História Moscou em Caos - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Mila Babicheva, Otabek Altin, Victor Nikiforov, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Apocalipse Zumbi, Desafio De One-shots Yoi, Horror Survivor, Victuuri
Visualizações 75
Palavras 1.619
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AVISO DE GATILHO: Por ser uma história de zumbis, terá sangue, pessoas comidas vivas, mortes e muitos tiros.
Aqui estou, gente, de novo postando mais uma fanfic de YOI, atendendo ao tema do mês no grupo no Facebook “Desafio de One-shots YOI”, que é “Seu filme favorito”. O filme que escolhi como inspiração é um dos maiores clássicos do terror B dos anos 70, bem trashão mesmo, “O Despertar dos Mortos”, pois estava com saudades de escrever algo com pegada de terror. Entretanto, preferi pegar inspiração só em uma parte específica do filme e concentrá-la mais na sequência narrativa mesmo, sem me aprofundar muito nas emoções dos personagens ou na matança em si e isso justifica ela ser tão curtinha e bem introdutória. Já o Yaoi está lá porque tem Victuuri, mas sem foco no romance deles. O foco aqui é matar zumbi!
Fanfic repostada no Nyah, cujo link está nas notas finais.

Tenham uma boa leitura

Capítulo 1 - Sobrevivendo no Inferno Final - Capítulo Único


 “Um vírus desconhecido invadiu a Rússia e os mortos voltaram a vida, sedentos por carne humana. Sim, os filmes de terror zumbi viraram realidade e…” — Os zumbis invadiram o estúdio de televisão, transmitiram ao vivo a morte lenta e muito dolorosa do apresentador. Primeiro, uma das criaturas mordeu o pescoço do homem e arrancou um pedaço dele. Gritos de dor. Em seguida, outro zumbi rasgou a carne da barriga dele como se fosse um pedaço de papelão molhado, começou a puxar parte do intestino delgado dele e deliciar-se com as vísceras frescas. Uma dor ainda mais intensa, piorada quando cinco zumbis foram para as pernas, começaram a esviscerá-las com seus dentes e insuportável quando mais dois zumbis usaram toda sua força para quebrar-lhe os ossos dos dois braços e arrancou-os para fora do seu corpo para comê-los; ao mesmo tempo em que o urro da morte veio quando outro zumbi segurou sua cabeça e separou-a do corpo em um processo extremamente sangrento.

O pentacampeão mundial em tiro esportivo Viktor Nikiforov desligou o celular, guardou-o no bolso, pegou o que tinha que pegar na loja de armas e foi correndo socorrer o noivo, o tradutor técnico especializado em manuais de armas, de nome Yuuri Katsuki, pois ele deu um grito pedindo por ajuda.

Ao chegar onde ele estava, dentro do banheiro de um famoso shopping center da cidade de Moscou, Viktor deu de frente com uma cena que ele não gostaria de ver. Infelizmente o melhor amigo do homem, o também atirador profissional e competitivo Georgi Poppovich, foi mordido pelas criaturas e transformou-se em zumbi.

Yuuri estava pendurado em cima da lâmpada do teto sabia-se lá como, com os olhos vermelhos devido as várias lágrimas de medo, desespero, dor pela perda trágica do amigo que soltou, mas já enxugadas.

Era um pesadelo. Viktor sentia-se como se estivesse em uma versão piorada de um filme de terror, porém a situação exigia que ele agisse rápido. Enxugou as lágrimas, apontou seu rifle contra a cabeça do ex-amigo:

— Me desculpa por não ter conseguido salvar você. Descanse em paz, Georgi. Agora você, seu zumbi de merda que tomou conta do corpo do meu melhor amigo, vá pro inferno! — E deu um tiro certeiro na cabeça dele. Como era um rifle de bala redonda com a pólvora na ponta, ele era daquelas armas que se atirasse na cabeça, ela explodia na hora e foi exatamente isso que aconteceu. Sangue e resto de cérebro, olhos e orelhas espirrados para praticamente todos os cantos do banheiro. Após isso, Nikiforov perguntou para o namorado:

— Yuuri, você consegue descer daí, quer ajuda? Ou você quer que eu jogue suas armas aí para você?

— Não precisa, Viktor. Eu me viro aqui. — Yuuri usou suas habilidades de ex-competidor de le parkour nos tempos de faculdade para descer até o chão, chegar até onde o namorado estava e pegar as armas. Com a ajuda de Nikiforov, equipou-se e perguntou:

— Onde o Yurio, o Otabek e a Mila estão para gente dar cobertura para eles?

— A Mila e o Otabek estão protegendo o helicóptero dos zumbis e saqueadores, Yurio está por aí com os suprimentos, mas como ele não responde o celular… Sinceramente, temo que o pior tenha acontecido. — respondeu Viktor.

— Beleza e… amor, prometa uma coisa? — disse Yuuri

— O quê?

— Viktor, se eu levar uma mordida de zumbi, por favor, não pense duas vezes em me matar ou não me impeça de me suicidar. Se for para morrer, que eu morra consciente do que sou, um ser humano e consciente de que eu amo muito você. — No desespero, Nikiforov deu um selinho no amado, abraçou-o forte e gritou:

— Você vai vir com a gente, nem que seja eu carregando teu cadáver até o helicóptero. Não vou deixar nem ferrando você virar comida de zumbi, entendeu?! Mas se o pior acontecer comigo, faço das suas palavras a minha. Eu te amo, te amo muito. Ah, e só use a metralhadora se estivermos cercados de zumbis. Dê preferência aos rifles. — Separaram-se do abraço e saíram do banheiro para ir até onde Mila e Otabek estavam, além de procurarem por Yuri Plisetsky.

— Sai, zumbi! — berrou Yuuri enquanto atirava na cabeça de um zumbi que estava bloqueando a passagem, ao mesmo tempo em que corria junto com Viktor até avistarem uma moto por aí no corredor, devido a um confronto anterior que eles tiveram com saqueadores já transformados em comida de zumbi. Eles montaram no veículo e começaram a atirar e atropelar os zumbis que ousavam atacá-los; enquanto Yuuri dirigia a motocicleta e atropelava os zumbis, Viktor saía atirando neles com uma metralhadora automática. Sentiam-se como se estivessem imersos em um pesadelo onde eles eram os jogadores de Resident Evil.

Eles avançaram shopping adentro até alcançarem o elevador, matarem vários zumbis que atrapalhavam o caminho e subirem até o último andar para pegarem outro elevador que dava direto no heliporto.

Assim que saíram do outro elevador e avistaram o piloto Otabek Altin mais a piloto tenente (em folga naquele dia) Mila Babicheva, amigos de Viktor, eles correram na direção do helicóptero com os mantimentos. Ao chegarem lá, abriram a parte de guardar mantimentos, colocaram tudo que conseguiram pegar — comida, bebidas, água, dinheiro, armas e munição — e entraram no helicóptero. Quando o veículo saiu do chão e começou a levantar voo, eles ouviram uma explosão. Viktor e Yuuri olharam para trás, e viram o shopping desmoronar no chão junto com outras fortes explosões, mas eles estavam distantes o suficiente para não serem atingidos.

Na mente deles, o mais óbvio ocorreu: o ex-sargento e atual dublê de cenas perigosas Yuri Plisetsky (ou Yurio) provavelmente encurralado por zumbis, arriscou sua vida ao criar aquela explosão para matar todos os zumbis, se matar antes que virasse zumbi e permitir que os amigos escapassem.

Dentro do helicóptero como co-piloto, eles choravam a perda dele, de Georgi e também a perda de todas as pessoas queridas deles que viraram zumbis. Era literalmente a lei do mais esperto e do mais forte… até ouvirem o celular de Mila tocar. Por ele estar conectado no viva voz, a mulher apenas tocou no botão de atender a chamada e:

— Ei, vão me abandonar aqui mesmo, seus putos?!

— Seja lá quem for que está usando o celular do Yurio e uma gravação da voz dele para contatar a gente…

— Que gravação de voz o caralho, olhem para baixo direito, seus porras! — Mila aproximou-se um pouco mais e eles não acreditava no que via. Sim, Yuri Plisetsky estava vivíssimo, dirigindo uma van cheia de mantimentos e uma metralhadora automática na parte de cima que matava os zumbis na estrada — fora os zumbis que eram atropelados pelo veículo. As lágrimas de luto rapidamente viraram lágrimas de felicidade.

— Se você estava vivo esse tempo todo desde que perdemos contato, por que não deu um jeito de avisar a gente, porra?! — perguntou Viktor.

— Por que a bateria do meu celular acabou e eu tinha que me virar, dart! Enquanto vocês estavam ocupados tentando sair dali, eu voltei para loja de celulares, peguei bateria pro meu celular, peguei celulares novos e ainda aproveitei para dar uma passada na sala de manutenção do shopping para verificar se dei meu limpa nos zumbis e nos saqueadores direito. Lá eu descobri que o prédio tinha um sistema de segurança autoexplosivo, caso desse uma merda muito grande e o controle estava em um dos zumbis que matei lá. Aí peguei o controle que ativava isso, dei meu jeito de sair do shopping, pegar a van e assim que vi com o binóculo que todo mundo entrou no helicóptero, explodi ele logo para acabar com esses zumbis do caralho e só estou falando agora, porque só agora consegui colocar bateria nova no meu celular. Vocês acharam mesmo que eu ia morrer numa porra de explosão? Eu, o “Lorde das Explosões”?! Por favor, né?! E aí, vão jogar a escada para eu subir com os mantimentos ou vão ser traíras na cara dura e vazar mais rápido que gato fugindo do banho?

— Besta! Não mata mais a gente de susto, não, tá! Já estamos indo aí para te resgatar.— falou Otabek com um sorriso no rosto e pediu para Mila já pousar o helicóptero no meio da estrada em frente a van. Feito isso, Yurio saiu do veículo com mais mantimentos, abriu o helicóptero para guardar os mantimentos, fechou o compartimento e subiu no veículo, onde foi recebido com abraços calorosos de Viktor e Yuuri. Logo em seguida, o helicóptero levantou voo de novo, com direito a Yuri matar vários zumbis com muitos tiros de metralhadora em suas cabeças.

Já no céu e após passar a euforia por Plisetsky estar vivo, Katsuki perguntou:

— Mila, quanto de combustível a gente tem?

— Um pouco… estou brincando. Tem o suficiente para gente ir até para a América, se quisermos.

Eles riram um pouco e já ligaram os celulares para saber quais eram os países que não foram atingidos pelo apocalipse zumbi, pois eles sabiam que a epidemia alastrou-se para vários países pelo mundo: Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreias do Norte e Sul, Inglaterra, Irlanda, Luxemburgo, País de Gales e toda a América do Sul.

— E aí o que a gente escolhe? — perguntou Otabek.

— Vamos para o Brasil. Deu que me livre encontrar algum conhecido meu e fora que me falaram que se você é rico no Brasil, você pode tudo lá e grana não é problema agora para gente, né?! — enfatizou Mila.

— Então vamos para o Brasil encher o cu de caipirinha e praia. Brasil, aí vamos nós! — falou Yurio e todos comemoraram a escolha. Mal sabiam eles que em terra de ET de Varginha, Chupa Cabra e Nariz de Doze, todo dia vivido ali era uma aventura diferente.


Notas Finais


Link da fanfic no Nyah: https://fanfiction.com.br/historia/740356/Moscou_em_Caos/
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Espero que tenham gostado da fanfic e até a próxima, gente!


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