História Morto, mas estou vivo - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Angst, Namjoon, Vhope, Yoonmin
Exibições 23
Palavras 729
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drabble, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Já peço desculpas antecipadamente

Boa leitura!

Capítulo 18 - Eu te amo


Estavam no mesmo jardim que fora criado para um momento de paz entre a Vida e a Morte; agora eles tinham a companhia de um terceiro ser, não que isso fosse um incomodo, só era novo; estavam sentados perto de um rio, Hoseok colhia flores enquanto o Min e o Park se encostavam em uma árvore, um próximo do outro, sentindo cócegas à medida que as faíscas saíam de si, ao repelir o mínimo toque de seus dedos mindinhos. Era reconfortante ficar daquele jeito, mas também agoniante:

─ Ahh, quanto tempo será que se passou? – Hoseok parou de colher as flores, só para observar os peixes que viviam no rio de águas cristalinas.

─ Uns cinco anos, talvez. – o Min respondeu, sem tirar os olhos do sorriso sereno que o Park tinha nos lábios.

─ Parece que foram mais – suspirou.

─ Você quer ir vê-lo, Hope? – o Park indagou preocupado, o outro estava mais aéreo que o normal.

─ Não… – respondeu, ainda de costas para os dois. – Na verdade, eu quero que vocês se resolvam. – afirmou convicto, virando na direção do semi-casal, que tinha os olhos arregalados.

─ O que você disse? – o Park foi o primeiro a se pronunciar.

─ Ah, vocês sabem – começou a gesticular desesperadamente – esse lance aí, de vocês se repelirem. – apontou pros dois – Não é muita sacanagem com vocês? Se fosse eu já teria explodido.

O silêncio pairou entre os três, o Jung já estava começando a se arrepender de ter feito aquela pergunta um tanto que delicada mas, poxa! Cinco anos com eles e já pode ver o tanto que desejavam ter um contato maior, e nem imaginava o quanto aqueles dois viveram se reprimindo:

─ Não é tão simples assim…

─ Vocês já tentaram, por acaso? – o Jung o calou, vendo os dois abaixarem o olhar. – Eu já esperava por isso… – suspirou – é mais fácil viver pensando que não há um jeito do que tentar e se frustrarem de verdade, não é mesmo? – os dois concordaram – Eu já vivi isso, e garanto, é melhor saber que não, do que no final descobrir que tinha.

-x-

Yoongi estava distraído dando vida a algumas flores mortas no jardim, quem nem notou quando uma nova presença se aproximou cautelosamente de si e tampou seus olhos:

— Jung Hoseok que merda você est-

— Tem certeza que o Hope, hyung? – Yoongi paralisou ao ouvir a voz melódica do outro, e ainda incrédulo, tocou nas mãos que cobria seus olhos.

— Jimin? – levantou, e as mãos saíram de seus olhos, o permitindo ver – Jimin, você…

— Sim, – pegou a mão alheia, colocando em sua cintura – eu te toquei.

— Como… – aproximou os corpos – O que você fez? – indagou receoso, encostando a testa de ambos.

— Depois de hoje… – engoliu seco – eu vou ficar um ano na Terra, e não vou poder voltar. – sussurrou tudo roçando seus lábios no do maior.

— Por que, Jimin? – sentiu braços penderem em seus ombros.

— Porque, um ano não se compara aos milênios que eu desejei ser tocado por você. – sentiu a outra mão apertar sua cintura levemente – Que eu desejei tocar você…

Beijaram-se apaixonadamente, desesperados por mais, se tocaram perdidos, querendo aproveitar cada pedacinho alheio. Já não estavam mais no jardim, mas sim na casa do Min, em meio aos lençóis, ambos banhados em desejo e paixão. Os troncos despidos eram alvos de beijos e chupões, suspiravam quando eram tocados ou tocavam, sorriam ao perceber o que estavam fazendo e seus peitos enchiam de felicidade:

— Hyung… – o Park disse entre uma pausa no beijo – Me faça seu, por favor… – o outro tomou seus lábios, faminto, findando-o com uma mordida no lábio inferior alheio, que estava inchado e vermelho.

— Você já é meu, Park Jimin.

-x-

— Você realmente quer fazer isso, Park? – o deus perguntou, enquanto segurava uma poção em uma de suas mãos.

— Sim. – respondeu convicto, não iria voltar atrás.

— Certo, faça bom proveito. – entregou a poção para o outro. – Saiba arcar com as suas consequências e… você tem 25 horas.

-x-

O Park jazia deitado no peito desnudo do outro, fazendo desenhos aleatórios com o indicador. Os dois sorriam bobos pela situação, as respirações estavam calmas, mas os corações acelerados:

— Ei, Jimin – o Min chamou, com os olhos fechados. – Eu te amo e eu vou viver por você, dar vida por você e te esperar o quanto for necessário.

O Park alargou o sorriso, suspirando em seguida:

— Eu te amo, Yoongi.  Com você esses milênios foram ótimos, – abraçou a cintura magra do outro – obrigado.


Notas Finais


caraca mano eu tô com vergonha de postar isso
se tiver um lixo eu apago
não sei escrever hot
medesculpemeusouumlixo
esseéopenúltimocap
ok parei

Até a próxima,
bjsz


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