História Mr.Rabbit - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~7cah7

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Taegi, Yoonmin
Exibições 42
Palavras 2.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Por favor leiam as notas finais, eu coloquei um link de uma música pra escutar enquanto lê o capítulo.

Capítulo 9 - Confissões


Fanfic / Fanfiction Mr.Rabbit - Capítulo 9 - Confissões

Fechei meus olhos, deixando-me inapto de ver a fumaça apoderar-se de meu arredor, dando liberdade para somente que minhas narinas sentissem com fervor o aroma floral que exalava da misteriosa névoa que saiu de súbito após as palavras incompreendidas por mim de minha própria criação.

Como uma pequena criança ao arriscar-se em algo desconhecido por si, segurei Jimin mais forte entre meus braços, deixando-me que este fosse meu ponto de segurança ao qual iria recorrer com plenitude naquele momento para que obtivesse coragem e simultaneamente, ar nos pulmões, então deste modo, para que encontrasse junto com o límpido ar, também paz em seu mundo cheio de coisas e palavras enigmáticas para mim que comparava-se a somente uma criança tola de pouca idade, ao mal sabia como interpretar palavras simples de um livro.

Perdido e simplesmente distraído por meus devaneios, em um ato corajoso e junto com a sinfonia da voz de Jimin dizendo palavras roucas que foram a deslizar por entre meus ouvidos como uma espécie prazerosa de incentivo ou apoio, abri meus olhos meio hesitante diante da visão que teria após todo o acaso que havia subitamente acontecido.

Poderia ser algo estranho, mas ao simplesmente deparar-me com a cozinha rosa e o calor agradável desta diante da casa de Yoongi, veio-me a mente como um enorme estrago, a lembrança de minhas mãos segurando uma adaga; esta que em segundos após ter sua ponta afiada levantada com veemência ao ar, fora em direção ao coração de um homem, como se esta ação fosse um passe livre para deixar que a arma fosse um manipulador de sua respiração, diminuindo-a com o tempo mínimo que passava e que se estendia com seu sangue vermelho colorindo suas roupas.

- Você está bem? – Jimin cheio de preocupação, perguntou. Mesmo não dizendo em palavras ou em gestos concretos, minha perturbação devia ser notável aos olhos atentos daquele ao meu lado.

Jimin, ao não receber uma resposta por minha parte, suspirou e levou-me consigo para a saída do local, puxando-me com sua mão segurando firme em meu braço.

Empurrou-me para que assim sentasse no sofá ao seu lado. Mesmo com sua atitude pueril, continuei com minha expressão aérea enquanto deixava que o silêncio instalasse entre nós, sentados desconfortáveis no macio do sofá, ambos desejando que algo nos salvasse daquele momento infernal; não conseguindo fazer isto por si mesmo, como tolos imaturos ao quais não sabiam lidar com as conseqüências de seus atos irresponsáveis.

Como crianças em guerra, precisávamos da ajuda de uma mão adulta que nos guiaria ao caminho da tão amada reconciliação; voltando após ao mundo repleto de brinquedos e pureza.

Porém, não tínhamos esta ‘’mão’’. Afinal, enquanto preocupava-me com o que aconteceria comigo ao estar preso naquele escárnio de cor roxa, não me veio Yoongi a memória.

Devia estar preocupado? A resposta veio em uma velocidade fantástica, um ‘’não’’ simples e frívolo.

Não. Eu matei a pessoa que representava qualquer vestígio de perigo a Yoongi.

Por que isto não me tranqüilizava? Somente trazia mais temor para minhas perturbações

Em um ato súbito e incompreendido até por mim mesmo, levantei em um pulo do sofá e joguei-me no colo de Jimin, colocando minhas pernas cada uma de seu lado. Levei minhas mãos até seu pescoço e rodei-o, começando a puxá-lo para frente para trás; evitando ao máximo no ato em si, bater a cabeça de Jimin no encosto com um pedaço de madeira do sofá.

Novamente, mesmo sendo estranho, eu não queria matá-lo, não fazia força no ato, era um falso enforcamento recheado de sentimentos confusos que guardava no mais fundo de meu coração. Eles explodiram e queimaram em meu peito como um ser maléfico possui uma vítima inocente, deixando-me só com suas dores e sua fúria após sua partida.

Jimin não se espantou ou mirou-me com fúria, não se remexeu abaixo de mim ou tentou afastar minhas mãos de seu pescoço.

Nada, não fizera nada que pudesse tirá-lo de minhas mãos. Ele estava submisso como um fantoche preso por cordas e linhas.

Tirei-as de seu pescoço e observei com pesar a marca de meus dígitos em uma mescla de vermelho e roxo tênue sob a pele morena. Talvez, na hora da mais pura raiva, havia feito pressão demais na carne; mesmo deste modo, não me arrependi nem por um segundo ao afastar-me com lágrimas nos olhos.

Jimin abraçou-me por trás e acomodou-se em meu ombro com o queixo, sussurrando palavras calmas ao pé de meu ouvido por este ser mais baixo que eu. Jimin com segundas intenções aparentes com suas falas contínuas e roucas, espalmava sua mão por toda a extensão de meu corpo que possuía alcance naquela posição, fazendo-me ofegar entre os soluços e lágrimas

Repentinamente, afastando toda a mágoa e raiva que anteriormente apoderava-se de mim, uma música lenta e sensual tocou em meus ouvidos. Era um som mudo que vinha de mim e meu interior ao ter aqueles toques deslizando por minha pele.

Jimin puxou-me consigo em direção ao sofá, suas mãos localizavam-se em minha cintura, apertando-a com força. Agora, comigo acomodado em cima de seu colo, Jimin começara a abrir os botões de minha camisa em um ritmo lento, assim fazendo-me aproveitar com gosto a vergonha que era visivelmente notado na vermelhidão de não somente minhas bochechas, mas sim, todo meu rosto.

Como um passivo de mangá, eu fazia bem meu papel de submisso, deixado que ele fizesse qualquer coisa com suas mãos para dar-me prazer. Com estas, ele deslizava em meu peitoral e abdômen em toques nada inocentes.

Porém havia algo doçura no ato, esta fora feito através de seus beijos depositados em minhas costas nuas. Era bom, a melhor sensação que já sentira durante as minhas preliminares com alguém, fora o simples arrepio que me percorria por inteiro ao sentir o choque entre os lábios frios de Jimin beijando meu ombro quente pelo pano de meu paletó; este encontrava-se no chão, próximo de nossos pés.

Joguei minha cabeça para trás e apoiei a mesma sob o ombro de Jimin, sentindo em seguida, este beijando meu pescoço com calma; era como se quisesse com a lentidão aproveitar a sensação de minha pele submissa diante de seus beijos, toques e sensações. Como uma despedida, ao qual demoraria em ter-me consigo novamente.

Não aprofundei meus devaneios neste caminho, pelo simples fato de que Jimin não me dera chance de raciocinar mais averiguações e pensamentos que me fariam dar sentido nesta ação que fazíamos em conjunto e com o atrito de nossas peles se chocando assim que Jimin tirou sua camisa.

 Com um gemido alto e profundo escapando de minha garganta e remexendo-me em seu colo para que nos aproximássemos, permiti que a noção escapasse por meus poros ao sentir a mão de Jimin abrir minha calça e pousar estas em meu membro já molhado pelo pré-gozo. Mordi meu lábio inferior com força ao que suas mãos começaram a masturbar-me e deslizarem por toda a extensão de meu membro exposto. Mordia meu lábio para amenizar a sensação com força, quase sentido o sangue encostar-se a minha língua.

Virei minha cabeça para o lado em sincronia com Jimin, e com este ato, começamos a beijar-nos mesmo que na posição em que estávamos causasse desconforto em nossos corpos. Nós esforçávamo-nos para manter o ritmo entre nosso ósculo e a masturbação feita por Jimin em mim, com estes atos, o sofá que acomodava ambos, começou a fazer um ruído sob o chão com nossos movimentos que exigiam força.

- Levante-se – Jimin separou nosso beijo ao dar uma fraca mordida em meu lábio inferior e pediu-me dando um tapinha na lateral de minha coxa como incentivo.

Levantei-me de seu colo como fora pedido. Envergonhei-me ainda mais ao estar de pé e meu membro estar duro e aparente aos olhos de Jimin. Como cobri-lo com minhas mãos seria uma reação ridícula e desnecessária, somente deixei que minhas bochechas queimassem enquanto continuava esperando estático de pé que Jimin fizesse o que pretendia desde o começo.

Jimin levantou-se de sofá e parou em frente a mim. Engoli em seco diante do olhar sensual que mirava diretamente para mim com aqueles olhos de proporção meio desigual e cor extremamente clara.

Eu gostava tanto dos olhos de Jimin. Tanto que, quando os tinha em minha visão, meu coração batia de forma incompressível em meu peito, em um ritmo em mescla com sentimento que desconhecia a razão de estar possuindo-me. Era um sentimento bom que eu não queria parar de sentir até que meu coração desistisse de bater.

Eu somente amava-o demais para que pudesse descobrir todos os segredos que as batidas desenfreadas custavam-me a revelar com clareza, para que desse jeito, eu pudesse compreender com êxito estes sentimentos que se apossavam de mim sem que mal me desse conta de quanto começaram a controlar todo meu corpo com todas as suas palavras falsas de que seria algo fácil lidar com este amor.

Corri cegamente nestes caminhos sendeiros de dois mundos, com apenas um deles me proporcionando o sortilégio de sentir isto de forma sincera. Não era algo que fora inventado ou por apenas motivos apenas superficiais que após o passar do relógio e o entardecer dos dias claros acabarem-se, iria esgotar-se de meu peito e voar como cinzas em um esquecimento completo e oculto.

Perguntava-me, sentia este amor por Yoongi? Era claro que resposta já fora descoberta há muito tempo, desde o momento que este me acolheu em seus braços mesmo que suas feições não fossem claras em minha memória. Acolheu-me e segurou-me com veemência mesmo que eu não fosse mais a inocente criança que conhecera, e sim, um homem cheio de problemas, mas que fora aceito por si de qualquer modo.

Jimin, agora em minha frente, levou seus dedos até minha nuca e com estes, segurou forte em meus fios loiros; puxou minha cabeça para baixo até certo ponto, deixando meu pescoço totalmente exposto para si. Estremeci ao sentir sua boca chocar-se pecaminosamente com minha carne e nesta depositar mordidas, chupões e beijos recheados de delicadeza. Joguei minha cabeça para trás, simultaneamente por estar a deleitar-me com sua boca e por querer mais contanto com esta.

-J-jimin... – Gemi alto, fazendo com que Jimin aprofundasse o ato, deixando contínuos chupões em um ponto específico da pele. – Por favor... Preste atenção em mim. – Pedi, deslizando minhas mãos pelas costas largas de Jimin até chegar a sua nuca e pegar em seus fios assim como fizera comigo. Deslizei mais um pouco minhas mãos até chegar a seu cabelo e segurar estes com firmeza entre meus dedos para que assim mantivesse seu olhar em mim e nas palavras que saiam de minha boca. – Eu não sei o porquê de estarmos fazendo isto, o porquê de tudo estar tão repentino... – Suspirei, desviando o olhar por poucos segundos do de Jimin. – Talvez eu, bem ao fundo de meu interior, saiba o porquê disso tudo. Todavia, seja doloroso para mim aceitar que seja por isto, então que o acaso resolva tudo por nós e deixe-nos aproveitar este pecado pelo eterno, mesmo que esse eterno seja simples segundos e minutos que passarão ao piscar de nossos olhos. – Segurei minhas lágrimas e concentrei para não falhar em minhas próximas palavras. Juntei minha testa com a de Jimin, fechei meus olhos e deixei que meus sentimentos fossem expressos com algo profundo em si, assim Jimin não se esqueceria de minhas confissões mesmo após o céu amanhecer várias vezes. - Quero passar este eterno junto a ti e assim dar meu último sorriso de forma sincera. – Abri meus olhos e assim vi que Jimin fitava-me com profundidade e inesgotável atenção em minhas palavras de afeto. – Eu amo-te Jimin, amo você e Yoongi de uma forma inexplicável, de forma que mesmo após pouco tempo passar entre nosso primeiro contato comigo desta forma, nada veio a intervir que este sentimento chegasse súbito ao meu coração.

Jimin sorriu de forma como somente ele conseguiria para fazer meus batimentos cardíacos acelerarem e tirou minhas mãos de seu cabelo, entrelaçando-as com as suas.

- Posso dizer-te com confiança que estes sentimentos são recíprocos, tanto por Yoongi quanto por ti. Yoongi fora e sempre será meu primeiro amor que evoluiu conforme meu coração chocava-se contra a puberdade, você sempre será meu criador e segundo amor. Perdoou-me mesmo após meus atos controlados por ciúme, ajudara-me a encontrar um novo caminho que não houvera tanto desilusões quanto com Jungkook e sim algo com resplandecente conforto e carinho que a tanto almejava. – Jimin inspirou ar ao nosso redor e seguida começou a rir, deixando-me confuso e com uma expressão de aparente dúvida no rosto. – É que sabes... É algo meio estranho estar a me confessar tão abertamente enquanto sinto seu membro chocar-se com minha virilha... É algo vergonhoso também. – Jimin soltou uma risada alta e escandalosa ao confessar o porquê de rir anteriormente.

- Foi você que me deixou assim! Seu pervertido! Tome responsabilidade de seus atos. – Chacoalhei minhas mãos ao ar para demonstrar mais imponência.

Jimin parou minhas mãos com suas semelhantes e fitou-me enquanto mordia o lábio inferior.

- Vamos para meu quarto, assim tornarei-me completamente responsável. – Disse, deixando-me só com a pura tentação que se apoderou diante do som rouco que saia de sua boca carnuda e vermelha. – Venha, Taehyung. Segure em minha mão e descubra por si só como deixarei-lhe louco em segundos. – Ofereceu sua mão e remexeu seus dedos para que segurasse logo em sua mão.

Sem hesitar, segurei nesta enquanto fechava o botão de minha calça; mesmo sabendo que este iria ser aberto novamente. 


Notas Finais


Bem... Talvez tenha ficado muito meloso e tals, mas né...
Qualquer erro me avisem já que é minha segunda tentativa de escrever lemon.
https://www.youtube.com/watch?v=E4TygUpWUTQ
Bjs *3*


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