História Morphine - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Khalil Sharief, Lil Za, Ryan Butler
Tags Criminal, Drama, Psicose, Romance
Exibições 121
Palavras 3.344
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei um pouquinho, mas mesmo cansada finalmente estou aqui! Espero que gostem!

Capítulo 13 - I Always Wanted You


Point of View- Justin Bieber


   Depois da ligação de Ryan, me vesti rapidamente e fui até a casa dos criminosos. Eu estava nervoso, a voz dele estava com um timbre mais grosso do que das outras vezes que ouvi ele falar. Bati na porta e Barbara abriu apenas de lingerie e com a arma em mãos. 
- Ah, é só você. Entra.
   Por algum motivo continuei ali parado.
- Entra logo, filho da puta!
   Assenti e perguntei:
- Você sabe o que o Ryan quer?
- Meu nome é Ryan? Pergunte a ele.
   Barbara me deu passagem e eu caminhei timidamente até o porão, onde me lembrava dos momentos de desespero que passei ali por várias horas.
- Se eu fosse você, não faria o Ry esperar por tanto tempo. - ouvi a voz de Barbara atrás de mim.
- EU VOU TE MATAR!!! - ouvi um grito feminino. Era um grito cheio de ódio, uma ameaça que mais parecia uma promessa.
  Tirei a mão da maçaneta no mesmo instante e recuei um passo.
- Ele está lá? - me virei. Barbara comprimiu os lábios. De repente toda pinta de durona dela desapareceu.
- Sim. - ela respondeu rouca.
- Eu tenho que...?
- Ele está torturando uma mulher, te chamou pra assistir.
- Eu não vou fazer isso.
- Ele vai te matar então. - ela disse com peso.
- Por que ele está fazendo isso?
- Suas perguntas me irritam. - ela disse ainda calma.
   Meu corpo estava tremendo, eu tinha medo de olhar nos olhos dela. Os mesmos olhos vazios que sorriam enquanto atirava em meus pais. Assenti com a cabeça e puxei o pouco de coragem que tinha dentro do peito e abri a porta de uma vez.
- Oi, pirralho. - Ryan me olhou sem expressão. Havia uma mulher amarrada com fitas à uma cadeira, já vi isso em filmes, mas parece bem mais agonizante na vida real. Reparei que era uma das garotas que estiveram aqui uma vez no dia em que jogamos de verdade ou desafio.
  Fiquei me perguntando onde havia me metido, eu ainda não consegui engolir tudo isso. Eles eram traficantes de verdade, ladrões, pessoas más! Ryan era o chefe, o pior de todos e ainda ficava me mandando mensagem falando sobre cada movimento meu, eu estava assustado e mais uma vez incapaz de me mover.
- Termine de descer as escadas. Fique ali. - ele apontou. - Não pare de olhar, não grite e não chore ou eu vou fazer o mesmo com você.
  Assenti balançando a cabeça feito um retardado e desci ficando no canto que ele apontou.
- Você se lembra dela, Bieber?
  Balancei a cabeça mais uma vez me encolhendo.
- Você se lembra dela, Bieber? - ele repetiu com a voz mais grossa.
- Sim. - respondi em alto tom, em um que imaginei que não o irritaria.
- Victoria, a traíra.
- Eu não fiz nada, Ryan! - ela gritou. - Você sabe que fidelidade é o que prezamos nesse mundo podre que vivemos, eu não trairia você! Eu não trairia a Barbara!
- Para de falar besteira, você está mentindo.
- Eu não sei do que você está falando!
- Scarface, seu Brandon. - ele se aproximou do rosto dela.
- Eu não disse nada pra ele, nada sobre vocês! Eu juro!
- Você sabe que ele quer matar todos nós e "fazer coisas" com a Barbara.
- Ele não vai! Ele não vai!
- Eu descobri como ele fugiu da cadeia. A cela dele era bem na frente da da Barbara.
- Eu juro que...
- Foi você que montou o plano, me diga os outros.
- Não tem outros! Ele não me disse nada! Nós não nos falamos!
- Não se falam? Bom, a Barbara me disse que você estava bem próxima dele na sua casa.
- Meus planos com ele são só gemer o nome um do outro a noite inteira! Só isso! - ela gritou mais alto do que das outras vezes.
- Você me enoja. Eu sei que você está mentindo. - ele colocou as mãos nos bolsos. - E eu não gosto que mintam pra mim.
  Num movimento rápido, Ryan tirou um canivete do bolso e cravou na perna dela. Victoria urrou de dor e eu senti meu estômago embrulhar ao ver o sangue jorrar.
- EU NÃO VOU IMPLORAR PRA VOCÊ PARAR!
- Ótimo. - Ryan disse com um sorriso doentio nos lábios e começou a dilacerar os braços dela que estavam presos aos braços da cadeira. Os cortes que se abriam eram visivelmente profundos. Victoria gritava inutilmente. - Me diz o que ele pretende.
- ELE NÃO PRETENDE NADA!!! - ela permanecia firme na sua resposta.
- PARE DE MENTIR PRA MIM! - ele acertou um tapa no rosto dela.
   Eu não conseguia mais ver aquilo e o pior de tudo era que algo me dizia que estava só começando. Ryan, como sempre, estava transbordando ódio e os gritos daquela mulher estavam me perturbando de uma forma estranha, eu estava louco para tentar ajudá-la ou sair correndo daqui.
- Não, não, não. Eu disse pra você não parar de olhar! - Ryan disse cantarolando e eu me dei conta de que já estava fitando o chão por muito tempo.
   Foquei os olhos novamente naquela mulher. Sua cabeça estava bamba e sangue escorria de seu nariz e de sua boca sem parar. Me dei conta que no tempo em que fiquei desatento Ryan havia batido no rosto dela, isso me dava raiva. Ele fazia um tipo estranho de raiva crescer dentro de mim, achava que podia fazer o que quisesse e na hora que quisesse, tratar as pessoas como se elas fossem um pedaço de nada; é como o que vi lá em cima, não tenho sombra de dúvidas de que foi ele quem deixou aquele corte na boca da Barbara.
  Ryan sacou a arma e encostou na testa de Victoria gritando:
- Me diz!
- EU NÃO VOU DIZER NADA!
- Então assume que tem algo a dizer? - ele jogou a arma no chão e tirou do bolso um isqueiro e um maço de cigarro. Tirou um de dentro da caixa e acendeu guardando-o de volta.
- Não contar não significa que vou ajudá-lo!
    Ryan respirou fundo.
- Eu vou te dar uma última chance, você me conhece bem, Tori. - ele a chamou pelo apelido com certa ironia.
- Ele... - ela tentava falar, mas com dificuldade. - Se você não me matar, ele vai por ter contado.
- Eu posso proteger você, tu sabe disso.
- Eu não vou falar. - ela disse por fim como se fosse a última coisa que diria.
   Ryan agachou na frente dela.
- Tem certeza? Estou te dando uma segunda chance.
- O que você vai fazer? - Victoria perguntou tremendo, poderia ser de dor ou de medo. Ou dos dois.
- A última vez: me diga.
- Eu não posso, Ry, você sabe. Por favor, não me mata.
  Ele balançou a cabeça e acendeu seu isqueiro.
- Ry, nós somos mais que parceiros, nós somos amigos, nós...
- Eu não perdoo traição.
- POR FAVOR! - ela berrou, mas era tarde demais, ele havia encostado a chama do isqueiro na barra da calça dela que começou a se alastrar rapidamente pelo seu corpo.
  Ryan se afastou e contemplou por breves segundos a dor de Victoria enquanto a mesma era consumida pelo fogo.
- ELE VAI SEQUESTRAR A BARBARA! ELE SABE QUE VOCÊ VAI ATRÁS DELA E VAI TE MATAR! - ela berrou.
- Obrigado, mas você precisa aprender que as coisas são no meu tempo; agora é tarde. - ele tragou seu cigarro e se virou caminhando em direção das escadas fazendo sinal para que eu fosse também.
   Fiquei estático por um tempo, todo meu corpo queria sair correndo dali, mas meus olhos brilhavam ao ver aquela chama, eu precisava fazer algo, mas... mas...
- Anda logo, caralho. - ouvi Ryan dizer atrás de mim e passar na minha frente, comecei a segui-lo.
- Eu ouvi a voz da Victoria, o que você fez com ela? - o tal do Chaz se aproximou de Ryan no primeiro instante em que pisamos no corredor.
- Um favor, sabia que além de você, ela tava transando com o Scarface?
   Eles estavam há uma proximidade extrema, o que me assustava.
- Você tá mentindo.
    Era possível ainda ouvir os gritos de Victoria. Levei as mãos à cabeça entrelaçando os dedos no cabelo, os gritos dela e a briga ao meu lado estavam me deixando perturbado.
- É verdade, Chaz, eu vi. - Barbara apareceu os afastando um do outro.
  E mais um grito de socorro.
- O QUE VOCÊ FEZ COM ELA?! - Chaz o empurrou.
- Tira a mão de mim, arrombado! - Ryan o empurrou de volta.
- Já chega! - Barbara os afastou de uma vez, não sei como conseguiu aquilo, ela era tão pequena. Mas de qualquer forma, superficialmente, ela transbordava força.
- EU ESTOU MORRENDO, CHARLES!!! - Victoria berrou.
   Chaz desviou de todos nós e desceu até o porão.
- Você viu aquilo lá embaixo? - Ryan se virou apontando o dedo no meu peito.
- Sim. - respondi ordinariamente. O olhar triste de Barbara me fitando atrás de seu namorado estava me incomodando.
- Eu faço pior que aquilo. Bem pior. Não tente pagar de esperto comigo.
- Ele nem faz nada, não vejo motivo pra...
- Cala a boca, eu não tô falando com você. - Ryan a cortou. Ela estava me defendendo ou falando a verdade?
   Barbara se afastou e sumiu de vista.
- Não vou tentar nada. Você disse que eu tenho que fazer o que você mandar, então eu vou fazer. - falei com os ombros encolhidos.
- Ótimo, ótimo. É assim que se fala.


Point of View - Chaz Somers 


  Desci as escadas rapidamente depois de trancar a porta atrás de mim e vi uma imensa chama no centro do porão. Quando me dei conta de que os gritos vinham dali, percebi que era Victoria que estava em chamas. Corri para o pequeno banheiro torcendo para que houvesse água e enchi impacientemente o balde que ficava embaixo da pia. Joguei sobre o corpo de Victoria e tirei a blusa de moletom batendo a mesma em suas pernas, foram questão de segundos para que o fogo se apagasse.
- Graças a Deus. - ela disse em tom quase inaudível. A tirei da cadeira e a fiz deitar a cabeça sobre minhas pernas. - Agora eu vou pro inferno.
- Para de falar coisas assim. Fique de olhos abertos, por favor, Tori.
- Um dia eles vão descobrir, Chaz... - a cabeça dela estava bambeando.
   Mesmo com a má iluminação do lugar pude enxergar as pernas dela em carne viva, os braços dilacerados com pequenos pedaços de pele fora do lugar, o rosto inchado de tanto apanhar e manchas pretas pelo resto do corpo. Não havia entrada de ar nenhuma aqui, era questão de minutos para que ela morresse e horas para que acontecesse o mesmo comigo.
- Cala a boca, fica parada e tenta ficar viva.
- Eles vão descobrir... Vão descobrir que você ama as pessoas, que se importa e que se o seu inimigo estivesse bem diante de você morrendo, tu ia ajudar...
- Eu fiz um juramento na faculdade.
- Eles não valem nada. Você é bom, Somers. Você é inteligente também, deveria tentar fugir pra bem longe deles, vai dar certo. Mas se você ficar, não deixe o Ryan contaminar o garoto.
- Justin?
- Ele é puro, ele acredita nas pessoas...
- Para de falar como se você fosse morrer.
- Tá doendo pra caramba. 
- Eu sei, eu sei. Eu só preciso esperar o Ryan sair pra te levar lá pra cima, eu vou cuidar de você. - falei guardando o celular no bolso depois de mandar mensagem para Za.
   Barbara é cruel feito o namorado e Khalil só está preocupado com dinheiro e sexo, faz tudo que Ryan manda, então não daria certo tentar algo para salvar Victoria com eles dois.
- Ei.
- Por favor, poupe suas energias.
- Você não ficou bravo comigo por saber que eu também tava transando com o Scar, né?
- Não. Você não é minha.
- Eu queria ser sua.
    Suspirei tentando encontrar ar.
- Eu estou morrendo em um lugar bom.
- Você está na sala de tortura do Ryan, isso não me parece bom.
- Estou morrendo nos seus braços, Chaz.
- Nós não temos tempo pra essa besteira, nós não demonstramos sentimentos e esse é o juramento do mundo do crime. Cala a boca, por favor, você não vai morrer. - falei a última frase pausadamente e de repente senti meu celular vibrar com uma mensagem de Za:
  "A barra tá limpa. Somers, se eu me ferrar por sua causa, eu arranco suas bolas."
   Guardei o celular no bolso e peguei Victoria no colo com cuidado. Deschaveei a porta e levei-a para o meu quarto deitando-a na cama.
   Tirei os pedaços de roupa que ainda estava sobre seu corpo e comecei a limpar os ferimentos enquanto ela gemia de dor.
- Você vai ficar bem, já vai passar, eu prometo.
- E quando o Scar me vir assim? Eu não quero que ele mate você.
- Se esconda dele.
- Se ele achar eu morri... - ela puxou o ar. - Vai vir atrás de vocês do mesmo jeito.
- Ou não. Eu acho que não.
- O que?
- Acho que ele não se importa.
- Igual Ryan não se importa com a Barbara?
   A conversa estava tomando um rumo lento, percebi que já havia a limpado completamente.
- Eu não sei...
- O que tem a Barbara? - tomei um susto ao ver a mesma parada na porta.
- V-você está aqui?
- Não, é um holograma, palhaço. O que tem eu, Chaz?
- Nada, a gente só...
- Barbie, eu odeio o seu namorado... - Victoria virou a cabeça para olhá-la.
   Barbara a analisou assustada por um segundo, mas não teve coragem de se aproximar.
- Ela não sabe o que está dizendo. - falei.
- Sei sim. E eu odeio ele.
- Você não vai fazer nada com ele. - Barbara disse firme. - E eu não sei porquê você está ajudando ela, Ryan vai te considerar um traíra e vai fazer pior contigo.
- Você pode por favor, não contar pra ele?
- O que eu ganho em troca?
- PARE DE SER TÃO MÁ PELO MENOS UMA VEZ NA VIDA! - gritei. Em cinco anos foi a primeira vez que gritei com Barbara, eu estava cansado dela.
- Você gritou comigo. - os olhos dela se encheram de lágrimas e de repente ela saiu correndo de lá.
- Porra. - suspirei.
- Ryan vive gritando com ela e quando ele finalmente dá um tempo, você faz isso. É claro que ela ia ficar magoada.
- Magoada? Ela é tão má comigo, sempre! Ela olha nos meus olhos e diz que está ansiosa pro Ryan me matar, ela é uma...
- Chaz. Vá falar com ela, se não for, ela contar ao Ryan que eu tô aqui. Não estou mais sentindo que estou morrendo, só está doendo muito. Já consigo respirar.
   Titubeei por um momento, eu não podia deixá-la assim.
- Se ele vir, vai me matar de uma vez... Eu não quero morrer.
- Fique aqui. - levantei saindo pela porta. Adentrei no quarto de Ryan e Barbara e a encontrei sentada na cama abraçando os joelhos, de costas pra mim.
- Babi? Eu posso te chamar assim?
    Ela não respondeu, apenas colocou as mãos abertas nas orelhas. Dei a volta e caminhei até sua frente. Tentei manter os olhos fixos em seu rosto, pois ela estava apenas de lingerie como sempre, seus seios estavam apertados entre os braços por conta do movimento e sua calcinha pequena estava bem enfia... Balancei a cabeça tentando me lembrar do que havia vindo fazer aqui e disse:
- Desculpa, eu não queria ter gritado com você.
- Eu não sou má, Chaz. Eu só não quero correr o risco de apanhar do Ryan sem ao menos ter ganhado algo em troca. 
- Para de chorar. - me atrevi a me inclinar e limpar algumas de suas lágrimas. Felizmente ela pareceu não se importar. - Me perdoa.
- Ele nunca pede perdão.
- Mas eu estou pedindo. - apontei para o próprio peito e ela ergueu o rosto para me olhar. - Porque eu me arrependi de ter gritado com você, vejo que ficou mal e não quero te ver chorar, Babi. Você sabe que eu sempre protegi e cuidei de você sem que o Ryan soubesse todas as vezes que ele te machucou igual fez com a Victoria. Eu também me arrisquei por você.
- Eu acho que te considero muito, Chaz. Acho que é o único além do... - ela limpou as lágrimas evitando dizer o nome. - que eu amo aqui dentro.
- Posso te dar um abraço? Pra reconciliação. - abri um sorriso esperançoso.
   Barbara ficou de joelhos na cama e eu me aproximei da mesma abraçando seu pequeno corpo. Ela me apertou forte, foi como se tudo que havia dentro dela estivesse sendo transmitido pra mim, Babi precisava mais que tudo de apenas um abraço.
- Eu sempre imaginei que seu abraço fosse bom assim.
- Se queria um, por que não pediu?
- Até meu namorado me nega abraços, achei que você negaria também. - ela me soltou, porém entrelaçou os dedos no meu cabelo me fazendo um carinho impedindo que nos afastássemos.
- Se você quiser outro, é só pedir. - fiz uma pausa e ri fraco. - Em segredo, é claro.
- Eu vou pedir, pode ter certeza. - Barbara abriu um sorriso enorme.
    Sorri como resposta analisando o sorriso dela, Babi nunca sorriu desse jeito. Acho que ela se contagiou com o mau humor do Ryan e quando está longe dele fica diferente, fica melhor, feliz.
- Nós não deveríamos estar tão pert... 
   Fui interrompido por um beijo. Um beijo da Barbara. Um beijo da mulher do meu chefe. E esse chefe não é nada menos do que um traficante vingativo. Era a pior coisa que eu poderia fazer aqui dentro, ele me mataria, mas eu estava pouco me importando com isso, pois a partir do momento em que Barbara arranhou minha nuca jogando o peso do corpo para trás fazendo-me ficar por cima dela, me julguei incapaz de resistir. E o beijo dela era bom pra caralho, eu não podia negar.
  As mãos dela passeavam pelo meu cabelo, rosto e pescoço e de uma forma estranha, apenas isso estava me deixando louco. Pra falar a verdade, eu acho que Barbara me provoca e me deixa louco há muito tempo. Já eu fui mais além, apertei a cintura dela removendo o pequeno espaço entre nós e afastei suas pernas para que pudesse me posicionar no meio delas. Barbara arqueou o corpo involuntariamente quando paramos o beijo fazendo sua intimidade se roçar na minha não me dando tempo para pensar se faria aquilo ou não. Desabotoei e abri o zíper da calça com uma mão enquanto abaixava a calcinha dela com a outra. 
   Eu queria fazer as duas coisas ao mesmo tempo: meter nela e beijá-la, pois esse beijo eu nunca vou esquecer. Eu sempre reparei que Babi era gostosa, mas provar disso é bem melhor. Ela me apressou e eu logo a penetrei. Entoquei uma, duas, três, quatro, várias vezes a observando lutar para que nenhum gemido saísse de sua boca, ela apertava os lençóis com tanta força que vi seus dedos ficarem brancos.
   Ouvimos um barulho que veio da sala e por estarmos "quase lá" nenhum dos dois quis parar, era questão de milésimos e aposto que não vamos ter uma outra chance de terminar isso.
- Que caralhos vocês acham que estão fazendo?!


Notas Finais


Eai, gostaram? E esse final? Quem acham que apareceu para empatar tudo? Hahahah até o próximo, babiess!


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