História More Than Desire (Vhope - Jikook) - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Casamento, Gay, Heterossexualidade, Homossexualidade, Jikook, Jimin!top, Jungkook!uke, Jungkookbottom!, Lemon, Primeiro Amor, Romance, Sexo, Taehyung!top, Taekook, Taeseok, Vhope, Vhope!!flex, Vkook, Yaoi
Visualizações 183
Palavras 1.986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Quero agradecer muito a Sextop que é um anjo e que leu meus pensamentos e me fez uma capa linda para da mim <3 muito obrigada mesmo!!!

Espero que gostem do capítulo e boa leitura!

Capítulo 24 - 24- Porposal (POV HS, TH e JM)


POV HOSEOK

Cheguei na casa de Jimin já estranhando que as janelas estavam abertas. Entrei com tudo ali com medo de que tivesse sido alguém de Jinyeon que tinha invadido a casa dele. Fui até a cozinha e não tinha ninguém. Porém a porta que dava para o quintal estava aberta e sai. Ver Jungkook com os cachorros me deu um alívio.

— É você. — falei, me aproximando.

— Hoseok. — ele ficou surpreso. — Eu estava vendo os cachorros.

— Eu não imaginaria você aqui e agora.

— Quando fui dar um depoimento na delegacia, Taehyung me entregou a chave da casa de Jimin a pedido dele para eu cuidar dos cachorros.

— Ah, claro. — eu ri. — Vim aqui fazer a mesma coisa, mas que bom que está aqui. Eu não tenho muita experiência com cachorros e tenho um pouco de medo.

— Eles não farão nada contigo, ok? — ele se aproximou de mim. — Você foi na delegacia dar depoimento de que mesmo?

— Um cara estava me vigiando e eu falei para Taehyung. Acho que só não aconteceu nada comigo, pois ele foi me buscar no dia…

— Como era esse cara? — perguntei, talvez poderia ser o mesmo cara.

— Ele era um pouco maior que eu. Tinha um piercing no lábio e os olhos pareciam com o de Jimin. — ele explicou. — Ele estava com um capuz e não dava para ver com precisão.

— Meu Deus! — eu coloquei a mão na boca. — Um cara desse jeito e ele me ameaçou também.

— O quê?

— Vem cá. — eu o chamei para dentro, sentando-se a mesa. — Hoje, quando sai do trabalho um homem me parou e ameaçou dizendo que se Jinyeon não saísse de lá vivo, Taehyung morria. Eu não sei o que fazer, Jungkook, eu estou meio desesperado.

— Conta para ele logo.

— Assim?

— Confia em mim, hyung, eu namorei com ele por cinco anos. O Tae é uma pessoa inteligentíssima. Por isso ele é considerado um dos melhores policiais de Busan.

— Ele é? — perguntei confuso.

— Sim. É só procurar na internet depois, só que ninguém liga muito para isso. Voltando, com certeza, ele vai fazer algo para protegê-lo e pegar logo esse homem aí.

— Eu estou com medo.

— Eu sei que você tem medo. Eu também tinha muito medo no começo. Um medo que eu quase entrava em estado de pânico toda vez que tocada o telefone… Eu sempre achava que seria alguma notícia da morte dele. Só que com o tempo fui me acalmando. Não que o medo desaparecesse, mas só que minha confiança aumentou.

— E o que acha que ele vai fazer?

— Ir atrás deles antes de Jinyeon saia do hospital ou algum acordo com o próprio. Você deveria ligá-lo agora mesmo, já que está no hospital.

— Obrigado.

— Obrigado nada, liga logo! — ele me apressou.

Eu peguei meu telefone, ligando para Taehyung.

● ● ●

POV TAEHYUNG

Fechei meus olhos, desligando o celular. Eu já imaginava mesmo que alguma agora aquilo aconteceria. Me levantei indo até Woo que estava ao lado da porta do quarto de Jinyeon.

— Segura para mim um pouco. — eu tirei a parte de cima do meu uniforme, ficando com apenas a camisa social branca.

Entrei no quarto dele e vi uma seringa com soro e peguei-a. Aquilo poderia me servir para alguma coisa no futuro.

— O que você quer? — ele foi grosso.

— Conversar.

— Eu não quero conversar contigo. Eu quero que me deixa em paz!

— Você sabe que eu não vou deixar. — eu fui me aproximando dele devagar.

Vê-lo deitado naquela cama, todo machucado e com uma perna quebrada me deixava bem satisfeito.

— Uma hora você vai me deixar em paz. Por bem ou por mal! — ele confirmou que tinha uma ameaça contra mim. — SAI!

— Você sabe se eu morrer, você sai daqui preso do mesmo jeito, não é? — eu dei uma risada irônica, chegando perto dele. — E, com certeza, seus amiguinhos vão ser caçados depois.

— Eu não ligo! Eu só quero você morto! — Jinyeon falou com a voz rouca.

— Se você for legal comigo, eu serei bem legal com você. — me aproximei ainda mais dele. — Você quer sair daqui livre?

— Claro!

— Me diz onde seus amigos criminosos estão e você sairá daqui livre e destruirei sua ficha criminal.

— Não, eu conheço esses truques de policial.

— Não estou falando como o policial. Não está vendo que estou sem uniforme? Eu só quero poupar minha vida e a sua. — eu mostrei a seringa com soro para ele.

— O-o que é…

— Você sabe o que é isso. Para falar a verdade, Kim Jinyeon, eu já sei onde eles estão e só queria uma confirmação mesmo. Então, já que não vou precisar mais de você… — eu me aproximei do cateter.

— NÃO! — ele gritou. — Eu falo onde eles estão. Eu não quero morrer!

— Ótimo. — dei uma risada. — Diga.

— É em Dongpirang… Na última rua de lá. Todos eles moram na mesma casa… A última da rua.

— Nós vamos lá e se for correto, eu juro que você sai daqui livre.

Dei as costas para ele não esperando o mesmo dizer nada e sai da sala. Woo estava me esperando na porta do quarto de Jimin. Peguei meu paletó com ele, colocando-o de volta.

— Conseguiu alguma coisa?

— Sim. Dongpirang. Eu vou para delegacia daqui a pouco pedir para irem até lá!

— Você não tem medo?

— Woo, você ainda é novo por aqui. — eu peguei no ombro dele. — Já fui ameaçado de morte várias vezes, e eu sei quem quer te matar de verdade, não ameça, ele simplesmente chega e mata sem aviso mesmo. Leva isso para a vida se quiser continuar nessa vida de policial.

— Sim, senhor, eu vou anotar esse conselho.

Eu dei uma risada para ele e entrei no quarto de Jimin. Ele já estava menos inchado do que antes e parecia bem mais disposto também. Jimin sempre se assustava quando me via e dessa vez não foi diferente.

— Eu sou tão feio assim? — perguntei em tom de brincadeira.

— Não. É que você realmente é a pessoa que menos espero uma visita.

— Por que se eu sou a pessoa que mais vem aqui?

— Não sei… Talvez esse uniforme sempre me surpreenda de uma forma negativa.

— Eu posso tirar se quiser.

— Não precisa.

— Algo contra polícia?

— Não que me lembre. — ele deu uma risada fraca que quase não formou nada em seus lábios por conta dos ferimentos.

— Eu fico feliz de ver que está cada dia melhor.

— Eu também. Finalmente consigo abrir meus olhos sem sentir dor alguma.

— Isso é bom.

— É. Falta o resto.

— Você vai ficar bom rapidinho.

— Claro e tenho certeza que eu vou ficar mais ainda quando ir embora.

— Você está convencido a ir embora mesmo? — eu sentei-me na poltrona do lado de sua cama.

— Sim. Eu falei com meu irmão hoje e quando ele ir embora, eu vou junto.

— Pensei que agora tinha um motivo para ficar na Coreia. — disse me referindo a Jungkook.

— Ér… — ele ficou sem graça. — Na verdade, o único. Só que o trauma que ganhei desse lugar é mais forte que meu motivo para ficar. Hobi vai ficar bem com você e possa ser que ele vá. Eu pretendo sempre estar voltando para vê-lo de qualquer forma.

— Sinto como você não tivesse nenhuma confiança nisso.

— Um pouco de medo de criar expectativas e acabar quebrando a cara? Meu primeiro namorado me traiu e esse é um completo bandinho a quem estava completamente hipnotizado. Ah… É difícil. — ele fez uma careta. — Você nunca teve o coração partido, né? Digo, de verdade, daquele que você descobre que a pessoa que mais amava é completamente diferente do que pensava.

— Não.

— É, eu imaginei. Hoseok não faz mal a uma mosca e Jungkook parece ser a pessoa mais doce do mundo. O trauma de quebrar a cara permanece durante aquele processo todo de entre achar a pessoa bonita e descobrir que é amor de verdade.

— Eu consigo imaginar. — eu desviei meu olhar dele alguns segundos.

— Jimin, você não tinha sentido nada pelo Jungkook antes de tudo, não?

— Claro que não. — ele negou. — A gente começou a conversar depois que vocês deram um tempo mesmo. Jungkook nunca te traiu se essa é a pergunta.

— Não foi essa a pergunta. — eu ri. — Hoseok me contou um pouco de você e pelo que me disse, você e Jungkook vem de uma mesma área.

— Ah… Se o conheci não lembro. Minha mãe se casou de novo quando eu tinha quatro ou cinco anos. Acho que nem tive tempo de conhecer Jungkook, lá.

— Claro, foi só uma curiosidade mesmo.

— Licença. — Jungkook bateu na porta.

Eu me levantei automaticamente, indo até ele o cumprimentando.

— Fiquem à vontade. — eu sai do quarto, deixando-os sozinhos.

● ● ●

POV JIMIN

 

— Fico feliz em ver que vocês estão ficando amigos. — Jungkook disse sorrindo.

— Eu também fico com você e Hoseok.

— Você já consegue abrir os olhos sem dificuldade. — ele se aproximou de mim, pegando meu rosto com cuidado.

— Não aperta. — ele nem sequer estava fazendo aquilo, mas qualquer coisa que tocava no meu rosto, doía.

— Desculpa. — ele tirou suas mãos com rapidez, e eu peguei-as. — Eu levei os cachorros para a casa do Hoseok.

— Eu ia pedir para fazer isso mesmo e eu esqueci. Que bom que lembrou disso.

— É, foi bem difícil, porque ele ficou com medo do TaeTae.

— Hobi com medo de um TaeTae é algo que não consigo imaginar. — eu dei risada. — Vocês se encontraram?

— Acho que ele lembrou dos cachorros e foi para lá ver, então nos encontramos. Eles fizeram uma bagunça lá, mas eu já arrumei.

— Jungkook, não precisava! — eu fiquei irritado com aquela mania dele.

— Eu disse que vou cuidar de você, não disse? E além disso, você não vai poder fazer nada durante um tempo, não custa nada.

— Ainda bem que disse para Taehyung que você parece um príncipe.

— Vocês estavam falando de mim? — Jungkook franziu a testa.

— Não de você. Estávamos falando de coração quebrado e eu mencionei que os dois namorados que ele teve foram muito bons.

— Entendi. Então eu estou ótimo na fita!

— Até mais do que gostaria.

— Me parte ver o coração vê-lo assim nessa cama, todo machucado. Você é como um bonequinho de porcelana fofo que tem que ser protegido do mundo. — ele me provocou.

— Eu só não te bato porque não posso.

— Por isso estou te provocando, bebê. — ele gargalhou, me fazendo largar a mão dele. — Mas não se preocupa, ok? Eu vou protegê-lo até você ir para seu novo lar com seus irmãos.

— Às vezes não queria ir.

— Só que você vai sim. — ele ficou bravo. — Você precisa se proteger e se livrar dessas coisas que são tóxicas, pelo menos, por um tempo até o trauma passar.

— Não, Jungkook. — eu fingi tristeza, só que não deu muito certo. — Eu não estou acostumado a ser tratado com tanto amor assim e eu não posso me acostumar.

— Eu tenho que ser fofo com a pessoa que pode ser meu futuro namorado.

— Futuro namorado?

— Estou contando com que tudo dê certo e seja sim.

— Se continuar desse jeito, pode ter certeza que vai ser um sim. Não é todo dia que achamos um Jungkook.

— Eu concordo, mas também não é todo dia que achamos um Jimin.

Eu só consegui sorrir com aquilo por mais que minha boca tivesse doendo e toda machucada. Eu nunca pensei que ouviria aquilo de outra pessoa há não ser minha mãe.

— Que fofo. — eu peguei no rosto dele.

— Me dá um beijo. — ele chegou perto de mim. — Você sabe que não ligo para os machucados.

— Deveria. — respondi, já sentindo sua respiração bem próxima de mim.

— Eu gosto dos seus lábios nos meus.

Até tinha pensado em revidar o que ele disse, porém ele mesmo encostou seus lábios nos meus. Meu coração acelerava toda vez que isso acontecia e Jungkook me fazia sentir como um adolescente na sua primeira paixão. Seus lábios se moviam tão delicadamente nos meus, que eu só pude fechar os olhos, pegando seus braços e aproveitar o beijo enquanto durava.


Notas Finais


Até o próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...