História Muito mais que amizade - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Júlio Cocielo
Personagens Júlio Cocielo, Personagens Originais
Tags Amizade De Longo Prazo, Romance
Exibições 79
Palavras 776
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura XD

Capítulo 37 - Nee Pooh!


Por Fernando

   To todo fodido, fui todo fodido e minha mente tá se sentindo meio culpada. Gaba tá percebendo tudo que aconteceu e eu, o conhecendo muito bem, sei que a qualquer hora pode me perguntar oque aconteceu. Eu estou tão nervoso quanto uma criança tendo que contar pra mãe que repetiu de ano, mas enfim, sou ator da Globo e vou fingir que não sei de porra nenhuma.

   Ele me olha interrogativo e eu apenas o encaro fixamente, fazendo ele desviar o olhar para um canto qualquer do quarto. Ele fica fofo quando está envergonhado...meu santinho, Fernando, você precisa parar. Faço um sinal de "chega mais perto" com o dedo indicador e observo o inocente se aproximar depressa. Fico encarando-o por breves segundos e selo nossos lábios rapidamente, e meu pensamento de que ele me empurraria se foi quando ele puxa minha cintura.

   O mesmo acontecido da noite se repetiu, nós transamos, trepamos, fizemos amor e etc. Depois de voltarmos do banho, sinto minhas pernas bambearem ao tentar andar e Gabriel me olha safado.

-Aconteceu de novo? -pergunta se fazendo de desentendido- Porra Nando, caiu aonde? -pergunta sínico.

-Meu deus Bertolli, fica na sua, vai se foder -falo rindo fraco.

-Vou te foder, diferente -lhe dou um selinho e ele passa a mão em minha bunda.

-Gaba, você é muito safado, assim fico sádico amigo -falo e ele gargalha alto. Ouvi baterem na porta do quarto- Já vai -foi Gabriel quem foi até a porta abrir.

   Ele abre a porta e lá estão: Nicolas, Felipe, Eduardo, Mateus, Alan e Melissa -ela virou integrante da casa; Tipo, ela é super dahora, parece um de nós, foi feita para nós <3- nos olhando safados. Saem invadindo e sentando na cama.

-A noite foi boa, a manhã também -Melissa fala maldosa e Gabriel cora violentamente enquanto eu, retribui o sorriso safado deles- Olha o Gaba, qualquer tomate teria inveja de ti colega.

-Vocês querem oque amigos? Fazer filhos de onde nem dá? -Nick pergunta rindo.

-Tava eu e a galera, avistando GabaNdo no grau, sabe oque ele quer? -eles se entreolham- QUEREMOCORPONUDELESMESMOSPARAUMAREPRODUÇÃOQUEINFELIZMENTENÃOPODEEXISTIR -cantam rápido,entendi foi nada -duvido você leitor pôr exatamente oque está escrito aqui, nos comentários-.

-Vão se foder, na moralzinha, já viram a cor do Gabriel? -eles olham para o mesmo, está mais vermelho do que a própria cor.

-Mas rolou né? -Lan pergunta na sua naturalidade doentia.

-To sem andar, estou sem camisa, Gabriel está morto de vergonha e não, não rolou nada não -reviro os olhos.

-When I say that he is ignorant, nobody believes me, right? ( Quando eu digo que ele é ignorante, ninguém acredita em mim, certo? ) -Nick dá um de bilíngue.

-Né não? É sociedade, a verdade nem pode mais ser vista nesse mundo -Lipe fala desapontado.

Por Anne 

   {1} Estou passando por uma casa, cuja a mesma está com a janela aberta, e não sei porque mas acho melhor bater na porta dessa casa. Vou até a mesma e aperto a campainha, um tempinho depois, vendo a mesma se abrir.

-Ahm...olá? -um garoto de cabelos escuros, pele morena e sorriso meigo e doce fala.

-Bom dia -falo tímida.

-Em que eu poderia ajudar? -dá um sorriso de lado.

-Érr...nem eu sei, passei aqui e decidi apertar sua campainha...estou a procura de uma pessoa a alguns anos e eu...achei que ela...morasse aqui -explico a situação embaraçosa.

-Bem, eu posso até tentar te ajudar, mesmo não sabendo quem é essa pessoa -fala sorrindo -ATAQUE DE FOFURA-. Apenas assenti e ele gritou um "viado"...esse apelido não me é familiar...sei lá. Depois de certos minutos, estava virada de costas para a casa e sinto uma mão em minha cintura.

-Olha só quem veio atrás de mim, se não é senhorita Anne Duque, a mocinha mais fofa dessa vida -a voz irreconhecível fala em meu ouvido.

-Prazer em te ver também Alan -abraço o garoto...quero dizer, meu melhor amigo.

   Eu e Alan somos melhores amigos desde os nossos 4 anos, estudamos no pré juntos, PORÉM, ele veio morar aqui em Sampa, então, mantivemos contatos esses anos por mensagem mesmo e agora que eu me mudei para SP, podemos nos ver.

-Cara, como você tá linda! Ainda continua fofa e meiga e diva e pequena e..-o interrompo com meu dedo.

-Entendi, continuo sua Nee pooh? -pergunto -Nee Pooh: Quando eramos pequenos, deu um cachorrinho de pelúcia para ele de aniversário, o nome dele era Pooh e meu apelido, dado por ele, é Nee-.

-Com certeza, Nee pooh -me abraça com força.

-Meu deus Lano, cê tá bem fortinho migo -digo e ele ri.

-É a saudade de te ver de novo Nee -sorrimos.

Continua...

 


Notas Finais




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