História More of it (Jren) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias NU'EST
Personagens Aron, Baekho, Jr, Minhyun, Personagens Originais, Ren
Tags Choi Minki, Jonghyun, Jren, Junior Royal, Ren
Exibições 150
Palavras 1.291
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieee como vcs estao meninas e meninos?
Gurias e guris
Estou fazendo um teste, escrevendo a primeira fanfic da minha life então por favor colaborem nos comentarios 😻
Obrigada e boa leitura!!

Capítulo 1 - A mudança na vida de Minki


-Paai, não tem nenhum outro jeito? As aulas acabaram de começar e se eu for para escola pública agora neste último ano, acho que não vou conseguir passar no vestibular.

-Filho.... Não tem mesmo outro jeito.... Estamos com problemas financeiros, mas prometo que procuraremos um bom lugar para você estudar.

 

Minki sentiu muita vontade de chorar. Sabia que este ano era crucial para seu sucesso na prova do vestibular, e consequentemente no seu ingresso na faculdade de moda que tanto queria. Percebia que teria que aceitar tudo isso porque via seus pais todos os dias olhando desesperadamente para as faturas do cartão de crédito e para suas contas, sem ter como pagar. Gostaria de ajudá-los, mas realmente não sabia por onde começar, sempre foi um garoto mimado que tinha tudo o que queria ao seu alcance.

 

-Minki. - Chamou sua mãe chegando próxima a ele - vai ficar tudo bem. Já sabemos para onde vamos nos mudar. Venderemos essa casa e ficaremos num lugar menos luxuoso, porém confortável. 

-Mas mãe... E meus amigos da escola? Eu não vou conseguir dizer adeus...

-Filho eu entendo tudo isso, tenha certeza que te apoiaremos caso queira voltar para visitá-los. - Passou a mão na cabeça de Minki - Não sabe o quanto tenho orgulho de sua maturidade e da forma como está lidando com o que está acontecendo conosco.

 

Se tinha algo que havia recebido em todos esses anos de riqueza era educação. Minki havia crescido muito bem, cada vez mais maduro. Ele acreditava que não poderia orgulhar seus pais pelo fato de ser gay e fisicamente afeminado, por isso gostava de sempre tirar as melhores notas no colégio para alegrá-los. 

Quando seus pais descobriram sobre sua orientação sexual, ele tinha 13 anos e já havia se relacionado com meninas, mas nunca estava contente com o próprio namoro. Até que houve um momento em que Minki estava agindo de forma diferente, muito alegre e sempre saía para fazer "trabalhos" da escola.

 

~Flashback on~

Seu pai voltou do trabalho um dia mais cedo, e resolveu ir buscá-lo onde dizia estar. Ele não estava na casa do amigo que seus pais já conheciam. Procurando-o por perto da casa desse menino, acabou se deparando com o próprio filho no banco de um parque, sentado de mãos dadas com outro garoto. Dentro do carro o pai de Minki não quis acreditar no que via. Saiu do carro de forma agressiva e foi ao encontro dos meninos.

-Pai! - Minki arregalou os olhos vendo-o chegar, soltando a mão do menino - o que está fazendo aqui?

 - Nós conversaremos em casa! - Pegou firme no braço do filho o arrastando para o carro - E você garoto, volte para casa e não chegue perto do meu filho nunca mais! - Saiu levando Minki, sem olhar de novo para Aron.

Aron era o nome de seu ficante. Ele estava chocado com a situação, apenas ficou com a boca entreaberta, mas sem que a sua voz conseguisse sair. Apenas depois que Minki e seu pai estavam saindo com o carro, pôde respirar e pensar no que iria fazer. Pegou o celular e mandou uma mensagem para Minki:

~amor, está tudo bem? Fique bem por favor, eu já passei por isso. É complicado mas vai dar tudo certo - disse Aron lembrando-se de quando seus próprios pais descobriram que ele era gay.

 

Eles estavam há duas semanas ficando, mas Aron insistia em chamá-lo de amor, como se fossem namorados. Minki não fazia o mesmo, mas gostava dele, estava tendo ótimas experiências e se descobrindo cada vez mais.

Dentro do carro Minki estava muito nervoso. Chorava com medo do que poderia acontecer. No caminho, o pai de Minki escutou o barulho do celular dele. Era a mensagem de Aron. Ele pegou o celular do bolso, mas seu pai o arrancou de suas mãos.

- Esqueça esse cara! Você não falará com ele de novo. - ainda com raiva o pai de Minki colocou o celular do menino dentro do seu próprio bolso.

Minki ficou em desespero. 

-E agora ? O que vou fazer? -Pensou Minki transtornado, passando a mão pela testa - Não é possível, como pude ser tão burro de não me esconder melhor? Agora estou ferrado, minha vida acabou.

Não falou mais nada com seu pai. Notou como ele estava com raiva e tinha medo de tornar as coisas ainda mais difíceis para si mesmo.Assim que chegaram, seu pai o mandou ficar no seu quarto, até que sua mãe chegasse. A mãe de Minki chegou no fim da tarde e notou seu marido sentado no sofá com uma cara péssima.

-Ih... O que foi que aconteceu agora? - Perguntou olhando para o marido –

-Nosso filho!! O nosso filho...!!!

-Oh meu deus, diga logo!! Cadê ele ??? - Perguntou indo em direção às escadas, com destino ao quarto do menino –

-Amor ele está no quarto. - Disse indo ao encontro da mulher, a segurando pelo braço para que ela não subisse.

-Bom.... Se ele está aqui, o que houve então? Não me mate de susto!!

- O nosso filho... O nosso filho estava de mãos dadas com um GAROTO!! 

- Ah, então é isso. - A mulher suspirou - vou conversar com ele. Creio que você não tenha o tratado mal, certo? -Olhou de forma ameaçadora, sabendo da postura conservadora do marido-

O homem não disse mais nada. Apenas viu sua mulher subindo as escadas, muito mais calma do que ele estava e do que imaginava que ela ficaria. 

-Filho, sou eu. Me deixa entrar e conversar com você. - Bateu de leve na porta-

Minki caminhou sentindo que seu corpo estava dez vezes mais pesado. Destrancou e abriu a porta para sua mãe entrar.

-Minki, você está bem? Vejo que chorou.

-Sim mãe...-chorando mais um pouco- meu pai me viu...

-Eu sei o que aconteceu, não precisa dizer mais nada agora. - Abraçou o filho - Saiba que vou aceitar tudo o que for, se isso te fizer feliz.

Minki aconchegou-se nos braços da mãe, e logo dormiu com a cabeça deitada em seus joelhos, enquanto seu cabelo era acariciado por ela. Os olhos do menino estavam vermelhos e inchados, apenas o deixou descansar. Logo notou que o pai do garoto estava parado na porta aberta, observando-os.  Ele caminhou até os dois, sentando-se na cama onde eles estavam.

-Amor. -Suspirou- eu acho que perdi a cabeça e fui grosseiro com o nosso filho.

-Era de se esperar de você. -Lançou um olhar de desaprovação.

 

- Mas.... Que bom que reconhece isso. E também esse reconhecimento é bem a sua cara. Até porque, se não fosse por isso aquela nossa briga teria acabado com as chances de nos casarmos. Você se lembra? -Sorriu-

-Sim... -deu uma leve risada- eu só demoro um tempo para deixar as emoções de lado, e pensar racionalmente. Eu sou lerdo, ao contrário de você, querida, -chegou próximo ao rosto da mulher, dando um selinho e sorrindo-

A mãe de Minki sentiu os lábios do marido, mas voltou a se concentrar na sensação de seus dedos no cabelo do filho, não queria ser seduzida naquele momento.

-Amor, o nosso filho tem o direito de gostar de quem quiser, seja homem ou mulher. Você entende? Se trata da felicidade dele, nós iremos aceitar e ponto final. -Falou ao marido-

-Sim...eu concordo com você -pegou o celular de Minki que estava no seu bolso e o colocou no criado mudo. - Acho que estive sufocando ele, sendo muito protetor. Nunca pensei que algum homem poderia tocar meu próprio filho de uma maneira diferente. Quis sempre que ele arrumasse muitas meninas para ficar, acabei fazendo tudo errado... não percebia a dor que estava causando a ele. - Sentindo-se culpado, respirou fundo –

 

 

 


Notas Finais


Eaii??
Por favor digam nos comentários o que acharam e se devo continuar com a história!!
Pessoa que está visualizando mas ainda não possui conta no site, aproveite e corra lá cadastrar ou logar com alguma conta que vc já tenha, assim vc pode comentar e favoritar, sendo avisado(a) quando eu postar um novo capítulo!
As ideias estão vindo e estou pensando em fazer uma OS, aguardem !


Beijiinhos ❤️


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