História Moonlight - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Hoga

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Hoseok, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Mistério, Morte, Namjin, Namjoon, Taehyung, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 29
Palavras 1.942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, demorou mais saiu ^.^

Espero que gostem do capitulo, e qualquer dúvida é só perguntar, eu vou responder, claro, se não envolver algum segredo ^^

Perdão os erros, oky? Vocês podem puxar minha orelha por causa deles, é bom que aprendo ^^

Sem mais percas de tempo...

BOA LEITURA!!!

~Hoga

Capítulo 4 - Capítulo 3



Paro em frente a janela do meu quarto, onde tenho o deslumbre da rua vazia. Ela parecia tão fria, despertava em mim uma sensação aconchegante, que acalmava meus pensamentos. Acabo lembrando da última conversa que tive com a minha mãe, senti as lágrimas descerem por minhas bochechas, pois o nosso último diálogo não foi dos melhores...

— Jung!! — Ela grita pela terceira vez nosso sobrenome, eu sabia que estava fazendo birra, mas não queria que viajasse. — Tenho que ver seu pai, volto em três dias, sabe que sua situação não é muito boa! — Disse irritada, querendo me fazer compreender o motivo repentino da viagem.

— Eu só preciso de um psicólogo novo! — Grito, fazendo minha omma se irrita ainda mais.

— Jeongguk! Oque pensa que é para gritar comigo!? — Eu tinha acabado de despertar uma Joen HyunJae que ninguém gostaria de conhecer. — Eu estou fazendo isso para proteger você criança! Não me faça perder o controle Jung! — A mesma joga as fotografias que tirou do trabalho em cima da mesinha a minha frete.

— Então vai... — Sussurro. Não quero que ela faça essa viagem, pois sentia uma agonia horrível com aquilo. Ela suspira voltando a falar.

— Quando voltar... — Ela faz uma pausa, por curiosidade me viro pegando o seu olhar em mim. Sua expressão era de preocupação, mas continuava linda, vestia uma calça preta e uma blusa branca simples, deixando - a elegante. — Prometo que não terá mais esses sonhos!

Com aquilo, meu coração se acelerou, lembrar dela não ia me ajudar a dormir.

《...》

Minha inquietude não deixava o sono chegar. Ao fechar os olhos escuto gritos, pedidos de ajuda e até vejo cadáveres. Eu estava a enlouquecer?

Como alguém, em sã consciência, iria sentir esse tipo de sensação? A Sra.Im, tinha me avisado sobre ter esses tipos de sentimentos, afinal, eu tinha perdido meu único amor e, estava voltando para o lugar que afastou-me de todos, inclusive, do meu verdadeiro eu. Parece besteira , eu sei, mas antes a noite não me assustava...

A porta do meu quarto foi aberta, levo um susto ao acontecer, viro- me encarando meu pai com roupa de dormi e com seus óculos, parado ao lado da porta, segurando-a com uma expressão preocupada.

Não poderia contar com ele, mesmos sendo meu pai, sem tirar que, eu deveria matar aquela minha loucura. Me viro por completo encarando-o, abro um sorriso amarelo, incentivando-o a falar.

— Criança, porque não dorme? — Ele espera uma resposta, mas como não o fiz, o homem a minha frete, fecha a porta e se senta na beirada da minha cama. — A senhorita Im, me explicou um pouco do seu quadro clínico, queria muito poder ajudar, mas acho que você sabe, eu não posso. —  Mesmo já sabendo, me deixava frustrado. — Tenho um amigo psicólogo, amanhã você tem uma consulta com ele.

— Entendo. — Sussurro.

— Tenho alguns comprimidos que me ajuda a dormi quando tenho insônia, se você quiser... — Diz tirando do bolso uma caixa de remédio, coloca em cima da cama e se levanta indo embora. — Tenha um boa noite filho. — Seu sorriso era acolhedor, eu sentia saudades, devo admitir.

Pego um comprimido, deitando em minha cama fria em seguida, agora era esperar os efeitos.

O sono chegou rápido por causa do remédio que tomei, mas o mesmo não impediu os pesadelos. Aquilo estava a me destruir. Eu não sabia oque era, a criatura do sonho, as vítimas ou as sobras. Apenas queria sorrir, sem ter que esconder minha dor, meu monstro. Se isso fosse possível, eu realmente seria feliz.

As imagens que passaram em minha mente durante as poucas horas que dormi, ficaram confusas em minha mente, nelas eu chorava, e isso nunca tinha acontecido, eu sempre observava de longe ou era algum personagem daquilo. Então, quem eu era?

《...》

Desço as escadas para encontrar o meu appa e pergunta-lo onde era o consultório do seu amigo, mas o mesmo já tinha ido trabalhar. Encontro uma senhora arrumando a cozinha, fico confuso, afinal era uma moça que trabalhava na casa, a mesma mulher vertia um vertido rosa de mangas compridas e um avental, fazendo-a parecer uma avó de filmes antigos. A senhora nota minha presença e se vira, enxugando suas mãos em um pano perto da louça lavada, abrindo um sorriso em seu rosto e notei algo a mais nela, os olhos, era da mesma cor que os da Ahn YuJin 

— Senhor Joen! — Faz uma pausa e se curva. — O seu pai deixou esse bilhete para você. — Recebo o papel curvando - me em seguida.

— Obrigado. — A agradeço. Logo algo vem em minha mente, tenho que comprar um celular e digo o mesmo ao meu appa.

— Omo, você se parece com sua omma! — Diz alegre. — Aigoo, tão lindo! — Fala empolgada e pega em minhas mãos, assusto com o ato. — A sua beleza assim como a dela, atrai tanto o mal quanto o bem, querido. — Seu sorriso era grande, de uma forma assustadora. — Cuidado criança! — Ao dizer aquelas palavras sua felicidade se torna fria e forçada ao mesmo tempo, um ar gelado se estala entre nós.

— Certo. — Digo me recompondo, e afastando - me dela. — Obrigado pelo elogio, tenho quer ir agora. — Começo a sair da cozinha quando ouso sua voz novamente.

— O que está pensando em fazer? — Quando a mesma diz, ouço um zumbido forte, fecho os olhos com força. — Não pode sair sem se alimentar menino Joen! — abro os olhos e a observo, ela estava com suas mãos fechadas, perto do peito esquerdo. Estranhamente o meu começou a doer, era como se a mulher a minha frente estivesse enfiando algo em meu coração.

—Não se preocupe, comerei algo fora. — Não esperei um resposta, fui arrastado para fora da casa pelo medo. — Aish, que coisa malu... — Paro de falar quando sinto o gosto de sangue na boca.

Levo minha mão em meus lábios delicadamente, tirando em seguida, no dedo indicador, escorria uma linha fina de sague. Com um flash de luz, as imagens daquele sonho tomaram minha mente, mas logo as afasto. Como é possível comprar aquela senhora, que só estava comprido seu trabalho, com um assassino que corria entre as árvores de uma floresta a noite?

《...》

Estava mais tranquilo por ser sábado, o que quer dizer, nada de escola! Então, decidir andar pelas ruas da cidade afim de conhece-lá. Esse não era o que eu tinha em mente quando acordei, e sim, envolvia filme, refrigerante e comida. Mas, ao ver aquela senhora de avental, decidi que o mais seguro e convidativo, seria sair da sua presença. Sem contar, das coisas sem sentido que saíram da sua boca.

Pode ser verdade que eu pareça com minha omma, e o resto? Pensando bem, agora as coisas que ela disse estavam confusas em minha memória. As palavras saíram mesmo da sua boca? Ou da minha mente? As vezes tenho alucinações, seria mais uma delas? Precisava urgente de um psicólogo...

Ando alguns minutos parando em uma lanchonete, adentrando na mesma, me sento em um banco perto do balcão, esperando algum funcionário atender - me e assim aconteceu. Um rapaz de pele morena se aproxima, a voz do rapaz invade o ambiente a minha volta.

— Já viu o nosso cardápio? — O menino me observa, seus olhos eram perguntas silenciosas. — Hum, é provável um café, pois deve ter saído de casa sem comer, ainda mais com essa cara, não é isso? — Levanto meu olhar para o rapaz, o garoto tinha a pele morena como já reparado antes, cabelos vermelho e vertia o uniforme da lanchonete, o mesmo possuía uma voz grave e sorria quadrado, senti algo familiar em seu sorriso.

— Pode me trazer um suco, apenas! — Digo rapidamente, pois comecei a me sentir estranho com sua presença. ele lança um olhar de reprovação, mas se vira para fazer o seu trabalho.

Solto um suspiro, eu estava exausto e não sabia o que fazer. Dormir? Não era uma opção, relaxar em casa? Parecia impossível! Talvez deveria voltar para Busan, dinheiro não era o problema, pois fazia trabalho de modelo e minha omma ainda possuía algumas ações na empresa da família. Uma vida sem me preocupar com qualquer outro indivíduo....

Vagarosamente em minha frete e deixado uma xícara de café, olho perdido para a mesma, levantando o olhar para o ser que fez tau coisa.

— Posso ver em seu rosto que não dormiu nada, um suco não irá lhe ajudar. — Diz com uma expressão preocupada, mas abre uma leve sorriso em seguida. — É por minha conta, kookie!

É possível parar de respira? Nesse momento o ar não entrava ou saia dos meus pulmões. Fazia anos que eu não escutava aquele apelido, era escuta-lo para todo meu corpo pedir ajuda e gritar em desespero. Eu tinha 5 anos de novo? Aquele garoto... ele também tinha esse sorriso!

— Vo-você...? — Não saia uma só palavra da minha boca.

— Acho que pedir desculpas por tudo, não limpa o que fiz, não é? — Ele para de falar esperando uma resposta, mas eu estava tão anestesiado, que não conseguia dizer nada, então ele volta a dizer. — Veja,você cresceu tanto. — Estala a língua. — Isso é perigoso. — Solta um sorriso frustrado, o mesmo acena indo atender outro cliente.

Aquilo despertou uma raiva que nunca tinha sentido antes. Meu corpo todo suava, meus músculos estavam tensos, só por ter lembrado de como ele olhava para mim, enquanto eu levava uma surra dos outros garotos daquela cidade e o mesmo não fazia nada, apenas observava.

Com custo, peguei o dinheiro que estava no bolso da calça e coloquei em cima do balcão, sai correndo do estabelecimento. Eu estava ofegante, não respirava direito, cenas de quando eu era criança viam em minha mente, junto a memória da minha mãe. Aquilo doeu, lembrar dela naquele lugar, onde eu mais precisei de um abraço, aumentou ainda mais minha angústia.

《...》

— Joen JungKook!

Despertei assustado, estava deitado e suando frio, olhei em volta meio grogue, notando algo estranho, não era meu quarto! Logo percebo que vertia uma roupa branca, ou pior, a mesma do meu sonho. Tentei entender oque avia acontecido, mas, não me lembrava de como tinha chegado ali, ou como explicar a roupa que vestia.

E oque me assustou... onde eu estava? Era outra alucinação? Estava a beira da loucura, eu iria enlouquecer completamente se não fosse um sonho!

Deito novamente, fecho os meus olhos com força agarrando os lençóis em seguida, sussurrei para mim mesmo, — Eu estava tendo um sonho, era outro sonho, não fiquei com medo Joen! — Abro os olhos e vejo que nada muda. Solto um suspiro frustrado, estava quase chorando, era patético. Ótimo, eu tinha voltado aos meus 5 anos novamente.

Tento acalmar minha mente e todo meu corpo que gritava de medo. Eu tinha que manter a calma, nada daquilo era real! Suspiro, sentando na cama novamente e olhando o quarto escuro. Que lugar era aquele?

Avia no quarto um sofá e uma mesa, a mesma tinha papéis e livros velhos, já no sofá, roupa de cama, saio da mesma e ando até o móvel de madeira, vendo outro objeto em cima do mesmo. Uma faca, com algo em latim escrito, o objeto era de prata, — deduzir ser desse material —, tinha símbolos, uns pareciam lobos ou assas, aquilo era oque exatamente?

Passo a mão em cima dos livros tentando ler o que estava escrito neles, oque foi em vão. Acabo esbarrando nos mesmos quando escuto a porta abrir, meu coração naquele momento tinha parado. E posso garantir, eu estava mais branco que aquela roupa.


《LEIA AS NOTAS FINAIS》


Notas Finais


E então? O que acharam?

Só acho que dei dicas, e uma pitada de; cê tá brisada? Talvez, então me perdoe...

Eu só sei escrever histórias meio confusas, mas prometo que tudo se encaixa no final *.*
Perdão pelos erros novamente *.*

E talvez volto com o próximo capítulo no final de semana novamente *.*

Boa madrugada♡

~Hoga


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