceu, aproximei meu nariz e senti o cheiro forte de álcool:

-Confia em mim Moon, acabamos de entrar de começar a melhor parte.- disse ela virando o líquido dentro do copo em um gole, e após isso fazendo uma careta enquanto amassava o pobre copo descartável.- É um pouco forte, mas, eu te conheço muito bem.

-Você fala isso como se eu fosse uma alcoólatra.- digo bebendo pequenos goles enquanto penso.

Não, eu não sou uma alcoólatra. É que existem momentos na vida de um adolescente que são confusos e trágicos, e cada um superou esses momentos de um jeito, eu superei do pior jeito

Mesmo não bebendo a bons tempos, e Alexy e Rosa sendo os "Reis da Balada", eu tinha uma resistência um pouco maior a isso do quê eles.

Mas, parei de beber após trágicos eventos que não consigo nem ao menos citar. O pior de tudo não é você não estar presente, o pior mesmo é você não estar presente porquê escolheu não estar. E isso ficou gravado em minhas memórias, minha mente só consegue pensar misso quando minha garganta sente a bebida forte descendo e me dopando aos poucos.

~ - - - Quebra de Tempo - - - ~

Já estávamos a uma hora naquele lugar, não estava cansativo, mas parecia que tinhamos perdido o "fio da meada" após ver coisas nem um pouco agradáveis acontecendo na piscina.

Alexy já estava cansado, tinha levado 3 foras e entrado em quartos errados demais, vendo coisas que nem conseguia explicar. Rosalya tinha olhos apenas para um garoto, que não estava lá, e eu só queria estar com uma placa escrito "Não tenho interesse em você, vá embora" ou estar em casa vendo filmes de drama chorando com os dois enquanto comia chocolate.

Simplesmente nos encontramos, olhamos uns para os outros e fomos direto sair daquela casa antes que mais cenas inexplicáveis acontecessem. 

Fomos pelas portas dos fundos, eu já me imaginava tentando explicar porquê cheiravamos a álcool para meu pai ou algum colega de trabalho dele.

-Isso foi uma merda.- diz Alexy ainda segurando um copo de plástico cheio, enquanto andava cabisbaixo e arrastando os pés no concreto frio.

-Drama, chocolate e salgadinho?- diz Rosalya falando para ambos enquanto esfregava os braços para aquecê-los, estava começando a garoar.

-Drama, chocolate e salgadinhos.- respondemos eu e Alexy em uníssono continuando a andar como se estivéssemos sidos atropelados por caminhões e carregassemos um boing 747 nas costas.

Chegamos na casa de Rosalya, com frio e um poucos molhados devido a leve e fraca garoa que insistia em cair. Acho que esqueci de comentar que os pais da garota resolveram fazer uma "magnifica e surpreendente viajem de casal" em algum país elegante como eles.

-Alexy, escolha o filme mais triste que já foi criado. Moon, só traga um maldito vinho e vamos curtir a noite entre amigos.- disse Rosa enquanto abria um armário e pegava o máximo de porcarias possível nos braços e os levando para o quarto.

Estava eu agachada em um armário vendo o melhor vinho que tivesse lá, não fazia a mínima ideia de como Rosalya explicaria isso para os pais, mas enquanto pegava as brilhantes taças, um silêncio se expandia cada vez mais.

 Ouço um estranho e arrastado som de gemido, como se fosse estivesse muito cansado, e viro minha cabeça rapidamente para a porta da frente, "nada", olho para a janela, "nada, deve ser só minha imaginação", então a voz de Rosalya se faz presente enquanto discutia com Alexy sobre qual filme iríamos ver. Me recompus e enquanto equilibrava as taças fui me juntar à eles no quarto da platinada.

~ - - - Quebra de Tempo - - - ~

Acordo de manhã com uma maldita enxaqueca, cheirando a algo azedo e com salgadinho no cabelo. Viro para o lado e percebo que estava abraçada (e amassada) com o sr. Alexy que dormia profundamente com a minha maquiagem espalhada em sua bochecha.

Olho para a para o colchão ao lado e sinto falta de algo, "Vazio e bagunçado. Impossível Rosa ter acordado tão cedo". Logo minhas dúvidas são respondidas, ouço uma leve música pop tocar enquanto alguém mexia nos copos e pratarias da cozinha.

Me levanto e ouço meu corpo estralar em umas quinze vezes, vejo que estava usando um pijama que eu nunca vi na minha vida, "Se eu dormisse com o vestido, acordaria morta...", Alexy ainda sim dormia como se estivesse hibernando, percebi apenas agora que ele estava enrolado em uns 3 cobertores e continuava respirando.

Resolvi parar de ficar que nem uma louca tarada para ele e segui meu caminho para a cozinha, diferente do azulado e de mim, Rosalya estava com a pele lisa como seda e usando um pijama de verão enquanto comia torradas e bebia suco de laranja, claro que ouvindo a playlist dos "Deuses do Pop para Adolescentes".

-Estranho te ver acordada tão cedo.- digo enquanto me sento de frente para ela na mesa pegando um pouco de suco.

-São nove da manhã, e na verdade acordei à quinze minutos atrás com dez ligações perdidas da minha mãe.- sua voz mostrava o cansasso e ressaca da noite passada, algo me diz que não bebemos apenas um vinho.- Bebemos uma quantidade que vai valer até nossos 35 anos. Vou ter que dizer que fui atacada por alienígenas e que eles só me soltariam de eu entregasse todo o estoque de vinho dos meus pais para eles.

-Vou ir ver o noticiário, talvez exista mesmo alienígenas tentanto roubar vinho por ai.- ambas demos uma leve risada, o ambiente estava calmo e descontraído, algo agradável de se sentir.

Me sentei no longo sofá e bonito sofá bege e liguei a TV no noticiário.

"De fato, não sabemos ao certo o porquê de tal ataque ocorrer. As testemunhas que estavam presentes no momento dissem que o jovem estudante, de apenas 17 anos e nome desconhecido, começou a atacar alguns jovens perto dele sem motivo algum. Os ataques eram fortes e letais. O jovem em questão estava incontrolável, e após conseguirem o conter a polícia foi chamada. Os dois jovens agredidos estão em estado grave."

-Porra.- essa fui eu exclamando bem alto, e de repente Alexy e Rosalya estavam ao meu lado conectados na notícia a minha frente, a repórter falava e nisso aparecia imagens da casa e de algumas pessoas.

-Mas que...- o som alto de meu celular tocava, os dois continuavam a encarar a TV mesmo após eu correr atrás do meu celular e só me encararam quando ouviram minha alta exclamação.

-Você vai o quê?- digo enquanto processa as informações que acabei de receber.

-Querida eu só vou para a capital, é sobre comportamento humano, finalmente vou poder exercer no quê eu me formei. É sobre esse tal jovem que ficou maluco. Entenda Moon é uma oportunidade e tanto, seu pai vai apenas acompanhar eu e meu pessoal até a capital, até lá ele volta para te cuidar, minha querida.- ela estava mesmo levando aquilo em conta, tanto que estava muito mais que claro o seu entusiasmo.- E eu não te vi aqui no hospital, está mesmo tudo bem?- logo sua voz mudou para a voz da mãe preocupada.

-Sim... Nós mal ficamos no festa, então, está tudo bem...- eu não podia crucifica-la por aceitar uma proposta dessas, ela já recusou vários empregos e chances dos sonhos porquê queria estar aqui com a gente. E eu entendia muito bem isso, mas, algo naquilo doía, doía muito e me deixava com medo.

Ela já tinha saído umas duas vezes do país para algum tipo de proposta, mas, agora, algo me assustava. Era bem no fundo do meu coração que aquilo estava preso, eu sentia que havia algo errado. Não com ela, mas, alguma coisa à mais nisso me fazia se arrepiar.

Talvez porquê eu ficaria sozinha por três dias? Não, eu sentia que era algo que nem mesmo ela imaginava.

-Não fique assim minha querida, prometo voltar o mais rápido possível e assim vamos usar e abusar do cartão de crédito naqueles livros que você queria. Eu vou estar indo já hoje, seu pai também, mas ele não pode te ligar agora. E-Eu vou ligar todos os...- ela de repente se calou e pude ouvir o som de algo se rebatendo.- Ah, querida, só um momento...- ela pelo jeito largou o telefone e foi atrás de tal som. Foram apenas alguns agonizantes 20 segundos de silêncio, e então um grito feminino de dor foi ouvido.

-Mãe?! EI, MÃE?!- comecei a berrar no telefone, eu podia ouvir sons de várias pessoas que de repente apareceram falando "o segure, traga primeiros socorros, a senhorita está mesmo bem?", enquanto eu deixava poucas lágrimas andarem soltas em meu rosto, Rosa e Alexy vieram me acudir, ambos estavam tão preocupados como eu.- Mãe...?

-Oh, d-desculpe querida, é que, ouve um imprevisto e v-vou ter que desligar, mas, você sabe que mamãe te ama muito e que vou ligar o mais rápido possível.- a sua voz fraca e trêmula apareceu tão rápido quanto foi embora, logo o "tu tu tu, chamada encerrada" foi ouvido, e me desabei.

O quê está acontecendo?


Notas Finais


Caso encontrem algum erro de português ou tenham uma dúvida, perguntem, irei ficar honrada em respondê-los :)


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