História Morda-me, Querida - Capítulo 13


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 13 - Buscas


Fanfic / Fanfiction Morda-me, Querida - Capítulo 13 - Buscas

A respiração de Toni estava muito forte, o homem apressou-se o quanto podia e chegou ofegante diante da casa do Prefeito. Tinha uma expressão preocupada e não trazia boas notícias. Geraldo abriu a porta e olhou curiosamente para o carpinteiro.

GERALDO - Eu sinto muito, mas no momento não temos tempo para conversa. Minha menina está muito mal!

TONI - Desculpe seu prefeito, mas não trago notícias nada boas!

A expressão do prefeito mudou de repente e ele fez gesto para que Toni entrasse.

MARIA REGINA - O que está acontecendo Geraldo?

A primeira-dama estava preocupada. Sabia que Julieta não estava em casa e levou a mão ao peito.

TONI - Encontrei isso aqui na floresta!

O carpinteiro entregou os pertences nas mãos de Geraldo e Maria Regina desmaiou.

GERALDO - Mulher!

O prefeito correu para socorrer a esposa, ela foi colocada no sofá e Toni tentou ajudar.

TONI - Desculpe senhor, mas fiquei muito preocupado, a floresta é um lugar muito perigoso. Eu já tinha visto a filha do senhor usando um destes vestidos finos.

MARIA REGINA - Onde está minha filha?

A primeira-dama abriu os olhos. Estava um pouco atordoada e recobrou a consciência aos poucos.

GERALDO - São os pertences de Julieta!

MARIA REGINA - Julieta não está em casa, Geraldo!

GERALDO - Vou mandar que meus homens façam uma busca por nossa filha, vamos encontrar a Julieta!

O prefeito beijou a testa de sua esposa e fitou Toni. Os dois homens caminharam até a porta.

TONI - Eu posso ajudar, conheço aquela floresta como a minha palma da minha mão!

GERALDO - Obrigado, rapaz! Espero encontrar a minha filha ainda com vida. Você disse que essa floresta é muito perigosa? Eu conheço esta cidade há tanto tempo, não sabia que tinha tantos animais perigosos.

TONI - Não os animais, mas sim, a lenda!

GERALDO - Quanta bobagem esse assunto da lenda, vou reunir os homens para encontrar minha filha!

 

Vera Lúcia caminhou até o portão do velho casarão. Usava um de seus vestidos pretos e a cor loura do cabelo era impossível não se destacar. Colocou um colar de alho em seu pescoço e segurou uma cruz.

VERA LÚCIA - Um dia eu derrubo esse demônio.

Albert Blumm espiava a beata de uma de suas janelas. Seu quarto ficava no sótão do casarão no lugar mais alto.

ALBERT - O que essa mulher tanto observa?

Ele fechou a cortina e pegou uma taça. Encheu então de uma bebida avermelhada que parecia sangue. A lua estava minguante, continuando maravilhosa. A beata fez uma oração e logo tomou o caminho de casa.

 

Denise espiou o quarto da filha Clarisse pela porta entreaberta. Sua filha surgiu por trás segundo um copo de água.

DENISE - Que susto Clarisse!

CLARISSE - Procurando sua sobrinha querida? Desde que a Elizabeth chegou nessa casa, à senhora parece ter esquecido que tem filha.

DENISE - Que bobagem menina, sabe que amo você, é a minha filha querida. Elizabeth é filha da minha amada irmã e eu tenho obrigação de cuidar desta menina.

CLARISSE - Então, deveria verificar se ela passa a noite em casa. Sua querida sobrinha é muito misteriosa.

DENISE - O que está me dizendo? A Elizabeth não tem dormido em casa?

CLARISSE - É melhor ver com seus próprios olhos!

Denise abriu a porta totalmente e viu a sobrinha deitada em um colchonete.

DENISE - Parece um anjo dormindo!

CLARISSE - Não são todos os dias que o anjo dorme, tem algumas noites que ela simplesmente desaparece.

DENISE - Desaparece? Filhinha, você tem a seguinte missão de me avisar quando isso acontecer. Quero o bem da sua prima e por isso devo preservar sua integridade.

CLARISSE - Eu aviso sim!

Clarisse então fechou a porta após sua mãe sair e apagou a luz.

 

Amanheceu. Maria Regina parece não ter dormido por várias noites, suas olheiras lhe revelam tal cansaço. Geraldo entrou pela porta e ela correu para saber notícias.

MARIA REGINA - Encontraram minha Julieta?

GERALDO - Nada ainda, mas tenho fé que encontrarei minha filha viva. Estava escuro demais, tenho esperança que a luz do dia nos ajude.

Maria Júlia apareceu na sala e discretamente ouvira a conversa dos pais.

MARIA REGINA - Essa menina foi fugir de casa em pleno casamento da irmã. O que deu na Julieta?

MARIA JÚLIA - Julieta sempre quis ir embora, mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer.

GERALDO - Ela não podia ter feito uma coisa dessas!

 

Denise havia terminado de preparar o café quando alguém bateu em sua porta. Ela saiu apressada para abrir a porta e se deparou com uma das filhas do prefeito, Júlia.

DENISE - Você aqui?

MARIA JÚLIA - Preciso da ajuda da senhora e sei que consegue me ajudar!

DENISE - Não estou entendendo. Como poderei te ajudar?

MARIA JÚLIA - Simples! Eu quero que o Celso se case comigo e não com a insonsa da minha irmã.

Denise fechou a porta para que ninguém pudesse ver a visita inesperada de Júlia.

DENISE - Eu vi em seus olhos esse amor que carrega. É forte demais e capaz de derrubar qualquer empecilho.

MARIA JÚLIA - Pode me ajudar?

DENISE - Talvez eu possa ajudar sim, mas leva-se um tempo. Eu preciso pensar.

MARIA JÚLIA - Não pode demorar, não posso pensar em perder o Celso!

DENISE - Não tema perder algo que você ainda não tem. Dica da Tia Denise.

A bruxa sorriu e abriu a porta fazendo gesto para a visita sair.

 

O menino bate na porta e dessa vez é Elizabeth que abre. Ela fica completamente contente ao saber de quem se trata do bilhete que recebera.

ELIZABETH - Diga que irei ao encontro, obrigada!

Ela suspirou um pouco e entrou. Denise viu tudo atrás de cortina da sala.

 

Elizabeth trocou de roupa. Antes com um tom escuro e agora algo mais claro. Ela caminhou pelas ruas da cidade e chegou até o portão do casarão. Denise seguiu a sobrinha discretamente.

DENISE - Agora descubro o que essa tolinha está aprontando!

 

Continua...


Notas Finais


Estrelando: Elizabeth Joane, Albert Blumm e Toni Pereira.
Com: Denise Frardel, Clarisse Frardel, Vera Lúcia e Maria Júlia.
Participação Especial: Maria Regina e Geraldo.


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