História Muito Hot Pra pouca Fanfic - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~Maage

Postado
Categorias As Crônicas dos Kane, Magnus Chase e os Deuses de Asgard, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Atena, Bianca di Angelo
Tags Percy Jackson
Visualizações 1.009
Palavras 2.776
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii, meus lindos da tia Cookie <3 Tudo bom com vocês?? Eu espero que sim!!!!
Mais um cap fofineo saindo do forno pra vcs <3
Espero do fundo do coração que gostem!!

Capítulo 11 - Apolo e Ártemis


Pov’s Apolo

O vento balançava os cabelos avermelhados dela. Seus olhos prateados exibiam um brilho que demonstrava ansiedade, mas também medo. Ela mordeu o lábio inferior, olhando pra minha boca. Sorri, agora também olhando pra sua boca.

Estávamos no meio de uma floresta à noite, sentados numa toalha de piquenique, um de frente pro outro. Havia uma neblina que pairava num lago ao nosso lado, a lua e as estrelas nos ajudavam a ver o rosto um do outro no escuro, eram ouvidos diferentes sons do local, corujas piando, grilos e as folhas das árvores balançando por causa do vento.

Ártemis havia acampado com suas caçadoras naquela região quando eu apareci. Nós dois já havíamos tido aquela mesma conversa sobre o voto dela, e eu até tirei algumas de suas dúvidas em relação a sexo. Naquela noite, assim que as caçadoras se acomodaram para dormir, eu e ela fomos para um canto mais afastado do acampamento a fim de dar prazer um pro outro.

Cheguei um pouco mais perto dela, percebendo meu rosto esquentado.

- Nervoso? – Perguntou com uma sobrancelha arqueada.

- Não. – Forcei um sorriso, mas não deu certo. Ártemis percebeu, então eu acrescentei. – Bom, mais ou menos.

Eu já sabia que ela não iria entender.

- Como assim? Você já fez isso várias vezes.

- É, eu sei. – Dessa vez, meu sorriso não foi falso. – Mas com você é diferente...Quero dizer, você é minha irmã.

Ártemis revirou os olhos.

- Apolo, nós não temos DNA.

- Eu sei, mas se eu fizer alguma coisa vergonhosa você vai ficar caçoando de mim.

- Ah, por favor, não seja ridículo!

Ela trincou os dentes e eu sorri, um pouco sem graça ainda. Os segundos que se passaram foram torturantes, pois nós dois permanecemos em silêncio. Eu não conseguia parar de encará-la e ela também não desgrudava os olhos de mim.

Sinceramente, eu amava Ártemis, mas como irmão. Óbvio que eu gostaria de tentar certas coisas com ela, como por exemplo, sexo. Mas não seria feito com amor. Seria feito como um passatempo, uma brincadeira de gente que não tem nada pra fazer.  Eu nunca tinha falado com ela sobre esses assuntos eróticos antes, contudo, minha curiosidade era demais.

Um dia, eu e ela acabamos por conversar sobre isso. De verdade, eu gostaria muito de entender o porquê de Ártemis ser casta e evitar a companhia dos homens. Eu achava (ainda acho) super desnecessário ela nos criticar e nos ofender pelo simples fato de sermos homens. Por incrível que pareça, eu realmente não entendia tudo aquilo. Sei que é difícil de acreditar que eu não compreendo o voto de minha irmã, pois sou muito esperto, entendo de quase tudo, e ainda sou bonito. De uma forma não muito paciente e dócil, Ártemis me explicou. E eu a convenci de que tudo aquilo era bobeira. Agora, estávamos prestes a fazer sexo no meio da Floresta.

Ergui minha mão, pousando-a na perna de Ártemis. Infelizmente, a deusa não estava de vestido, e sim de calça juntamente com seus trajes da caçada. Se ela tivesse de vestido, seria mais fácil arrancá-lo.

Ártemis olhou pra minha mão e depois pra mim, rígida. Sorri.

- Tem certeza, não é? – Perguntei animado. – Você sabe que não vai poder voltar atrás.

- Estou ciente disso. – Ela fez uma pausa. – Não acredito que vou dizer isso, mas... Eu quero experimentar coisas novas mesmo que isso signifique quebrar meu voto e dizer adeus à caçada.

Assenti.

- ...Só porque não serei mais casta não quer dizer que vou ser submissa aos homens.

- É isso aí! – Exclamei.

Trocamos soquinhos, rindo.

- Pelo menos, vai ser eu quem vai tirar sua virgindade e não um outro cara estúpido que...

- Falando assim parece até que não sei me cuidar. – Ela me cortou com uma careta.

Eu cheguei ainda mais perto de Ártemis, com meu rosto a centímetros do seu. Mais uma vez, ela ficou rígida, provavelmente nervosa e insegura, mas havia um brilho nos seus olhos que negava todo o sentimento negativo que ela aparentava ter. Afastei uma mecha do seu cabelo, que estava solto. Nossos olhos se encontraram e eu pousei minha mão no seu rosto, puxando-a pra mais perto de mim, cautelosamente.

Ártemis fechou os olhos e eu sorri. Me inclinei e selei nossos lábios num beijo rápido.

- Bom? – Sorri.

Ártemis estremeceu e piscou, como se tivesse despertado de um transe.

- Éeer, eu...Ah, cala a boca!

Soltei uma gargalhada.  Ártemis corou. Eu beijei ela de novo. Com minha outra mão, abracei sua cintura, puxando-a pra mais perto. Ela afastou seu rosto.

- Espera.

- Você já quebrou seu voto...

Beijei-a de novo, e mais uma vez ela se afastou.

- Não é isso. – Disse.

- Ei. – Comecei, agora entendendo. – É fácil beijar.

Agarrei seu rosto, selando nossos lábios num beijo calmo. Primeiro, abri passagem na boca dela, puxando sua língua para vim de encontro a minha. Ártemis soltou um grunhido baixo, parecendo que não estava gostando da sensação. Puxei ela pra mais perto a fim de aproveitar o cheiro de flores que ela exalava. Apertei sua cintura com uma mão. A outra já estava tirando seu casaco de caçada.

Ártemis se afastou, tirando ela mesma o casaco, e revelando uma blusa branca de alça. Passei minha língua nos lábio inferior, dando uma olhada em suas curvas, depois, encarei-a exigindo uma explicação por ter se afastado. Eu pus minhas duas mãos na sua cintura com a testa franzida, nossos rostos ainda a um centímetro um do outro.  Ártemis estava levemente corada. Ela olhou pra minha calça, talvez imaginando se o tamanho era grande. Me afastei um pouco e tirei minha camisa lentamente, exibindo meu peitoral musculoso e sorrindo de canto.

- Gosta do que ver? – Perguntei.

Depois dos olhos de Ártemis passearem pelo meu corpo, eles se cravaram em mim.

- Vamos aproveitar que estamos longe das outras caçadoras, por isso, vou querer ouvir você gemendo bem alto e gostoso. –Sussurrei sensualmente. – Não quero que você me impeça de te tocar essa noite, você sabe que quero sentir seu corpo, principalmente colado no meu...

Cheguei ainda mais perto, roçando meu nariz em sua bochecha.

- Apolo.

- O quê?

- Você é um safado.

- Eu sei, querida. – Sorri, chegando perto do seu ouvido e acrescentei. – Deixa pra me xingar quando eu estiver dentro de você.

Me afastei apenas o suficiente para vê-la. Ártemis riu, ainda vermelha.

- Eu quis dizer que – Começou. – você é mesmo um safado. Imagino que diga essas mesmas coisas pra todas as meninas com quem fica.

- É, eu digo. Mas a ideia é fazer você ficar já molhadinha pra facilitar.

Eu não sabia se deveria ou não usar aquele tipo de linguajar com minha irmã, que era virgem, mas de qualquer forma, nós já havíamos tido inúmeras conversas sobre sexo e Ártemis parecia não ligar quando eu falava besteira, mesmo assim, ela corava ás vezes.

- Sei. – Ela disse, assentindo levemente. Sua expressão deixava claro que ela estava nervosa.

Minhas mãos puxaram ela pra mais um beijo. Eu percebi que Ártemis, dessa vez, meteu sua língua na minha boca. Resolvi não deixar escapar e fiz com que nossas línguas entrassem em sintonia. O clima foi esquentando, e nem o vento trazia mais o frio. Puxei ela pra mais perto, agarrando sua cintura. Nós aumentamos a velocidade do beijo. Eu suguei sua língua e senti ela suspirar com o gesto. Por fim, mordi seu lábio inferior e me afastei.

- Ficou mais gostoso agora, certo?

Ártemis assentiu, dando uma risadinha.

Desabotoei sua calça. Ela não me afastou nem nada, e me senti aliviado por Ártemis não ter feito isso. A sensação que tive quando a beijei, era que alguém havia ligado uma descarga elétrica em mim. Eu poderia ficar transando com Ártemis a noite toda.

Ela tirou as botas de caçada, e eu resolvi fazer o mesmo com meus tênis. Com a calça já desabotoada, Ártemis a tirou, exibindo sua calcinha cor de rosa. Abri o zíper da minha e desabotoei os botões. Deixei minha cueca Box à mostra pra ela poder reparar na minha ereção. Ela deu uma rápida olhada lá embaixo. Sorri.

Minhas mãos passaram na sua cintura. Eu estava tão perto dela que até podia sentir sua respiração e seus cabelos fazendo cócegas na minha testa enquanto eu olhava pra calcinha dela. Percebi que tinha um lacinho delicado como detalhe.

- Que gracinha. – Comentei cutucando o lacinho.

Ela revirou os olhos. Sorri e peguei nas suas duas mãos. Uma eu botei encostada na minha barriga, e a outra, abraçando-me na cintura.

- Pode me tocar. – Falei. – Eu deixo.

As mãos dela criaram vida própria, me puxando pra mais perto. Nos beijamos outra vez, e eu tirei sua camisa. Não consegui ver seu sutiã, pois ela logo me beijou de novo.

Os minutos foram se passando e eu me livrei da minha calça. Agora, eu estava por cima dela, beijando seu pescoço enquanto ela arfava. Suas mãos bagunçavam meu cabelo. Beijei e lambi seu corpo, fazendo uma trajetória do pescoço até seus peitos, que pareciam que iam pular da langerie. O sutiã dela era conjunto e também tinha um lacinho como detalhe.

- A abertura é na frente. – Ela disse com a voz rouca.

- Ah. Eu...Posso?

Ela fez que sim e eu tirei seu sutiã. Apalpei seus seios levemente, sem conseguir tirar meus olhos dele. Abocanhei o esquerdo com a mão no direito. Olhei de relance pra cima, querendo ver a reação de Ártemis, que estava corada, mas o prazer já estava estampado em seu rosto. Ela fazia um cafuné em mim enquanto eu brincava com seus peitos, o que me fez me lembrar da infância, na época em que eu ainda mamava.

Fui descendo, beijando sua barriga, até que cheguei perto da calcinha. Mordi o tecido levemente e Ártemis deixou escapar um gemido. Dei um sorrisinho, vitorioso. Olhei mais uma vez pra ela, ainda sorrindo, enquanto tirava a calcinha, que percebi estar toda encharcada. Cheirei o tecido e o joguei. Ártemis observava meus movimentos, calada. Sorri pra ela enquanto passava a mão no seu clitóris.

Juro que nunca vou esquecer e nem tirar da minha mente Ártemis se contorcendo e gemendo de prazer.

- Awnnnt – Ela fazia, abrindo sua boca naquele formato sensual.

Eu fazia movimentos leves com minha mão, mas mesmo assim, Ártemis já estava louca. Talvez seja porque era uma sensação que ela não estava acostumada. Acelerei. Tocar sirica é uma das milhões de coisas que eu sou bom em fazer.

Ártemis puxou os próprios cabelos, rebolando. Imaginei ela fazendo aqueles movimentos com o quadril em cima do meu pau e fiquei ainda mais duro. Soltei a melhor risadinha sexy que pude.

- Está gostoso, maninha?

Ela me respondeu com um gemido. Sorri. Quanto mais eu brincava com sua boceta, mais eu sentia minha mão ficar encharcada. Peguei três dedos meus e fui mexendo no clitóris dela com movimentos circulares, depois eu fui devagar.

- Aaaaainnn...

Olhei pra ela. Ártemis apertava seus seios com o olhar perdido no alto. Tirei minha cueca Box enquanto ela ia abaixando o volume do gemidos. Suas mãos delicadas passaram pelo próprio corpo, indo em direção de sua vagina. Ela começou a se masturbar e eu assisti a cena jogando minha cueca pro lado. (Eu percebi que ela tinha caído no lago mais tarde)

Encostei minhas mãos nas suas pernas e olhei os dedos dela em sua boceta.

- Não acredito, Ártemis. – Comecei. – Você nunca se masturbou, não é? Até eu faço melhor que você.

- Shiiiu. – Fez ela fechando os olhos, como se estivesse se concentrando.

Ri. Realmente, Ártemis nunca deve ter se masturbado. Ela não conhecia o próprio corpo e com certeza, nunca fizera menção de fazer coisas impuras do tipo, se masturbar. De qualquer forma, aquela era a primeira vez que Ártemis mexia na sua vagina para proporcionar-lhe prazer. Eu assistia aquela cena, cheio de tesão. Ela ainda estava com os olhos fechados e mordia o lábio inferior. Ás vezes franzia a testa e soltava mais gemidos.

Afastei sua mão e passei meu pau no clitóris dela. Ela abriu a boca, surpresa, sem soltar nenhum som erótico. Então ela franziu os lábios e fez.

- Hummmppf!

Deitei por cima dela, sem parar com os movimentos. Gememos em uníssono. Ártemis me puxou pra um beijo, já metendo a língua antes mesmo dos nossos lábios se tocarem. E sim, o beijo foi molhado, mas cheio de luxúria. Apertei a coxa dela e ela arranhou minhas costas.

- Awnnnnt....

Meu pau já estava todo encharcado e eu estava doido para enfiá-lo em Ártemis. Continuei passando meu órgão genital no dela, esfregando com vontade e sentindo aquela região toda úmida e quentinha.

- Ohh. – Gemi.

Afastei um pouquinho o meu corpo do dela e encarei aqueles olhos prateados que brilhavam como nunca.

Olhei para seu corpo nu, centralizando em seu quadril que remexia sem parar buscando pelo prazer que meu pênis fazia em sua vagina. Fiquei de joelhos olhando pra ela de cima e posicionei cautelosamente a cabeça do meu pau na sua entrada. Ártemis deu uma olhada na própria boceta, como se estivesse se certificando que estava tudo bem para começar a penetração. Dei um sorrisinho pra ela, tentando dizer através do olhar que ia ficar gostoso.

E a penetrei devagarzinho.

Ártemis jogou a cabeça pra atrás, fechando os olhos.

Eu fiz o mesmo por uns segundos, mas logo os abri pra poder ter aquela visão excitante do meu pênis dentro dela.

Eu não sabia se Ártemis estava sentindo dor ou não, por isso, continuei estocando devagar.

A sensação gostosa de ter meu pênis dentro daquela vagina rosadinha e apertada era maravilhosa, e eu já estava ficando louco de tesão. Eu gemia sem parar e as besteiras eram pronunciadas da minha boca sem que eu percebesse.

-Argh. – Ártemis fez uma careta de dor. – Ain, vai devagar, seu imbecil!

Não pude deixar de demonstrar desaponto. Até alguns minutos antes, Ártemis estava gemendo e me chamando de nomes dos quais nunca imaginei que ela me chamaria um dia, agora, minha irmã havia voltado a si e já até começara com as provocações.

- Está bem. – Murmurei percebendo o quanto que minha voz estava rouca.

Fui metendo mais devagar até que senti meu pênis ficando ainda mais úmido. Quando baixei meus olhos, percebi que um líquido dourado saía de dentro dela.

Continuei estocando, metendo a cabecinha nela e brincando com seu clitóris, a fim de amenizar a dor. E ela começou a gemer, a passar as mãos pelos cabelos, e dizer besteiras.

- Está melhor agora, maninha? – Perguntei.

- Vem mais pra perto, seu gostoso.

Ela gemia me levando a loucura.

Eu atendi seu pedido e fiquei ainda mais excitado quando senti seus seios roçarem no meu peitoral. Enterrei minha cabeça em seu pescoço, querendo sentir seu aroma delicioso enquanto metia com força. Soltei um “sua gostosa” baixinho, temendo que Ártemis se ofendesse com meu comentário ou algo do tipo. De qualquer forma, ela ouviu e aquilo parecia ter enviado mais uma onda de prazer pelo seu corpo. Ela me puxou pra mais perto e sussurrou no meu ouvido.

- A-apolo...Ai, aaaaah aawnt! Continua, não para, por favor...Aiiinn.

A respiração dela fazia cócegas no meu ombro, seus gemidos eram músicas pra meus ouvidos, suas unhas arranhando minhas costas era quase indolor, pois estava muito ocupado sentindo o prazer que ela me dava.

Puxei sua perna esquerda em encontro a minha cintura e tirei minha cabeça de seu pescoço, querendo ver mais uma vez seus olhos. Gemíamos sem parar, um chamando o nome do outro.

- Ártemis...aaahhh.

- Apolo...Ainn.

Não dava pra parar. Estava muito gostoso.

Não durou nem dois segundos até que gozei.

Desacelerei, e tirei meu pênis de dentro dela. Quando eu meti a língua na sua boceta, Ártemis gemeu mais alto e se contorceu de prazer. Apertei sua coxa forte enquanto ela puxava meus cabelos levemente, instruindo-me a continuar.

Botei minha língua pra fora e tentei lamber ligeiramente seu clitóris. Ártemis se contorceu todinha sem parar de gemer, então, seu corpo relaxou e eu percebi que ela atingiu seu ápice.

Continuei chupando ela, até que seus gemidos cessaram.

Ergui minha cabeça, vendo que Ártemis tinha um brilho no olhar e um sorriso malicioso.

Beijei-a intensamente. Suas mãos percorreram meu corpo até chegar nos meus ombros, então ela se afastou.

- Foi divertido.

Sorri.

- Doeu muito?

- Uma pequena dor desconfortável. – Ela deu de ombros, como se já não se importasse.

Sorri de novo.

- Podemos fazer isso sempre.

Agora foi a sua vez de sorrir.

- É claro, por que não?

Rimos antes de nos beijarmos outra vez.


Notas Finais


então? oq acharam??
Podem admitir que Apolartémis é sim SHIPPÁVEL!!!!
Muito obrigada a todos que deram uma olhada em "Anormale" e que ainda comentaram!!! E se vc leu e não comentou, se eu fosse vc eu deixava de ser leitor fantasma se não cê vai pros campos de punição ahsuahsuahsua
Próximo casal: THALIA E NICO
É PRA LOUVAR DE PÉ IGREJAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA


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