História Mr. Teacher - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens I'M, Won Ho
Tags Changkyun, Im ( Changkyun), Monsta X, Shin Hoseok, Wonho
Exibições 377
Palavras 3.318
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Os óculos ardiam a visão do professor Shin, que fingia estar prestando atenção na sua papelada de cálculos. Ouvia os alunos saindo pelo corredor apressados para fazer algo que particularmente não o interessava nem um pouco. Achava o sinal exageradamente alto, o que só lhe fazia ter mais enxaqueca. 

Só lhe interessava uma pessoa desses todos — e que estava atrasado. Seus pés não paravam quietos, saltitavam no chão como se houvesse fogo embaixo de sua mesa. Suas lentes de vidro foram arremessadas longe na mesa. Escorregou o corpo até que sua cabeça pudesse sentir o topo da cadeira, podendo relaxar. Suspirando pesado, fechou os olhos. Com os braços jogados nos apoios da cadeira, pode inspirar e expirar com calma. 

Quando estava com seu objetivo de descansar em mente, ouviu o barulho da porta denunciando a previsível entrada. Murmurou algo como um "entre" e a porta foi aberta e logo fechada por passos rápidos. Ouviu algo sendo deixado ao chão mas sua dor de cabeça estava muito forte para se importar com algo no momento. Não precisava muito menos abrir os olhos para saber quem era.

— Eu estou tão triste, Wonnie... — disse manhoso brincando com os pés, querendo atenção.

O outro ouviu a voz ecoar e murmurou algo aleatório, ainda sentindo seu cérebro prestes á explodir. O garoto que chamava manhoso por seu nome, em passos longos, começou à se aproximar gemendo baixo. 

Percebendo seu mal estar, deu a volta na cadeira em que o outro encontrava-se e se posicionou atrás da mesma. Lançou suas mãos pequenas e macias aos ombros do professor Shin, apertando-os com a maior força que tinha. Essa ação inesperada pelo maior, o fez gemer em satisfação. Posicionou-se melhor na cadeira, aproveitando o pouco de prazer que estava tendo aos ombros. O que lhe fazia a massagem suspirava pesado, denunciando que o professor não era o único excitado ali. 

— Por que você está manhoso desse jeito hoje, Changkyun? — questionou com a língua entre os dentes.

Cessando a massagem, apoiou as mãos na cabeça da cadeira e foi deslizando o corpo até seus lábios chegarem no ouvido do maior. 

— Porque eu sinto saudade do meu daddy

Após gemer a resposta para a pergunta do professor, desceu seus lábios na altura do pescoço. Lambendo a pele macia, sugou e mordeu com as forças que ainda tinha.

Se o professor ainda tinha um pingo de sanidade, ela acabara de se esgotar. 

As mãos pequenas desceram rasgando pelo peito definido do professor, arrancando todos os botões. Alisando a pele macia, o girou na cadeira e montou em seu colo. Começou rebolando devagar, friccionando seus membros deixando uma sensação gostosa e que o professor pedia mais. Segurando com a maior força que tinha o quadril do menor, ia fazendo movimentos de vai e volta o arrastando como bem entendia. Algumas vezes em que prestara atenção nos gemidos, escutava que ele pedia perdão e gemia claramente o seu nome. 

Com a canhota puxou seus fios finos de cabelo para trás, o fazendo gemer alto por conta do maltrato físico que estava necessitado. Sua boca salivava, estava sedento de prazer e excitação. O ouvir gritando seu nome era prazeroso, e era tudo o que ele mais queria. Tratou-se logo de depositar um chupão em sua pele sensível do pescoço, soltando estalos e mais gemidos muito bem audíveis. 

Bailando com as mãos no peito do professor, continuou descendo até o ponto de penetrar não só sua calça mas sim sua vestimenta pessoal, brincando com seu membro que girava e provocava dor no outro. 

Ferozmente atacou os lábios do de cabelos claros, com um beijo quente e incessante. As línguas se conectavam e transmitiam desejo. Os estalos à cada vez que se separavam, era acompanhado com gemidos de prazer do mais novo e de dor ao mais velho por conta de ainda não ter o que queria de seu pequeno aluno. Cessando o contato mais uma vez, o outro fez questão de lhe deixar um mordiscão nos lábios inferiores do professor. 

— Eu deveria punir você por todas as suas notas ruins? — perguntou ainda com as mãos suadas em suas coxas. 

— Você quer me punir? — fantasiava-se de inocente. 

— Você está merecendo. 

— Então me puna, professor Shin. — puxou-o pela gravata agora desarrumada para mais um trocar de beijos quentes. 

O professor o empurrou de cima de si, levantando da cadeira e o posicionando-o em cima de sua mesa com papéis. Ao mesmo em que satisfazia o desejo de seu aluno, retirava sem ver o cinto que fisgava seu membro à cada vez que o outro ousava brincar com o mesmo. Restando agora somente sua camisa e sua cueca, começou à despir o mais novo calmamente, mas que logo se transformou em segundos.

Sua gravata tão bem arrumada ao sair de cada e suas calças jeans foram jogadas ao outro canto da sala, não seriam de tanta utilidade. 

Forçando a entrada entre as pernas do mais novo, fazia contato com os membros que se roçavam à cada investida em seu quadril. Os joelhos do de cabelos cabelos claros estavam na altura de seu peito, indo e vindo à cada vez que ele decidia forçar a entrada entre suas pernas. Suas canhotas pequenas e também suadas se infiltraram nos cabelos platinados do professor, o puxando para um contato mais intenso. 

O professor não demorou muito para maltratar seus mamilos avermelhados e que em poucos segundos se encontraram roxos de mordidas e lambidas em seu ósculo. Ouvindo as provocações em formas de gemidos, o fizeram voltar para sua boca avermelhada e salivente. Mordeu seu lábio inferior antes de poder fazer contato com as línguas inquietas.

A destra do professor tratou-se de brincar com seu membro, apertando mais à cada investida que pretendia, e penetrar por dentro de sua vestimenta pessoal — Igualmente o menor o fizera antes. As mãos suadas do mais novo estavam ocupadas o suficiente para deixar tal ato ocorrer livremente, pois gemer era algo que ele queria realizar para conseguir deixar o professor insano e excitado. 

Em um piscar de olhos, ambos estavam semi-nus. Quando finalmente puderam cessar o beijo feroz e que durou minutos — tendo somente a necessidade de poderem respirar —, o menor desceu de sua mesa e ajeitou-se de joelhos para uma maneira confortável, mostrando sua excitação para o próximo ato. 

Virando-se de frente, hesitou ao ver o menor abaixar o único pano restante de seu corpo até os joelhos. Somente ao toque, seu membro fisgava e doía. Pegando no começo de sua ereção com a canhota, lambia sua cabeça tão avermelhada quanto aos lábios que realizavam tal ato para finalmente poder começar. 

Vendo seu membro desaparecer em sua boca, agarrou os cabelos claros com toda a força que dessa vez conseguia expressar, e fazia movimentos de vai e volta. À cada vez que ele voltava ao final e voltava, o professor sentia vontade de gritar, mas o que deixava transparecer era a sensação de que não era o que ele queria de verdade. 

— Vá mais rápido. Isso não é o suficiente, Changkyun. — dizia com a cabeça jogada para trás e com a voz arrastada. 

Assentindo à ordem, ia e vinha com o dobro da velocidade de antes. Às vezes o professor mantinha um contato visual intenso, para lhe dar o toque de que estava se saindo bem. O menor sabia que ele estava chegando ao seu ápice, mas também estava ciente que ele não pararia por aqui. Propositalmente, mordiscou a pelezinha fina que havia ali, fazendo o outro ficar furioso. 

Puxando sua cabeça para longe de seu membro, o maior trouxe-o para cima de seu campo de visão novamente. 

— Daddy não gosta de baby's mal educados. — disse autoritário em resposta do ato maldoso do outro. — Você será punido. 

Pela cintura, brutalmente o virou e o depositou de bruços sobre a mesa resultando em um estalo mais alto da madeira do que de dor. 

— Se ousar se mexer, será pior para você. — ditou. — Seu daddy irá punir você do jeito que você merece.  

O deixando ali, foi em busca de sua gravata abaixo da mesa e a trouxe até acima. Com o corpo sobre o do mais novo, prendeu suas mãos o mais forte que podia com a mesma, deixando sua ameaça e a promessa no ar e o fazer pensar duas vezes antes de cometer qualquer movimento. 

Sem hesitar, puxou o pano que escondia sua ereção. Trincando as unhas na mesa, puxou seu cinto de couro e o segurava pelas pontas. Na primeira chicotada, o menor sentiu arder-se por completo. Escondendo o rosto no meio dos braços, os gritos saíam abafados e a única coisa que podia dizer era pedir perdão por sua rebeldia. O professor não tinha piedade, o que foi reforçado por três chicotadas seguidas no mesmo local. Gritos e mais gritos não eram o suficiente para expressar sua dor, o suor começou à escorrer por seu rosto e pingar na mesa. 

— Professor, p-por favor. — Suplicava gemendo alto e sendo interrompido à cada chicotada. 

— Quieto, baby.

Os ombros largos do mais velho iam e vinham, depositava uma força inexplicável. Seus braços doíam e estavam exaustos, e então cessou o ato com a última chicotada. A destra puxou seus fios claros para trás com agressividade, amarrando o cinto em sua boca e prendendo-o atrás em um dos pinos. O menor expirava pesado, não sendo suficiente o ar somente transitar pelo nariz, e sim pela boca já seca. 

Com o juntar dos dedos, os enfiou dentro da boca, chupando-os com uma maneira que não secassem por enquanto. Separando suas nádegas, os dedos já umedecidos penetraram em seu ânus. Era quente mas não muito apertado, o professor podia confessar que já viu piores. 

Os movimentos de vai e vem novamente começaram e o que podia se ouvir era música aos ouvidos do professor: o menor tentando chamar por seu nome, pedindo perdão e a única resposta que recebia era para parar de falar e somente abrir a boca se fosse para chamar seu nome. Os gemidos manhosos e abafados do menor ecoava pelo ambiente mas o professor queria mais, sabia que ele podia mais. Enfiava os dedos em direção à sua próstata, fazendo-o gemer mais alto e gritar mais à cada investida violência. O cinto estava sendo mordido e babado, à cada grito que tentava dar ele somente o maltratava mais. 

— Eu acho que já deu por hoje, não é? — Viu o menor desesperadamente balançar a cabeça em negação. — Então o que você quer? 

— W-Wonnie... 

— Responda. — ditou autoritário acertando uma tapa violento em sua nádega avermelhada por conta das chicotadas. — Se você não me disser, eu não irei adivinhar. 

O menor tentava responder, mas não completava o ato por conta do objeto que lhe impedia a fala. Mesmo não podendo se divertir como queria, soltou o cinto de couro pesado que tampava sua boca. 

— E-Eu quero que v-você me foda. — disse baixo. 

— O que? Eu não escutei, baby. — ironizava puxando sua cabeça mais para trás. 

— Eu quero que você me foda. — firme.

O seu sorriso maldoso se estendeu de orelha á orelha, ouvindo o que tanto queria. Retirando seus dedos, rapidamente foi posicionados em seu membro e que logo penetrou ao lugar quente de antes. O barulho era pornôgráfico aos ouvidos alheios, mas era música pros ouvidos dos dois ali. 

Jogando sua cabeça para trás, ia intensificando o movimento constante ali. Seus dedos marcavam sua cintura, pela força de que intensificava as investidas agressivas e violentas. O mais velho ia cada vez mais fundo, com o objetivo de atingir sua próstata que parecia longe. 

Soltando uma das mãos de seu quadril, lançou abaixo da mesa, sentindo o membro do menor. 

Em um reflexo rápido a reação do mesmo foi erguer as costas e levantar, mas foi obrigado à voltar um tapa estalado e violento nas nádegas juntamente com investidas mais fortes. Ainda com seu membro em mãos, o sentia saltitar com as veias subitamente sensitivas. Começou uma masturbação rápida e dolorida. O menor compartilhava o oxigênio no pequeno espaço em que tinha sobre a mesa e sua boca. 

Entortando seu corpo, depositou estalos com a língua ao topo de suas costas. O beijava e fazia uma trilha de selares até o lombar, com o maior carinho que mostrava que poderia ter. Girando com cada vez mais força, o membro do mais novo recebia impulsos sem aviso prévio. Não poderia se desfazer ali, e o professor também não queria isso agora. 

Os movimentos estavam bons e torturantes para o mais novo, mas as pernas do professor doíam e estavam cansadas, denunciando que eles teriam que tratar de mudar de posições. 

— Está bom, não está? — questionava já sabendo a resposta. — Mas as pernas do daddy estão cansadas, troque de posição. 

Enfraquecendo os movimentos, a mão que estava em seu membro foi solta e lançada para a gravata que prendia suas mãos. Ao tentar tirar, foi de perceber-se que a havia prendido com muita pois não conseguia tirá-la tão facilmente. Sentindo-se livre, o menor saiu de dentro de sua ereção rapidamente e atacou os lábios do mais velho. Segurava seu pescoço e se contorcia cada vez que pretendia fazer um contato profundo com suas línguas. Sentir-se preso era algo que lhe deixava frustado. Colidia com seus corpos enquanto o maior o agarrava pela cintura em direção da ré. 

O segurando pelos ombros, o jogou na cadeira novamente e voltou á posição de início. Tratou de maltratar o pescoço do professor — com mordidas e beijos — enquanto o mesmo o tratava como um criminoso, prendendo seus pulsos dessa vez atrás do corpo, sendo assim, a situação mais agoniante que ele poderia passar: não poder lhe tocar. 

Erguendo o mais novo, posicionou seu membro em sua entrada e logo foi encoberto por cavalgadas. Com as mãos atrás do corpo, fantasiava-se de inocente e ia para frente e para trás como quem não queria nada. Mordiscava os lábios inferiores mantendo contato intenso com o professor, e não tinha medo de mais nada do que lhe podia acontecer. As nádegas do mesmo ainda eram maltratadas com apertos e tapas, alertando que o maior estava gostando e para trabalhar duro no que fazia. Cavalgadas mais fortes rendiam suspiros e gemidos de ambos, pedindo mais e mais. O professor era um animal, e o outro gostava disso. 

Com a cabeça jogada para trás da cadeira aproveitava para poder respirar, já que o olhar do mais novo roubava seu ar por completo. Inclinando o corpo ao ponto de seus abdômens se encostaram, lambeu o peito sarado do professor, antes de mirar em seus mamilos avermelhados e ilesos por toda a excitação. Mordiscando como se fossem aperitivos, o mais velho aproveitava para ajudar na intensificação de suas investidas à entrada do outro. O som que resultava de investidas agora agradavam ambos, o que somente servia para eles quererem bem mais do que já estavam tendo. 

 — Rebole. — ditou ouvindo um pedido de 'não' gemido. — É uma ordem, baby. 

Obedecendo ao que foi lhe ditado, mexeu o quadril como se dançasse. Dançava no membro do professor, escorregava como se pudesse se divertir fazendo o que estava sendo obrigado. As mãos grandes e suadas do professor foram posicionadas em seus quadris, novamente arrastando-os só que dessa vez rendendo gemidos. Era apertado e o membro do mais velho estava quente, o que resultava que o que estava em seu colo pudesse gemer alto com as posições que ele bem entendia em colocá-lo. 

— Isso Changkyun, hm... Não pare. — se segurou para não gemer em aprovação, sem sucesso.

Com o objetivo em mente, os lábios do mais novo chegaram perto dos ouvidos do outro, aproveitando para brincar mais com membro duro dentro de si. Dando um mordiscão na pele mais sensível que o outro tinha, subiu para sua parte interna, chupava o ósculo e mordia o que conseguia encontrar. Sabia que uma coisa o deixava louco e capaz de o maltratar de formas muito piores. E ele queria isso. 
Então começou à gemer seu nome. 

Gemia claramente seu nome, todas as vogais, letras e sílabas. Seu nome era pequeno mas se tornou extenso em sua voz. A voz arrastada era só mais um dos fatores para o deixar excitado e mais louco do que estava. 

— Changkyun... — tom ameaçador. 

— Hoseok-ah... Eu estou me saindo bem? — gemia enquanto beijava seu pescoço. 

Subindo cada vez mais, voltou à selar sua boca com semelhante do professor. Beijavam um ao outro como nunca puderam antes, era um beijo forte e ao mesmo tempo sentimental. De um lado, alguém que estava louco de prazer; do outro, alguém que estava atirado para provocações. Se separavam pela falta de ar mas rapidamente voltavam para os estalos audíveis e acompanhados de gemidos ofegantes. 

As mãos do mais velho não era novidade em meio aos seus cabelos claros, mas diferente das vezes anteriores, o puxou para trás de uma maneira tão agressiva que fez o selares de beijos terminarem na sua respiração ofegante. A outra mão imediatamente foi ao encontro novamente do membro do mesmo. 

— Você pensa que pode me provocar, baby? 

— D-Daddy, por favor!

— Continue rebolando. — os movimentos continuaram, mas agora eram tímidos e curtos. — Você é melhor que isso. 

Apertando mais o membro do mais novo, fez um caminho calmo porém muito apertado da base de sua ereção até o topo e repetindo um número vezes não contadas. A reação que o outro tinha era de arrepiar o corpo do mais velho por inteiro, sentia que à qualquer minuto iria subir pelas paredes e era isso o que ele queria. Os movimentos voltaram à ser rápidos, porém dessa vez mais doloridos e com a quantidade duplicada de gemidos e grunhidos. 

Ainda dominando a nuca do mesmo com a palma da mão, brincava de puxar os fios claros pra onde bem entendia. Os olhos fechados denunciavam seu estado espírito entregue totalmente ao professor. Brincando um pouco, puxou seus lábios para o encontro dos seus — que se estampavam um lindo sorriso maldoso. 

Começando outra masturbação — dessa vez mais forte. —, sentia-o querer desprender-se de seus lábios, mas não o deixou sair por precaução. Os movimentos continuavam mais fortes e intensos, à cada bombeada o menor ganhava mais força para desprender-se mas o maior ainda era mais forte. Sentia-se agoniado de não poder lhe tocar, e seus pulsos estavam roxos do resultado desesperado de querer se soltar. A única coisa que poderia fazer era cavalgar mais e mais, coisa que ele não estava cansado mas sim excitado em fazer. O membro duro dentro de si era algo que lhe fazia continuar, rebolando e dançando encima do mesmo. 

Conseguindo se soltar por segundos, ficou com sua testa colocada num semelhante, compartilhando o pouco de gás carbônico que havia ali.

— Hoseok, e-eu- 

— Apenas cale a boca... e faça. — o puxou de volta para sua prisão forçada, abafando qualquer forma de expressão. 

Desagarrando um pouco seu pescoço marcado pelo peso de suas mãos, voltou à posicionar em suas nádegas, as maltratando pela vez que Changkyun já havia perdido a conta. 

Estava começando á doer, e gemer foi inevitável para o mesmo. O gemido não terminava, e acabava que saía com uma voz chorosa e manhosa. Respirações ofegantes, gemidos altos e inacabáveis, reboladas mais fortes, tapas estalados e dedos dedilhando seu corpo. Isso era tudo. 

Era tudo para ele acabar de desfazer-se ali, e não sozinho. O maior realizou o que queria, desfazer-se dentro do menor. 

Com uma sensação incrível de pré-orgasmo, pararam por um alguns segundos que não estavam sendo monitorados para respirar. Quem via acharia que eles haviam acabado de correr de uma maratona, mas foi bem melhor que isso. 

Oh Deus, como foi melhor. 

Lançando as mãos cansadas aos pulsos do de cabelos claros, desprendeu pela segunda vez sua gravata e a descartou por algum ponto aleatório.  

Passando os braços em volta do pescoço do professor, deitou-se em seu peito suado e ainda sim ofegante. 

— Tire notas melhores da próxima vez, não quero ter que te punir novamente. — mentira.

— Eu irei me comportar, daddy.
 


Notas Finais


https://twitter.com/hyugwonnie

(Obrigada @psicoarctic por me ajudar em algumas partes, love u)


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