História Mr. Styles - Season 2 - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Cara Delavingne, Comedia, Harry Styles, Romance
Exibições 239
Palavras 3.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eeei, ta vindo rápido agr, hein? sim u.u
Boa Leitura.

Capítulo 11 - Mercy


Por favor, tenha misericórdia de mim
Vá com calma com o meu coração
Mesmo que não seja sua intenção me machucar
Você está sempre acabando comigo
Por favor, 
Tenha misericórdia do meu coração.

Mercy - Shawn Mendes

 

Harry Styles

Senti o meu sorriso diminuir e encarei Lydia que apenas franziu a testa confusa. O que aconteceu foi constrangedor, mesmo que para ela não fizesse sentido. O que aconteceu foi que Lydia surgiu no fim da minha aula antes do almoço para tagarelar no meu ouvido e me seguir até uma lanchonete. Eu não questionei e nem achei ruim, estava sentindo falta de comer com alguém, mesmo que esse alguém não fosse ela.

Então vim parar nesse restaurante e mesmo que eu não fosse muito fã de refrigerante decidi aproveitar a companhia de Lydia e quando ela pediu uma lata de Coca-Cola eu troquei por uma garrafa de 600ml para dividir com a ruiva.

Ela tagarelava sem parar, tagarelava sobre seu curso, sobre a correria de sua vida, sobre a festa que ela foi no fim de semana, sobre como ontem ela acordou com ressaca e assuntos que eu sequer prestei realmente atenção, mas não falou sobre Leah e eu não sabia dizer se estava agradecido ou não a isso.

Leah.

Ela tinha uma mania diferente que sempre resultava em risadas. Eu enchia nossos copos com pressa o que gerava certa espuma e automaticamente ela se curvava sobre os copos e sugava toda a espuma do topo do copo. E desde que ela foi embora não cheguei a beber refrigerante, e talvez esse tenha sido o motivo que esqueci que a loira não estava ali para beber a espuma.

Resumindo: Eu enchi os dois copos sorrindo até que a espuma subiu tanto que derrubou sobre a mesa. Só quando eu olhei para Lydia que percebi. Lydia não era a Leah, a espuma havia molhado a mesa e isso foi rídiculo. Sua testa franzida provava isso.

Puxei guardanapos e depositei sobre o líquido na tentativa de secar o refrigerante derramado.

— Como você está, Curly? — indagou de repente tentando ignorar a cena anterior e eu me joguei para trás encostando as costas sobre o estofado da cadeira. Eu sentia em seu timbre de voz que a pergunta ia além da educação.

— Como você acha que eu estou? — questionei sério e vi seus olhos analisarem meus cabelos, meus olhos, meu rosto.

— Julgando pelas suas olheiras, diria que não muito bem. — foi sincera e em seguida se ajeitou na cadeira. Eu estava cansado, quase não dormia. Eu passava noites em claro corrigindo provas e planejando aulas, tudo para ocupar a minha insônia. Eu fugia de pensar nela, se eu pensasse muito eu ligaria e era exatamente isso que eu não queria fazer, o que ela pediu de maneira silenciosa quando não atendeu minhas ligações. Mas apesar de tudo, eu queria saber como ela estava. — E como vai Gemma? — questionou o que me fez franzir a testa. Só então eu percebi. Ela passou todo esse tempo fugindo do assunto Leah, não por que ela não achava justo, mas porque ela não queria chegar nesse assunto.

Como se ela percebesse que perguntar sobre Gemma não era exatamente o assunto que eu esperava, ela começou a tagarelar sobre a última vez que ela esbarrou com a minha irmã e isso só serviu para ativar minha curiosidade ainda mais.

— Lydia. — cortei sua falação e ela fez uma careta e fechou os olhos insatisfeita. — O que está acontecendo? — questionei sério e ela não me respondeu. Enquanto o garçom colocava os pratos prontos sobre a mesa, Lydia abria os olhos devagar sem saber o que falar.

— Tudo bem. — molhou os lábios sabendo que mesmo que insistisse o contrário não haveria resultados. — eu quero que você respire fundo e não surte. — pediu e eu senti um desconforto no meu estomago. — Eu estava procurando uma forma de te contar sem se ser tão impactante e não estava achando e eu...

— Lydia, você não está ajudando. — insisti impaciente. O cheiro da comida exalou pelo ar. Molhei os lábios. Estava com fome, mas por algum motivo toda a fome se tornou desconforto.

— Ta, ta. Vai com calma que eu... — seus olhos começaram a se encher de lágrimas e foi por esse motivo que ela resolveu parar de falar e fechar os olhos. Ela abaixou a cabeça e a ponta de seu nariz pegou uma leve pigmentação avermelhada e eu suspirei pesadamente tentando não pressiona-la. — Tudo o que ele me pediu para não fazer eu estou fazendo. — ela murmurou para ela mesma abrindo os olhos. — Harry, não enlouquece porque não é nada sério. — mordeu o lábio de repente e eu permaneci a encarando sem saber o que dizer. — A Leah foi internada e... — no mesmo momento eu me levantei da cadeira e ela me acompanhou — Harry!

— Como assim, o que houve? Eu vou.... Eu preciso ligar para ela ou para o Zayn eu...

— Harry! — ela atravessou a mesa preocupada, meus olhos passearam pelo lugar lotado e com a atenção presa em nós. — Ela está bem. Zayn me ligou hoje de manhã e disse que está tudo bem, ela só... Desmaiou. — ela molhou os lábios. — Senta... Por favor. — pediu e após encarar seus olhos por alguns segundos suspirei e me sentei.

— O que aconteceu? Ela está internada? Desde quando? E quando ela recebe alta? — questionei tentando me manter calmo, mas a minha perna passou a se mover por conta própria transparecendo meu nervosismo repentino.

— Curly, respira. — pediu de forma pausada. — Ela está bem, eu não sei direito o que houve... — ela desviou sua atenção por um momento em direção ao seu copo cheio sobre a mesa. — Isso aconteceu ontem de manhã, pelo o que Zayn me disse ela estava sem comer direito e provavelmente esse foi o motivo. Eu não sei quando ela recebe alta porque até onde eu sei ela está no soro. — suspirei aliviado mesmo que aquilo não soasse como suficiente para acalmar meus nervosos.

— Certo, você tem o endereço do hospital? — passei as mãos pela calça e ela me encarou piscando algumas vezes seguida.

— O quê? Ah... Curly, ela meio que... Hm... Pediu para que ninguém te contasse. — a ruiva mordeu o lábio com seu melhor olhar de “me desculpe” e eu revirei os olhos.

— Desde quando eu ligo para o que ela quer ou deixa de querer? Ela não está me pedindo para deixar de ser um ex namorado chato, está me impedindo de saber se ela está com anemia ou quem sabe até um câncer. — me levantei tirando algumas notas do bolso.

— Ela não está com câncer. — Lydia confirmou revirando os olhos.

— Eu não acredito no que você diz, ou você pega o endereço e vem comigo ou eu vou viajar sozinho até New York e passar em todos os hospitais que eu ver pela frente até achar ela. — falei sério e pelo olhar que Lydia me mandou, ela sabia que eu estava falando sério.

— E a faculdade, Curly? Não é nada sério, eu só...

— Lydia, você entendeu o que eu falei? — reforcei a pergunta deixando as notas sobre a mesa e ela suspirou pesadamente antes de assentir.

— Certo, eu vou comprar as passagens pela internet e pedir para embalar a comida para a viagem. — explicou e eu assenti.

— Ótimo. Vou até a faculdade fechar as minhas aulas de hoje, qualquer coisa me liga. — avisei pegando minhas coisas e a deixando para trás sem direito de reclamar.

Eu atravessei a avenida caminhando apressadamente pelo pátio e senti meu celular vibrar no bolso, era Lydia pedindo meus documentos. Encostei no balcão e passei tudo que ela pediu por mensagem. Eu iria vê-la de novo. Esse fato me deixava de certa forma, ansioso. Eu precisava passar em casa e pegar algumas roupas, o perfume que ela tanto amava e tomar um banho antes de ir até lá. Era uma viagem longa e eu torcia para que Lydia conseguisse um horário próximo.

— Pois não, Mr. Styles? — a senhora do outro lado do balcão questionou ajeitando os óculos e eu expliquei que precisaria viajar por motivos de doenças na família. Ela pareceu não duvidar, e sinceramente eu não sentia como se estivesse mentindo.

Ela me entregou um papel para que eu assinasse e pediu para que na volta trouxesse um atestado... Não que eu estivesse realmente preocupado com isso. Me sentei em um dos bancos do Campus agora vazio e disquei o número de Lydia. Ela desligou e eu insisti novamente e... Ela desligou novamente. E eu insisti irritado e ela resolveu atender.

— Meu Deus! Dá para ser mais paciente? — gritou do outro lado da linha e eu olhei ao redor por alguns segundos.

— Não estou com pressa, só queria saber se conseguiu as passagens. — Olhei ao redor molhando os lábios e a ouvi discutindo com alguém do outro lado.

— Sim, Curly. — respondeu parcialmente irritada após alguns segundos. — Quase não consigo com você sendo o cara mais insistente que eu já conheci.

— Certo. — suspirei pesadamente levantando. — vou passar em casa e depois te pego na sua. — avisei e ela riu de forma sarcástica.

— Não vai rolar não, estou aqui na lanchonete ainda. Esse garçom está me irritando e o vôo é daqui duas horas.

— Daqui duas horas? Puta que pariu Lydia! — exclamei irritado traçando o caminho de volta para a lanchonete.

— Ei, vai com calma raposinha! Ou era daqui duas horas ou era amanhã de manhã. — explicou e eu apenas desliguei o telefone enquanto entrava na lanchonete novamente.

— Eu preciso passar em casa para pegar roupas e o passaporte. — Expliquei me sentando ao seu lado e ela me encarou confusa. Não era totalmente verdade, eu costumava guardar meus documentos no porta luvas caso ocorra alguma emergência... Mas eu precisava pegar roupas, tomar um banho ou sei lá.

— Mal educado. — murmurou se levantando. — Harry, acho que você não entendeu. Temos duas horas para chegar ao aeroporto, fazer o check in e estar no avião. Não sei se vamos conseguir, não temos tempo para passar na sua casa. — disse ríspida.

— Senhora, a gorjeta. — um rapaz moreno parou ao nosso lado e Lydia rosnou irritada.

— Puta que pariu, você é surdo? Eu já te falei 13 vezes e sim, eu contei! Treze malditas vezes que eu não vou te dar gorjeta nenhuma! — a ruiva gritou com o rapaz.

— Mas faz parte das normas do lugar. — ele apontou um pouco deslocado para uma plaquinha mais distante que dizia “Não saia sem dar gorjeta”

— Eu não estou nem aí para as normas desse lugar! Eu nem comi nada! Tudo o que eu fiz foi pedir para trazer e embalar essa porcaria! — a ruiva insistiu o que me fez revirar os olhos e meter a mão no bolso na procura de qualquer nota perdida.

— Exatamente, Senhora! Fui eu quem trouxe seu prato, quem serviu a Senhora, quem embalou a comida e...

— Aqui. — depositei 10 libras em sua mão. — Vamos embora mesquinha. — Empurrei a ruiva que seguiu reclamando o quanto eu era idiota de pagar aquele babaca.

No final das contas, Lydia encontrou meu passaporte no porta luvas (obvio que ela procurou) e não deixou que eu passasse em casa. Tudo bem, ela me deu duas opções. Ou eu passava na minha casa e pegava peças de roupas, ou nós passávamos na casa dela para que ela pudesse avisar a mãe dela que iria viajar. E obviamente ela me deu opções e não o direito de escolha.

Depois de fazermos tudo o que tínhamos para fazer, seguimos para o aeroporto e seguimos todos os processos antes de embarcar. Liguei para Maria e dei-lhe o resto da semana de folga logo após de explicar o motivo. Ela ficou preocupada com a Leah e disse em seguida algo como “Mande notícias e Harry... Não perca a oportunidade” e eu estava disposto a seguir seu conselho.

Era estranho o turbilhão de sentimentos que me atingiam. Eu estava preocupado, mas a ansiedade era maior que a preocupação. Ela não queria que eu fosse, então o que eu diria? Achava melhor não tocar em nenhum assunto e queria torcer para que ela fizesse o mesmo. Para ser sincero, eu queria vê-la. Saber que estava bem e poderia voltar para casa tranquilo. Não queria encher a cabeça dela com baboseiras para no final acabarmos em discussão outra vez.

Lydia foi todo o caminho conversando com Louis por mensagem. A aeromoça reclamou duas vezes sobre o uso do celular, mas ela sempre dava um jeitinho. O caminho foi demorado, para ser mais exato 8 horas de viagem, mas conseguimos chegar lá no começo da noite.

Eu sabia que Malik pertencia a uma família de dinheiro, mas isso ficou nitidamente claro quando ao invés de vir nos buscar mandou um taxi contratado. Não reclamei, quer dizer eu sequer precisei pagar algo.

Eu já estive em Nova Iorque outras vezes e preciso admitir que nunca tive tempo para conhecer o local e isso não foi diferente dessa vez. Do outro lado da janela o mundo passava e mesmo que eu estivesse olhando tudo ao redor eu não estava realmente prestando atenção.

— Para de balançar essa perna. — Lydia pediu irritada e eu suspirei a encarando.

— Por que é que temos essa liberdade? — questionei em tom de voz que não chegava a ser rude.

— Porque você amava a sua ex namorada e sua ex namorada ama a melhor amiga dela, no caso eu. — sorriu mudando sua atenção da janela para mim. — Ou... Me desculpe, eu não quis... — começou a falar quando notou minha feição nula. Eu definitivamente não havia me acostumado com a palavra “ex” isso devia ser perceptivo no momento em que eu peguei um voo de oito horas para ver a minha ex namorada.

— Cala a boca. — reclamei voltando a encarar as ruas. Lydia não seguiu meu pedido, continuou tagarelando e tagarelando e eu continuei fingindo que estava ouvindo.

— Chegamos, Senhores. — o taxista avisou e eu suspirei agradecendo aos céus por não precisar ouvir Lydia falando no meu ouvido.

— Obrigada! — Ouvi Lydia gritando logo atrás de mim enquanto eu seguia calmamente para a entrada do hospital. Suspirei enfiando as mãos em meu bolso. Empurrei a porta de entrada e suspirei sentindo a luz clara arder meus olhos levemente, o cheiro de hospital era incomodo e havia algumas pessoas sentadas na sala de estar. Caminhei em direção ao balcão e molhei os lábios antes de perguntar.

— Boa noite, eu queria saber da paciente Leah Elly Lobos. — olhei ao redor e Lydia suspirou parando ao meu lado.

— Quarto 403, terceiro andar. — respondeu sem sequer procurar em qualquer lugar o que me fez franzir a testa. — essa menina deve ser realmente importante com o tanto de ligação e pessoas entrando e saindo desse lugar. — respondeu minha pergunta silenciosa. Assenti observando o  cabelo loiro desbotado da senhora do outro lado do balcão.

— Obrigado. — agradeci me afastando do balcão.

— O Dr. Steven está lá, talvez ela não possa receber visitas. — ela gritou e eu apenas agradeci com um sorriso sem mostrar os dentes. Procurei o elevador e foi Lydia quem apertou o botão. O corredor era largo e eu reparei que a cada 4 salas havia uma pequena (pequena mesmo) sala de estar. Se tratava de alguns bancos.

Encontrei o quarto 403 e dele saia um senhor negro, alto e carena. Ele usava um jaleco branco e lia algo na prancheta em suas mãos.

— Harry, você não acha melhor a gente conversar antes de você ir lá? — Lydia puxou meu pulso e eu neguei com a cabeça.

— Eu quero ver ela. — fui sincero. Agradecia a preocupação, mas eu estava aqui e sentia meu coração pulsando cada vez mais rápido dentro de mim. — Com licença. — Pedi e ele me olhou. — Leah Elly Lobos está nesse quarto? Eu vim visita-la. — de repente o nervosismo me atingiu em dobro e ele assentiu tirando seus óculos.

— Sim, está. Mas ela está podendo receber visita no momento. Ela acabou de terminar o processo médico e...

— É muito importante, eu vim de longe vê-la e...

— Eu entendo, mas ela está dormindo e precisa de repouso.

— Eu não pretendo acorda-la, eu só quero vê-la. — voltei a insistir. O Médico pareceu cogitar a ideia e suspirou encarando a prancheta rapidamente e depois a mim.

— Você é familiar? — questionou sério, mas antes que eu respondesse a voz de Zayn vinda atrás de mim me cortou fazendo cada pelo do meu corpo ouriçar apenas com algumas palavras.

— Sim, ele é o pai da criança. — me virei encarando Zayn sem reação. Um frio percorreu todo meu estômago, senti meu peito afundar. Era uma sensação indescritível.

— S-sou o quê? — questionei com a voz mais falhada que tudo, não sentia meu corpo dormente, não era capaz de ouvir minha própria voz, mas notei minha visão ficar embaçada.

— Harry... — Lydia chamou em um curto sussurro segurando meu pulso, senti meus lábios repuxarem um fraco sorriso e eu a encarei, mas seu rosto não indicava que ela estava feliz. Isso era uma coisa ruim? E então, sem dizer nada ela apontou para a placa acima do médico que nomeava o corredor. Haviam várias delas, mas eu sequer parei para ler. Nela estava escrito “Parto” o que fez uma sensação esquisita percorrer meu corpo, mas eu não entendia o que ela queria dizer.

— Ela acabou de fazer o processo de cureta. Eu sinto muito. — o médico explicou passando por nós e nos deixando lá. Não pareceu se importar em nós deixar ali agora. Nós ficamos em silêncio, ninguém foi capaz de pronunciar nada e foi por isso que eu entrei no quarto.

Em seus braços haviam agulhas que levavam soro. Seu rosto estava mais pálido que o normal e seus fios loiros apagados e jogados ao lado de seu rosto. Me ajoelhei próximo a sua maca e segurei uma de suas mãos enquanto apenas ouvia o barulho do aparelho que reproduzia seus batimentos cardíacos.

— Ontem de manhã logo após a entrevista ela passou mal e desmaiou... Então eu trouxe ela para cá e colocaram ela no soro pela mal alimentação, só então descobriram que ela estava grávida de dois meses e duas semanas.  — Zayn explicou e eu senti novamente as lágrimas tamparem minha visão o que me fez fechar os olhos. — Eu sinto muito, Harry. — foi o que ele disse antes de fechar a porta.

Dois meses e duas semanas.

Eu iria ser pai?

Iria?


Notas Finais


Ain Gente,
My Heart is broken </3


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