História Mudança de Destino - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Esgrima, França, Realeza, Romance
Visualizações 4
Palavras 911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpe qualquer erro
Boa leitura

Capítulo 5 - 4 - Stevan


Fanfic / Fanfiction Mudança de Destino - Capítulo 5 - 4 - Stevan

Enquanto estamos treinando, algo muito diferente acontece, o Capitão Claud aparece na arena. Desde a morte do Rei ele tem aparecido muito pouco para treinar e isso explica o porquê de estar tão fora de forma. 
-Sentido! - grita o capitão na entrada da arena.
Todos os mosqueteiros fazem duas filas e reverenciam o capitão.
-Desculpe interromper o treino de vocês - fala de um jeito gentil, bastante incomum- Mas, tenho um recado. Apresentem-se os soldados Francis, Pierre e Stevan- diz em seu tom ríspido. 
Estremeço. Nós três damos um passo a frente e batemos continência, em sinal de respeito.
-Os três, me sigam. Os outros continuem! - grita Claud para os outros mosqueteiros e dá as costas para a arena.
Seguimos o Capitão até o primeiro andar do prédio onde fica o escritório. O nosso prédio é muito mais rústico comparado ao castelo, que é muito luxuoso. O piso é todo feito de madeira e as paredes são de cores escuras. O primeiro andar serve para guardar equipamentos e tem o escritório do capitão. Os outros três andares são os dormitórios. Cada andar contém seis quartos, cada quarto pode ter três pessoas.
Seguimos ao escritório do chefe.
-Entrem! - diz ele se sentando em sua cadeira.
Nós três entramos e ficamos enfileirados, com as mãos para trás. 
-Estive presente em um debate com a princesa Christine. E nesse debate ela me pediu para arranjar seguranças a ela, então pensei- faz uma pausa- como os senhores ainda não tem título, lhes dou agora o título de mosqueteiro.
Nos inclinamos rapidamente para reverenciar. Não pude conter minha alegria, meu objetivo enfim foi alcançado. 
-Vocês têm 20 minutos para se aprontarem. Encontro vocês na entrada dos fundos do castelo.
Sorrio. Fizemos uma reverência e saímos.

- Eu mal posso acreditar! - falo feliz quando chegamos ao dormitório. 
- Mas, temos que ficar apresentáveis, pois hoje conheceremos a princesa! - Pierre diz a última palavra em tom sonhador, ele era sentimental às vezes. 
- Pare Pierre! - diz Francis um tanto grosso - Todo mundo aqui sabe que não tem chance com ela, afinal ela é a princesa e vai casar com um homem de linhagem nobre!
- Eu sei Francis- responde Pierre, sua voz está alterando-se, mas fica calmo rapidamente. Ele realmente tem essa capacidade! Respira fundo e vira-se para mim- E você Stevan? O que acha de trabalhar no castelo?
- Eu preferiria trabalhar como mosqueteiro mesmo, na vila, combatendo o crime. Mas se vamos receber nossos títulos, então estou feliz com isso. - olho para eles e os dois parecem atônitos.
- Cara, nós vamos conhecer a princesa! Qualquer um morreria por uma oportunidade como essa! - diz Francis, pois Pierre ainda está sem palavras.
- Aposto que ela é só uma menina imatura e mimada, que só vai governar porque os pais se foram!- faço uma pausa e vou até a porta - Vamos, o capitão nos aguarda.
Os dois me seguiram calados e ninguém toca mais no assunto.
Encontramos o capitão Claud no pé da escadaria que leva a porta dos fundos.
- Ótimo, estão apresentáveis. Lembrando que não é para vocês abrirem a boca, somente quando eu ou a princesa mandar. Estamos entendidos? - pergunta com um olhar sério.
- Sim, capitão - respondemos em uníssono.
- Sigam-me! - ele vira as costas e começa a andar.
Entramos no castelo, que por sinal é maravilhosos. As paredes são cor de mármore e repletas de vidraça com cortinas claras, que estão abertas deixando a luz do fim de tarde entrar, iluminando os milhares de quadros na parede oposta. O chão também é branco, o que dá uma sensação de paz por onde passo. Percebo também que em cada cômodo tem um tapete estreito, comprido e vermelho.
Seguimos por um corredor cheio de armaduras montadas, todas douradas, e nas paredes encontram-se bandeiras azuis com o símbolo dos mosqueteiros. Paramos em frente a uma porta grande de madeira.
- Formação! - exclama o capitão e ficamos em fila e eu fiquei por último. - Lembrem-se, nem uma palavra. - cochicha ele e assentimos.
O capitão bate na porta.
- Entre! - ouço uma voz feminina e imagino que é a princesa.
- Com sua licença, vossa alteza. - diz Claud e entra sorrateiro na sala. - Realizei o seu pedido e aqui estão nossos nobres mosqueteiros!
Francis entra no salão e se posiciona a esquerda. Em seguida Pierre entra e se posiciona a direita. E por último eu, que fico no meio. 
Reverenciamos a princesa da forma mais educada possível. Noto que estamos na sala do trono. Essa sala é redonda com janelas por todos os lados, com cortinas. No centro também há um tapete vermelho que vai até o outro lado, aos pés dos tronos e, de pé, na frente de um deles, está a princesa. 
Ela é bem diferente do que eu imaginei. Não muito alta, está usando um vestido verde-claro muito rodado. Noto também que ela usa luvas da mesma cor que vão até a metade dos braços. Seus olhos são cor de mel e seus cabelos são de um ruivo avermelhado, parecendo uma cachoeira de chamas, o que destaca sua pele branca com rubor nas bochechas. E em cima de seus cabelos há uma coroa prateada e brilhante, parece feita de diamantes. Na verdade, acho que é mesmo! 
Sim, ela parece ser muito mimada, porém... Seu jeito de se portar me diz que ela não é imatura

 

 

 


Notas Finais


Primeiro "encontro" dos dois, essa relação promete

último capítulo de hoje;-;
Até mais


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