História Mulher Perigosa - Capítulo 5


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Categorias Ariana Grande, Justin Bieber
Personagens Ariana Grande, Justin Bieber
Tags Ariana Grande, Jariana, Justin Bieber
Exibições 90
Palavras 838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A contém algo em seu corpo, mas não por muito tempo. Breve ela pode perder o controle a qualquer momento. E quem será essa assombração na cola dela? J ao tentar descobrir, terá sua vida em jogo.

Capítulo 5 - O Perigo Mora com J


Fanfic / Fanfiction Mulher Perigosa - Capítulo 5 - O Perigo Mora com J

Só depois de tomar um bom calmante, eu fui capaz de me tranquilizar por mais tempo. J me olhava de cima para baixo, esboçando um pequeno sorriso escondido, orgulhoso por ter me ajudado. Ele apenas disse:

- Não se estresse assim, ou vai me asustar de verdade.
- Não me diga o que fazer. - criou-se um silêncio indestrutível.
- Você é fria. - disse ele, frio também.
- Eu sou mesmo. A cada dia, e espero ser assim cada vez mais insana e fria. - disse abaixando a cabeça.
- Falando assim, sua insanidade mental parece não ter limites.
- Ela não tem. - disse para ele friamente.
- O que é você...? - perguntou começando a ficar assustado. E diante dele, ele viu, de lado, meu sorriso surgindo por debaixo dos fios de cabelos que cobriam meu rosto inteiro, menos a boca e o maxilar.

Assustado, ele levantou-se e andou pelo saguão de luta e pôs a mão no rosto, sem acreditar no que vira.

- Sabe quem fez essa bagunça, A?
- Foi ele.
- Ele quem?
- Eu não sei o nome, mas sei que foi ele. - disse misteriosamente, trazendo o silêncio novamente. - Por favor, J... eu não quero mais dormir aqui. Eu não quero mais ficar sozinha.
- Tudo bem, olha, eu vou te levar pra minha casa e você vai ficar lá por um bom tempo, eu não sei quando, mas quem sabe até você querer ir embora. Que tal?
- Tudo bem. Eu agradeço.
- Pega tudo que você tem e põe tudo no carro. A gente já tá indo.
- Valeu. - respondi, aliviada por sair daquele lugar.

Peguei tudo que eu tinha, como a camisola que ele me dera, uma moeda que nao valia muito e um gibi que minha irmã adorava. Isso tudo dava uma sacola de plástico. Ele ficou inconformado com a pequena quantidade de coisas e pertences que eu tinha, que quando chegamos em sua casa, ele abriu a porta de um quarto, cujas paredes eram rosas e um toque bem feminino. Ele foi direto para o guarda-roupas e tirou muitas roupas de lá e as colocou educadamente sobre a cama. Sua expressão mudou ao encarar aquelas roupas, até que ele virou a cara positivamente.

- Aqui estão suas novas roupas. Acho que vai servir.
- De quem são?
- Da minha irmã mais velha... Pan... - olhou para baixo. - Na verdade, eram dela. Você não precisa saber o nome dela, então é P.
- Eu agradeço. Você é o primeiro cara legal comigo.
- Você vai continuar achando isso.
- O que houve com a P?
- Nada. Ela morreu, só isso. - disse com o rosto já virado, deu de costas e se retirou do quarto. - Aproveite as coisas aí. - disse atravessando o corredor.

Eu, sem entender absolutamente nada, fiquei sem graça de olhar roupas de uma falecida para provar em mim. Eu deixei tudo como estava e saí pelos corredores em direção do jardim. O terreno era grande de grama baixa, e com a ajuda do tempo, estava ensolarado. Avistei um banco de praça e me sentei. O vento bateu e levou minhas longas cabeleiras para longe dos meus ombros. Eu tentava encarar o céu e checar o estado das nuvens, abaixei a cabeça e fechei os olhos. Ouvi a mesma voz dentro da minha consciência novamente. Era a assombração.

- Acho melhor acreditar quando digo que não vou te deixar em paz, até você cumprir todos os meus objetivos.
- Não... não... não... sai da minha cabeça, sai da minha cabeça!
- A, eu sou a única testemunha viva de que sabe seu nome por completo. O medo reina no seu frágil coraçãozinho, e isso foi a única brecha suficiente que tive para te tomar.
- Você não vai conseguir me controlar. Sai daqui! - disse começando a gritar e balançando a cabeça e puxando os cabelos.
- Não? Eu vou conseguir obrigar você a fazer algo que você não quer.
- Não!
- Que tal matar seu novo amiguinho? - disse solenemente, me fazendo arregalar os olhos e me imobilizar totalmente.
- O que? - sussurrei. - O J não.
- Ele deve muita coisa a mim também. Assim como o cara que matou sua irmãzinha. - disse me fazendo ter ânsia de choro. - Então, A. É pegar ou largar. É ele ou sua irmãzinha.
- Mas... eu não sei nada... Como posso matar alguém experiente, com muitas experiências de luta. Eu tenho que treinar com ele. Preciso executar minha vingança. Não desisti ainda. - fechei os olhos e fragilizei a voz. - Me deixe ficar forte o bastante para ser invencível e só então, eu posso ser capaz de matá-lo.
- Eu não sou uma pessoa de esperar, A. Seja rápida e faça uma boa escolha pra mim. Até porque, você não quer deixar rastros, quer?
- Claro que não. - respondi, já persuadida e tendo minha visão tomada pelo preto obscuro e temido.


Notas Finais


A foi forçada a tomar uma violenta decisão, mas quais serão suas verdadeiras intenções? Descubra no próximo capítulo!


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