História Mudança de Destino - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Esgrima, França, Realeza, Romance
Visualizações 4
Palavras 838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mais um capítulo, os acontecimentos vão começar a se esclarecer
Desculpe qualquer erro
Boa leitura...

Capítulo 4 - 3 - Christine


Fanfic / Fanfiction Mudança de Destino - Capítulo 4 - 3 - Christine

Estou tão distraída no almoço que Lisa teve de perguntar:
-O que aconteceu Chris? Por que está tão distraída- ela fala me fitando.
- Sabe o que eu faria agora? - digo tirando o olhar do prato e olhando em seus olhos.
- Você... - faz uma pausa para escolher as palavras certas-... Sairia com sua mãe um passeio no jardim de girassóis? - pergunta relutante.
- Exato - volto a fitar o prato, entrando novamente em transe - Acho que farei isso mesmo assim!
- Quer dizer, voltar até lá? Sozinha?!
- Sim, preciso fazer isso, preciso me acostumar com a ideia de que ela não estará mais aqui para me fazer companhia!
- Como queira, Alteza. - diz ela se retirando e me dando um sorriso solidário.
Vou em direção a grande porta que dá para o jardim. Sinto a mesma emoção que tinha toda vez que ia lá, porém agora estou sozinha.
Sigo pelo caminho de pedras brancas até a parte do jardim onde eu ficava com minha mãe. As paredes são feitas de trepadeiras, o chão é coberto por girassóis, no centro há uma macieira carregada de maçãs e um banco de pedra cor de mármore.
Aquela visão me leva de volta ao passado, quando eu e minha mãe ficávamos horas e horas aqui, conversando.
Um coelho fofo, com pelo branco, as orelhas, rosadas e pontiagudas, pula em cima do banco de pedra e chego mais perto para acariciá-lo. 
Ouço um barulho de algo disparando e dou um salto para trás em reflexo e o pobre coelho é capturado em uma armadilha.
Caio para trás de susto e então percebo o que aconteceu. O coelhinho está dentro de um saco marrom, pulando desesperado. Vou até ele é abro o saco tirando o coelho de dentro.
- Estás machucado?- pergunto, como se ele fosse responder, porém seu coraçãozinho bate rápido e forte.
Coloco uma maçã no saco, pois, quem colocou a armadilha aqui esperava que algo caísse nela. Se não tivesse nada, desconfiariam de que alguém atrapalhou seus planos.
Quando vou sair, a fim de contar a novidade à Lisa, viro-me e olho de novo o saco. Reparo agora que na verdade ele é próprio para coisas grandes, como pessoas... 
Percebo então o verdadeiro objetivo da armadilha.
- Obrigada, amiguinho!- digo ao coelho e deixo para trás o jardim.

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-... E então eu achei esse coelhinho fofo aqui!- digo acariciando o coelho, que está comendo uma cenoura em cima da minha cama, enquanto termino de contar tudo à Lisa.
-Mas, você está ferida? - pergunta Lisa preocupada.
- Não, não, estou bem, mas... - faço uma pausa para pensar - Você acha, por algum acaso, que tem alguém tentando... Matar-me?- pergunto olhando em seus olhos.
- Será? Não, acho que não! 
- Mas, em todo caso... - volto a pensar.
- Eu conheço essa expressão, o que está tramando agora?
- Falarei com o chefe dos mosqueteiros- falo me levantando da cama - Temos que estar seguras, mesmo aqui dentro, então pedirei ao Capitão Claud que nos traga seguranças! - me volto para Lisa com atitude e ela assente - Por favor, Lisa, chame-o até a sala do trono para mim.

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Vou à sala do trono, onde eu adorava brincar quando pequena, e me sento no trono que era da minha mãe. Ela sempre me dizia que, talvez, esse trono ainda seria meu.
Ouço passos no corredor e sei que alguém está vindo. Sento--me, endireito a postura, cruzo as pernas e aguardo como uma dama. Batem na porta.
- Entre!- falo em tom sério.
- Com licença, Alteza, mandou me chamar? - pergunta o capitão.
Claud era o braço direito do meu pai. Depois que ele morreu, Claud virou o chefe da guarda dos mosqueteiros. Ele não tem um estilo muito atlético. Está um pouco acima do peso e seu cabelo está virando cinza, e, ainda por cima, é calvo.
- Chamei o senhor, sim- digo-lhe
- Como posso ajudar minha ilustre princesa - faz uma reverência- e herdeira da nossa adorada França? 
Reviro os olhos.
- Pois bem. Levando em conta os acontecimentos anormais nos últimos dia, eu, a princesa, pensei muito e cheguei a conclusão de que preciso de mais seguranças!- falo em tom sério.
- Perdão Alteza. Mas... Seguranças? O castelo já é um lugar muito seguro, por que então esse pedido? - diz o capitão, seu sorriso agora desapareceu.
- Vou ser mais clara. Eu exijo seguranças! Seguranças mosqueteiros! - digo me levantando- No mínimo três. Dois para guardar os aposentos reais e um para minha segurança pessoal. Estamos entendidos Capitão Claud?
- Sim, minha princesa. - diz ele quase bufando, acho que ninguém nunca se dirigiu a ele nesse tom- E em quanto tempo à senhorita precisa?
- Que tal em 1h, aqui nessa sala, eu exijo seguranças - falo voltando ao meu tom de voz normal.
- Como quiser, vossa Alteza!- ele faz uma reverência, se vira e segue até a porta, me deixando sozinha no salão.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Vou postar só mais um hoje

Até o próximo capítulo


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