História Mudanças no Amor - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Lauren Jauregui
Visualizações 266
Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heyyy! A pedidos de vocês, me senti motivada a postar mais um cap.

Erros, corrijo depois...


Enjoy!!!

Capítulo 6 - Capítulo VI


CAMILA POV

 

Já havia colocado as crianças na cama e limpado toda a bagunça, inclusive o vômito de Dean. Estava esperando Lauren chegar, para que eu fosse para casa descansar, essas crianças acabaram com todas as minhas energias nas suas brincadeiras. Mas, não vou negar, foi divertido passar a noite com esses pestinhas.

 

Saio do meu desvaneio ouvindo o barulho da porta sendo destrancada, arrumo minhas roupas e passo as mãos no cabelo. Não sei por que fiz isso, mas a presença de Lauren me intimida.

 

Ela entra reclamando consigo mesma e eu só observo a cena sentada no sofá. Ela tira os sapatos e os deixam jogados ali na sala mesmo, em seguida joga as chaves e a bolsa na mesinha de centro e vai em direção ao congelador da geladeira tirando uma garrafa de vodka que estava escondida lá. E eu continuo só observando.

 

- É ... obrigada por oferecer... – vou seguindo seus movimentos me apoiando na guarda do sofá. – Eu adoraria pegar nele... – franzo o cenho e ela continua com seu monólogo. – Num táxi? Nossa, o lugar perfeito! – vira o copo de uma vez acabando com todo o líquido dele. – Hobbies? – ela começa a tirar o vestido ficando apenas com um de segunda pele. – Bom... dançar salsa, windsurfe, cuidar da casa... – suspira – Como é que isso foi acontecer comigo?! – me levanto vagarosamente e vou saindo de fininho em direção a porta. Pego meu casaco e quando estou prestes a abrir a porta ela me chama minha atenção.

- Já se perguntou isso? Como é que eu pude me afastar tanto do caminho em que julgava estar? – ela vira mais um copo e eu a encaro ficando de frente para ela. – Eu só pensei que talvez... apenas talvez... minha vida tivesse um sentido. – seus olhos ficam marejados. – E essa é a grande piada? – vira outro copo. – Nada faz sentido.

Continuo a encarando sem saber o que dizer e então ela dá um grande suspiro e começa a abrir a sua carteira.

 

-  Bem... é possível que você volte? – dou de ombros ainda sem dizer nada, não sei o que há comigo parece que não sei falar quando estou muito próxima dela. – Porque eu acho que as crianças realmente precisam de continuidade... – ela joga a bolsa sobre a mesa e bate a mão na testa. – Droga! Eu estou completamente sem dinheiro. – dá um sorriso irônico e vem em minha direção. – Você acredita? Eu posso pagar amanhã? – pergunta de forma séria.

 

- Sem problemas. – dou de ombros. Finalmente consegui dizer algo.

 

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Estou no café sentado em um banquinho no balcão comendo um croissant e tomando um cappuccino pensando no que ocorreu ontem. Andrew chega ao café e vai em minha direção.

 

- Hey! Veja você! Comendo um croissant. Já esqueceu a francesa, né?

 

Ele vai em direção ao som.

 

- Não mude a música. – digo sem encará-lo levando a xícara até a boca.

 

- Essa porcaria? Opa... – ele mudou a música. Bufo.

 

- O que acha de filhos?

 

- Ah, eu penso em fazer filhos o tempo todo. – Andrew diz e começa a investir o quadril contra o balcão, simulando uma foda.

 

- Não é disso que eu estou falando.

 

- E do que você está falando?

 

- Eu não sei. Ser totalmente responsável pela vida de outro ser humano. É uma loucura.

 

E nesse momento a porta do café é escancarada por uma Megan e um Dean totalmente afobados me gritando.

 

- Mila, Mila! A mamãe morreu!

 

- O quê? – largo a xícara sobre o balcão e corro com eles em direção do apartamento que fica em cima do café.

 

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Já no quarto de Lauren a encontro deitada de bruços nua com a bunda coberta pelo edredom e as pernas e costas à mostra.

 

- Ela não morreu. – digo às crianças quando Lauren mexe o pé. Estamos parados na porta a observando.

 

- E se for uma contração pós-morte? – pergunta Megan.

 

- Para trás crianças. – sussurro para elas as empurrando para fora do quarto e me aproximando de Lauren na cama.

 

- Lauren. Lauren. – a chamo em tom baixo, mas ela nem se mexe então a cutuco. – Lauren. – ela se remexe e resmunga. – Já é de manhã.

 

Ela levanta a cabeça de vagar e me encara por uns segundos.

 

- Ah, meu Deus! Eu dormi com a babá. – faz uma careta como se estivesse se repreendendo e cai com a cabeça enfiada no travesseiro. Não vou negar, isso doeu.

 

- Você não dormiu com a babá. – digo ofendida.

 

- Pensamos que você tinha morrido. – diz Dean entrando no quarto acompanhado de Megan e Lauren levanta a cabeça olhando na direção da porta onde estavam os meninos.

 

- É, você podia ter se asfixiado no seu próprio vômito. – agora é a vez de Megan se pronunciar.

 

- Entendi. Nossa! – diz Lauren repousando sua cabeça novamente no travesseiro ela nem conseguia abrir os olhos direito, tamanha a ressaca.

 

- A Camila pode nos levar para a escola? Porque já estamos atrasados. – diz Megan. Lauren me encara com vergonha fazendo uma careta.

 

- Pode ser?

 

- Claro.

 

- Pode buscar também?

 

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LAUREN POV

 

Depois da vergonha de hoje mais cedo, estou agora em meu serviço morrendo de dor de cabeça.

 

- As estatísticas estão prontas?

 

- Sim. Estão na impressora 4. – respondo ao estagiário sem tirar os olhos do computador.

 

- Lauren? – ouço me chamarem e me viro encontrando em pé ao meu lado a vice-presidente da empresa. – Tem um minuto? – assinto vendo ela se virar e caminhar em direção a sua sala. A acompanho logo em seguida.

 

- Então, Lauren...

 

- Estou demitida? – pergunto já sentindo o desespero tomar conta de mim.

 

- O quê? Por que diz isso? – a vice-presidente me questiona arqueando uma sobrancelha enquanto tomba a cabeça para o lado.

 

- Porque... – faço uma pausa olhando para todos os cantos da sala menos em seu rosto. – Desculpa é que eu estou com uma ressaca daquelas. Tenho dois filhos e não tenho marido. E não tenho um emprego de verdade desde a faculdade. Me desculpa. – sento no sofá no canto da sala de frente para a mulher. A mulher dá um riso baixo.

 

- Por favor, não se desculpe. Eu chamei você para saber se quer escrever para mim. – a encaro. – O que os homens escrevem fica chato e repetitivo. Eu vi o livro de estatísticas que organizou... Incrível! Claramente obsessiva. Fez-me lembrar de mim mesma. – dou um sorriso. – Você faz Ioga? – dou de ombros.

 

- Eu faria se fosse uma luta. – ela sorri.

 

- Qualquer hora eu levo você comigo. – ela caminha até a porta abrindo-a em seguida. – Bom... – me levanto percebendo que era para sair e dou uma risada sem graça.

 

- Ah, claro... Obrigada. – tusso algumas vezes para limpar a garganta.

 

- Hidrate-se. – ela me alerta.

 

- Claro. – dou um sorriso sem graça.

 

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Estou com Camila e as crianças em um restaurante. Resolvi pagar um almoço a ela por ter levado e buscado as crianças para mim, já que eu perdi a hora. Estava contando a eles sobre a conversa que tive com a vice-presidente da empresa.

 

- Legal! Qual será a sua frase de efeito? – pergunta Dean animado com a minha revelação.

 

- Acho que não vai ser bem assim, Dean. – respondo e logo em seguida tomo um gole do meu suco o colocando sobre a mesa depois. – Eu só vou escrever a base da história, ela vai dar o toque final.

 

- Que tal “Engula isso”?

 

- Dean!

 

- Por que você é tão idiota? – diz Megan ao irmão.

 

- É só uma ideia. – diz rebatendo. Quando vejo que eles iriam começar a discutir interrompo os dois.

 

- Shh... Shh... Shh...

 

- Isso é muito emocionante! Eles podem até por você na TV. – diz Camila comendo uma batata.

 

- Acho que não. – nego com a cabeça.

 

- Iria ser legal, mãe. – diz Megan me encarando. Camila sorri.

 

- Você tem rosto para isso. – diz Camz dando de ombros. Sorrio.

 

- Muita gentileza sua. – Camz me encara sem graça e corando ao perceber o que havia dito. Megan dá uma risadinha.

 

- “Você tem rosto para isso.” – imita Camila e abraça o próprio corpo fingindo estar beijando alguém. Dean segue seu exemplo e começa a beijar a mão. Eu e Camila apenas os encaramos, e Camila parece estar mais corada que o normal. – Hmm... Amorzinho.... amor....

 

- Megan! – repreendo.

 

- Eu só estou dizendo que sua mãe tem um rosto que ficaria bem na TV. – a encaro mordendo o lábio inferior e ela cora novamente se possível. As crianças riem.

 

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Estamos caminhando pelo calçadão indo em direção ao meu apartamento e já que fica em cima do Café onde Camila trabalha ela resolveu nos acompanhar. As crianças estão indo na frente brincando e eu e Camila atrás conversando.

 

- Eu sou muito certinha. Nunca deixei de levar ou buscar meus filhos na escola.

 

- Ah, não precisa se explicar. Juro que sei como é se divorciar. – diz Camila olhando para o chão.

 

- Seus pais se divorciaram? – ela suspira negando e olha para as crianças correndo na nossa frente.

 

- Não, fui eu... – me encara e depois olha para frente novamente. – Mais ou menos. – a encaro surpresa.

 

- O quê? Você é tão jovem! Quanto tempo? – digo indignada.

 

- Durou pouco. O nome dela era Júlia. Ela me trocou pelo irmão dela. – faço uma careta de confusão. – Ele não era bem o irmão de verdade, ele só fingia que era para poder ficar perto dela, enquanto ela me usava para ganhar o visto.

 

- O QUÊ? – questiono completamente indignada e ela dá uma risada, que é linda por sinal, poderia ouvir o resto da vida... O quê? Mais o que estou pensando? Foco, Lauren ela é só um bebê. – Isso é horrível!

 

- É. É terrível. – e continua a rir enquanto ajeita a alça da mochila em seu ombro. – Mas a pior parte disso é que eu não posso resolver finalizar o divórcio, porque se eu fizer isso ela seria expulsa do país. Isso seria muito cruel, sabe?

 

- Sei lá... Eu bem que queria expulsar meu marido do país.

 

- Machucou muito, né? – suspiro e assinto.

 

- É...

 

- Eu sinto muito.

 

- Não. – dou de ombros negando, como se não fosse preciso sentir nada. – Eu também por você. Sabe, Camila. Isso tem sido bastante difícil para mim, e com o novo trabalho, eu vou ter que ficar até mais tarde... Então, eu estive pensando, quem sabe você esteja disposta a nos ajudar em tempo integral?

 

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Notas Finais


E aí, o que acharam? Os momentos camren estão chegando....


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