História Morcego e a sua goma de mascar - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Cake, Fionna, Marshall Lee, Personagens Originais, Principe Chiclete, Rainha Gelada
Visualizações 36
Palavras 2.419
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá galera, eu sei que disse que ia postar na mesma semana, acho que não consegui fazer isso mas veja só, este capítulo maravilhoso veio rapidamente! YEAAAH!
Espero que gostem =)

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Me toque com vontade


Capítulo 5 - Me toque com vontade

 

    Após aquele maravilhoso show, a primeira coisa que fiz foi descer do palco e ir atrás dele, porém, uma multidão de fãs e gente que queria tirar foto bloquearam meu caminho, e aos poucos fui vendo Gumball se distanciar. Incrivelmente, uma hora se passou e a fila não diminuía, surgia mais e mais gente para vir até mim, eu preciso dar um basta nisso.

— Ei galera! Não é por nada não mas… eu preciso aproveitar a festa também né? — sorrio envergonhado, todos ficam tristes, soltam um longo suspiro de chateação mas compreendem e se dissipam.

    YES! Agora, Gumball! Onde está você? Passo uns 15 minutos procurando por ele, e nada desse chiclete ENORME ESTU-... AHHH!

— CACETE! — grito com muita raiva, notando que a música era alta mas não alta o suficiente para abafar meu grito, a minha volta algumas pessoas estranham e me olham sem jeito. — e… pisei bolo aqui no chão… ahahah. — rio sem graça e saio de lá o mais rápido possível.

    De repente, quem eu vejo de longe é Menta, a melhor amiga do Gumball e aniversariante de hoje. Me aproximei e a chamei.

— Menta! Onde está o Gumball? — perguntei ansioso e afoito, a mesma me olha confusa mas em seguida entendendo sobre o que era ela esboça um largo sorriso malicioso. — Lá em cima no quarto, derrubaram suco nele e foi trocar o terno. — a mesma arqueou as sobrancelhas e tomou um gole da taça que tinha em suas mãos.

— Obrigado Menta. — sorri singelamente, virei para os lados procurando pela escada e assim que a encontrei comecei a voar o mais rápido possível até chegar lá.

    Reconheço no fim do corredor a porta majestosa do quarto dele, já passei muitas vezes por ela. Ao entrar, vejo ela entreaberta e considero isso como um convite. Entrei, e vejo ele de longe no guarda-roupa, decido então fazer uma pequena brincadeirinha com ele, fico invisível e caminho em sua direção. Quando eu ia tocar nele, vejo que o mesmo tirava seu terno e ficava semi nu em minha frente. Não consigo me segurar e acabo soltando certo suspiro de surpresa.

— Hm? Alguém ai? — Gumball me escutou, e virou assustado, pondo seus braços sobre seu peito nú, tão delicado. Ele passou seus olhos para cada canto do quarto, não viu nada obviamente.

    O mesmo voltou a se trocar, e quanto o terno caiu no chão, pude ver a visão mais bonita da minha vida novamente, as costas meigas e doces dele. Me vi mordendo o lábio inferior por segurar essa enorme vontade de agarrá-lo.

— Marshall…ahh… — o mesmo, sem explicações, sussurrou meu nome pelos lábios gentis dele. Ele passa a mão pelos ternos variados no guarda-roupa, indecisamente. — qual é o mais bonito pra você vir falar comigo…? Ah! — ele começa a rir, talvez por que o mesmo achava que conversava sozinho.

    Ri também, decidi então, chegar bem pertinho de sua nuca e baforar um ar frio, tendo certeza que ele sentiu e se arrepiou, pois no mesmo instante ele mexeu suas costas para cima e a encolheu.

    Ele olhou para trás, a procura de onde via esse ar. As janelas estavam fechadas então de onde viria?

— Tem… alguém aí…? — ele recuou para mais dentro do guarda-roupa, e tão singelamente inocente ficou quieto e observador. Dei uma larga risada e ele olha em minha direção, mas mesmo assim ainda não me vendo.

    Volto a ficar visível, ele se assusta e me olha totalmente surpreso.

— Boa noite Alteza. Espero que, eu não tenha lhe assustado. — me aproximei dele mas nem tanto, olhei para baixo, contendo o meu sorriso largo.

— Marshall, eu não … ahh… — ele colocou as duas mãos sobre o peito, e tombou a cabeça para trás, soltando ar.

— O que foi, ficou sem ar? —  me aproximei mais ainda, o olhando de baixo com minha cabeça inclinada, mordendo meu lábio inferior lentamente.

— Ahaha. — ele da uma risada curta, consigo enxergar no seu rosto o quão constrangido está. — um pouco… Mas, não é todo dia que alguém aparece quando estou me trocando.

— Ah sim, você tem razão. Desculpa por isso. — me aproximei mais ainda dele, chegando a juntar nossos pés. Quando ele trouxe sua cabeça para a posição normal, ficou surpreso novamente ao ver o quão perto eu estava.

— Há quanto tempo você estava me vendo? — perguntou para mim.

— Menos de 1 minuto ou 2. — não sabia ao certo.

— Por que estava fazendo isso?

— Por que? — dei uma pequena pausa para pensar. — quer a verdade, ou, uma mentirinha?

— Verdade é claro. — respondeu sem hesitar.

— Por que eu quero te ver Gumball. — pressionei o mesmo para dentro do guarda-roupa, pondo minhas mãos na área de madeira para guardar coisas dentro do móvel. Juntei nossas testas e o observei seus olhos enormes rosas.

— … — escutei ele engolir seco, senti sua respiração ficar difícil, suas mãos bobas não sabiam onde ficar.

— Está sem óculos… é pena isso, te acho tão sexy com eles. — ele desviou o olhar porém segui seus olhos com os meus, para onde ele olhasse eu estaria ali. — gummy, fala alguma coisa — fui até a curva do seu pescoço exposto e passei a dar pequenos beijinhos.

— Inesperado. — continuei até seu ombro com os beijos, dei uma mordida e depois voltei a com nossas testas juntas.

— Me viu cantar? O que achou? — perguntei mesmo sabendo da resposta.

— Incrível. Sua voz transformava totalmente a atmosfera do salão… Eu, adorei. — ele sorriu gentilmente, apesar de achar que ele escondia algo no canto de sua boca.

— Só isso? Sabe que cantei especialmente pra você, todas as três músicas, cantei pensando em você. Eu só olhei para você. — pressionei ele mais ainda, mesmo que ele não conseguisse recuar, forcei nossos corpos até estarem totalmente colados — como estou fazendo com você agora.

— Por que está fazendo isso? — ele mordeu seu lábio inferior, indeciso nas palavras.

— De novo a mesma pergunta? Por que eu quero ver seu rostinho meigo esboçar todas as expressões possíveis, quero ver você reagindo a minha voz dedicada totalmente a você, quero ver como seu corpo reage ao meu toque, não estou deixando óbvio suficiente? — perguntei com certa raiva. Não era muito fácil expressar sentimentos tão intensos assim por meio da fala.

— Marshall, eu, não sei o que dizer. — sentia sua respiração no meu rosto.

— Me beija Gummy. E não vai precisar falar nada. — me inclinei o suficiente para encostar em sua boca, e então, iniciar um beijo lento.

    As mãos de Gumball seguraram meu colarinho e eu abracei ele pela cintura. Nosso beijo passou a ser mais moderado, porém tranquilo. Senti-lo ali comigo, era maravilhoso, isso não teve em seu aniversário. Logo em seguida das músicas acabei bebendo mais naquele dia e foi aí que ferrei com tudo. Porém, hoje é diferente, nunca me senti tão recuperado como agora, te-lo aqui em meus braços, tão harmonioso e meu.

    Não consigo parar de sorrir durante nosso beijo, que reveza em beijo e bitocas carinhosas. Porém, de repente Gumball me tocou com sua língua e suas mãos foram para meu pescoço. Deixei que entrasse e iniciamos um beijo de língua agradável. O som que fazíamos, nossas respirações se esgotando. Consigo fazer uma música apenas com o que sinto aqui.

Visão Gumball

    Eu estava me trocando quando de repente Marshall aparece ali. Me assustei mas logo  me recuperei, não acredito que ele estava me observando quase nu e ao pensar nisso fico constrangido totalmente! Mas de certa forma, meu coração fica disparado ao vê-lo.

    Ele me prensou contra o guarda roupa e a cada vez que mexia sua boca eu ficava mais vidrado nela, minha vontade era de agarrá-lo e nunca soltá-lo. Como conseguia me tirar o ar dos pulmões facilmente, me vejo suspirar a cada vez que me toca com a ponta das suas delicadas unhas.

Começamos a dialogar, e como era uma tortura, escutando suas palavras bem pensadas escorregar para fora com tanto cuidado. Elas me deixavam em um estado de hipnotismo tremendo que eu só conseguia repetir porquês e mais porquês. Ele não dizia em um tom de voz normal, ele sussurrava como se fosse um segredo perigoso e ardiloso, como se fosse algo que apenas nós dois(apesar de ter apenas nós dois no quarto) podíamos saber.

Como um pacto, de coração, alma e corpo. Ele começou a beijar meu pescoço, ombro com tanto amor e perversão. Marshall tirava suspiros do fundo da minha garganta e meu corpo tão tímido se encolhia aos seus toques, não porque não os queria mas porque tinha medo de ser tão devoto como imagina que seria.

Para piorar, ele finalizou esse espaço entre nós e manteve sua testa grudada na minha, depois de beijos, mordidas gostosas, ele voltava para o mesmo ponto. O mesmo me chamou para um beijo e eu sem pensar duas vezes desejei ele mais que tudo, e fiz.

Comecei a beijá-lo com vontade mas com tranquilidade, meu corpo já conseguia se sentir mais à vontade. Beija-lo é a coisa mais doce que já provei na vida, e de alguma forma sinto uma intensa sensação de nostalgia, como se não fosse a primeira vez que experimentasse isso. O gosto era o mesmo, mas único.

— Marshall… Como consegue me deixar assim? — pergunto a ele, puxando sua mão e pondo em cima de onde era meu coração. Estava disparado, como se eu tivesse corrido em uma maratona.

— Ahaha, eu sei lá. Eu só, faço tudo que eu posso pra chamar sua atenção. — ele riu e em seguida passou a ponta das unhas do meu peito até mais embaixo do umbigo, puxando a bordinha da box.

— Calma lá… — disse segurando sua mão. — vamos continuar isso mais um pouco. — disse de forma manhosa, puxando seu rosto com minha outra mão e voltando a beijá-lo com ardor e paixão.

    Minhas duas mãos puxam pela suas mãos e as ponho atrás da minha coxa, sinalizando que queria que me pegasse, assim o mesmo me puxa com força e me poe em seu colo. Segurei firme minhas pernas em seus quadris sem separar nosso beijos. Ele apertava minha bunda como se quisesse arrancar um pedaço dela.

    Ao ele se mover um pouco acabou que senti certa pressão sobre meu membro e durante o beijo, deixei que um gemido curto saísse pelos lábios.

— Ah-h. — gemi, e com vergonha separei nossas bocas e tampei a boca.

— Ahaha, que gostoso. Por que tampou a boca?

— Fiquei com vergonha. — mordi meu lábio enquanto sorri  para ele.

— Vergonha? Tão bonito gemendo pra mim. — ele começou a beijar minha boca com leves bitocas. Durante isso, ele me levou até a cama e me repousou com cuidado, o mesmo vinha por cima e sem perder tempo, me beijou de língua.

    Continuamos nesse ritmo gostoso e o beijo mesmo tranquilo, tinha uma pegada de malícia por cima, nesse ponto eu já tinha esquecido da festa. Enquanto sua língua e a minha flertavam intensamente, Marshall moveu seu joelho para o meio de minhas pernas sem perceber, e ele se mexia e por consequência me tocava ali.

    Espantado com esse toque, minhas pernas dobraram para dentro, apertando a região. Comecei a ficar sem ar pois o mesmo mexia muito e aquilo me estimulava ao ponto de me fazer gemer. Marshall confuso, parou e disse:

— Eu sei que está muito bom, mas por que está gemendo tanto?

— Marsh-aaaall. — gemi seu nome sentindo o joelho pressionar meu pênis. — fala sério, olha onde põe seu joelho. — olhei ele e falei manhosamente, querendo provocá-lo.

— Já está excitado Gummy? — disse ele surpreso, porém em seus olhos conseguia ver que estava adorando como eu reagia. — e meu joelho que causou isso? — o mesmo me olhou com luxúria e sussurrou perto de mim, começou a mexer em ritmo maravilhoso ali no meio e eu segurei com força seus ombros.

— HumHummm — concordei entre gemidos. — me toca maarrshhhh! Por, favor!

— Claro Vossa Alteza. — ele desceu sua mão para minha box e por cima dela massageava com maestria meu pênis semi ereto.

    Tampei minha boca sem acreditar o quão aquilo mexia comigo, sua mão me tocava com tanta vontade e eu gemia a pequenas sensações como essas.

— Realmente, você é muito sensível em… — diz ele, claramente rindo de mim. — Eiii, para de tampar sua boca! Geme pra mim amor… quero ouvir como sua voz é bonita. — ele puxou minha mão da boca e eu cedi.

— Marshall, colabora comigo vai… Ahawn....Awn — passei meu polegar sobre sua boca, mostrando que queria que ele usasse aquele instrumento maravilhoso em mim.

— Quer que eu lhe chupe? É isso? Fala vai. — ele apertou meu pênis e eu gemi altíssimo. Fechei meus olhos e segurei o cobertor com força, ao abrir meus olhos eu o encarei com fome e rancor.

— Eu quero que você me chupe Marshall Lee — disse com voracidade, toda vergonha que eu tinha havia sumido. Assim, ele puxou minha box e meu pênis saltou para fora.

    O mesmo não pareceu quando o viu, sem medo algum o pegou com uma mão na sua base a glande colocou em sua boca, sugando e lambendo. Ele iniciou uma sequência de movimentos deliciosas e que me faziam arfar, suspirar, gemer e manhosamente falar seu nome.

    Chupando a ponta e com força me masturbando em baixo, ele nem sequer olhava para mim de tão concentrado que estava. E eu, nossa, não existe palavras em latim ou em qualquer outro idioma capazes de descrever como me sentia feliz, realizado, excitado com tudo isso.

    Porém de repente, escutei uma grande batida na porta, de fundo escutei a voz do Príncipe Caroço, ele ia entrar no quarto. Marshall e eu viramos um para cara do outro porém antes de planejar qualquer coisa P.C entrou e Marshall ficou invisível.

— GUMBALL! MENTA ME PEDIU PARA VIR AQUI EM CIMA DE CHAMAR! APARENTEMENTE RAinnhaaa…. UOU! MEU GLOB! O QUE PORRA É ESSA? — ele perguntou indignado com a cena que via em sua frente. Eu duro.

— PRÍNCIPE CAROÇO!! — gritei com ele e o mesmo apenas virou-se em gargalhadas escandalosas.

— OK GLOB, APENAS DESÇA HAHAHAHAHHA! — e foi embora.

— Eu não acredito que você ficou invisível. — disse encarando Marshall que havia voltado a sua visibilidade.

— No calor do momento não consegui fazer outra coisa, desculpa.

— AHHH! QUE SE FODA! — ele vinha para cima de mim de novo e eu o empurrei com força — que ideia estúpida essa, eu deveria estar lá embaixo ao invés de ter cedido. — corri para o guarda-roupa, me troquei tão rápido com qualquer terno e fui até a porta deixando Marshall para trás.

— ESPERA GUMBALL! — e eu sem me importar, bato com a porta na sua cara.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado da leitura.
Os vejo no próximo capítulo, infelizmente, não será tão cedo assim.


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