História Moonlight Lovers - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eldarya
Personagens Erika, Nevra
Tags Erika X Nevra, Hentai
Visualizações 290
Palavras 1.476
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eeeee!!! Mais uma one-shot de hentai, agora essa é do Nevra ^-^ (Meu segundo paquera) A próxima vai ser de nosso querido cachorrinho Chrome *-* <33

Espero que gostem ❤❤❤

Link das outras one-shots na notas finais.

Capítulo 1 - Capítulo Único


[...]

Mãe- Erika, venha almoça!!

Erika- Espera mãe!!!

Eu vou em direção a cozinha. Eu me sento na mesa para almoçar.

Pai- Erika, precisamos conversa.

Erika- Pode falar pai.

Pai- *Pigarrea* Olha, você já está com 18 anos, e eu quero que você arrume uma faculdade de enfermaria.

Erika- M-mas pai, eu quero ser uma artista plástica, quero desenhar vários e vários quadros em Paris.

Mãe- Erika, nós já falamos sobre isso... Não queremos que você seja isso.

Erika- Mas mãe, é isso que eu gosto de fazer, eu gosto de viajar, ter criatividades e criar desenhos.

Pai- ERIKA!!! POR ENQUANTO QUE VOCÊ ESTIVER NO NOSSO TETO, NÓS QUE DECIDIMOS O SEU FUTURO, CASO AO CONTRARIO, VAI EMBORA!!!

Eu fiquei atônita com o comportamento de meu pai. Eles não podiam escolher o meu futuro, eu que tenho que escolher, a vida é minha!!

Erika- Se é assim, tudo bem... Eu também não gosto dessa casa mesmo.

Eu me levanto fazendo um barulho na cadeira.

Mãe- Erika, não foi bem isso que seu pai quis dizer.

Erika- Mãe, eu ouvi... Não sou surda ou idiota para não ter ouvido o que ele falou.

Eu subo para o meu quarto e começo a fazer minhas malas. Após alguns minutos eu desso as escadas com minha mala.

Mãe- F-filha, não vai...

Erika- Não adianta me dizer nada...

Eu vou até a porta da minha casa, antes de sair eu olho para o meu pai e minha mãe, e digo:

Erika- Eu preferia não ter nascido... E-eu... Eu odeio vocês!!!

Percebi o olhar de tristeza e arrependimento de meu pai e de minha mãe, mas naquele momento eu não queria olha para eles, eu estava com muita raiva de ambos.

[...]

Erika- Não!!!

Eu acordei suando frio. Eu havia sonhado aquele sonho mais uma vez, eu não aguento mais esse pesadelo.

Eu me levanto da cama, pego um casaco e vou até a dispensa beber um copo de água. Ao adentrar o local eu me deparo com Nevra pensando e com um copo de água na sua mão.

Erika- Nevra?

Ele sai de seu transe ao ouvir minha voz.

Nevra- Oh! Oi Erika, o que esta fazendo acordada uma hora dessas?

Erika- Bom... O mesmo pesadelo.

Nevra pode ser um vampiro mulherengo, mas o mesmo é gentil e companheiro, toda vez que eu tenho um pesadelo ele sempre me consola.

Nevra- Quer um pouco de água?

Erika- Sim... Pode ser de seu copo mesmo.

Eu me sento na mesa enquanto Nevra coloca água para mim. Logo o mesmo volta e me entrega o copo de água.

Nevra- Sabia que se alguém beber no mesmo copo do outro, isso significa que esta beijando o outro?... -Ele sorri.

Esse Nevra, não perde tempo com suas piadas.

Erika- É? Então se for assim, eu te beijei... -Eu sorri.

Nevra- Mas séria ainda melhor se você me beija-se na boca.

Erika- Vá sonhando vampirinho...

Ambos começamos a rir. Nevra se senta ao meu lado, ambos ficamos alguns minutos em silêncio até o mesmo falar algo.

Nevra- Erika... Como era sua família?

Erika- Bom, minha mãe tinha quase a minha aparência, ela tem cabelos da mesma cor do meu, já meus olhos parece com o da minha avó, eu quase não pareço com o meu pai.

Nevra- Nossa, se você já é assim, imagina a sua mãe. -Eu bato em seu braço de brincadeira- Desculpa!

Eu falei um pouco do mundo humano e como era minha vida na terra, mas logo, eu me lembro do dia em que eu vim para Eldarya, foi o mesmo dia da briga que tive com os meus pais.

Erika- Sabe... Eu ainda sinto falta deles -Meus olhos começaram a marejar- No dia em que eu vim para Eldarya, eu... Eu havia brigado com os meus pais... - Lágrimas começam a escorrer pelos meus olhos, minha garganta começou a arde- N-não era para eu ter dito que os odiava... Quando eu os vi pela última vez, eles estavam tristes e com um olhar de arrependimento...

Nevra- Erika, desculpa... Desculpa por ter feito você falar sobre isso...

Erika- Não tudo bem... Desabafar as vezes é bom... -Eu sorri.

Ele aproxima uma de suas mãos até o meu rosto, o mesmo limpa uma lágrima que escorria pelo meus olhos.

Nevra- Vamos, você precisa dormi agora.

Ambos nós levantamos da mesa e fumos até o corredor. Quando chegamos na frente de meu quarto, Nevra beija minha testa, quando o mesmo ia embora eu pego em seu pulso.

Erika- Dormi comigo... -Falo bastante corada.

Ele não fala nada, apenas adentra meu quarto junto comigo. Eu vou até a minha cama, Nevra vai para o outro lado da cama e pergunta.

Nevra- Posso dormi junto com você?

Erika- P-pode... -Eu o respondo bastante envergonhada.

Ambos nos deitamos. Eu me viro para o lado aposto do dele, mas logo sinto Nevra me abraçar por trás. Eu me viro, nesse momento ambos fitavamos, percebi que Nevra olhava para meus lábios. Ele vai se aproximando de vagar até cela nossos lábios.

Seu beijo era quente e doce como uma cereja, a sensação de sentir sua respiração próxima da minha era ótima. Naquele momento eu senti um fogo percorrer pelo meu corpo inteiro.

Nevra- Erika...

Erika- Sim?

Nevra- Tem algo que quero te contar... Mas, não sei o porque, eu não consigo falar isso para você... Mas hoje... Hoje eu estou pronto. Diferente de todas as garotas que eu já conheci, você tem algo que mexe com o meu coração, algo que não tem como ser explicado e...

Eu coloco o dedo indicador na sua boca.

Erika- Shii! Não fala mais nada...

Nos olhamos com desejo. Nevra me beija feroz, o mesmo sobe em cima de mim, logo ele vai retirando o casaco que eu estava usando. Após ele retirar o meu casaco ele vai tirando meu vestido.

Erika- Não acha que esta um pouco injusto?

Nevra- Então, a senhorita poderia retirar as minhas roupas...

Eu começo a retirar suas roupas devagar, até ele ficar só de boxe.

Nevra- Hum... Faltou você tirar uma coisa -Ele sorri.

Eu coro violentamente. Eu estava um pouco envergonhada mas logo eu me abaixo e começo a retirar sua boxe. Seu membro já estava ereto. Ainda envergonhada eu começo a masturba-lo, Nevra gemia baixo e rouco. Eu fui um pouco mais atrevida e coloquei seu membro por inteiro em minha boca, foi um pouco difícil de coloca-lo sem se engasgar. Nevra pega em meus cabelos e começa a forma-me a fazer mais aqui.

Nevra- E-erika eu vou...

Um liquido é despejado dentro da minha boca quase me engasgando, com um pouco de dificuldade eu engulo tudo.

Nevra- Agora é minha vez de brincar com você. -Ele sorre malicioso.

Nevra me deita na cama, o mesmo retira meu sutiã. Ele me olha com malicia, o mesmo começa a chupar meus seios.

Erika- Hammm...

Aquilo era bom, me fazia gemer. Após alguns minutos Nevra retira minha calcinha me deixando mais vermelha do que já estou. Nevra aproxima sua mão de minha intimidade, o mesmo começa a estimular meu clitóris com os dedos, aquilo me fazia gemer bastante.

Erika- Hammm...

Após alguns minutos Nevra para de fazer os movimentos com os dedos e encaixa o seu membro em minha entrada.

Nevra- Posso? -O mesmo pede permissão.

Erika- P-pode.

Ele vai entrando devagar. Como eu era virgem, aquilo estava doendo. Nevra entra por inteiro dentro de mim, ele espera alguns minutos para eu me acostumar com aquilo. Eu começo a mecher meu quadri sinalizando que ele já podia fazer os movimentos. Nevra começo a me penetrar, aquela sensação era estranha mais logo ela vai se transformando em prazer. Eu olho para baixo e percebo que eu havia sangrado.

Nevra- E-esse cheiro...

Ele me penetrava mais rápido e maia forte.

Erika- Haaa... N-nevra...

Eu gemia seu nome. Cada vez que eu o chamava pelo nome, mais rápido ele ia me penetrando, e quando estávamos quase perto de gozar, Nevra da uma última estocada e sai de dentro de mim, ambos gememos um pouco mais auto.

Nevra continuava em cima de mim, o mesmo começou a segurar forte o lençol.

Erika- Nevra... Esta tudo bem?

Nevra- E-erika, e-eu... Eu posso beber um pouco de seu sangue?

Eu fiquei um pouco assustada com sua pergunta, mas isso era algo de se esperar de um vampiro. Eu estava sentindo pena dele, deve ser horrível estiver querendo algo, sentindo o cheiro e não poder provar.

Erika- N-nevra eu...

Nevra- P-por favor... -Ele estava com os olhos fechados.

Erika- Eu deixo.

Em um movimento rápido ele morde meu ombro, aquilo era como sentir uma agulha só que mais grosso, confesso que eu senti dor já que ele foi de uma vez, mas logo o mesmo começa a sugar meu sangue de forma mais "Carinhosa", ele estava fazendo de tudo para que eu não me machucasse. Logo o mesmo para de me morde e começa a limpar a parte que ele havia mordido.

Nevra deita ao meu lado, ambos deitamos de conchinha.

Nevra- Erika...

Erika- hum...

Nevra- Desculpa por ter te machucado.

Erika- Tudo bem, eu percebi que você estava com fome... Eu me sentiria mal se eu dissesse não.

Nevra beija minhas costas de forma carinhosa, logo o mesmo diz:

Nevra- Erika eu te amo.

Concerteza eu estava muito vermelha com o seu comentário. Eu sorri e respondo:

Erika- Eu também te amo, meu vampiro mulherengo.

Fim.


Notas Finais




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