História MoonLight ( YoonMin/ABO) - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Abo, Bts, Moonlight, Universo A/b/o, Yoonmin
Visualizações 583
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaaaa
Pensaram que não iam ter mais tiros, não é mesmo? Enganados. Por que podemos não ter mais o escudo, mas ainda somos BulletProof! Hahaha
Brincadeiras a parte, espero que gostem desse novo capítulo, e muito obrigada pelos comentários e favoritos! E aos novos leitores, sejam bem-vindos! Espero que gostem, até a próxima! Xoxo ♡

Capítulo 15 - 》Ruin《


Fanfic / Fanfiction MoonLight ( YoonMin/ABO) - Capítulo 15 - 》Ruin《

JungKook…?”

— Não é nada. Apenas queria saber onde estavam...— Olhou de soslaio para Jimin. — Jimin não se sentiu bem na viagem, parece que comeu algo estragado no café da manhã. Mas já está bem.

“ — Passe para ele.”

O alfa hesitou por alguns segundos, mas logo estendeu o aparelho para Jimin, gesticulando um “finja que está tudo bem” com os lábios.

O menor levou o celular à orelha, com as mãos ainda trêmulas.

— A-Alô? Yoongi?

“— Jimin, está tudo bem?”

— Sim, hyung. Está...tudo bem. Quando você volta?

Ouviu um suspiro do outro lado da linha. 

“— Temo que só amanhã...tive uma reunião à trabalho de última hora em outra cidade.”

Jimin fez um bico, apenas concordando. Estava bravo. Porque queria ficar com Yoongi e porque sentia que o mais velho escondia coisas de si. Mas não demonstraria isso, e o mais importante, não o atrapalharia.

— Tudo bem...tenha uma boa viagem. — Encerrou a ligação, entregando o celular para JungKook. — P-Pode me levar em um lugar antes?

(...)

— Tem certeza de que é aqui? — Hoseok perguntou. O carro estava parado em frente a um prédio comercial, o maior da rua em que estavam. Muitas pessoas entravam e saíam.

— Sem dúvidas. É aqui. — Yoongi falou, saindo do automóvel, junto dos outros dois homens.

Caminharam até o edifício e entraram, indo até a secretária, que rapidamente notou suas presenças.

— Posso ajudar?

— Precisamos falar com o Sr. Kwan. — TaeHyung falou.

A mulher os olhou de cima a baixo, torcendo os lábios.

— Sinto muito, mas o…

— É realmente muito importante. — Yoongi franziu as sobrancelhas, continuando com seu olhar indiferente e intenso. — Tenho certeza de que ele ficará muito satisfeito em nos ver. — Sorriu ladino. — E muito chateado caso você impeça isso.

Hoseok mexeu no terno azul escuro e de lá retirou seu distintivo, mostrando para a mulher, que engoliu em seco e pediu para que um segurança os levasse até lá.

Eles não confiam mesmo em nós...— TaeHyung sussurrou, enquanto seguiam o brutamontes até o elevador.

Não é como se estivessem errados. — Yoongi respondeu, sorrindo de canto.

O homem os guiou até a última porta de um corredor paralelo no décimo andar. Assim que parou em frente a porta de madeira, tocou duas vezes.

— Pode entrar. — A voz de Kwan foi identificável, e os três se entreolharam, antes de adentrarem o escritório. Os olhos castanhos levantaram-se, encarando-os. — Oh, que presença ilustre. Os três patetas.

— Uma pena que suas piadas não durarão muito, Kwan. — Yoongi disse, colocandos as mãos nos bolsos.

— Pode me dizer o que vieram fazer aqui? Como vêem...— Fez menção para as folhas em sua mesa. — Tenho muito a fazer.

— Claro. — Caminhou a passos largos até a mesa do empresário, retirando uma folha e uma caneta do terno. Depositando-as sobre a mesa. — Só quero que assine isto.

Kwan levantou uma sobrancelha, olhando para o moreno,e logo depois para o documento. Segurou a folha, e depois de alguns minutos, lendo atentamente os dizeres, gargalhou alto.

— Só pode estar brincando. — Jogou a folha no peito de Yoongi e estalou a língua no céu da boca. — Acha mesmo que entregarei aquele desgraçado à você?

— Acho. E caso não o faça, terei de quebrar o nosso contrato de empresas. Ah… — Se aproximou do mais velho, com ambas as mãos espalmadas na madeira maciça da mesa. — Também poderei quebrar e falir completamente essa empresa suja que você tenta manter.

— Tudo isso por aquele garoto sujo? — Sorriu em escárnio. — Me conte, Yoongi. Como foi foder aquele vadiozinho? Porque eu acredito que este seja o único motivo para você se apegar a ele. — Semicerrou os olhos. — Ele é bom, não é? A melhor parte era quando ele implorava para eu parar, com aqueles olhos chorosos…

TaeHyung quase partiu para cima de Kwan, dominado pela raiva, se não fosse Hoseok, que segurava o amigo e tentava manter seu controle. Yoongi mantinha o olhar frio sobre o mais velho, mas por dentro, transbordava de raiva e tinha vontade de matá-lo em um único golpe.

— Vai assinar ou não? — Perguntou, curto e grosso.

— Hm...deixe-me pensar...— Recostou-se na cadeira e girou a mesma, sorrindo maldosamente. — Não. — Cruzou as mãos sobre a mesa. — Aquele merda ainda vai me pagar e muito. E não desistirei até ter minhas mãos novamente naquele ser imundo. Agora, saiam daqui, antes que eu chame os seguranças.

Quando saíram do prédio, Yoongi se dirigiu a um beco, do lado do prédio. Hoseok e TaeHyung apenas o observaram chutar com toda sua força a primeira lata de lixo que viu pela frente. Estava cheio de ódio, e precisava descontar em algo.

Filho da puta! — Gritou, dando um soco na parede de mármore. Arfou, enraivecido, encostando-se na parede e passando a mão nos cabelos.

— Yoongi, precisa se acalmar. — Hoseok disse, vendo o estado do alfa. — Vamos pensar em algo, mas o importante é lembrar que Jimin está protegido.

 O Min mantinha o olhar fixo no chão, pensando em algo. TaeHyung ainda estava com raiva de mais cedo, mas parecia ter mais sanidade do que o outro alfa.

— Não. — Disse, levantando o olhar, já demonstrando sinais de seu lobo interior, na direção dos amigos. — Jimin nunca estará protegido totalmente, até Kwan estar morto.

(...)

JungKook parou o carro no local que Jimin havia pedido. Era um parque muito bonito, com árvores de cerejeira em sua extensão, um pequeno lago ao fundo, brinquedos e alguns bancos. Não havia quase ninguém lá.

Observou o ômega sair do automóvel e caminhar até um dos balanços, sentando-se em um e balançando devagar. O alfa suspirou, saindo e fechando a porta. Andou até o menor, com as mãos nos bolsos. Olhou em volta, observando melhor o lugar.

— É bonito. — Disse, soltando o ar entre os lábios.

— Minha mãe costumava me trazer aqui...— Fungou. JungKook olhou para baixo, já sabendo que o ômega chorava silenciosamente. — Ela me dizia que um dia eu traria meus filhos aqui, como ela sempre fazia. Que sempre estaríamos juntos e que...— Um soluço escapou dos lábios cheios.

JungKook franziu as sobrancelhas sem saber o que fazer, em um misto de confusão e preocupação.

— Jimin…— Tocou no ombro do menor. Arregalou levemente os olhos ao ver o ômega levantar seu olhar, de encontro ao dele. O olhar vermelho e com lágrimas escorrendo na face.

— Por que JungKook? Por que todos vão embora?! — Mais lágrimas desciam em sua face, enquanto as mãos trêmulas agarravam o ferro e os soluços escapavam se seus lábios. — Meus pais biológicos...e agora meus pais adotivos...qual é o meu problema?

Sem saber o que fazer, e estranhamente incomodado com a situação, o alfa apenas se abaixou na frente de Jimin. Mas assim que o fez, o ômega debruçou-se para frente, abraçado fortemente o pescoço de JungKook. Seu corpo tremia, e escondia o rosto no ombro do outros, com as mãos apertando sua blusa.

JungKook apenas permitiu que o ômega chorasse, sentindo os pingos em seu ombro. Levou uma das mãos até o topo da cabeça de Jimin, afagando-o. Jimin precisava desse momento, seu lobo sentia isso.

(...)

Yoongi chegou tarde, torcendo para o ômega já estar dormindo. Para sua sorte, ele estava. Caminhou cautelosamente até o quarto do menor e abriu calmamente a porta, entrando.

Jimin dormia serenamente, como um anjo. Yoongi sentou-se ao seu lado, tentando não acordá-lo. Passou a ponta dos dedos por alguns fios de cabelo que caíam no rosto do menor e então se aproximou, selando sua testa.

— Ninguém o tirará de mim,Jiminie...— Acariciou a bochecha do menor. — Ninguém



Yoongi acordou com o telefone tocando, estranhou que Hee Ah não havia atendido, e lembrou-se de que era sua folga. Caminhou preguiçosamente até a sala e atendeu o aparelho.

— Sim?

“— Min Yoongi?”

— Sim. Quem deseja?


Aqui é da delegacia de Daegu. Sua ex-mulher Lee Chae-Yeong sofreu um acidente de carro na noite passada e não sobreviveu. Somente seu filho.”

Jimin estranhou a palidez no rosto do outro e se aproximou, ainda sonolento.

— Yoonie? 



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