História Moonchild - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, V
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Bts, Jeongguk, Jungkook, Taehyung, Taekook, Vkook, Wicca
Visualizações 8
Palavras 1.365
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Fluffy, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu escrevi esse cap meio cansadinha, então por favor, não esperem maravilhas.
e me desculpem :-(

Capítulo 2 - Butterfly


Solitária, majestosa, plena em si mesma, a Deusa, Ela, cujo nome sagrado, não pode ser jamais dito, flutuava no abismo da escuridão, antes do início de todas as coisas. E quando Ela mirou o espelho curvo do espaço negro, Ela viu com a sua luz o seu reflexo radiante e apaixonou-se por ele. Ela induziu-o a se expandir devido ao seu poder e fez amor consigo mesma e chamou Ela de "Miria, a Magnífica". O seu êxtase irrompeu na única canção de tudo que é, foi ou será, e com a canção surgiu o movimento, ondas que jorravam para fora e se transformaram em todas as esferas e círculos dos mundos. A Deusa encheu-se de amor, que crescia, e deu à luz uma chuva de espíritos luminosos que ocuparam os mundos e tornaram-se todos os seres. Mas, naquele grande movimento, Miria foi levada embora, e enquanto Ela saía da Deusa, tornava-se mais masculina. Primeiro, Ela tornou-se o Deus Azul, o bondoso e risonho deus do amor. Então tornou-se no Verde, coberto de vinhas, enraizado na terra, o espírito de todas as coisas que crescem. Por fim, tornou-se o Deus da Força, o Caçador, cujo rosto é o sol vermelho, mas, no entanto, escuro como a morte. Mas o desejo sempre o devolve à Deusa, de modo que Ela circula eternamente, buscando retornar em amor. Tudo começou em amor; tudo busca retornar em amor. O amor é a lei, mestre da sabedoria e o grande revelador dos mistérios.

— Kendramoon.

 

Taehyung não considerou a bagunça que seria levar um ser do Sol para sua casa, principalmente um que nunca entrou em uma casa antes. O que uma fada de Aine estava fazendo na casa de um bruxo da escuridão, da anciã, da morte e recomeço? Era como se a residência do mesmo tivesse virado um Yin Yang, a luz na escuridão e o inverso.

O jovem bruxo percebeu que era uma péssima ideia tarde demais, quando estava escutando a “pequena” fada tocando todos objetos que não eram naturais em sua casa. Ele queria sair de seu quarto esbravejando, o expulsando, mas entendia que não seria bom para si. Uma fada enfurecida e vingativa não era algo bom para nenhum bruxo, seja lá qual fosse.

Era cedo da manhã, Taehyung havia acabado de terminar seus estudos diários e estava morrendo de sono. Deixou seu livro debaixo de sua cama, descansando seus olhos e caindo em um sono leve, quase tão leve quanto uma pena.

— Taehyung, eu estou com fome... — Jungkook disse, entrando no quarto sem sequer ter permissão. Novamente, ele estava vestido como veio ao mundo, completamente pelado, sem pudor algum. Ah, a natureza. De qualquer forma, aquilo enfureceu o bruxo, que acordou um tanto perplexo — ninguém havia interrompido seu sono em anos. Aquilo foi estranho, mas de certa forma, o lembrou de seu lar. Quando vivia com sua família, mesmo que fossem cruéis. Por um segundo, Taehyung quis chorar, mas aquilo não faria sentido algum. Era apenas uma fada com fome, ora.

— Você sabia que na cozinha tem comida? E que você não precisa me acordar para que eu pegue comida para você? Ah... quanto estresse. Você vai acabar estragando minha hidratação para a pele. — Falou, e percebeu que falava como sua “mãe”. — Venha, vou lhe dar algo para comer. — Não queria ser tão cruel quanto a senhora Kim.

Chegaram na cozinha, e Taehyung montou uma oferenda completa para a fada: uma pequena taça de vinho, uma maçã, uma colher de sopa de mel, um pau de canela, um copo de leite e alguns caramelos. O suficiente para satisfazer o serzinho feérico, que lambia seus lábios ao ver a bandeja.

— Aqui. Tome. — Disse, o entregando a oferenda. O sorriso de Jungkook foi algo engraçado de se ver, antes que ele virasse a taça de vinho em segundos. — E agora, o que eu ganho?

— O que? Você deveria ganhar algo?

— Sim. Se um bruxo faz uma oferenda para uma fada, a fada deve lhe dar algum presente.

— Que presente você quer? Um beijinho? — Riu. — Eu estou brincando, eu sei que devo fazer com que sua vida flua, mas não é de imediato. Seja paciente e me dê presentes todos os dias. — Sorriu, mastigando um caramelo. — Você é acostumado a sair à luz do Sol? Eu sou. Vivia todos meus dias naquele lugar no qual te encontrei no bosque, levando a luz do Sol e sendo uma fada. Na verdade, eu sou uma espécie de ninfa, já que perdi minhas asas. E eu dormia debaixo de uma grande árvore que eu encontrei sozinho, quando a Lua aparecia. Resumindo, vamos sair daqui, por favor? Eu só quero receber um pouco de Sol em minha pele. Eu prometo que vamos embora logo, é só...

— Você fala tanto assim normalmente? É como se eu já soubesse toda sua história de vida. Podemos sair, mas eu estou exausto. E você precisa colocar uma roupa, podemos até ir num shopping comprar algumas para você. Assim que voltarmos para casa, quero silêncio completo. Certo? — Jungkook assentiu, e Taehyung o guiou até o quarto, escolhendo uma roupa para si e outra para Jungkook, que não saberia como se vestir apropriadamente.

Dez minutos depois, eles já estavam fora de casa, caminhando pela calçada. Tudo estava normal, até que uma borboleta brotou na frente dos dois, e Taehyung tentava caçá-la a todos os custos. Tê-la nas mãos era importante, por um motivo que Jungkook conhecia; a pequena borboleta, por mais pequena que fosse, significava algo para Taehyung. Aquele ser não era apenas ele em si, mas outra coisa. Não era apenas uma borboleta, mas sim, uma reencarnação de um ente querido do rapaz. Ele foi andando até a rua, perseguindo a borboletinha com a maior delicadeza — sem perceber o perigo eminente, um carro que descia a ladeirinha na qual o mesmo costumava brincar quando menor. Antes de qualquer impacto, Taehyung sentiu dois braços agarrando-lhe por trás, e o puxando de volta para a calçada. A adrenalina foi tanta que ele não notou a borboleta partindo, o deixando tremendo numa calçada.

— Está vendo? É para isso que lhe serve uma fada de Aine! — Jungkook disse, confiante, soltando o bruxo na calçada, que ainda estava em choque. — Vamos logo, filho da anciã, você quer dormir, não quer?

Taehyung levantou-se, e decidiu que aquilo foi tensão demais para um dia só. Decidiu retornar ao bosque onde encontrou Jungkook e pegar Sol no mesmo lugar. Pegaram um táxi novamente e caminharam até o lugar; haviam algumas fadas e ninfas no lugar, algumas que salivavam ao olhar para Taehyung, que fingia não perceber.

— Ficamos aqui por meia hora e depois vamos para casa... — parou, olhando para Jungkook, que havia tirado suas roupas novamente. — Que porra? Jungkook, onde estão minhas roupas e por que você não está as usando?

— Porque eu quero pegar sol, sem essas coisas que ficam roçando contra meu corpo, não é uma sensação boa.

Taehyung estava com tanto sono que aceitou que o outro, sem pudor algum, ficasse nu.

— Hyung, quem era aquela borboleta? — Jungkook perguntou, após passar um tempo olhando para suas próprias unhas. — Se você não quiser responder, eu entendo.

— Eu senti uma energia estranha vindo dela, acho que era meu irmão. Nós não nos falávamos, sequer nos gostávamos, pois ele era o preferido de minha mãe. E eu era o garoto estranho, o garoto adotado, o que saia toda noite para conversar com a Lua.

— Qual era o nome de seu irmão?

— Kim Seokjin, ele era um rapaz bonito. Eu era da família dos Kim, pois eu fui deixado na frente da casa deles quando recém-nascido. Uma fada me deixou lá, eu acredito.

— Eu queria ter uma família. Aqui, tudo é muito solitário e todos são traiçoeiros.

— Também eram em minha família. Mas não se preocupe, Jungkook, por mais irritante que você seja, eu não vou te abandonar. Vou ser como família.

Eles continuaram conversando até que Taehyung caiu no sono, sentado no chão e apoiado em uma pedra. Jungkook o acordou, o levando até sua casa. O mais velho estava um tanto tonto, cambaleando pelas ruas como um bêbado. Chegaram em casa, Taehyung deitou-se em sua cama. O “núcleo familiar” estava em casa e em paz.


Notas Finais


espero que tenham gostado, sinceramente.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...