História Morning Desires - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blindspot
Personagens Jane Doe, Kurt Weller
Tags Blindspot, Jeller
Visualizações 7
Palavras 1.553
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


sumi de novo, eu sei, sempre prometo que não vou fazer de novo e faço; desculpa e não desistam de mim.

essa história é muito fofa, então cuidado com a glicose. Como falei no twitter, há algumas semelhanças em questão de ambiente com uma cena da série e a oneshot, @ room andou entrando no meu drive e foi isso gente.

Espero que gostem, boa leitura! ❤

Todos os personagens pertecem à Blindspot.
Plágio é crime.

Capítulo 1 - Capítulo único - Desejos da manhã


 

O cheiro de massa sendo cozida é a primeira coisa que sinto ao despertar. A segunda coisa que noto ao esticar meus braços, é que Jane não está na cama. Estranho, pois é domingo e são menos de 10 da manhã, o que significa bem cedo para Jane que adora dormir até tarde aos domingos. Saio da cama e após jogar uma água no rosto, me dirijo para a fonte do maravilhoso cheiro que senti antes mesmo de abrir os olhos.

A imagem que vejo antes mesmo de chegar à cozinha, me faz abrir um sorriso tão aberto e genuíno, que paro no corredor e encosto na parede, incapaz de não observá-la nem que seja por poucos segundos até que ela note minha presença.

— Você precisa parar de me fazer acordar cedo. — sussurra Jane enquanto despeja a massa do liquidificador em uma vasilha. — Hoje é domingo, não sei se você sabe, mas é dia de dormir até tarde. — ela coloca o copo do liquidificador na pia e continua mexendo a massa. No fogão, há um frigideira com o que pelo cheiro, devem ser ovos mexidos. Estranho, pois Jane é vegana desde que voltou de Kathmandu há 2 anos atrás.

Na bancada, uma máquina de waffle espera para receber a massa.

— Eu esperava dormir pelo menos até às 10 da manhã… — diz ela despejando a massa na máquina, colocando as vasilhas usadas na pia ao terminar.

Enquanto a massa se transforma em waffle na máquina apropriada, ela pega seu iPod — seu novo vício ultimamente — e se dirige para a bancada, começando a cortar alguma coisa, começando a dançar suavemente o ritmo que apenas ela ouve em seus fones de ouvido.

Seu quadril se move graciosamente, se remexendo junto com a música, o que me faz querer ir dançar com ela, mas pela vontade de continuar a observando, me contento apenas a sorrir ainda mais.

Estamos casados há quase 4 anos e mesmo assim eu ainda não havia me acostumado, e acho que nunca iria. É como se todos os dias, eu me apaixonasse ainda mais por ela, por cada detalhe. Ela está vestindo a camisa cinza que eu estava usando na noite anterior. Os punhos estão dobrados na altura do seu cotovelo para não atrapalhá-la em suas aventuras na cozinha. Por baixo da blusa, apenas a calcinha boxer preta que ela adora. E eu mais ainda.

— Ainda são 8:14 da manhã, — Jane continua falando enquanto coloca os pratos no balcão. — Isso significa que você me deve 2h de sono.

Em um movimento simples e natural, mas incrivelmente encantador, ela se vira para trás, apenas para checar os ovos mexidos na frigideira e volta para a bancada e para sua dança, se deixando levar pelo ritmo da música em seu ipod.

Incapaz de resistir mais, vou até ela me aproximando devagar e a abraço por trás, deixando um beijo em seu pescoço.

— Bom dia para a melhor esposa, cozinheira e dançarina que eu conheço.

— Hey! — exclama ela surpresa. — Bom dia, amor!

Ela inclina a cabeça para trás e sorri, me dando um beijo leve mas estalado nos lábios.

— Bem que eu senti que havia mais alguém por aqui. — ela sorri se virando para mim, saindo dos meus braços e indo para a bancada para tirar os ovos do fogo e os colocar em nossos pratos que ela já havia arrumado no balcão da cozinha. — Há quanto tempo está aí?

— O tempo suficiente para admirar um pouco da sua performance e me encantar ainda mais por você. — digo a puxando novamente para os meus braços quando ela passa por mim. — Você faz alguma ideia do quão irresistível fica usando as minhas camisas?

— Não faço a menor ideia. — diz ela enquanto roço meu nariz em sua orelha, fazendo-a se contorcer e sorrir. — Apenas peguei a primeira roupa que vi lá no quarto.

Concordo com a cabeça, rindo e mordendo seu queixo de leve. Ela sorri também, fechando os olhos e entrelaçando os braços ao redor do meu pescoço, sentindo o meu cheiro, que segundo ela, era maravilhoso pois é uma mistura de Kurt, sabonete e um perfume amadeirado suave; Por isso, sempre que estávamos em casa, Jane dava um jeito de usar alguma peça de roupa minha. Eu não concordava que meu cheiro fosse assim tão bom, pois para mim, o cheiro dela era de longe o melhor que eu já havia sentido na vida.

— Estranhei você ter saído da cama tão cedo. — digo enlaçando sua cintura. — E estou estranhando o menu também. Alguém acordou com desejos hoje, é?

Sorrio abaixando minhas mãos e colocando-as na protuberância que estava começando a aparecer em seu abdômen.

Jane estava grávida de cerca de 2 meses e meio, ou 11 semanas, como Patterson e os médicos insistiam em contar. Sua barriga apesar de pequena, já possuía forma e se encaixava perfeitamente em minhas mãos.

— Quem mais me faria acordar cedo em pleno domingo?

— Hoje foram os waffles. — digo com um sorriso irônico. — Mas eu já fiz você acordar antes do meio dia em pleno domingo.

— Exatamente. — Jane sorri colocando as mãos sobre as minhas em sua barriga, apontando minha “culpa”. — Então, o sr. também me deve 2 horas de sono por isso, e também é culpado pelos desejos.

Solto uma gargalhada e então me abaixo até a altura de sua barriga e deixo um beijo terno ali. Não havia palavras no mundo que pudesse explicar tudo o que eu sentia todas as vezes que olhava e tocava a barriga da Jane. Um serzinho nosso estava crescendo ali dentro. Um mini Kurt ou uma mini Jane sairia dali para encher nossa vida de luz e ainda mais amor e felicidade.  — Culpado com muito prazer. — digo com ambiguidade, ganhando um leve tapa de Jane em meu ombro.  

— Waffles com ovos e bacon. Um típico café da manhã americano. — diz ela inclinando a cabeça para trás na direção da mesa e sentindo o cheiro delicioso que estava preenchendo a cozinha. — Nem acredito que preparei isso. Acho que a vegana sou apenas eu mesmo.

Jane ri levemente, olhando para baixo, para sua barriga e abrindo um enorme sorriso bobo.

— Está com fome? — emenda ela.

— Estou — digo dando um beijo rápido em sua boca. — Mas não de comida. — confesso olhando-a com malícia e recebendo o mesmo olhar de volta.

— Sinto muito mas meu desejo hoje está focado completamente nos waffles. — ela faz uma careta e em seguida sorri, pouco um pouco dos ovos com bacon.

— Mas eu posso te fazer mudar de ideia. — digo roçando minha barba em seu pescoço e beijando sua nuca.

Ela come mais uma garfada antes de responder e eu sorrio satisfeito ao vê-la comer, mesmo que algo que ela já não comesse há muito tempo, pois nas primeiras semanas, os enjoos haviam sido severos. 

— Você sabe que não funciona assim... — as mãos dela vão para o meu pescoço, me puxando mais contra si, com um sorriso malicioso nos lábios.

— E como funciona então? — digo colocando minhas mãos na base de suas costas e subindo, contornando as curvas de seu corpo.

— Você sabe que agora tudo depende dele. Ou dela. — Jane sorri mordendo seu lábio inferior e abrindo um enorme sorriso. — Mas talvez você possa tentar…

A gravidez intensificou seu desejo de uma forma deliciosa e ao contrário de muitas mulheres, Jane estava amando e aproveitando cada segundo disso.

— Então, acho que os waffles vão ficar para depois. — digo antes de beijá-la, enquanto lentamente vou caminhando até que ela encoste na bancada. Contra a minha boca, Jane ri balançando a cabeça positivamente.

Sua boca é feroz contra a minha e o beijo é intenso, até um pouco selvagem, mas sem nunca perder a doçura. Com cuidado, coloco-a em cima da bancada e sem interromper o beijo, minha língua invade sua boca e ela corresponde avidamente, entrelaçando os braços ao redor do meu pescoço. Minhas mãos puxam forte o cabelo de sua nuca, o que faz um gemido rouco sair do fundo de sua garganta e seu desejo se acender ainda mais.

— Você precisa parar de confundir e de provocar os meus desejos. — diz ela entre o beijo, torcendo minha camisa com o punho e puxando-me para si. — Isso não se faz com uma mulher grávida. — ela ri levemente enquanto roça o nariz em minha barba.

— Acho que temos que desfazer essa confusão, então… — proponho tirando-a da bancada da cozinha e trazendo para o meu colo. — O que acha de satisfazermos esses outros desejos? — em resposta, ela sorri entrelaçando as pernas em meu quadril e colando a boca na minha novamente. Sua barriguinha de 2 meses e meio, ainda pouco saliente, já se encaixa perfeitamente contra meu corpo.

— Kurt? — ela me chama subitamente interrompendo nosso beijo mas permanecendo com a boca a centímetros da minha.

— Hm? — murmuro sorrindo.

— Você ainda está me devendo waffles. — lembra ela mordendo e passando a língua nos lábios enquanto sorri.

— Farei quantos você quiser para o nosso almoço, fechado? — proponho vendo o enorme sorriso refletido em seu olhar radiante.

— Fechado. — aceita após considerar e adorar a ideia de almoçar waffles. − Já falei que eu te amo hoje?

— Acho que sim, mas você pode falar de novo, e de novo, e de novo... — digo enquanto caminho em direção ao nosso quarto e Jane sorri, deixando em meus lábios, beijos repleto de amor, carinho e desejo. Muito desejo.


Notas Finais


AWWWWWWWWWWN ❤

E então o que acharam?

Comentem, me digam quais a/as partes favoritas de vocês, aqui ou no twitter.
Façam uma escritora feliz! ❤


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