História Mr. Perfect - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Romance, Sexo
Visualizações 421
Palavras 3.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Realmente estou sentindo um bloqueio, por isso me perdoem se o capitulo não ficou tão bom :/
Boa leitura.

Capítulo 19 - Brincando de Ana Maria Braga


Fanfic / Fanfiction Mr. Perfect - Capítulo 19 - Brincando de Ana Maria Braga

A manhã chegou rapidamente, eu pisquei os olhos para ajustar minha visão a claridade que passava pela janela.

- Hum?

Passei a mão ao meu lado e notei que estava sozinha na cama, então olhei o relógio no criado mudo e ele marcava 7:00. Foi então que escutei risadas vindo da cozinha. Ouvir ele rir era uma das coisas que eu mais gostava, ele perdia aquela pose séria e misteriosa, e voltava a ser um cara relaxado de 33 anos.

Fiz minha higiene da manhã, tirei o pijama e coloquei um vestido branco com flores azuis estampadas. Ele delineava delicadamente a linha dos meus seios e cintura, finalizando folgadamente pouco acima dos joelhos. Ao conferir meu reflexo no espelho fiquei feliz em ver que meus hematomas já não doíam e estavam mais claros , meu tornozelo também estava melhor, com certeza eu poderia tirar a tala na segunda feira. Eu estava morrendo de saudade do ambiente de trabalho, e principalmente, do Samy.

Vasculhei meu celular na bolsa e mandei uma mensagem para ele.

“  Bom dia! Passando para dizer que ainda estou viva. =p “

Apertei enviar e então lembrei que precisava avisar lucy que tinha resolvido as coisas.

“ Bom dia Lu . Preciso te contar algo, já fiz as pazes com meu sr. pau de mel. Você acredita que era a irmã dele? Aquela guria é muito estranha (T.T) , mas acho que encontrei um modo de dobra-la. O velho truque do pau amigo hehehe.

- Pronto, agora posso ir tomar meu café.

Guardei o celular e fui para a cozinha, Bryan já estava vestido com um terno preto risca de giz que ressaltava seus ombros largos e fortes,  uma gravata cinza e uma camisa branca. Como sempre estava de tirar o fôlego.

- Bom dia.

- Bom dia, minha pequena. Disse ele pegando uma xícara e enchendo de café. - Leite?

- Sim, por favor.

- Bom dia Jane.

- Bom dia branca de neve zumbi.

- hã?

Bryan cuspiu o café que estava em sua boca e começou a tossir, eu me levantei e comecei a dar tapinhas em suas costas ainda sem entender o lance da branca de neve zumbi, mas parece que ele havia entendido a referência. Jane continuava bebendo seu café tranquilamente enquanto mantinha um sorrisinho nos lábios.

- Este final de semana iremos para minha casa. Disse ele de repente.

- Hum?

- Na casa dos meus pais. Corrigiu ele.

- Entendi. Então só vou te ver na segunda, certo?

- Não meu anjo, você não entendeu.  Você também vai.

- Como é? Respondi com os olhos arregalados.

- minha mãe quer me ver e deixar você sozinha não é uma opção.

Santo Deus, eu não estava preparada pra isso. As coisas estavam indo rápido demais, eu senti o pânico tomar conta de mim e o ar me faltar. Jane gargalhava com o meu desespero aparente, enquanto Bryan franzia o cenho.

- Conhecer meus pais é um problema pra você? perguntou ele com a voz firme.

- Não, é só que… eu não esperava por isso.

- Vamos sair daqui no sábado e voltar no domingo de tarde. Consegue se acalmar até lá?

- Acho que sim..

- Bom. Está na minha hora, comportem-se vocês duas.

Ele me deu um beijo na testa, pegou sua pasta e suas chaves que estavam no canto do balcão, e saiu para o trabalho.

- E então, quais seus planos para hoje? Perguntei a Jane

- Eu preciso terminar alguns esboços para o trabalho, então pretendo ficar até a hora do almoço no quarto.

- Entendo. Você quer que eu te avise quando o almoço estiver pronto?

- Você vai cozinhar? questionou ela arqueando uma sobrancelha.

- Não garanto que vai sair algo tão bom quanto o que seu irmão faz, mais posso cozinhar alguma coisa.

- Tudo bem, se precisar de ajuda com o preparo é só me chamar.

- ok.

Jane terminou seu café e foi para o quarto, eu me sentei e bebi meu café com leite e torradas. Assim que terminei, abri a geladeira para dar uma olhada no que eu poderia fazer, em último caso se eu não conseguisse pensar em nada, pediria comida chinesa no restaurante que ficava ali perto.

- Acho que vou optar por algo simples que eu tenho certeza que fica bom.  Hum… acho que tenho o necessário para fazer strogonoff.

Fui até o quarto e dei três batidas na porta entreaberta.

- Sim? Respondeu Jane baixando seus óculos e se virando para me encarar.

- Você é alérgica a algum tipo de alimento ou tem algo que não goste?

- Não, se tiver um gosto bom como até pedra. Respondeu ela sorrindo.

- ótimo. Sorri de volta.

Como ainda estava cedo, liguei a televisão e fiquei assistindo aqueles programas matinais de culinária, eles estavam ensinando a fazer “Lagosta ao Thermidor” ou algo assim, a lagosta era gratinada na própria casca, com algum tipo de molho, e tinha como acompanhamento o purê de batatas, que na apresentação do prato servia de base para montar a lagosta. Parecia gostoso.

Fiquei assistindo por algum tempo, depois fui para a cozinha fazer meus preparativos, já que eu estava a um tempo sem cozinhar, queria fazer tudo sem pressa. Piquei a carne em cubinhos, peguei o catchup, a mostarda, o creme de leite, alho, cebola, champignon, pimenta do reino, sal, e deixei tudo ao lado do fogão.

- Certo, vamos começar.

Peguei uma panela funda e comecei a dourar o alho e a cebola, já picados, depois adicionei a carne. Assim que a carne começou a dourar eu acrescentei uma pitada de sal e um pouquinho de pimenta do reino, um cheiro maravilhoso começou a se espalhar pela cozinha, eu comecei a torcer para o sabor ficar tão bom quanto o cheiro. Deixei cozer por mais 3 minutos depois adicionei o restante dos ingredientes.

- Yum! Ficou ótimo!

Desliguei o fogo e fiz um arroz branco rápido. Jane apareceu pouco depois, esfregando seu estômago e pedindo por comida.

- Já estava indo lhe chamar.

- Esse cheiro bom foi mais rápido que você. Precisa de ajuda com alguma coisa?

- Hum… você pode fazer a salada enquanto eu pego os pratos e talheres?

- Claro.

Jane rapidamente lavou, cortou e temperou uma salada de alface e tomate, eu peguei a batata palha na dispensa e nos sentamos no balcão.

- E então, como ficou? Perguntei ansiosa.

- Nada mal. Respondeu ela depois de dar uma garfada na comida.

Eu experimentei novamente a comida e estava uma delícia. Eu sorri .

- Então.... - Disse ela enquanto colocava mais batata palha no prato. - Sobre aquele gato que você ficou de me apresentar, como ele é?

A pergunta meio que me pegou de surpresa, eu disse aquilo mas na verdade não tinha ninguém em mente ainda. Vasculhei na minha cabeça possíveis caras solteiros e que fossem sérios, mas não encontrei ninguém. Puta merda, e agora? Eu tinha perdido contato com a maioria dos meus amigos, devido a mudança ou por estarem comprometidos. O único cara legal que eu tinha contato no momento e ainda era solteiro, era o Samy.

Estava meio incerta em apresentar esses dois, o fato de eu ter transado com ele uma vez não ajudava muito, e o Bryan odiá-lo também era um agravante.

- Desembucha. Disse ela me olhando de maneira impaciente.

- Bom, o que eu posso dizer? Ele é um homem bem humorado, carinhoso, muito bonito…

- Solteiro?

- Creio que sim.

- Onde vocês se conheceram?

- No trabalho. O jeito bem humorado dele fez com que nos tornassemos amigos rapidamente.

- Entendi. E o que você está esperando para marcar um encontro? Disse ela animada.

- Preciso conversar com ele primeiro, mas podemos marcar de sair juntos algum dia.

- Tudo bem, depois eu te passo o numero do meu celular e a gente marca.

- Certo. Sorri.

Jane se ofereceu para lavar a louça do almoço então eu voltei para o sofá e comecei a procurar alguns filmes para assistir, já que teria a tarde toda livre e Bryan só chegaria a as 18:30. Não tinha nenhum filme interessante, então parei na fox. Assim que anunciou que iria passar toda a saga crepúsculo, Jane veio da cozinha feito um foguete e se jogou no sofá ao meu lado, eu comecei a rir. Pouco tempo depois do filme começar, o personagem principal revela para sua amada que ele é um vampiro, e por ela duvidar que fosse verdade, ele decide se expor a luz do sol e começa a brilhar.

- Sério isso? Ele brilha? Pergunto achando graça.

- Se tirar sarro, você morre.

- Não estou tirando sarro, eu só achei diferente. Nos filmes de vampiros que eu costumava assistir, eles derretiam por causa da luz solar.

- O importante é que ele é gostoso, não se apegue a detalhes.

- ok, ok. Disse levantando as mãos.

Nos filmes seguintes o amigo de Bella, Jacob, vira um deus grego. Jesus, que corpo era aquele? Eu mal estava prestando atenção na história do filme, estava mais interessada naqueles homens lindos que não paravam de surgir na tela, muitos deles sem camisa, para minha alegria.

- Sou mais esse estilo. Disse apontando para um dos homem-lobo sarado.

- Vou contar para o meu irmão. Diz ela com um sorrisinho malvado.

- Se você contar, adeus encontro.

- Você não sabe brincar. Diz ela rindo

Quatro filmes e dois baldes de pipocas depois, Bryan chega e nos encontra discutindo sobre qual dos personagens seria bom de cama. Ele franze as sobrancelhas e se aproxima feito um felino prestes a dar o bote.

- Vocês parecem estar se divertindo. Diz ele enquanto coloca a pasta no chão e afrouxa a gravata.

- Foi ela quem começou. Disparou Jane.

- Traidora.

Ela sorriu e me deu um tapinha no ombro.

- Vou terminar de assistir no quarto, tentem não fazer nada indecente na sala.

- Não vai jantar? Perguntou Bryan.

- Estou cheia de pipoca, se der  fome depois eu levanto e faço um lanche.

- Certo.

Jane se espreguiça ao levantar do sofá, dá um beijo no rosto de Bryan e se dirige ao seu quarto.

- Quer dizer então que minha namorada está cobiçando outros homens? Diz ele aproximando seus lábios dos meus.

- Está com ciúme de um filme senhor Bryan?

- Seu desejo sempre deve ser voltado para mim senhorita Kaya, e para ninguém mais. Por isso você precisa ser punida imediatamente. Disse ele mordendo meu lábio inferior. 

Passei as mãos pelo seu pescoço e ele me levantou pela cintura, me fazendo enlaçar as pernas em seu quadril. Ele me levou até o banheiro e começou a me despir, tarefa fácil já que eu estava de vestido, depois tirou as próprias roupas e me fez entrar no box. Ele ligou a água quente e atacou a minha boca com lambidas rápidas pressionou contra a parede, e então eu gemi quando ele se abaixou e abocanhou meu seio, chupando com toda a sua fome. Ele desceu traçando beijos e pequenas mordidinhas até chegar ao meu sexo. Ele levantou uma de minhas pernas e a apoiou em seu ombro, me deixando exposta a sua vontade, mas ele só ficava ali, me olhando, me torturando com a sua respiração quente, sem me tocar.

- Se toque. Ordenou ele com a voz rouca.

Eu desci meus dedos e comecei a massagear meu clítoris, com movimentos circulares, depois deslizei um dedo para dentro e senti meus músculos se contraírem.

- Eu faria muito melhor; minha mão iria foder você muito melhor do que isso. Eu faria você gritar.

Eu tremi. Eu estava louca para que ele estivesse dentro de mim, me sentindo, me fodendo, mas aquela provocação também era gostosa. Era parte dele.

- Vamos minha pequena, goze. Eu sei que você quer.

- Eu quero você. Implorei.

- Eu vou te comer tanto e tão forte que você vai desejar que tivesse sido apenas a  sua mão.  

- Mmnh!  Suas voz lasciva e a promessa do prazer eminente me fez gozar, sentindo minha pulsação em meus dedos, mas não chegou nem perto do que ele me fazia sentir.

- Você adora isso. Ele falou com a voz rouca, finalmente enfiando um dedo dentro de mim. - Tão molhada.

Baixei minha mão e agarrei seus cabelos, erguendo-o até poder olhar em seus olhos.

- Me beije. Ele ordenou ofegante.

Voltei para sua boca, mergulhando na loucura, me perdendo na febre de seus lábios. Senti o calor de seu membro rijo contra minha barriga, e soltei um gemido. Ele me alavancou para cima e sustentou meu peso com os antebraços, e então me penetrou com força, pressionando lá dentro e saindo de novo, me fazendo delirar enquanto ouvia seus gemidos impacientes e roucos.

- Nossa... V-vou gozar denovo…

- Isso minha pequena, sinta como meu pau está indo cada vez mais  fundo dentro de  você... derrame todo o seu  suco nele.

Eu amava sentir seu prazer, ver que ele estava tão louco quanto eu e mesmo assim priorizava sempre a mim.

Eu te amo.

Foi o que ficou preso na minha garganta naquele momento, e foi com esse sentimento não dito que eu cheguei ao clímax.

- Tão apertada… eu vou gozar. Disse ele rangendo os dentes.

Seu corpo inteiro tremeu quando ele gozou dentro de mim, se esvaziando em jorros espessos e quentes.

- Preciso comer algo antes do segundo round. Disse ele rindo

- Acho que ainda tem strogonoff do almoço.

- Vocês pediram comida em qual restaurante?

- Eu cozinhei.

- E está comestível, rainha do macarrão instantâneo?

- Sua irmã disse que não está nada mal.

- Veremos.

Terminamos nosso banho e fomos para o quarto, Bryan colocou uma calça de cetim preta que se prendia deliciosamente em seu quadril, e eu peguei um robe lilás que havia ganhado de presente de Lucy no ano passado. Fomos para a cozinha e eu esquentei nosso jantar.

- E então? Questionei esperando ouvir o mesmo tipo de resposta de Jane.

- Está bom. Surpreendentemente.

- Ei! Resmunguei dando um soquinho em seu ombro.

- Realmente está bom meu anjo. Disse ele me dando um tapinha na bunda.

Depois de jantarmos e recarregar as baterias, fomos para o quarto.

 

Round 2, Fight!

 

Minhas costas atingiram o colchão  com força, ele abaixou a calça do pijama, ajoelhou-se na cama e se arrastou até mim como um grande felino prestes a devorar  sua caça.

- Você quer o meu pau na sua buceta, não quer? Como você é safada minha pequena.

Bryan colocou todo peso de seu corpo sobre mim, com seu pau pressionando o espaço molhado entre minhas coxas. Ele abriu meu roupão e ficou longos minutos admirando meu corpo, usou a faixa que ele havia acabado de soltar para amarrar meus pulsos.

- Você é minha.

Bryan começou a se esfregar  em mim, sua boca cobriu a minha e forçou meus lábios para que pudesse correr a língua para dentro. Eu senti mais do que ouvi seu gemido, o som vibrando por minha língua e descendo pela garganta. Puxei seu cabelo com força até ele grunhir de dor. Bryan apanhou meu pulso, prendendo meus braços sobre minha cabeça enquanto posicionava a cabecinha de seu pau na minha entrada.

- Por favor . Eu implorei, tentando libertar meu pulso para poder colocar as duas mãos em sua bunda e assim fazê-lo entrar fundo e saciar meu desejo

- Por favor, me coma? Ele perguntou, mordendo meu queixo e pescoço. -  Por favor, me faça gozar?

- Sim. Respondi ofegante e levantando meus quadris.

Ele me olhava como se quisesse me devorar viva. Sua língua percorria lentamente o contorno dos meus lábios, como se estivesse me degustando. Quando mordeu o lábio inferior, ele me penetrou. Eu joguei minha cabeça para trás e me entreguei ao seu desejo.

Ele passou a noite me fazendo gemer e gozar, minha garganta estava seca, meu corpo reclamava de cansaço, meus olhos estavam pesados, mas ele continuou até estar totalmente satisfeito.

“Esse é o castigo por desejar outros homens”, foi a última coisa que ele disse antes de nós dois desabarmos exaustos.

 

Quando acordei na sexta feira, Bryan já havia saído para o trabalho. Jane e eu repetimos o que tínhamos feito no dia anterior, mas dessa vez pedimos comida chinesa para o almoço. Dois yakisobas e duas porções de rolinho primavera depois, estávamos esticadas no tapete da sala assistindo o filme “ O chamado”, e discutindo a semelhança entre a aparência de Samara e eu quando acordei naquela manhã. Pouco antes de Bryan chegar, Jane se recolheu em seu quarto para terminar seu trabalho e descansar para a viagem de amanhã. Ele nem havia dito que me amava e já estava me levando para conhecer os pais, caramba.

- Vamos ver o que diz meu biscoitinho da sorte.

“ O passado às vezes pode virar presente. Tenha precaução.”

- Hum… que sorte é essa? Vamos ver o que saiu no na Jane.

Peguei o papel que ela havia deixado ao meu lado e nele dizia  “ Dando sempre, terá sempre”.

- Sem dúvidas o dela foi mais interessante. Sorri.

Ouvi o barulho da fechadura da porta sendo aberta e então vi meu exemplar de masculinidade passar pela porta.

- Querida, cheguei. Disse Bryan vindo em minha direção sorrindo.

- Como foi o trabalho. Perguntei dando um beijo rápido em seus lábios.

- Não ter você desfilando essa sua bunda linda naquela saia faz o dia ficar longo.

- Safado.

- Bem que você gosta. Rebateu ele dando um tapa no meu traseiro.

- Está pronta para amanhã? Perguntou ele assumindo um tom mais sério.

- Não sei.

- Vai ficar tudo bem, estarei com você o tempo todo.

- Certo. Sorri.

- O que tem para o jantar?

- Comida chinesa.

- E eu pensando que chegaria em casa e encontraria você apenas de avental cozinhando pra mim.

- Vou anotar essa ideia para o dia em que eu não esteja dolorida, seu bruto.

Ele riu, notando que eu me referia ao sexo incansável da noite passada. Ele foi pra cozinha e voltou com uma caixinha e um par de hashis nas mãos, devorou sua comida num piscar de olhos e depois me levou até o quarto. Eu disse que estava dolorida demais para mais uma noite daquelas, ele sorriu e prometeu que iríamos apenas dormir, já que ele precisava estar descansado para pegar estrada pela manhã.

Bom, o senhor Bryan é um grande mentiroso. E também uma máquina de sexo.


Notas Finais


Não esqueçam de deixar sua opinião.
bjus da sua autora zumbi =*


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