História Mr. and Mrs. Confusion - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Exibições 64
Palavras 2.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Hentai, Josei, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heeeeeeeeeey!!! Adivinhem quem voltou para o mundo unicorniano de Amor doce?????????? Isso mesmo......... EU!!!!!!!! AEEEEEEEEEEEEE
:')

To emocionada produção ><

JOVANA SEGURA ESSE FORNINHO QUE LA VEM TIRO!!!

O PAQUERA PRINCIPAL É O CASTIEL, NOSSO RUIVO DELICINHA AUHSUHSUA

VOU CALAR A BOCA, JURO

BOA LEITURA!!!!!!!!! <3

Capítulo 1 - Velha Safada


– Nem começa! - Reclamei. - Tenho muito trabalho para ser feito e não quero um viado gato interrompendo meu raciocínio. 

– É só um encontro à cegas, o que poderia acontecer de ruim? - Kentin protestou. - Eu conheço o cara e ele está tão necessitado quanto você.

– Eu escolhi esperar, Kentin, não sou uma "necessitada" - Fiz aspas com os dedos. - Sou no máximo uma solteirona por vontade própria.

– Ok então, cargo de titia está aí para isso! - Bateu as mãos nas coxas indo em direção à porta. - Prometo que quando eu e Alexy adotarmos crianças farei de você não apenas a titia dos nossos filhos, mas a madrinha também!

Sem ao menos olhar para o meu irmão saindo da minha sala, revirei os olhos e me concentrei finalmente no meu aplicativo de celular favorito, o tinder. Eu realmente não queria parecer uma pessoa desesperada, mas com vinte nove anos, eu já estava mais do que velha para ser solteira. Uma coisa é você ser religiosa e ter um livro chamado Bíblia te proibindo relacionamentos sexuais antes do casamento, outra coisa é você ter as pernas abertas para o mundo e ninguém querer ao menos tocar.

Não que eu fosse uma puta, jamais! Mas chega um estágio da vida que você não tem mais escolha, ou parte para a prostituição para conseguir acabar com a necessidade sexual ou contrata um prostituto para fazer o serviço e olha, eu não quero chegar neste ponto. Um homem apenas era o que eu queria, na verdade, estava começando até apelar para as mulheres para ver se meu negócio era outro. Infelizmente, ambos não me querem de jeito maneira.

Era meu pós-doutorado em engenharia que incomodava meus pretendentes? Talvez meus óculos nem um pouco bonitinhos que uso para trabalhar? Sinceramente, o que tinha de errado comigo? Fizeram macumba para mim com galinha preta e cachaça das fortes para eu nunca mais encontrar um parceiro? Eu só queria dar uns beijinhos e sair da seca, nada demais...

Nenhum contato novo para meu tinder. Minha foto estava estranha demais? Até um pouco de seios pelo decote deixei aparecer para ver se chamava um pouco mais de atenção... Não, nem isso era o suficiente para o pessoal começar com os "oi linda" para cima de mim como quem não quer nada. Eu definitivamente tinha que descobrir meu defeito, como eu não conseguia atrair ninguém? Até para resfriado meu negócio estava triste... O vírus não passa perto de mim a mais de ano...

Mordi os lábios nem um pouco satisfeita com a minha impopularidade, resolvi atualizar meu tinder da melhor forma possível. Abri a câmera, desabotoei dois botões da minha blusa preta, sentei em cima da mesa de trabalho, peguei uma caneta, coloquei um pedaço dela para dentro da minha boca e deixei alguns fios de cabelo cobrir meu rosto. Ótimo. Uma foto sensual minha seria postada nas redes sociais. O que  eu me tornaria depois disso? Exato! Uma desempregada não mais solteira.

– Chefe! - Meu estagiário novato abriu a porta do nada.

"Fodeu" - Minha mente concluiu.

Já com a minha reputação lá no fundo do poço com a Samara, virei o rosto para o novato Nathaniel como um robô, abri o sorriso mais falso do mundo e sai lentamente de cima da mesa. O que diabos aquele moleque aprendeu quando fora criado com a mãe? Saudades de quando bater na porta era uma obrigação.

– Nathaniel, a porta querido, não está aí a toa. - Arrumei meu cabelo. - E se eu tivesse nua mandando nude? Como você entraria neste grau de intimidade comigo apenas sendo meu estagiário novato?

E como sempre digo: Mesmo que perca a batalha, continue na guerra. Eu não conseguiria mandar uma foto sensual para o tinder, mas tinha um garoto a minha frente bem comível. Se homens maduros não viriam até mim, eu me contentaria com um novato sem experiência no assunto.

Caminhei lentamente para frente do Nathaniel umedecendo os lábios. 

Assim que ficamos frente a frente, inclinei um pouco o corpo para deixar meu decote a mostra e fechei a porta atrás dele da forma mais sensual que conseguia. Se fosse para tirar a barriga da miséria, até com um garoto mais novo valia. O que era um peido pra quem já estava todo cagado? É aquele ditado, se não tem tu, vai tu mesmo.

– O-O que a s-s-senhora e-está f-f-fazendo? - Perguntava Nathaniel com os olhos arregalados. - S-Senhora Jenny?

Sem ao menos responder, beijei o pescoço branquinho do garoto. Queria marcá-lo, mas fazer isso o deixaria mais assustado. Sorri maliciosa e tentei atacar seus lábios carnudos, mas no mesmo segundo, Nathaniel, conseguiu achar a maçaneta da porta e saiu correndo da sala como se eu tivesse feito a pior coisa do mundo com ele. 

Bufei irada e baguncei meu cabelo igual uma louca. Como ninguém me queria? Era tão feia assim? Creio que as minhas medidas eram bem maiores que a maioria das mulheres então porque não chamava a atenção de um homem sequer? Acho que nasci no planeta errado, só pode.

Já sem paciência para tirar uma boa foto, olhei para a tela do computador entediada e comecei a contar quantos homens eu podia ter quanto tinha apenas dezoito aninhos... Isso que dá estudar tanto a ponto de não dar atenção para relacionamentos amorosos... Você se torna um gênio solitário pervertido de vinte e nove anos que usa desculpas como: "escolhi esperar."

Não que eu não tenha tido namorados, mas eu sempre terminava com eles dizendo: "eu tenho que me garantir profissionalmente antes de querer um relacionamento". Meu último caso amoroso, por exemplo, fora terminado porque eu queria estudar e meu ex não parava de me agarrar, irritada, simplesmente terminei sem ao menos uma justificativa plausível. 

Suspirei com raiva e, novamente, minha porta fora aberta sem ao menos baterem na porta, uma pessoa entrou na minha sala pisando tão duro que jurava sentir pequenos tremores vindo do chão. Kentin, meu irmão, não parecia nem um pouquinho contente comigo.

– Nathaniel, coitado, saiu correndo chorando para fora da empresa dizendo que nunca mais voltaria aqui... - Kentin disse quase gritando e apontando para mim. - Você tentou abusar do menino sua velha safada?

– Velha safada seu cu, só estava... - Desviei o olhar. - Medido nosso nível de intimidade...

Sorri torto abotoando finalmente minha blusa e Kentin olhava-me bufante bagunçando o cabelo tão duro de gel. Eu não tirava a razão dele, quem iria querer uma Irmã mais nova nem um pouco inocente? De caçula só tinha a diferença de idade porque minha mente... Digamos que ela é um pouco inconveniente, principalmente na seca de cinco anos sem tocar em um homem diferente do pai e do irmão.

– Chega, você vai para esse encontro às cegas agora. - Meu irmão pegou o seu celular. - Você tá pior que idoso pervertido no ônibus!

Antes que pudesse respondê-lo, Kentin saiu da minha sala numa velocidade incrível. Me joguei no chão como uma criança e esperneei batendo os pés e as mãos no chão. Eu definitivamente seria uma solteirona safada pervertida pelo o resto da minha vida! Quem iria amar uma mulher de vinte e nove anos que só pensa em sexo?! Exatamente, ninguém no universo.  

 

❋❋❋

 

Já pronta trabalhada no vestido vermelho e salto, abri meu armário e conferi minha listinha de "como conseguir um homem antes dos trinta" mais uma vez só para ter certeza que realmente havia escrito aquela merda. "Encontro às cegas marcado pelo meu irmão". Eu tinha mesmo feito aquilo? Não acredito que minha fome sexual esteja tão grande assim... Definitivamente nunca mais me deixarei pegar em uma caneta quando estiver bêbada....

Bati a porta do armário com raiva de mim mesma e peguei minha bolsa já impaciente. Não era possível que eu bêbada de madrugada jogada na esquina havia escrito algo tão complexo... Encontro às cegas? Eu era o que? Uma moça recatada dos anos 80?

Kentin só poderia ter lido minha listinha, afinal quem pensa nisso sem estar desesperado? Meu irmão tem o Alexy para se desfazer quando quer e pouco se importava com a minha necessidade de contato físico íntimo. Mas de uns tempos para cá, ele sempre estava ali, insistindo na merda do encontro.

Olhei o relógio nem um pouco afim de ir no encontro, respirei fundo e bati em minha cabeça ao ver que já estava na hora. Eu realmente queria me saciar, mas meu preconceito com tal encontro estava maior que tudo. Algo me dizia que ia ser uma tremenda perca de tempo.

Fechei minha casa, peguei meu Bugatti veyron preto com laranja e sai pelas ruas de Londres com uma velocidade tão baixa que uma lesma passaria de mim. Eu não podia parecer muito desesperada, então alguns minutinhos a mais fazendo o cara esperar na porta do restaurante não faria mal algum.

Depois de uns vinte minutos dirigindo, finalmente havia chegado no local marcado. Era um restaurante não muito chique, mas tinha um charme especial. Preferiria chique, mas não se podia ter tudo na vida. Eu era rica, mas o cara que me esperou por uns quinze minutos podia ser pobre... Porque não? Não queria ter um homem por dinheiro, então estava pouco me fodendo para isso.

Após estacioná-lo, sai de dentro do automóvel com a maior calma do mundo, afinal, o que eu menos queria era ter um salto quebrado ou um vestido rasgado no meu primeiro encontro.

– Senhorita Jenny? - Uma voz meio rouca chamou-me. - Senhorita Jenny, é você?

Assim que virei-me para ver o dono da voz, senti um buraco negro sugar todo o chão de baixo de mim e fazer minhas pernas tremerem. O cara que caminhavam minha direção tinha um rosto milimetricamente desenhado e um corpo que só na cama para verificar se era realmente real. Kentin tinha marcado meu encontro às cegas com um gato? Como um ser DAQUELE porte poderia estar tão necessitado quanto eu? Ele definitivamente é do tipo "solteiro sim, sozinho nunca".

– Ah sim, sou eu. - Sorri colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. - Prazer em conhecê-lo!

– Devo deixar-te ciente que odeio atrasos. - Olhou-me frio. - Será que poderia ao menos se justificar?

Agora sabia porque ele estava tão necessitado como eu. Quem em sã consciência teria um relacionamento sexual com um cara tão babaca? A primeira impressão é a que fica e a dele foi a pior de todas.

Desfiz o sorriso nem um pouco feliz com aquele comentário. Arrumei minha postura e olhei-o com tédio. Eu não queria dizer a verdade e nem ser grossa, então o silêncio seria a minha resposta. Até minha intimidade que parecia as cataratas do Niágara quando o viu se trancou para nunca mais abrir naquela noite.

– Vamos para o restaurante? Não quero perder meu lugar só porque minha companheira se atrasou. - Ignorou meu olhar de assassino colocando a mão nos bolsos e caminhando para o lado oposto pelo qual eu me encontrava. - Vai ficar aí mesmo ou entrará comigo?

– Vou tacar meu salto na tua fuça, isso sim. - Murmurei irritada. - Cara idiota!

E assim fui para o meu primeiro encontro às cegas com um pretendente conhecido do meu irmão. Devo admitir que ele era gato, mas a personalidade dele o tornava feio. Custava dar-me o braço para entrarmos juntos no restaurante? Parecemos dois atores contracenando mau para caralho do que um casal querendo se conhecer melhor e partir para a cama de um motel.

No momento em que passamos pela porta de entrada, o cara que não teve nem a coragem de dizer-me seu nome, catou minha mão com agressividade e começou a andar comigo na direção de uma mesa vazia no canto do salão. Quase me jogando no chão e fazendo papel de criança mimada, bufei tremendamente furiosa e xinguei aquele homem com todos os palavrões possíveis na minha mente. Quem diabos era ele para achar que poderia me catar como se fosse um bebê?

– Senhorio Castiel, boa noite! - Um garçom que começara a caminhar do lado do cara abrira um sorriso sincero. - Vejo que está com uma senhorita muito linda hoje... Quererá o mesmo de sempre?

– Sim por favor... - O tal Castiel se pronunciou soltando minha mão e sentando em seu lugar. - Mas em vez de vinho tinto, traga o branco sem muito álcool. Não quero que a minha acompanhante passe vergonha.

Eu definitivamente deveria virar um guepardo e sair correndo daquele local antes de ser diminuída novamente por aquele imbecil metido a gostosão. 

 

❋❋❋ 

 

Estávamos na mesa de frente um para o outro comendo salada e bife. Castiel não falava nada e eu não ousava começar um diálogo. O clima estava tenso e o vinho gelado que descia na garganta arranhava minha alma já broxada. Eram exatamente cinco anos sem me envolver com alguém e o único cara disposto em toda Londres era um babaca que sequer falara um "como você está linda!" comigo.

– Jenny? - Chamou-me normalmente e eu o olhei esperançosa. - Tem alface no seu dente, poderia tirar? Essa visão me incomoda um pouco.

Encontro às cegas marcado pelo meu irmão estava definitivamente fora da minha listinha de como arrumar um namorado antes dos trinta. Como é que conseguem encontrar um cara tão lindo e tão idiota ao mesmo tempo? Sinceramente, um ser vai sair dessa mesa agora e eu não estou falando do alface no meu dente.

Sem responder, levantei da cadeira bruscamente a fazendo ranger, peguei meu copo cheio de vinho e joguei na cara daquele maldito ser. Quem era ele para ficar me diminuindo como se eu fosse uma idiota qualquer? Eu poderia ser solteirona louca por sexo, mas ainda tinha minha dignidade e não aceitaria tal tratamento como se fosse algo normal do meu dia a dia.

– Escuta aqui seu filho de uma puta - Apontei para a cara dele. - pega toda essa sua grosseria enfia no cu e gira ok? Porque EU ESTOU DANDO UM FORA!

– VOCÊ É LOUCA?! - Gritou se levantando também. - EU ACEITO A MERDA DO CONVITE DO SEU IRMÃO PARA VIR JANTAR CONTIGO E É ASSIM QUE SOU TRATADO?!

E foi aí que descobri de onde estava vindo toda aquela grosseria. Ele não estava ali porque queria e sim porque meu irmão havia convidado-o... Teria humilhação maior para uma solteirona trouxa? Não, acho que não.

– Sim, é assim que você é tratado.

Abri minha bolsa furiosa, peguei varias notas de dinheiro e joguei na mesa sem vontade alguma de continuar ali. 

– Isso aqui é para pagar seu precioso tempo que gastastes comigo. - Segurei o choro. - Passar bem. 

 


Notas Finais


Acho que a primeira impressão de Castiel para Jenny não foi muito boa... ๏̯͡๏

MAS VAMOS SER SINCERAS, JENNY PODIA LIBERAR PARA O GOSTOSÃO DO CASTIEL NÉ!? ( ͡° ͜ʖ ͡°) AHUSHAUSHAS

Enfim, espero que tenham gostado... Estou meio enferrujada no requisito "Histórias para AD", mas acho que esse início não ficou TÃÃÃÃÃÃOOOO ruim ahushaushaus

Enfim, deixa eu me despedir agora por que se não fico a tarde toda tagarelando ʕू•̫͡•ूʔ

Amo vocês <3

-Próximo capítulo: 01/12/16-








Ps: ESTOU TÃO FUCK ORGANIZADA QUE ATÉ DIA PRA POSTAR EU ESTOU TENDO, OUVI UM AMÉM IGREJA!?


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