História More Than Friends - Cellbit - Capítulo 16


Escrita por: ~

Exibições 75
Palavras 1.546
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIOIOIOIOIOIOIOIOIOI
Sério gente, mil desculpas por ter ficado um mês sem postar.
Eu to tendo uns bloqueios criativos horríveis.
Desculpinha ❤️
Boa leitura ❤️

Capítulo 16 - Eu preciso de você


Fanfic / Fanfiction More Than Friends - Cellbit - Capítulo 16 - Eu preciso de você

Antigamente:

Oh, Rafael, você me transforma em outra pessoa, me faz querer viver cada dia sempre feliz. Você é meu e eu nunca vou te esquecer.

Agora:

P.O.V Rafael

Ficamos abraçados até o dia clarear. Não a soltei por nada, pois sabia que ela precisava de mim naquele momento.

- Rafa, a bad bateu de novo. - Ela me abraçou mais forte e eu beijei sua testa.

- Quer que eu compre algo?

- Nãããão. Quero que você fique comigo. - Ela se aconchegou.

- Tudo bem, vou ficar aqui. - Ela me cobriu com a sua coberta florida.

- Tem certeza que minha minha mãe vai ficar bem? - Ela fez biquinho.

- Tenho. Logo, logo ela volta pra casa.

- Eu to com sono... 

- Pode dormir... Eu vou ficar aqui com você. - Sussurrei no seu ouvido com uma voz rouca. Vi que ela se arrepiou. - Você gosta disso?

Ela fingiu não ter escutado, mas deu pra ver em seus olhos sua resposta.

- Aposto que você gosta disso. - Ela falou e beijou meu pescoço, me fazendo arrepiar.

- Ei, isso é golpe baixo. - Falei. - Gosta? - Apertei sua bunda.

- Isso sim é golpe baixo. - Falou me dando um soquinho no ombro. - Hmm... Gosta? - Ela falou me beijando e depois mordendo meu lábio inferior.

- Adoro. Mas sei uma coisa que você não gosta.

- O que é? - Comecei a fazer cócegas nela. - Não... R-Rafael, para com isso. - Ela falava em meio aos risos. - É sério, para com isso.

- Parei, parei. Vamos continuar com a outra brincadeira?

- Sim... Gosta? - Ela arranhou minhas costas e eu arrepiei.

Não respondi nada, apenas mordi sua orelha.

- Não vale brincar com você. Você vai nos meus pontos fracos... 

- Mas eu também tenho vários pontos fracos e você foi em quase todos eles.

- Quase todos? Qual que faltou?

- Você tem que descobrir... - Ela arranhou minha barriga. - Não tem graça brincar com você. - Fiz biquinho.

- Agora me deixa dormir. - Ela se aconchegou novamente nos meu braços. - Boa noite, quero dizer, bom dia. - Falou e adormeceu.

Fiquei fazendo carinho nos seus cabelos macios. 

Ela parecia tão melhor agora. A tristeza dela foi embora por um tempo. Quero que essa tristeza vá embora logo.

(...)

- Rafael, quantas horas? - Perguntou Carol se espreguiçando.

- 11:30. - Dei um selinho nela. - Quer ir almoçar?

- Quero... - Ela recebeu uma ligação. - Meu sangue é B menos... - Pausa. - Tudo bem, vou pedir ajuda de algum amigo. - Ela desligou o celular.

- O que foi? - Perguntei.

- A minha mãe precisa de sangue A mais, mas meu tipo de sangue não é esse. Nem o seu... Nem o da Manu... Nem o do Carlos... Nem de ninguém...

- Faz um pedido no Twitter. Quem morar aqui e tiver o mesmo sangue que ela, pede pra ir até o hospital.

Ela fez o tweet e ficamos esperando um pouco. Sua tristeza perecia ter voltado.

Ela deixou o celular de lado e voltou a me abraçar.

- Promete ficar comigo?

- Prometo. Prometo sempre ficar com você. Ficarei com você o resto da minha vida. - (n/a: guardem isso no coração de vcs)

- Obrigada Rafael. Sem você eu viro uma batata. - Ela falou e eu ri.

- Minha batatinha. - A abracei mais forte.

Voltamos a dormir, estávamos muito cansados.

(...)

- Achou alguém com sangue compatível? - Perguntei.

- Não... Espera... A Sayuri respondeu... Ela disse que o sangue dela é compatível!

- Você vai aceitar? - Perguntei.

- É o único jeito de ajudar minha mãe...

- Tá, liga pra ela e avisa! - Eu falei animado.

~ Dias depois ~

P.O.V Carolina

Minha mãe está de volta em casa. Está na cadeira de rodas, mas ela pode fazer um tratamento para voltar a andar.

- Mãe, quer que eu pegue comida pra senhora?

- Pode deixar que eu pego pra ela. - Falou Miguel.

- Rafael, Felipe, Gabs, Manu e Carlos, podem se servir.

Sim, estávamos almoçando em família. Manu e Carlos são como irmãos para mim, então chamei eles também. Sim, aceitei Miguel como meu pai, mas acho estranho chamá-lo de "pai" ou "padrasto", Miguel pra mim já tá ótimo. Sim, Felps e Gabs também estavam aqui.

Me sentei na mesa de jantar - que não serve só para jantar, mas tá, problema é da pessoa que deu esse nome - e esperei Rafael.

- Uma batata fazendo outra batata? Assassinando sua própria família... - Falou Rafael se sentando do meu lado.

- Vai se foder. - Dei um soquinho no braço dele.

- Foi você que fez? - Ele disse com a boca ainda cheia e eu assenti. - Tá delicioso. - Ele abriu um sorriso.

Esse sorriso mexeu comigo. Vontade de beija-lo é o que não falta agora. Mas podemos fazer isso mais tarde, talvez outro dia, para poder experimentar outras coisas.

Todos na mesa. Conversando sobre assuntos alheios e comendo. E eu e Rafael só trocando olhares.

Todos terminaram de almoçar e eu e Rafael fomos lavar a louça.

- Ei! - Rafael havia jogado água em mim e eu revidei jogando espuma nele.

E ficamos numa eterna guerrinha de água até minha mãe chamar a atenção.

- O casalzinho aí vai continuar brincado que nem criança ou vai lavar a louça? - Falou mamãe.

- Ele que começou. - Fiz biquinho.

- Para de ser chorona e vamos lavar aqui. - Falou Rafael.

Minha mãe e o Miguel foi embora quando terminamos de lavar a louça e ficamos assistindo TV.

- Você sabe que eu te amo, né? - Rafael sussurrou no meu ouvido.

- Sim, e eu também te amo muito. - Sussurrei de volta e dei um selinho nele.

- Pela primeira vez nessa rodinha eu não to solteiro. - Ele falou olhando para as pessoas, que estavam beijando seus devidos pares. - Acho que falta a gente. - Sussurrou.

Ele me beijou. Era um beijo bom, apaixonado. 

O mundo sumiu naquela hora. Só restou eu, ele e o nosso amor. Somos perfeitos um para o outro.

Nos separamos do beijo e todos estavam nos olhando.

- Que foi? Perderam o cu de vocês na minha testa, foi? - Falei.

- Até parece que vocês não estavam se beijando... - Falou Rafael.

- Sabe, vocês nunca se beijam perto das pessoas. Achei estranho. - Comentou Manu.

- Essa é a primeira vez que eu vejo eles se beijando... - Falou Felps.

- Por que vocês não ficam quietos igual a Gabs? - Falou Rafael e Gabs mandou um joinha pra Rafael.

- Tá, tanto faz se a gente se beijar em público ou não, a gente só precisa se beijar, cara. - Falei.

- Ai, tá nervosinha? - Falou Carlos rindo.

- Manu, cala a porra da boca do Carlos por favor? - Falei e ela começou a beijar ele ferozmente.

- Isso aí vai dar transa. - Falou Rafael e nós rimos.

Por que eles cortaram nosso clima? Tava tudo tão bom...

E todos novamente estavam se beijando. Fiquei com um pouco de vergonha pra voltar a beijar o Rafael.

- O que foi? Não quer mais me beijar? - Sussurrou Rafael.

- Não é isso... É que eu to com vergonha... - Sussurrei e corei.

- Não precisa de ter vergonha de me beijar. Você é minha namorada. - Ele falou e me beijou novamente.

E lá estava eu novamente viajando nos sentimentos que os beijos de Rafael me traziam. Ouvi um "Isso aí vai dar dois filhos!" mas não liguei. Eu só queria ter um pequeno momento com Rafael.

Saímos do beijo e novamente todos estavam olhando pra gente.

- Ah vei, porra! Para de olhar pra gente! - Falei indo pro meu quarto.

Me sentei não cama e fiquei de braços cruzados. Eu nunca fiquei encarando eles se beijando.

- Carol, o que foi? - Perguntou Rafael entrando no quarto e se sentando do meu lado.

- Não tá óbvio pra você? Eles ficam olhando pra gente... Eu fico com vergonha.

- Não precisa de ter vergonha. Eles são seus amigos.

- É que encarar com casal se beijando é estranho... Por que eles fazer isso?

- Eles estão só olhando um casal se amando. - Falou e eu coloquei minha cabeça em suas pernas.

- Isso me deixa sem graça...

- Tudo bem, agora que estamos sozinhos aqui, podemos...? - Perguntou e eu me levantei.

- Se as pessoas não ficarem nos espiando, é claro que podemos! - Falei alto para Carlos e Manu que estavam nos espiando na fresta da porta.

- Opa, só tava passando aqui... - Falou Carlos indo pra sala.

- E eu só estou acompanhando meu querido namorado... - Falou Manu também indo pra sala.

- E agora, será que podemos? - Sussurrou.

- Você ainda pergunta? É claro que podemos. - Sorri e o beijei.

Os sentimentos que ele me traz voltaram de novo. Cara, isso é tão viciante, tão "quero mais".

Eu preciso de mais disso pro resto da minha vida. Rafael, continue comigo, eu preciso de você.

Continua...


Notas Finais


ELES TÃO QUERENDO SE PEGAR 🌚 FIQUEM LIGADINHOS NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS 🌚
Comentem ❤️


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