História Muen - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias AvelCain, The Gallo
Personagens Jojo, Karma
Tags Avelcain, Jojo, Karma, Karma X Jojo, Muen, The Gallo
Visualizações 12
Palavras 1.592
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Pois, Dark_Doll, Senille66, meus parabéns. Vocês conseguiram.
Eis ae, meu mais novo Karma x Jojo.
Tô até passada.
Adorei fazer! De verdade, foi muito legal entrar na pele de um Jojo esquisito (como se já não fosse :p)! Então, espero que gostem!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Muen - Capítulo 1 - Capítulo Único

Eu sou um pervertido e um estuprador.
O som do trem partindo na estação próxima sobe pelos céus. Eu caminho na madrugada, rasgando as sombras, enquanto o sol se ergue no horizonte.
As bancas de jornais carregam as mesmas manchetes. "Onda de crimes hediondos continua". Ninguém sabe de onde essa alma cruel e perturbada surgiu. Ninguém pode imaginar quem seja ele.
E eu me leio.
Leio meus movimentos nas colunas de tinta borrada.
Os detalhes não estão nas descrições. Deveriam estar. São a parte mais bela.
Eles descrevem como aqueles garotos perderam o ar até morrer. E eu me lembro de seus rostos.
Tão belo...
O dono da banca rosna.
-Se ler mais, vai ter que pagar.
Sorrio, sarcástico, colocando o jornal em seu lugar. Dou um bom dia acompanhado de reverência. E vou embora.
Quanto mais perto da manhã, mais cheias as ruas se tornam. Cheias daquelas pessoas que só olham para os próprios pés... Quando olham uns para os outros, parecem sentir repúdio. Comigo acontece o mesmo.
Meu trabalho é cansativo e estafante. O escritório... O telefone toca, e pessoas estúpidas dizem coisas ainda mais estúpidas. Eu reviro os olhos a cada minuto. Não vejo a hora de abandonar esse lugar.
No rádio, continuam falando sobre os estupros seguidos de homicídio. Alguns falam coisas erradas, e isso me deixa com certa raiva. Suspiro e desligo o aparelho.
Uma secretária traz café.
-Joshua? - Ela chama. Prefiro Jojo, mas apenas para os íntimos.
O líquido está frio e amargo. Como todo dia.
O almoço acontece no escritório. Não tenho tempo para sair de lá. Até as seis da tarde, preencher tabelas, atender o telefone, cálculos.
Mas a hora chega, e pego minhas coisas para ir embora. Finalmente, o ar da rua. Poluído, sujo. Me faz sentir bem.
Casa? Não.
Sigo pela rua. Algum bar pobre e imundo me atrai. Quase nunca entro no mesmo. Quando me sento na cadeira, o barman olha. Peço um copo do mais barato.
E a puta sussurra. Eu não olho para trás. Tem a voz de um garoto. Não quero vê-lo. Ele está em todos os bares, mas eu não o olho.
Acabados sete copos, terminados os cigarros. Me levanto. Pago. Deixo o recinto com sua música fútil.
Novamente, a rua.
Andando peoas calçadas, posso ouvir as televisões ligadas. Repetem incessantemente para que os jovens tomem cuidado.
Posso ver o rosto de um deles pela janela meio aberta de uma casa. Me lembro dele. Tinha lábios carnudos, bem vermelhos. Eu os mordi até que sangrassem. Amarrei suas mãos enquanto entrava por trás. Depois, limpei sua pele com álcool da garrafa que carrego em minha maleta. Junto das camisinhas.
Ele fez uma cara linda ao sufocar.
Me distancio de seus olhos verdes e continuo andando.
Olho no relógio. Meia noite. Eu poderia sentir sono, mas não consigo.
Em uma esquina, avisto movimento.
Uma festa de adolescentes. Ouço risos e gritos. Um vulto negro sai da casa onde a confusão ocorre. Parece cansado.
Por seu jeito, vejo que não gostou do ambiente. Chora. Excluído, provavelmente. Sobe a rua muito rápido.
Tem o rosto perfeito. Claro, lábios vermelhos.
O que posso dizer a ele?
Nada.
Fico atrás de uma árvore. Quando o jovem passa por ela, o agarro. Um pano em sua boca, amarrando atrás. Amordaçado. O arrasto para um beco vazio. Jogo ao chão. Ele chora ainda mais, me arranhando por cima da roupa.
-Shhh! Quieto! Pare! Pare!
Ele para depois de resistir bastante. Me olha. Tem a posição de defesa.
-Silêncio...
Lentamente, tiro sua mordaça.
-Por favor, me deixa ir...
-Por que eu faria isso?...
Ele treme. Mas está com raiva.
-Eu não sei quem você é... - Sussurra.
-Eu também não sei quem você é. Me conta...
-Não...
Começo a puxar a corda de minha maleta. Ele se encolhe no canto do beco. Estou abaixado a sua frente. Deixo o meu "laço" no chão.
-Hum?
-Meu... Meu nome é Karma...
-Belo nome...
-Você... Você é o... O assassino...
Rio. Alto. Depois, afirmo com a cabeça.
-Prestou atenção nas notícias!
-Todo mundo sabe o que você faz...
-Meu nome é Peste...
-Não... Por favor! Me deixa ir! Eu não conto pra ninguém!
-Eu não acredito em vocês.
Afundo a mão em seus cabelos, e o empurro sobre uma poça de água turva. Ele geme. Implora.
-Por favor!
-Continua... Pede... Fica mais divertido assim...
Estou sobre ele. O viro para olhar em seus olhos. Ou melhor, olho. Usa um tampão sobre o direito.
-Hu?
-Não me machuca... - Ergue as mãos, ainda suplicando. Gosto disso...
-Por que usa isso?...
-Ele não... Ele não funciona...
-É cego? - Puxo a peça. A íris é branca, diferente da outra, castanha - Nunca fiz com alguém assim...
-Para!
Um tapa. Depois, um beijo. Ele se debate sob mim. Meu membro se eleva. Endurece rápido.
Murmuro frases repulsivas. Ele se desespera.
-Me dê seu corpo... Vamos... Deixa eu tocar...
-Para! - Tenta se arrastar. O seguro firme. Ele é fraco demais.
-Venha! - Rio. Seu rostinho de medo me dá prazer - E não me obrigue a te amordaçar de novo!...
Abro suas calças. Ele não tem pelos pubianos. É macio. Dou uma lambida nessa região.
-Você é nojento!
Mais um tapa e ele sucumbe aos soluços. Não consegue falar.
Suas mãos enfraquecidas caem sobre a água suja. Se torna fácil despi-lo.
Ah, que corpo... Tão pequeno, tão quente. O sangue fervendo de medo. O suor. Bebo dele. Salgado. Doce. Delicioso gosto de pânico.
Suas calças são arrastadas pelas pernas. Sobre o chão de cimento áspero coberto de sujeira úmida, ele se contorce.
Afasto suas coxas bruscamente. Ouço um estalo. Ele geme de dor. Beijo suas áreas sensíveis. Ele se arrepia e teme pelo pior.
Abro minha braguilha. Ele precisa ver. Olha de relance e desvia. Retiro meu membro pulsante. Tomo o cuidado de usar a camisinha. Não quero meu DNA nele todo. Minha saliva pode ser lavada rapidamente,  mas dentro dele é mais difícil.
-Hum...
Sua entrada parece macia... Acaricio com o indicador. Ele murmura pedidos de ajuda. Sabe que, se gritar, vai ser pior. Insiro o dedo, movendo-o lá dentro. Massageio. Ele se retrai.
Me retiro. Está bem preparado. Agora, encosto a glande vermelha em sua passagem. Ela escorre um pouco. Gostaria de tocar diretamente sua pele, mas não posso ser tão imprudente.
Olho para ele. Sua face me pede por piedade.
-Bem vido ao pesadelo!
-Não!
Ele tenta cobrir a entrada, enquanto me afundo nela. Molhado e quente. Começo a foder. Ele tenta acertar meu rosto. Seguro suas mãos. Esperneia e chora tanto... Lhe dou pancadas fortes nas costelas. Ele tosse. Sempre igual... Quebram tão fácil!
Estou muito fundo nele. Parece que vou parti-lo ao meio a qualquer momento. Gosto dessa possibilidade... Mais forte... Meu sangue se concentra lá embaixo... Pulsa... Muito...
Ele tenta escapar inutilmente. Sou maior. Mais forte. Ele apenas sofre sob mim. Seu sofrimento me deleita. O beijo novamente. Quero seus gritos dentro de mim. Lambo seu rosto. As bochechas... Mordo seus brincos e incito suas delicadezas com a ponta da língua. Suas lágrimas caem intensamente. Se juntam a água da poça.
Ele tenta gritar, mas o calo com beijos intensos.
-Por favor!... Pare... Me deixa em paz... Eu juro... Não contou pra ninguém... Eu não falo nada...
-Vocês só mentem... - Sussurro, antes de beijar novamente.
Estamos fodendo mais. Um ritmo alucinante e prazeroso. Meu membro se enche de sangue e sémen... Preciso deixar ir...
Tateio pelo chão. A corda... A agarro. Passo-a em torno de seu pescoço. Ele me fita.
-Por favor...
Sorrio.
-Vai doer mais em você do que em mim. Bem, isso não foi motivador, não é mesmo, Karma-chan? Mais é verdade...
Enlaço sua garganta. Puxo... Seu ar se perde. Ele geme por mais tempo que pode. Mas não consegue muito mais... Aperto a corda. As fibras arranham sua pele. O sangue escorre. Está esfolando... Ele se torna ainda mais pálido.
A ejaculação seria mais deliciosa tocando seus intestinos, mas, mesmo sob a proteção, é a melhor que já tive.
Tão violenta e forte...
Me retiro. Devagar. Ele está trêmulo. De frio e de dor. Luta por oxigênio. Duas mãos tentam afastar a corda da carne. Eu aperto mais. Me levanto, puxando minha forca para cima. Ergo-a o suficiente para que ele não possa respirar. Karma não consegue controlar bem as pernas. Elas doem, estão machucadas.
Olho em seus olhos.
-Por favor... - Um assobio esganado surge. É o que resta de sua voz - Me mata...
Depois de um tempo, é isso o que acontece. Eles param de pedir para soltá-los e começam a pedir pra que você acabe logo com isso.
Ergo mais. Abre a boca. Tenta respirar. Nada entra.
Revira os olhos.
E os músculos relaxam. Ele desmorona.
Sobre a poça.
Rio.
Retiro meus rastros gosmentos com o álcool. E o visto. Arrumo a blusa. Como um presente, para quem o encontrar. Tiro minha corda de seu pescoço e a enfio na maleta, junto da camisinha usada e da garrafa de álcool.
Fico de pé, observando a cena. Faltava algo... Ah, sim. O tapa-olho perdido no solo de cimento. O amarrei em seu rosto, bem como estava antes. Agora, estava pronto. Belo. Perfeito.
Ele tem o olho aberto e os lábios abertos. As mãos, mergulhadas naquela água do chão. Karma, um cadáver quase em preto e branco.
A lua ilumina a rua. Arrumo minhas roupas enquanto caminho, cantarolando. Preciso de um banho quando chegar ao meu apartamento. E, depois, um bom sono.
Eu sou um pervertido e um estuprador.


Notas Finais


Ship preferido? Não.
Gostei dissae? Com certeza.
Deixem suas opiniões aí, queridos! Gosto muito de saber o que pensam!
Amo vocês, gatenhos do meu kokoro S2
=^•^= =*^•^*=


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