História Moonlight shadow ( Sombra do luar) - Capítulo 28


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Categorias Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Chris Argent, Corey Bryant, Danny Mahealani, Derek Hale, Hayden Romero, Isaac Lahey, Kate Argent, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Scott McCall, Sheriff John Stilinski, Stiles Stilinski
Tags Fanfic, Teenwolf
Exibições 55
Palavras 1.489
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Resumo:
Depois de capturados Stiles e os outros são levados a um lugar onde são mantidos como prisioneiros, o medo o desespero e a tensão os toma perante a complicada situação na qual se encontram. Será que eles serão resgatados ?

Capítulo 28 - Capítulo 28 - Cativeiro.


Fanfic / Fanfiction Moonlight shadow ( Sombra do luar) - Capítulo 28 - Capítulo 28 - Cativeiro.

Stiles tenta a todo custo tirar seus braços daqueles grilhões, seus pulsos já estavam feridos, sangravam os demais apenas observavam a inútil tentativa do garoto.

Melissa – Stiles, não faça isso, você vai se machucar ainda mais.

Stiles – Precisamos fazer alguma coisa, não podemos deixar que eles vençam.

Todos se encontravam na mesma condição que Stiles acorrentados a grilhões chumbados a parede.

Clark – Mesmo que escapemos das correntes, não temos como enfrentar o que está lá fora.

Stiles – Você não parece muito surpresa com tudo isso.

Clark – Acho que já vi coisas estranhas demais nessa cidade para algo me surpreender.

Melissa – Não seria Beacon Hills se fosse diferente.

Mason –  O que me espanta é vocês estarem tão calmos desse jeito.

Stiles – E de que adianta nos desesperar, eles viram, nossos amigos viram nos salvar.

Natalie – Mas é exatamente o que querem, que eles venham nos salvar, mas quem ira salvá-los desses monstros?

Mason – Isso tudo é uma armadilha.

Stiles – Já estivemos em situações assim antes e saímos numa boa.

Mason – Alguma coisa me diz que dessa vez pode ser diferente.

Stiles – Que eu saiba as banshees aqui são Lidya e Juliet, ou por acaso você virou uma Mason?

Stiles não queria admitir, mas até ele mesmo se sentia pessimista quanto a situação deles, ele sabia que dessa vez Peter havia os pego de jeito, as chances de sucesso e de saírem disso tudo com vida eram poucas, não precisava ser uma banshee para poder ver isso. Todos ali estavam tensos.

Danny – Pelo jeito isso costuma acontecer muito com vocês.

Melissa – Você não tem ideia de o quanto.

Natalie – Fico feliz de pelo menos dessa vez minha filha estar longe de tudo isso.

Melissa – Pena que eu não possa dizer o mesmo.

Danny – Acho que isso faz de nós os novatos nisso tudo policial.

Clark – Bom neste caso sim. É seu primeiro sequestro?

Danny – Sim, mas já participei de uma fuga, e um resgate.

Melissa – Então sejam bem-vindos a turma.

Natalie – Como vocês conseguem fazer piada em uma hora dessas?

Stiles – Bem pelo jeito é o que nos resta.

Diz Stiles tentando se livrar das correntes mais uma vez.

Melissa – Stiles já te disse que é inútil você não tem força sobrenatural esqueceu.

Stiles – Verdade, vou perguntar se no grupo do Peter não tem um alfa para me emprestar uma mordida.

A porta da sala se abre Kate entra todos se afastam apreensivos, menos Stiles que a olha com desdém.

Stiles – O serviço aqui é péssimo, gostaria de fazer algumas reclamações com o gerente.

Kate – Não tenho tempo para suas criancices moleque.

Stiles – Então ao que devemos a honra de sua visita.

Kate ignora Stiles e vai na direção Melissa. Ela segura no rosto de Melissa pelo queixo.

Kate – Então é você, não vejo grande coisa, mas em fim tem alguém que quer ve-la anda levanta.

Stiles – Solta ela!

Stiles Corre na direção de Kate, mas as corrente o impedem de chagar perto.

Kate – O cãozinho ta bravo? Sei bem do que um cão bravo precisa.

Kate da um soco na cara de Stiles seguido de um chute no estomago o menino cai de joelhos no chão tossindo enquanto o sangue escorre por sua boca.

Melissa – Por favor não o machuque.

Kate livra Melissa das correntes e a arrasta.

Stiles – Volta aqui sua cadela! Deixa ela em paz!

Kate ignora Stiles e continua arrastando Melissa, ela a leva até um quarto, e a empurra na cama.

Kate – Fique aqui e não tente nenhuma gracinha ou eu mato seus amigos.

Kate sai do quarto Melissa fica apenas sentada na cama angustiada sem saber o que esperar, mas sabendo bem quem viria até ela, não demora muito até Peter aparecer. Ele trazia uma bandeja com um prato de comida uma garrafa de agua uma de vinho e duas taças e talheres.

Peter – Suponho que você esteja com fome.

Ele deposita a bandeja em uma mesinha de cabeceira e senta ao lado de Melissa na cama e acaricia o rosto dela que empurra a mão dele rejeitando o gesto de Peter.

Peter – Você está mais linda do que nunca.

Melissa – Me poupe de suas cerimonias e de seus joguinhos, o que você que de mim?

Peter – Ora Melissa quanta hostilidade, se bem me lembro antes você ficava muito feliz em me ver, lembra do nosso primeiro encontro?

Melissa – Sim aquele em que você me usou para chantagear o meu filho.

Peter – Não se apegue detalhes insignificantes, eu realmente estava interessado em você, na verdade ainda estou, é por isso que te escolhi para ser minha.

Melissa – E o que faz você pensar que eu serei sua?

Peter – Você está sobre meu domínio no momento.

Melissa – Como sua refém talvez, mas isso não me faz ser sua.

Peter – Não importa quando eu conseguir o que quero isso será só um detalhe.

Melissa – E o que você quer?

Peter – Tudo.Tudo o que me foi roubado, tudo o que eu tinha direito antes de meu sobrinho e seu filho tirarem de mim.

Melissa – Você não cansa disso, dessa sua obsessão doentia, me diz por que é tão importante para você ser um Alfa? Você por acaso quer provar algo para si mesmo?

Peter – Eu só quero o que é meu por direito, eu nasci para isso, para ser o melhor, para ser o líder, para governar, eu mereço o melhor eu mereço ter tudo.

Melissa – Você não passa de um narcisista arrogante, que se julga melhor que os outros, mas sabe o que você é, nada Peter, e sabe o que você tem nada, e sabe por que? Porque você só pensa em si próprio, você nunca vai ser um alfa, e nunca vai ter ninguém que realmente se importe com você.

Peter – Claro que vou assim que arrancar a vida de seu filho, e me tornar aquilo que estou predestinado a ser.

Melissa fica furiosa ao ouvir a ameaça de Peter ela pega garfo na badeja ao lado da cama e o crava no pescoço de Peter, ele a joga com força na cama rindo, enquanto rasga suas roupas, ela tenta lutar mas é inútil, ele a domina segurando seus pulsos enquanto beija seu pescoço.

Peter – Isso Melissa, é disso que eu gosto, da sua força da sua coragem, isso só me excita ainda mais.

Ela a beija, Melissa morde o lábio de Peter que na hora começa a sangrar, ele apenas ri, cansada e ofegante ela desiste de lutar.

Melissa – Va em frente seu porco imundo, é tudo que você vai conseguir de mim, um estupro, um ato contra minha vontade, eu tenho nojo de você!

Peter – Não minha querida, eu vou te-la, mas não vai ser hoje,  e não desse jeito, você ainda não está preparada. Eu não quero você assim, uma humana fraca e patética. Quando eu conseguir tirar o direito de ser um alfa de seu filho, vou torna-la melhor, e digna de mim.

Melissa – Eu nunca vou ser sua, prefiro morrer antes disso acontecer!

Peter se levanta abre a porta do quarto Kate entra.

Peter – De roupas novas a nossa convidada e depois a reúna com os outros.

Kate puxa Melissa pelo braço e a tira do quarto, Peter fecha a porta e logo em seguida a figura de manto negro aparece atrás dele.

 – Você parece se divertir com o desespero dela.

Peter – Não, apenas quero que ela entenda que não tem escolha, que eu o melhor para ela.

 – Tendo em vista que você deseja matar o filho dela, acho que ela não acredita nisso.

Peter – Se você fizer sua parte conforme o prometido, acredito que terei não só ela mas todos os meus objetivos realizados.

 – Todos receberam a marca, naquela noite na floresta, tomei providencias para que nossos objetivos se realizem. Não se preocupe.

Peter – Será que realmente posso confiar em você. Afinal não gostaria de por minha vida em risco.

 – Será que tenho que  lembrá-lo que se você chegou até aqui foi graças a mim. Lembre-se que fui eu quem te libertou da casa Echo, e de que fui eu quem salvou sua vida depois da sua última luta contra Scott e seu bando, quando te encontrei na floresta quase morto. Se eu o quisesse morto não teria salvo a sua vida, e muito menos teria feito você chegar até aqui.

Peter – E tudo isso, realmente vai dar certo?

 – Se você fizer como eu disse sim, você precisa derrotar Scott e sua alcatea, precisa subjuga-los, a garota deve estar junto a eles ela tem o poder de persuasão, derrotando eles o poder de todos eles serão seus, bem como a fidelidade deles.

Peter – E o que você ganha com tudo isso? Afinal seus objetivos nunca foram claros.

 – Eu já te disse, quanto maior for o seu poder, maior será o meu. Me ajude e lhe servirei de bom grado, pois este é meu papel servir ao meu mestre.

Peter – Pois bem, então minha vitória será a sua também.

CONTUNUA...


Notas Finais


Stiles – Tava demorando não é mesmo?
Lugh-wolf – Demorando o que?
Stilles – Você colocar meus amigos e eu em perigo novamente.
Lugh-wolf – Relaxa Stiles está tudo sobe controle.
Stiles – É to vendo, você não se cansa disso não? Porque para mim já deu.
Lugh-wolf – Calma Stiles, estamos chegando lá.
Stiles – Espero que essa história tenha um final feliz.
Lugh-wolf – Eu também.
Stiles – Não seja sínico, você bem sabe como tudo isso vai acabar.
Lugh- wolf – Na verdade ainda não, quando comecei a história não imaginava que ela ia tomar esse rumo, ideias foram surgindo conforme ela foi se desenvolvendo.
Stiles – Pelo menos acho que você não vai me matar, afinal o protagonista nunca morre.
Lugh-wolf – Isso depende você já leu Romeu e Julita ou Hamlet, de Willian Shekspeare ?
Stiles – Não vai me dizer que você pretende transformar minha história em uma tragédia Shakesperiana?
Lugh-wolf – Bom eu aprecio muito um bom clássico. Adoro Romeu e Julieta.
Stiles – Sério? Eles morem no final! Você sabia disso?
Lugh-wolf – Sim sabia, mas ainda assim é um lindo romance, e eu acredito que o amor é algo imortal.
Stiles – Sim mas as pessoas não. Você tem um gosto mórbido isso sim.
Lugh-wolf – Como disse ainda não sei como isso tudo vai terminar, então senta leia e faça suas apostas.


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