História Mr. Perfect - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance, Sexo
Exibições 242
Palavras 1.730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura =*

Capítulo 21 - Sr. e Sra Ross


 

Bryan narrando

- Acorda casal, o café está pronto!

Nos levantamos logo após Jane esmurrar a porta,  tomamos um banho rápido e nos vestimos mais rápido ainda. Kaya estava inacreditável em seu jeans colado azul claro, que deixava sua bunda linda e ainda mais apetitosa, uma regata preta lisa e seu All star surrado.  Eu optei por meu velho jeans rasgado, uma camisa cinza de gola V e meu tênis preto.

 

Jane havia preparado Waffles e café preto para o café da manhã, nos servimos e ficamos conversando quanto tempo mais ou menos levaríamos para chegar em Campinas.

- Já pegou suas coisas? Perguntei direcionando meu olhar para Jane.

- Sim, tudo pronto. Por mim podemos ir.

- Certo, pode descer na frente que já estamos indo.

- Ok.

Jane pegou sua mochila e a case do notebook e saiu do apartamento.

- Pegou tudo de que precisa para passar a noite?

- Acho que sim.

- Ainda está nervosa? Perguntei ao notar que ela tilintava as unhas no mármore.

- Um pouco. Faz muito tempo desde que alguém me apresentou a família com o título de namorada.

- Se tivéssemos tempo eu faria você relaxar. Disse sorrindo sugestivamente.

- Não seria má ideia. Vamos? Disse ela sorrindo e se levantando da mesa, pegando minha  mochila que continha uma troca de roupas para cada um  e  produtos de higiene.

- Vamos.

Assim que colocamos as mochilas no porta malas e Jane entrou no carro, eu beijei minha pequena  intensamente, passeando minha língua por toda sua boca. Eu amava o jeito que o corpo dela respondia ao meu toque, se Jane não estivesse presente eu com certeza a comeria no banco de trás antes de ir.

- Estou ficando duro. Eu disse mordendo seu lábio inferior.

Ela revirou os olhos e sorriu largamente, depois se virou e entrou no carro. Eu dei a volta, me sentei no bando do motorista e dei partida.

Nossa pequena viagem durou um pouco mais que uma hora, ao meu lado, kaya estava dormindo, com a cabeça encostada na janela do passageiro, eu havia abusado dela loucamente nesses últimos dias então era compreensível que ela estivesse cansada.

- Kaya. Eu disse ao chacoalhar de leve seu ombro.

Ela se assustou um pouco, mas a primeira coisa que viu quando abriu os olhos foi meu rosto. Kaya estava sonolenta e não totalmente consciente, mas sorriu como se estivesse olhando para a sua coisa favorita no mundo, e então sorriu dizendo: - Oi meu amor.  E, com sua reação fofa, meu coração explodiu.

- Oi, minha pequena.

Ela sorriu timidamente, virando a cabeça para olhar pela janela enquanto se espreguiçava. Quando viu onde estávamos, ela se assustou novamente, ajeitando-se no assento e olhando ao redor.

- Ah tenha santa paciência, vou acabar ficando diabética com essa doçura de vocês. Vamos descer!

Descemos do carro e Jane saiu na frente, gritando para o mundo todo e quem quisesse ouvir, que havíamos chegado.

- Ela tem muita energia. Disse kaya ao segurar minha mão.

Quando se virou para mim, seus olhos pareciam levemente em pânico. Linda. Era tudo que eu conseguia pensar ao vê-la tão nervosa. Entrelacei meus dedos ao dedos trêmulos dela e caminhamos até a porta. Minha mãe veio correndo da cozinha e me abraçou com força, enquanto dizia repetidas vezes o quanto sentia a minha falta, o quanto era bom me ter em casa. Meu pai veio logo atrás, com sua postura calma, mas com um sorriso aberto no rosto.

- Mãe. A interrompi,  me afastando um pouco. - Esta é a Kaya, minha namorada.

- Minha nossa! Ela disse levando as mãos nos lábios e a abraçando demoradamente. - Seja bem vinda minha filha, fico muito feliz que esteja aqui!

- Eu também senhora Ross. Disse ela ao retribuir timidamente o abraço.

- Imagina, pode me chamar de Helena, querida. E este é David, meu marido.

- Muito Prazer senhor Ross. Disse minha adorável namorada estendendo a mão para o meu pai.

- O prazer é todo meu Kaya, mas me chame apenas de David, assim não me sinto tão velho.

- Tudo bem. Ela disse abrindo aquele lindo sorriso.

Eu estava mais do que bobo perto dela, e obviamente meus pais notaram isso.


 

Kaya narrando

 

Helena tinha o abraço mais acolhedor do mundo. Sabe quando alguém te abraça de verdade? Não só com o corpo, mas com a alma? É assim que ela abraçava. Ela tinha uma feição doce, e assim como Jane, ela era alta e esguia, mas usava os cabelos castanhos ondulados. Eu me sentia pequenina com meu 1,60 de altura, como sentia falta dos meus saltos! Maldito tornozelo.

- Muito Prazer senhor Ross. Disse estendendo a mão ao homem na faixa dos 60 anos, grisalho, que possuía os mesmos olhos castanhos intensos e porte forte de Bryan.

- O prazer é todo meu Kaya, mas me chame apenas de David, assim não me sinto tão velho.

- Tudo bem.

Eu não pude evitar abrir um sorriso, todo o nervosismo que eu estava sentindo se dissipou ali, na porta daquela casa grande e bonita. Nós estavamos numa grande varanda branca, envolvida por tijolinhos expostos e uma variedade de  plantas.

- Não fiquem aí parados, entrem! Disse Helena me segurando pela mão e trazendo para o interior da casa.

A casa era linda e confortável, com tons predominantes de marrons e vermelhos com sofás macios e paredes cor de creme. Por toda a entrada e corredor eu percebi que haviam quadrinhos pintados à mão, dois deles me chamaram a atenção: “Viva, ria, ame!” e  “Todos os caminhos levam para casa” .

- Foi Bryan quem escreveu estes quando estava na escola. Disse Helena toda orgulhosa, ao notar meu olhar.

Olhei para o Bryan, que estava logo atrás de mim e ele piscou, mostrando um sorriso no canto da boca. A cara, ser lindo assim deveria ser pecado. Quando ouvi passos descendo pela escada de madeira ao lado da entrada, ergui o olhar e encontrei Jane, me olhando maliciosamente. O que essa danada estava aprontando?

- Ei mãe, antes que você faça a besteira de colocar esses dois juntos no mesmo quarto, eu já te aviso que essa não é uma boa ideia.

- Porque? Perguntou Helena inclinando a cabeça para o lado.

- Pergunte a Kaya.

Filha da mãe! Eu gostaria de ser um avestruz e enterrar minha cabeça no chão, para esconder o quanto minhas bochechas queimavam de vergonha.

- Pare de provocar a moça. Disse David com as bochechas rosadas, provavelmente entendendo o que ela tinha insinuado.

Jane atualizou sua mãe dos últimos acontecimentos enquanto eu tentava sair correndo dali, ela colocava as mãos nos lábios para tentar esconder o quanto estava achando meu pânico engraçado. Helena riu e disse que queria netos logo, de preferência três, enquanto dava palmadinhas encorajadoras no meu ombro. Conversamos mais um pouco sobre crianças antes de Helena apontar para a cozinha.

- Preciso voltar para o fogão. Venham tomar um drinque antes do almoço, depois de se acomodarem um pouco. Disse a bela senhora me dando uma piscadinha.

Bryan estava distraído conversando com seu pai e nem prestou atenção aos meus pedidos de ajuda silenciosos. Quando nossos olhos finalmente se encontraram e ele viu que não estava mas conversando com as duas, ele se aproximou de mim e me deu um beijo na testa.

- Tudo bem?

- Sim. Sua mãe disse para nos instalarmos antes do almoço.

- Use o seu antigo quarto! Helena gritou da cozinha.

- Ok! Respondeu Bryan.

Ele pegou a mochila com as nossas coisas e pediu que eu subisse na frente, então David disse baixinho para que apenas nós dois ouvíssemos:  Esperem até anoitecer. Bryan cerrou os olhos e encarou seu pai, incrédulo do que acabara de ouvir, mas o mesmo já estava se dirigindo a cozinha se juntar a  Helena e Jane.


 

Bryan narrando

 

- Apenas ignore. Disse enquanto voltava a admirar aquela bunda perfeita rebolando na minha frente.

Kaya sempre esteve em forma, mas aquela calça justa estava fazendo um reboliço em minhas calças. Meu pau já estava louco para penetrá-la, tudo que eu precisava fazer ela jogá-la no chão e me livrar de suas roupas.

- Onde?

Caralho, será que eu disse isso em voz alta? Ou ela quer isso tanto quanto eu?

- O que? Perguntei enquanto a comia com os olhos.

- Seu quarto.

- Ah, segunda porta a direita. Respondi tentando não demonstrar minha decepção.

Esta seria a primeira vez em dois anos que eu usaria aquele quarto, e a primeira vez na vida que eu o dividiria a noite toda com uma mulher. As paredes agora eram brancas e as cortinas azuis, minha antiga escrivaninha ainda estava no canto com meus carrinhos de coleção a enfeitando, alguns livros na prateleira na parede e uma cama de casal, abaixo da janela. Como o quarto era grande, a primeira coisa que eu fiz com meu primeiro salário foi comprar aquela cama, para facilitar quando trouxesse alguma garota pra casa.

- Uma moeda pelos seus pensamentos.  Kaya disse enquanto tirava seus tênis e massageava seu tornozelo.

- Estava apenas notando algumas mudanças. Respondi sinceramente.

Ela se levantou da cama e chegou mais perto até poder passar as mãos debaixo da minha camiseta e sobre meu peito. Eu me abaixei, plantando um único e simples beijo em sua boca. Sua boca passou para meu queixo, descendo pela garganta, chupando, mordendo, debaixo da minha camiseta, ela arranhava meu peito e deslizava as unhas suavemente sobre meus mamilos. Em apenas alguns segundos, eu já estava rígido, pronto, sentindo minha pele se aquecer e meus músculos queimarem.

- Não ouviu meu pai? Precisamos esperar anoitecer. Disse me fazendo de inocente.

- Quer que eu pare? Disse ela com os olhos provocantes.

- Não. Respondi, levando minhas mãos em seus cabelos.- Mas temos que descer logo.

- Eu sei, eu sei. Mas você não quer brincar um pouco com isso aqui? Ela disse, afastando-se apenas o suficiente para desabotoar minha calça.

- Kaya.  – eu disse, fechando os olhos e soltando um grunhido quando ela abaixou minha calça e cueca e agarrou meu pau com sua mão quente. – Realmente não temos tempo.

Ela parou, segurando meu pau gentilmente.

- Vou ser rápida. Ela sorriu.


E então me deu o melhor boquete de todos os tempos, me fazendo gozar em 5 minutos.

 

 

 

Continua...



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