História Morphine - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Khalil Sharief, Lil Za, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Criminal, Drama, Morphine, Psicose, Romance, Violencia
Exibições 469
Palavras 3.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, babies! Tudo bem? Queria avisar que alterei algumas coisinhas do capítulo anterior, nada que diz respeito ao enredo então não fará muita diferença se não quiserem ler, eu só descrevi melhor a briga da Barbara e do Ryan, a parte do tribunal e o momento em que ela está na cadeia. É isso, aqui está mais um capítulo, espero que gostem <3

Capítulo 2 - Troublemaker


Point of View - Barbara Palvin


 

    Acordei ainda sentindo meus olhos pesarem, acho que preciso de uns meses dormindo para me recuperar. Minha cabeça dava indícios de que ia explodir a qualquer momento e tudo o que eu mais queria era engolir uma aspirina. Me levantei com dificuldade, acho que a dor da porrada que levei de Cohen com o cassetete e a surra que Ryan me deu não vai passar nunca.
- VOCÊS VÃO FAZER O QUE EU MANDAR! - ouvi Ryan esbravejar provavelmente socando sua mesa pelo barulho que ecoou.
    Levantei, coloquei de qualquer jeito sobre a lingerie uma blusa larga que deixava um dos ombros nus e abri a porta seguindo as vozes que vinham do que chamamos de escritório.

    Parece que eles sofreram sem mim durante esse tempo, a casa estava destruída. Garrafas de cerveja tombadas em cima da mesa de centro da sala, bitucas de cigarro nos vãos do sofá, pinos vazios de cocaína e o pior de tudo era o cheiro que esse lugar exalava. Eles mataram alguém e esconderam embaixo do tapete? 
- Só estou querendo dizer que... - ouvi a voz de Khalil. Normalmente ele só abre a boca pra falar merda.
- Primeiro, não te dei permissão pra falar e não vejo solução melhor que essa.
     Fui para a cozinha e abri as gavetas até encontrar um comprimido para dor. Achei uma cartela dos mesmos e engoli dois de uma vez após encher na torneira um copo com água.
- NÃO É ISSO! - Ryan gritou mais uma vez.
     Caminhei até o escritório e abri a porta com cuidado. Todos olharam brevemente para mim e voltaram a se focar, logo em seguida, no chefe que estava claramente alterado; não sei porquê esse assalto à casa dos Bieber o estressa tanto. Me aproximei de Ryan e ele alisou minha coxa rapidamente.
- Perdi muita coisa? - perguntei me posicionando atrás de sua cadeira abraçando seu pescoço.
- Não. - ele respondeu grosso e deu uma tragada em seu cigarro olhando para o lado soltando a fumaça na minha cara - Você não vai fazer nada além de ficar do meu lado amanhã.
      Concordei de mau grado.
- Algum problema?
     Me afastei dele e fiquei em pé ao lado dos meninos.
- Sim! Por que vou ficar do seu lado?
- Porque eu tô mandando.
- Depois vai ficar jogando na minha cara se der errado, é você quem está com esse fogo todo pra mudar tudo de última hora.
- Cala essa boca! - ele gritou se levantando - Nada vai dar errado! Eu não estaria fazendo isso se você não tivesse cometido a burrada de ter sido pega no último assalto.
   Dei de ombros irritada.
- Chaz vai ficar dentro do carro e Khalil e Za vão entrar na casa comigo e com a Barbara. O que não tá no banco eles guardam num cofre que fica no porão. Não pretendemos matar ninguém, mas se algo que faça os vizinhos perceberem o primeiro a morrer vai ser Justin Bieber, o filho deles. Agora sim, alguém quer fazer alguma pergunta ou intervenção? Que não seja idiota porque estamos falando disso há seis meses. - Ryan disse colocando a arma sobre a mesa intimidando todo mundo.
- Só quero que você me diga o porquê de tudo isso. - desafiei.
     Chaz passou a mão no rosto, Za levou as mãos à cabeça e Khalil ficou me olhando como se eu tivesse falado algo que me deixava a um passo da morte.
- Quer parar de agir como uma vadia ingrata? Estou fazendo isso pra te proteger, você vai ficar do meu lado amanhã e fim de papo.
- Você não precisaria estar me protegendo agora se tivesse feito isso antes ou quem sabe um plano bem feito no último assalto.
- A CULPA FOI SUA, PORRA! - Ryan passou a mão na mesa derrubando tudo que estava sobre ela. Dois copos de vidro logo estilhaçaram ao se chocarem contra o chão.
- EU TOMEI UM TIRO DOS POLICIAIS! VOCÊ OLHOU PRA TRÁS, ME VIU CAÍDA E SAIU CORRENDO!
- Foi de raspão, eu achei que não tinha pegado e que você me acompanharia. - ele disse forçando uma voz de culpa.
- Tudo bem, pessoal, nós erramos. Deu errado na última vez, foi só uma vez! Quantos assaltos bem sucedidos já tivemos? Fiquem de boa. - disse Za.
- Ele tá certo. - disse Khalil.
- Não é você quem deve achar que ele está certo ou não. - disse Ryan.
- Tá. - falei dando fim ao assunto - Você que manda nessa merda, vamos prosseguir com o seu plano e ver no que vai dar, mas isso não é me proteger, eu só queria que você confiasse mais em mim.
     Ryan murmurou alguma coisa e voltou a se sentar. Respirei fundo tentando ficar de boca fechada. Ele está colocando Khalil no meu lugar e eu tenho certeza de que coisa boa não vai sair, mas se ele acha, tudo bem, espero que quebre a cara. Ou não, pois se um se ferra todos vão pro mesmo saco. Eu vou provar pro Ryan que não sou a lesada que ele pensa.
- Ótimo. As chaves da casa, a senha do cofre... Tudo pronto?
- Sim, cara. Fica frio. - Za assentiu com a cabeça.
- Vai cuidar dela pra mim. - Ryan disse ao Chaz e logo caminhei até a porta saindo com o mesmo.
- Só eu tenho a impressão de que ele não nos queria mais lá? - perguntei baixo.
- Acho que ele tentou disfarçar bem. - Chaz riu divertido - O que aconteceu com seu braço?
- Arrancaram a minha tatuagem. Literalmente. - respondi e sentei no balcão da cozinha observando ele pegar as coisas que precisava.
- Entendi. - ele riu pelo nariz.
- Não tem graça, tá doendo.
- Você já passou por coisas piores, não aja como mocinha. - Chaz tirou o pedaço de pano que Ryan havia enrolado em meu braço com cuidado e eu gemi de dor.
- Wow, tá bem feio.
- Eu não vou olhar. - falei tentando me concentrar na cara dele, meu braço formigava de tanta dor - Você e os outros também têm a mesma tatuagem.
- Mas ainda bem que não fomos pegos pela polícia ainda. - Chaz disse zombando.
- Eu sei que a tatuagem significa que matamos os tiras, mas eu agi feito uma chorona enquanto elas riam de mim e passavam a lâmina dizendo que eu nunca mais faria isso. Pelo menos o Khalil matou uma delas, você tinha que ver! O sangue dela alagou o chão do banhei... Ai!
- Desculpe. - Chaz respondeu tirando o dedo do meu braço - Toma. - e me entregou o pedaço que pano que antes estava enrolado no mesmo.
- Pra quê isso?
- Não quero te assustar, mas vai arder um pouco.
      Respirei fundo e mordi o pano. Chaz segurou meu pulso com firmeza fazendo-me esticar o braço e molhou a carne viva com uma boa quantidade de álcool, o que me fez sentir ardência em todo corpo.
- Shh, sh, sh! - ele disse quase implorando.
      Bati violentamente os calcanhares no armário ao sentir Chaz cutucar a ferida mais uma vez para passar um outro líquido transparente antes de enfaixar decentemente com uma faixa branca que tinha um cheiro estranho.
     Soltei todo ar que estava prendendo e fechei os olhos com a respiração descompassada.
- Obrigada, daddy. - falei sorrindo.
- Cala a boca! Se o Ryan te ouvir me chamando assim vai pensar merda!
- Mas você é o papai de todo mundo aqui, você cuida da gente, não é mesmo? - fiz uma pausa - E me mandou calar a boca? Vou falar pro chefinho.
- Barbara, é brincadeira! - ele tentou se explicar desesperado.
- Você é tão otário. - o puxei para perto abraçando sua cintura com as pernas e segurei na gola de sua camiseta. Passei minhas mãos em sua nuca e ele arrepiou.
     Eu só queria brincar com Chaz, ele se borra de medo do Ryan e só tá no nosso meio por conta de sua inteligência fora do comum e porquê ele fazia enfermagem antes de vir morar com a gente. Eu jamais sentiria algum tipo de atração por ele, é broxante.
     Senti o corpo dele tremer e seus olhos se arregalaram.
- Sai daqui. - o empurrei e desci do balcão o deixando ali com cara de assustado.
     Deitei no sofá da sala de bruços deixando o braço machucado livre e liguei a televisão numa emissora de notícias. Quanta besteira.
- Já tá afim de dar? - ouvi Ryan perguntar por conta da minha posição.
- Quem sabe? - respondi rindo e sentei.
     Ele se jogou ao meu lado e sentei em seu colo.
- Você não acha que deveria deixar os caras trazerem prostitutas aqui todos os dias? - tirei o cigarro de sua boca e dei uma tragada.
- Por que tá falando disso? O que o Charles fez? - Ryan apertou minha cintura.
- Só tô falando. - apaguei o cigarro e joguei a bituca em qualquer lugar.
- Você é encrenqueira. Sei que ele não fez nada, eu confio no nosso papaizinho.
     Dei risada e disse:
- Você é um porre!
- E você gosta de ver os outros sendo torturados, mas quando é você...
- Eu gosto mais ainda! - tombei a cabeça para trás balançando os cabelos.
      Ryan os agarrou e guiou meus lábios até os seus. Não consigo me lembrar da última vez que ele me beijou com amor, com sentimento de verdade, mas eu nem ligo pra isso. Ele mentiu no começo fingindo ser bom e agora conseguiu me contaminar sendo o que é.
- Duas semanas sem você foi a pior tortura de todas. - Ryan me pegou no colo, começou a caminhar até o quarto e me jogou na cama. As coisas até rolariam na sala, mas Za e Khalil aparecem sempre na melhor parte, parece que são surdos e não escutam os "alertas" para que fiquem em outro lugar.
- Tava com saudade? - toquei em seu queixo fazendo-o desviar a atenção dos meus seios para o meu rosto.
- Você nem imagina o quanto. - ele avançou para tirar minha blusa, mas impedi segurando na barra da mesma.
- O que foi?
- Nada. Deita aí, eu quero fazer isso. - inverti as posições dando uma boa rebolada em cima de seu membro.
- Não reclama quando disser que sinto vontade de te matar. - ele sorriu malicioso cruzando os braços atrás do pescoço esperando meu showzinho começar.

 

[...]


 

    Acordei quase incapaz de me mexer e olhei no relógio. Espreguicei-me e ouvi a maior parte dos meus ossos estralarem.
- Ry? - acariciei seu rosto.
- O que foi? - ele me fez tirar a mão com brutalidade.
- Já é meia noite.
- Não mente. O que você quer, caralho?
- Não tô mentindo. - levantei e acendi a luz.
     Ele murmurou um palavrão e colocou a mão no rosto. Vesti minha roupa de sempre: calça preta assim como jaqueta e bota de cano baixo. Lavei o rosto e cobri com maquiagem as marcas que Ryan havia me deixado por conta da surra assim que pisamos o pé aqui.
     Saí do banheiro e ele estava vestido da mesma forma que eu prendendo a arma no cós.
- Eu vou acordar os outros. - falei saindo do quarto, mas eles estavam na sala esperando - Parece que Ryan e eu somos os únicos irresponsáveis.
- Cala essa boca. - Ryan disse atrás de mim - Vamos logo.
    Ele me olhou com ódio e pegou a chave do carro entregando ao Chaz.
    Fui atrás com Khalil e Za. O caminho foi silencioso, a casa dos Bieber não ficava muito longe. Não havia nem sinal de uma alma vivente nas ruas. Eu ainda estava com a ideia de que tudo poderia ir por água abaixo na cabeça, mas preferi deixar isso de lado, nada faria Ryan mudar a dele, vou ficar na minha e fingir que estou grata pela forma estranha de como ele sempre tenta me proteger privando-me até mesmo de respirar, ele é imutável, já faz oito anos que é assim.

  Chaz parou o carro e Za desceu primeiro; colocou silenciosamente a senha para que o portão fosse aberto. Ryan deu ordem para que Khalil e eu também saíssemos e segurou minha mão, ele está pensando mesmo que sou uma retardada que não sabe fazer as coisas direito. Entramos de costas para as câmeras de segurança e logo Ryan e eu corremos para desligar toda energia da casa. Felizmente foi imperceptível, pois apenas as luzes que iluminavam as piscinas e a jacuzzi estavam ligadas.
  Khalil e Za escalaram pela escada lateral da casa até chegarem no andar onde o porão ficava e quebraram a janela com um soco, ainda bem que haviam trago luvas. Ryan me puxou para que entrássemos pela porta da frente revelando senhor e senhora Bieber assistindo algo no notebook abraçados. Pessoas honestas fazendo coisas inocentes que conseguiram pelo seu próprio esforço. Não é preciso ser nenhum adivinhador para perceber que se amam. Por um momento fiquei imaginando se Ryan e eu tínhamos alguma chance de sermos assim um dia. Ele parou de andar e apertou minha mão para que eu fizesse o mesmo; obedeci prontamente e ficamos observando os dois por um longo minuto, não fazia ideia do que Ry estava esperando. 
- O filme parou. Carregando? O que aconteceu? - Jeremy perguntou.
- Desligamos a energia. - Ryan respondeu e os eles pularam de susto levantando do sofá.
- Q-quem são vocês?! - a velha perguntou.
- Viemos fazer vocês ficarem quietos enquanto os outros integrantes da nossa quadrilha roubam a casa. - ele uniu as mãos numa atitude sarcástica.
  Eu amava tudo em Ryan, mas sua ironia era uma coisa que me atraía de forma sobrenatural.
- Justin! - Pattie pareceu se lembrar do amado filho e correu para a escada.
    Fiz o mesmo impedindo sua passagem derrubando-a no chão com um tiro no ombro. Pode ter parecido meio exagerado, mas encontrei o olhar de Ryan que não demonstrava reprovação e sorri. Ele ficou de braços cruzados mesmo vendo Jeremy correr para socorrer a esposa, senti um mix de felicidade, ele já me achava capaz de cuidar de tudo sozinha.
- Aguenta mais três minutos, senhora Bieber, já estamos indo embora. - falei.
- VOCÊ É LOUCA! NÓS NÃO FIZEMOS NADA, LEVEM O DINHEIRO E VÃO EMBORA!
- Fica frio, Jeremy. Já levei quatro tiros e estou aqui viva e rindo de você.
- Pai? Mãe? - ouvi uma voz rouca e baixa perguntar e no pé da escada estava o filho deles. Era um loirinho com cara de enjoado.
  Ouvi um estrondo alto vindo do porão e o celular de Ryan tocar. Ele logo saiu correndo; eu avisei que deixar o Khalil fazer algo sozinho com Za ia dar errado.
- Fica aí mesmo. - apontei a arma para o garoto.
- Justin, não... - Jeremy começou, mas seu filho desobediente logo começou a descer os degraus e eu atirei no corrimão para assustá-lo.
- Você quer morrer, pirralho?! - perguntei com ódio segurando em seu braço e o jogando violentamente para longe de seus pais. Ele caiu sentado no tapete que havia no meio da sala.
- Você atirou na minha mãe! Por favor, para! - ele implorou em meio à lágrimas.
- É uma pena eu não me comover com nada. - fiz bico tentando imitar a expressão ridícula dele.
     Vi que Justin direcionou o olhar para seus pais e Jeremy estava "disfarçadamente" passando mensagem para alguém. Atirei certeiramente no celular em suas mãos e a bala atravessou o aparelho pegando na barriga do velho. Justin se assustou com o barulho e começou a chorar mais alto implorando que eu parasse ao ver o pai deitado no chão ao lado da mãe.
- Eu só quero o seu dinheiro, garotinho. Seus pais que quiseram tornar tudo mais difícil ao me desobedecer.
- Não os mate, por favor...
- Para de chorar. Isso está me irritando, que porra!
- Por favor...
- VOCÊ VAI CALAR A BOCA OU NÃO?! - encostei o cano da pistola em sua cabeça.
      Ele engoliu o choro com cara de desesperado.
- É bom mesmo. - ri pelo nariz e mexi no cabelo dele com a arma - Então, nós podemos conversar para passar o tempo. Sobre o que querem falar? Aliás, passou na TV a minha fuga da prisão ontem? Foi louco, vocês viram?!
- Por favor, não atire nele. - Pattie implorou.
- É o único filho de vocês? Parece que não, não é mesmo, Jeremy? Você tem mais dois, o nome deles começam com "J" também, não me lembro muito bem. Qual que é? Você gosta de meter ali e aqui e depois volta e...? Fica tranquila, Pattie, se eu matar seu bebêzinho Jeremy faz outro em você, não parece difícil reproduzir uma desgraça dessas.
     Fiquei observando a cara de todos eles de apavorados, isso estava me entediando.
- Quantos anos o bebêzinho tem? - perguntei e obtive o choro abafado de Justin como resposta - Caralho, você é um bebê mesmo, não para de chorar! Me responde quando eu te perguntar alguma coisa, filho da puta!
     Lhe acertei um chute na coxa e ele disse alto:
- Dezessete!
    Ouvi o assobio de Ryan anunciando o final do assalto e sorri para Justin.
- Vou te dar motivo pra chorar agora, garotinho. - aproximei-me de seus pais e puxei o gatilho várias vezes disparando mais de quinze tiros. A velha ficou irreconhecível de tanta bala que enfiei na cara dela. Ri da cena, o sangue dos dois se misturava numa poça de vermelho vívido sobre o chão de madeira polida.
    Quando terminei de matá-los e me divertir com isso, dei um sorrisinho para o único Bieber sobrevivente, joguei um beijo por cima do ombro e saí andando tranquilamente depois de contemplar suas lágrimas e seu semblante que transbordava dor.


Notas Finais


E ai, o que acharam? O que será que vai acontecer agora? Me contem!
Até agora está tudo programado para que eu poste toda sexta, mas qualquer coisa aviso vocês! xx


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