História More Than Friends - Interativa - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Interativa, Romance, Universidade
Exibições 8
Palavras 720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - 5. Táxi


g.a.r.y

— Obrigada por ter limpado a barra com a Lauren e o sr. Bursten. — Lana sussurrou. Eu ia almoçar na casa dela hoje.

— Não foi nada. Sabe, ela vacilou.

Estávamos dentro do táxi que ela havia chamado, no banco de trás. 

— Ela sempre vacila. — Continuou sussurrando, e passou a morder o lóbulo da minha orelha.

Seu hálito quente batia no meu pescoço, me arrepiando. Me virei pra ela, segurando sua nuca. Nos beijamos escandalosamente, sua boca era quente e tinha gosto de bala de menta, tutti-frutti e bebida alcoólica. Segurei suas costas, cobertas pela jaqueta de couro, arrancando a mesma do seu corpo. Ela olhou pro taxista e fechou a janela que possibilitava nosso contato. Tirou minha camisa e eu tirei rapidamente sua calça jeans. Lana fez que não com a cabeça e abaixou minhas calças juntamente com a cueca, fazendo meu membro saltar. Ela colocou a boca de uma vez, me fazendo arfar. Fez os movimentos perfeitos, o melhor boquete que recebi na vida. Logo cheguei ao meu ápice, segurando seus cabelos cor-de-rosa. Ela bebeu o líquido, deixando algumas gotas caírem no chão do carro. Nos vestimos, e então ela voltou a abrir a janelinha.

— Chegamos há algum tempo, mas fiquei calado para não cortar a vibe de vocês. — O taxista falou, ao ver que estávamos vestidos. — Mas vou querer gorjeta por isso.

— Sim, sim! Que tal, hum... 3 dólares? — Ela tirava o dinheiro da mochila.

— Ah, qual é?! Vocês se aproveitaram do meu carro, eu que limpo! Mereço um pouco mais, não?

— Cinco?

— Fechado. E eu nunca vi vocês. É proibido deixar esse tipo de coisa acontecer.

— Tudo bem. Obrigada, de qualquer jeito.

Lana entregou todo o dinheiro, e me senti mal por não contribuir, mas ela disse que não se importava. Saímos do carro, ficando de frente á casa grande dela.

— Vamos conversar, antes de tudo. — Ela falou, me olhando. — Isso nunca aconteceu, e provavelmente não vai se repetir. Eu vou sair com um cara amanhã, e quero que tudo dê certo. Ah, você almoça aqui, mas vai daqui direto pra imobiliária, porque eu vou resolver algumas coisas...

— Que coisas são essas, que quer tanto esconder?

— Hum... Gary, não acho que realmente queira saber... eu vou ao ginecologista. Pronto, falei.

Ri.

— Por que essa aflição? Isso é normal, né?

— Sim, mas é que minha menstruação tá atrasada há um tempinho, e tô com medo de... você sabe...

— Lana, você não usa camisinha?

— Uso! Mas é que às vezes a gente esquece, sabe? Aí, puft, vai e ainda vai dentro. Mas você não precisa saber da minha vida sexual e vaginal. Só não conte pra ninguém. Promete?

— Prometo. — Falei, ainda rindo levemente.

Ela revirou os olhos, lentamente.

DEPOIS DO ALMOÇO

A empregada da Lana cozinha muito bem. Comemos um sanduíche cubano, típico da Flórida. Depois do almoço, ficamos á toa na sala de estar da casa. Lana estava séria, encarando o celular, sentada de cabeça para baixo no sofá. Eu estava sentado meio largado, esperando a mãe dela descer com a "lembrancinha de convidado".

— Você sabe que ela só faz isso porque tem esperança de que nós dois futuramente podemos namorar, né?

— Ela não é a única — Brinquei, tentando arrancar alguma risada da menina ao meu lado. Tentativa inútil.

O irmão dela havia chegado para as férias, mas só passaria dois dias. Ele estudava na Europa.

— Eaí, brô? — Ele disse, descendo as escadas. — É com esse cara que você vai sair amanhã?

— Não! É com o Brian, aquele que eu trouxe pra sua festa.

— Ah, bom saber. Ele é bom pra você?

— O Brian? Ah, por favor, né? Ele não é machista, então dá pro gasto.

— Tá, mas... ele é homofóbico?

— Daniel, acha mesmo que eu, a rainha dos gays, ficaria com um homofóbico? Ainda mais tendo um irmão gay, e sendo bi!

Parei de prestar atenção na conversa deles, para olhar pro celular. Não queria ouvir sobre os caras que ela pega, muito menos sobre esse Brian, que está, aparentemente, aprovado pela família.

— Tenho que ir, Lana. — Me levantei, assim que recebi o saquinho com chicletes e uma camisinha da mãe da menina.

— Tchau, Garyto. — Ela acenou, sorrindo de leve.

— Garyto? — Daniel falou, debochado — Vou falar pro Brian.

Vi Lana revirar os olhos, e saí da casa. Respirei fundo, antes de encarar novamente a nevasca lá fora.


Notas Finais


Esse foi só um extra p vcs, tá?
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