História Morphine - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Khalil Sharief, Lil Za, Ryan Butler
Tags Criminal, Drama, Psicose, Romance
Exibições 99
Palavras 3.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Ready For Pain



Point of View - Barbara Palvin


  Depois de pagar um boquete pro nojento e pervertido do Khalil, eu saí do quarto agindo como se nada tivesse acontecido, escovei os dentes várias vezes até meus olhos arderem com meu próprio hálito e voltei para a cozinha para lavar o que os meninos haviam sujado. Comecei a cantarolar uma música baixinho e quando dei por mim estava chorando, um milhão de sensações estavam brigando dentro do meu peito, pois eu relembrava do momento onde eu perdi a cabeça e beijei o Chaz deixando tudo evoluir para uma transa insana e a culpa por ter traído Ryan estava me sufocando, eu precisava me afastar deles ou de pelo menos de um dos dois. Mas quando é que Ryan dá um tempo e para de me sufocar? E sobre o Khalil? O que é que eu acabei de fazer?!
- Que droga! - gritei e ouvi a porta abrir fazendo as risadas ecoarem em cada pequeno cômodo. 
  Limpei as lágrimas rapidamente e fechei a torneira. Me virei para pegar um pano de prato para secar a louça e as sequei disfarçadamente quando os caras adentraram na cozinha e se sentaram.
- Ryan poderia ter esperado a gente chegar em casa pra poder beber essa lata de cerveja. - ouvi Za dizer.
- Por que você não fica quieto? Não sou eu quem mando nessa porra? - Ryan disse com a voz embargada, não deve ter bebido apenas uma lata.
- Eu vou pegar um pouco de água pra você, precisa ficar são. A gente tem coisa pra fazer, já estamos coçando o saco há muito tempo. - disse Chaz e eu logo vi o corpo dele estacionar ao lado do meu.
  Ignorei e terminando de secar o copo me inclinei para guardá-lo.
- Vou precisar dele. - Chaz disse baixo e se esticou; tirou o copo da minha mão analisando meu rosto. Assenti brevemente e continuei o que estava fazendo. - Estava chorando?
- Isso é da sua conta? - rebati em mesmo tom, sussurrando.
- É sim. O que aconteceu?
- Para de falar comigo. - falei entre dentes. 
- Podemos falar depois? Você sabe que o Khalil vai soltar o que viu.
- Não, ele não vai.
   Chaz franziu o cenho e perguntou em tom de preocupação o que eu havia feito.
- Isso também não é da sua conta.
- Você não se fodeu sozinha. Nos dois sentidos. - ele balançou a cabeça. 
- É? Não tinha reparado nisso até agora, obrigada por me contar.
- Barbara.
- Já chega! - gritei atirando o copo que tinha em mãos no chão. 
- O que tá pegando?! - Ryan gritou parando na frente do Charles com os punhos cerrados. 
- Nada. - ele respondeu imediatamente. 
- Você estava aborrecendo ela? E escuta, eu não te quero tão perto assim da Barbara. - Ryan enfiou o dedo no peito dele.
  Fechei os olhos, mordi o lábio prendendo o ar e corri para o quarto me deitando na cama encolhida. Eu não podia chorar de novo por mais que aquela dor tenha engasgado em minha garganta novamente. Respirei fundo e fechei os olhos tentando ficar calma enquanto tremia os lábios de desespero e de frio.
- Ei. - ouvi a voz de Ryan e levei um susto ao vê-lo em cima de mim.
  Forcei um sorriso e acariciei o rosto dele que repousou a mão sobre a minha e me deu um beijo.
- Eu quero te foder a tarde toda. - ele começou a distribuir beijos pelo meu pescoço enquanto alisava o outro lado. Eu já deveria desconfiar.
- Você tá chapado, não vai aguentar...
- Tá querendo dizer o que? - ele apertou meu seio com força e os fitou lambendo os lábios.
- Que eu vou te ajudar com isso. - falei decidida a provar à mim mesma de que eu não o trairia nunca mais, eu queria senti-lo para esquecer de Chaz, queria pedir perdão mesmo que ele não soubesse do meu erro...


Point of View - Chaz Somers


  Depois que Barbara saiu da cozinha, Ryan surtou insistindo para que eu disesse sobre o que eu e ela estávamos falando, mas eu fiquei quieto, me calei enquanto ouvia ele falar do papo do "não quero você perto da minha mulher" igual faz com todo mundo. Za é tão vacilão que até se retirou e voltou um tempo depois de Ryan sair.
- E ai? - ele perguntou.
- Deixa pra lá. 
- Bro, tem alguma coisa acontecendo e o Khalil sabe, não é?
- Não, não tem nada.
- Você não me engana igual engana o Ryan e se eu pedir, Khalil vai me contar, você sabe que ele aumenta as coisas.
- Se você ama a sua vida, fica fora disso.
- Tá me ameaçando?
- Estou te ameaçando pelo Ryan, se depois ele descobrir que você sabe e não contou...
- Tá, tá bom. Vamos mudar de assunto, eu amo a minha vida. Nós precisamos planejar outro roubo, gastamos até o último centavo comprando bebida pra encher a geladeira.
- Chama o Ryan e vê se acha o Khalil.
- Khalil posso até tentar, mas o Ryan...
- O que tem?
- A Barbara tá lá no quarto quicando nele.
- Porta aberta de novo?
- De novo. - ele fez cara de tédio. - A gente já deveria estar acostumado. 
- Não tem como se acostumar com pornô selvagem ao vivo por pelo menos duas vezes ao dia.
- Pois é... - ele disse vago e eu fiquei fitando o nada.
   No meio da conversa comecei a viajar e pensei em ligar para Victoria, eu já havia a deixado em sua casa porque não é uma boa ideia provocar o Ryan fazendo-o respirar o mesmo ar que ela. Ela ainda não estava bem, mas Cassandra, Beatrice e Amber disseram que cuidariam dela. Bom, aposto que o Scarface vai ajudar, mas eu vou fingir que não me importo e me preocupar apenas em avisar os outros quando ele resolver se vingar. Talvez eu não me importe de verdade mesmo, a minha mente continua confusa, focada unicamente na Barbara, eu quero saber o que ela fez para Khalil jurar segredo, coisa boa que não é, ele não é flor que se cheire.
Za e eu ficamos conversando sobre coisas inúteis por um bom tempo, isso estava me entediando e ficar sem fazer nada em relação à tudo que estava acontecendo me deixava agoniado, o fato era que se Khalil resolvesse abrir a boca eu ia simplesmente morrer.
   Por falar nele, ele apareceu passando pela sala de fininho.
- Você tá destruído! - Za comentou.
- Droga. - Khalil comentou e caminhou até aqui. 
- Você tá fedendo a álcool, perfume de vadia e tá com a cara manchada de batom. 
- Não é só a cara.
- Tá, ninguém quer saber. - falei automaticamente.
- Vai ficar com a cara virada pra mim até quando? Eu tava brincando e não vou fazer mais. - Khalil ficou sério de repente enquanto esfregava a mão no rosto.
- Acha mesmo que tem graça? 
- E a culpa foi sua, deveria agradecer por ter sido eu que vi e não o Ryan, foi por pouco.
- Viu o que? - Za perguntou.
- Nad...
- Ele comeu a Barbara.
- CARALHO! - gritei batendo as mãos no balcão. - VOCÊ NÃO CONSEGUE FICAR COM ESSA LÍNGUA DENTRO DA BOCA, SHARIEFF?!
- Como é que é? Chaz, v-você... Ch-Charles! Qual é a porra do seu problema? - Za perguntou pausadamente.
- Aconteceu. Era isso que eu não queria que você soubesse. - falei quase rosnando sem tirar os olhos do Khalil.
- Você tá fudido! - Za se afastou. - MUITO FUDIDO!
- EU JÁ SEI, CARALHO!
- Até demais. - Khalil disse dando risada.
- EU VOU TE MATAR! - fui pra cima dele agarrando-o pela gola da camiseta.
- Ou! Parou! - Za tentou nos afastar.
- Bate. Bate pra você ver se eu não conto. - Khalil acertou dois tapas no próprio rosto. 
   O soltei com ódio, é bem o tipo dele ficar fazendo chantagem. Eu estava com vontade de esmurrar a cara dele até matá-lo.
- Khalil, vai ter que guardar segredo, cara. - disse Za.
- Não vou nada.
- Que segredo? E caralho, vocês podem parar de gritar? - Ryan apareceu de repente na cozinha e eu gelei.
- Pelo jeito a foda foi boa. - disse Za tentando quebrar o gelo. Ryan estava com o cabelo todo espetado, apenas de cueca e com o corpo marcado por arranhões recentes.
- Foi sim, mas isso não é da sua conta. Que segredo?
- Não tem segredo. - falei.
- Como assim não tem segredo? Eu ouvi claramente e todo mundo sabe que aqui dentro não tem segredo. É bom vocês contarem antes que eu descubra. Qual é a porra do segredo?
   Za e Khalil começaram a se entreolhar e eu apertei os olhos.
- A minha paciência tá esgotando. - Ryan dizia com calma. Uma falsa calma e todo mundo sabia que esse tom era pior do que ouvi-lo berrar de ódio.
- O segredo é que um de nós é viado, vai ter que descobrir qual. - disse Khalil. A estupidez dele me assusta, mas pelo menos ele inventou alguma coisa.
- O Charles, é óbvio. 
   "Eu fodi a sua mina, desgraçado." pensei.
- Acertou! - Za e Khalil começaram a dar risada e eu não pude falar nada.
- Explique-se. - Ryan olhou diretamente pra mim me deixando completamente nervoso e como se não fosse o bastante, Barbara saiu do quarto e caminhou lentamente até aqui apenas de calcinha e uma regata branca, dava pra ver que estava sem sutiã e caralho, ver ela completamente nua deve ser meu sonho.
- Ele tá em choque porquê você descobriu. - disse Za.
- A-ahn... É... É mentira! Eu não lembro o que falei e eles entenderam errado e começaram a zoar. Você sabe como esses dois patetas fazem drama pra tudo. - falei. 
  Ryan deu risada e pegou da mão da Barbara um maço de cigarro e isqueiro.
- Valeu. - ele disse acendendo um e ela sumiu atrás dele abraçando sua cintura. - Não vou voltar a roubar o mercadinho da esquina assim como fazia quando tinha 13 anos pra conseguir cigarro, a gente precisa de grana logo, gastamos tudo hoje.
- Era sobre isso que a gente tava falando. - disse Za.
- A gente podia assaltar um posto de gasolina e explodir tudo, seria louco! - disse Khalil, ouvir a voz dele combinada com toda idiotice que fala estava me irritando.
- Você não desiste mesmo dessa ideia, né? - Za perguntou.
- A gente podia assaltar uma stripper enquanto ela volta pra casa. Essas desgraçadas ganham uns dois mil por noite. Tem um clube aqui perto. - disse Barbara.
   Ryan, Za, Khalil e eu nos entreolhamos brevemente e Ryan raspou a garganta perguntando:
- Como é que você sabe disso?
- Eu não sei. Mas se tivesse que escolher um outro caminho errado pra seguir, eu seria stripper, já ouvi falar que dá dinheiro pra caramba.
- É uma boa ideia, mas como vamos fazer pra saber quando elas saem do clube? A maioria dorme lá sempre. - eu disse.
- Ah! Foi só uma ideia.
- Bieber. - disse Ryan.
- Que? - perguntamos juntos.
- O pirralhinho. A mesada do bebêzão deve ser alta. 
- Como é que a gente não pensou nisso antes? - Za perguntou, revirei os olhos, pois isso só dá mais brecha pro Ryan se achar mais. 
- Vocês são otários. 
- Mas e a stripper? A gente podia roubar ela, sequestrar, foder e depois matar, ainda prefiro essa ideia. - disse Khalil.
- Ninguém liga pra você. - Ryan disse simplesmente. - Alguém liga pro garoto e pede pra ele trazer dinheiro.
- Eu ligo. - disse Za se retirando. 
- Chega de me alisar, caralho! - Ryan tirou o cigarro da boca e encostou a ponta acesa na mão da Barbara.
   Ela gritou e se afastou. 
- Vai se fuder, filho da puta!
- Fala direito comigo! - ele gritou de volta.
    Suspirei saindo da cozinha e Khalil logo me acompanhou, se até eu já estou de saco cheio de ver Ryan maltratar a Barbara desse jeito, quem dirá ela? Eu queria poder fazer alguma coisa. 


Point of View - Barbara Palvin


- Isso doeu, Ry. - alisei a minha mão. 
- Para de choramingar feito uma vadia! Se disser mais alguma coisa hoje eu vou arrancar todos os seus dentes.
- Para de ser assim por nada! Eu estava fazendo carinho em você! - gritei.
- Eu não pedi.
- Eu te odeio. - soltei automaticamente. 
- Não odeia! - ele gritou perto do meu rosto e eu fechei os olhos tentando manter a calma para não chorar.
- Você não ia suportar se eu te odiasse de verdade, não é mesmo? - dei uma risadinha falsa.
- Eu acho engraçado quando você diz que não consigo viver sem você. Me poupe, Barbara.
   Meus olhos marejaram instantaneamente. 
- E te ver chorar é mais engraçado ainda. - ele disse tocando a ponta do cigarro acesa em meu colo a cada palavra enquanto eu tentava sem sucesso fazê-lo parar, era inútil medir força com Ryan.
- PARA!
- ABAIXA O TOM COMIGO, PALVIN! - ele me acertou um tapa na cara e eu saí correndo tentando fugir. 
   Antes de conseguir passar pela sala, Ryan me segurou pelo braço e me jogou no sofá com um punho fechado.
- Me mata. 
- O que? - ele me puxou novamente pelo braço, amava fazer isso como se eu fosse apenas uma boneca inflável que não sentia dor. - Para de falar essas merdas, desgraçada! Você nunca vai fugir de mim!
- Ah, é? Vamos ver.
- Tá me desafiando? - ele franziu o cenho.
- Eu tô te prometendo. - mesmo com lágrimas nos olhos tentei manter a voz firme.
- Eu vou esperar sentado. - ele deu um sorrisinho. 
- Não duvide de mim.
- É pra eu ter medo? Você não é nada, Barbara! Me diz alguma coisa que sabe fazer sem mim. Você sabe que não tem como escapar, eu reviro o Canadá inteiro pra te achar e não queira saber o que eu vou fazer quando te encontrar. 
- Não vai fazer nada.
   Vi o rosto de Ryan ficar vermelho, ele estava explodindo de raiva, mas por algum motivo, provocá-lo estava me animando.
- Repete pra ver se eu não começo agora mesmo.
- Você não vai fazer nada. - falei pausadamente. 
   Ryan soltou aquela risada de doente de sempre e começou a me arrastar pelo braço para o porão.
- Acha que eu ainda tenho medo de ficar sozinha no escuro?
   Ele abriu a porta e me empurrou escada abaixo. Ao chegar no chão eu senti uma dor insuportável no tornozelo.
- Eu sei que não. Mas tem medo de ficar sozinha no escuro comigo. - ele disse descendo as escadas tranquilamente.
- Desculpa, eu não queria ter falado nada daquilo. Desculpa, desculpa! - falei finalmente deixando transparecer todo meu desespero.
- Desculpa é o caralho. - ele segurou meu pulso e começou a me arrastar no chão sem aviso prévio, por isso não consegui levantar e com o tornozelo doendo desse jeito acho que nem conseguiria.
   Por conta dos azulejos do chão quebrados, a cada centímetro sentia cortes se abrirem em minhas coxas.
- Por favor, não me deixa aqui, eu tenho medo.
- Onde está a Barbara durona que falava lá em cima? - ele perguntou colocando-me sentada próxima à barra de ferro que havia na parede.
- Onde está o Ryan que me amava há anos atrás?
   Ele balançou a cabeça negativamente caminhando em direção do banheiro minúsculo ali e voltou com uma fita silver em mãos. Eu não me movi, sabia que seria bem pior.
- Outra coisa que acho engraçado em você, acreditar que o amor existe. 
- E te suportar por tanto tempo fazendo o que faz comigo é o que? Você sabe que existe, Ry...
   Ele cortou um pedaço de fita nos dentes e colocou na minha boca. Levei a mão até a boca para arrancá-la, mas ele segurou meu braço prendendo-me pelo pulso a barra e logo fez o mesmo com o outro me deixando sentada ali e de braços abertos.
- Agora eu posso acabar com voc...
- Chefe, o pirralho chegou! - ouvi a voz de Khalil. 
- Eu tô no porão. Manda ele vir aqui. Sozinho! - Ryan gritou de volta. - Por que você tá chorando, vagabunda? Eu nem comecei a socar a sua cara ainda.
   Vi Justin descer as escadas timidamente e ao ouvir seus passos, Ryan se virou perguntando:
- Trouxe o que eu pedi?
   O garoto balançou a cabeça que sim.
- Não tem boca pra falar, caralho?
- Sim. - ele colocou a mão no bolso tirando um bolo de dinheiro do mesmo.
- É bom mesmo. - Ryan arrancou das mãos dele e atirou em qualquer lugar. 
- O-o que você tá fazendo com ela?
- Ela disse umas coisas pra mim e eu não gostei, vou ensinar a nunca mais fazer isso.
- Como?
   Ryan revirou os olhos de tédio.
- Vou bater nela.
- Mas ela já tá machucada. - o garoto dizia baixo.
- Não é o suficiente pra mim.
   Além de não entender o motivo de Justin estar aparentemente me defendendo - e muito menos ter criado coragem para confrontá-lo -, não entendi porquê Ryan tinha tanta paciência com ele.
- E você vai me ajudar, pirralho.
- E-eu não posso fazer isso.
- Você tem mesmo cara de quem nunca bateu em ninguém, mas esse é só o começo das coisas que vou te ensinar. Anda, dá um soco na cara dela.
   Olhei para Justin como se suplicasse com o olhar para que ele não fizesse aquilo.
- O-o que? E-eu... Não!
- Ninguém diz não pra mim. - Ryan se virou para olhá-lo.
- É que... eu nunca bati em alguém, você estava certo. - Justin parecia enrolá-lo, nunca pensei que o garoto fosse capaz disso.
- É mais fácil do que você pensa. Olha só pro tamanho dela e ainda tá amarrada, anda logo.
   O garoto ficou imóvel, o silêncio irritou Ryan.
- Vê se aprende. - ele o olhou e se aproximou acertando um soco no meu rosto.
   A força de Ryan parece triplicar quando ele está com raiva, senti meu maxilar adormecer e logo o gosto de sangue inundou a minha boca. Abaixei a cabeça com a mesma meio bamba, já não conseguia mais mantê-la no lugar.
- Bieber, te dou dois segundos. - Ryan o empurrou para perto de mim depois de estralar os dedos.
- Eu não posso, desculpa. - o garoto disse firme, mas era como eu, não tinha coragem de olhar nos olhos de Ryan para falar.
- Você tá tirando com a minha cara? Se não dar um soco na cara da Barbara, vou te colocar no lugar dela, você que sabe, filho da puta.
- Tô pronto. - Justin girou o corpo estendendo os braços com os pulsos unidos para Ryan.


Notas Finais


Eaiiiii, o que acharam?
GENTE POR FAVOR ME AJUDEM, pois eu estou com um leve bloqueio de criatividade e se vocês tiverem alguma ideia em relação à vida do Chaz, Barbara, Khalil, Za e Ryan compartilhem comigo! Estou falando sobre como podem ser os assaltos, rachas ou qualquer outra coisa! É uma fic criminal e eu to precisando focar um pouquinho mais nisso, se puderem ajudar ficarei grata. Beijinhos e até a próxima xx


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