História More than surviving! - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa madrugada!

Olha eu aqui com uma fic diferente, ah falando um pouco a respeito dessa história. Ela vai envolver algumas coisas sobrenaturais, e em alguns aspectos vai lembrar The Vampire Diaries.
Falando da outra que já acabou, estou trabalhando em uma possível continuação :*

Aproveitem!

Capítulo 1 - The conversation of hearts!


Pov. Lexa.

Coração, motivo da nossa existência? Uma definição precisa seria:

O coração humano é um órgão do sistema circulatório localizado na cavidade torácica, com posição central levemente deslocada para a porção esquerda do peito. É formado por músculo cardíaco estriado (miocárdio), apresentando massa compreendida entre 300 a 400 gramas em pessoas adultas.

Já para os apaixonados é o símbolo do amor, um local sagrado no qual se guarda a pessoa amada. Para mim? É a única coisa que tenho em comum com os humanos, um órgão do qual necessito para minha sobrevivência. Além de ser uma das principais ferramentas para minha alimentação, sem ele, sem sangue. Sem sangue, sem alimento.

Em um movimento quase imperceptível me arrumo na poltrona enquanto finjo respirar ao ler uma revista. Tinha demorado quase uma década para aperfeiçoar minha falsa respiração que parecia bem convincente. Meus ouvidos captam todos os sons possíveis e impossíveis a um humano e me concentro para ouvir o necessário. O bater dos corações.

Posso com certeza afirmar que esse era o meu som preferido no mundo. O pequeno ritmo que fazia ser a melhor harmonia que já tinha ouvido. Estava sendo mais uma bela tarde de verão, mais do que eu poderia pedir em tempos. Ouço dois bater de corações mais rápidos. Me concentro em ambos e é como se estivessem em uma conversa intima na qual eu estava interessada. Franzo a sobrancelha em esforço, mas uma risada me impede. Uma maldita risada soava tão alto em meus ouvidos que me irrito.

Em questão de segundos estou na janela a procura da dona dessa risada que estava me irritando. Meus olhos correm pelo jardim do campus até parar em um pequeno grupo de jovens sentados próximo a uma árvore. A risada ecoa mais uma vez e consigo ver a loira que ri. Fecho os olhos procurando me concentrar no bater do coração, mas é impossível. A risada está lá mais uma vez. Sem me conter desço cautelosa pelas escadas e sigo em direção ao jardim.

No momento em que os jovens colocam os olhos em mim se calam, no entanto, a loira está de costa. Percebendo que seus amigos pararam de rir ela se vira para mim ainda sentada e levanta os olhos para conseguir me ver. Não me dou ao trabalho de olha-la e digo:

- Podem fazer menos barulho?

- Desculpe Srta. Woods, não sabíamos que estávamos falando tão alto – O garoto que reconheço de uma aula minha diz.

A garota loira que era o real motivo de eu estar aqui se levanta agora me encarando. Seus olhos azuis desafiadores me fitam antes de dizer:

- É sério que você nos ouviu de lá de dentro?

A garota mostra o prédio com a cabeça e eu a estudo por alguns segundos. Ela não era dali e ela não era aluna, a garota fez uma observação que normalmente os humanos não fazem. Os humanos não prestam atenção nesses pequenos detalhes, como o fato de eu estar longe o suficiente para não os ouvir.

- Não te conheço, é aluna nova? – Pergunto ignorando sua pergunta.

- Você não me respondeu, mas não eu não sou aluna nova. – A garota responde.

- Sim, é sério, digamos que tenho uma boa audição.

- Mais do que boa eu diria, enfim, me chamo Clarke – A loira que agora eu sabia seu nome me estende a mão, os jovens que tinham se levantado estavam apreensivos. Educadamente eu aperto a mão da garota e sua vitalidade me atinge em cheio ao tocar sua pele quente macia e bem, viva. – Bom Srta. Woods se me lembro, me desculpe pelo incomodo, a culpa foi inteiramente minha, por favor não culpe os jovens. Eu só estava me enturmando.

Ela me lança um sorriso delicado e eu só faço um aceno concordando com a cabeça. Clarke então se despede de mim e dos jovens saindo do campus em seguida. Eu pensativa observo-a se afastar, se ela não era uma aluna o que fazia ali se enturmando com os alunos?

Volto para minha sala e respectivamente para minha poltrona, me concentro para voltar a ouvir o diálogo que acontecia entre os corações, porém não consegui concentração necessária. Tinha um outro som tomando conta da minha mente.



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