História Multiverso - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Dipcifica, Universo Paralelo, Zootopia
Exibições 21
Palavras 1.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então galera, quase larguei a fic, mas graças a uma pessoa que me mandou pm dizendo que era sua fic favorita e queria ser minha amiga, logo recuperei a fé. Então não deixarei ela e espero que continuem lendo, pode não parecer mas tento fazer o melhor possível nela.
Sem mais delongas, boa leitura.

Capítulo 6 - Complexa sala de árvores


– Você realmente acha que vai dar certo? – Nickel estava olhando para “Bill” enquanto o mesmo se arrumava.

– Absoluta. Calça essas botas – Bill joga o par de botas para Nickel que passa pelo muro, ele estava em um duto na parede quase no topo do teto. Nickel pega as botas e as olha com estranheza, nenhum animal usa sapatos em Zooland, mas logo as calçou, era bem folgado a bota para o raposo – Colocou? – perguntou sem enxergar muito bem para baixo.

– Quando quiser. – Acenou.

– Okay. – Bill ativa as botas usando o controle remoto, ele havia trocado as pilhas quando foi comer – Lá vai!

– Aah Aaah – Nickel levantava os braços para tentar manter o equilíbrio, quase caiu, mas logo manteve o equilíbrio e conseguiu chegar ao duto. – Aarh, espero... nunca mais precisar fazer isso. – Bill o encarava com uma expressão sorridente, como se ele tivesse a intenção dele cair.

– Você é um verdadeiro demônio Bill. – reclamou Dipper em sua forma astral, Bill o olhou com um sorriso de agradecimento, Dipper desviou seu olhar com raiva.

– Opa, espera! – Nickel falou sussurrando e gesticulando para ficar imóveis, algo parecia passar por baixo do duto.

– Parece que só falta o garoto e a raposa – a voz rouca chamou atenção dos três, Nickel coloca o dedo na frente do focinho para ficar em silêncio, Bill repetia o mesmo.

– Eles logo virão, tenho certeza disso! – respondeu outro animal.

– Espero mesmo, quero pôr meu plano em ação logo-logo. – sons de passos, estavam se dispersando pra outro local.

– Vamos. – disse Nickel.

 

×××

 

– Pense Julia, pense... – a coelha saltitava de um canto pro outro tentando achar um jeito de tirar todos dali.

– Ficar nervosa não vai lhe ajudar muito – retrucou o lobo, a mesma o ignorou.

– Se eu pelo menos tivesse meu gancho de alpinismo... – resmungou Mabel.

O som da única porta que havia naquele complexo era de estar sendo destrancada, logo foi aberta e para a surpresa de todos menos de Mabel e de Jacob, era um tigre que os recepcionaram, ele segura um esquilo em sua pata e o joga no meio do barro.

– Hahahaha. – a voz podia não ser tão intimidadora, mas sua postura fazia todos temerem ele – Bom meus queridos, acho que estão se perguntando “Por que estou aqui?” ou algo assim – todos os encaravam parados, Julia estava pensando em fazer uma investida, estava se agachando e olhando para as pernas do tigre, o lobo percebeu sua intenção e cochichou para que ela hesitasse, e assim ela o fez – Sabem por que estão nessa minifloresta? – Ele solta um sorriso maligno – Eu pensei em fazer um cenário da antiga natureza... Predadores e presas um caçando pelo outro, algo bem simples, pena que não vi nada até agora – Ele os encarou com decepção – Então eu tive uma ideia brilhante, se sobrar apenas vinte animais, eu vos liberto. – Ele segura a porta – Se estiverem afim disso esse é o requisito, voltarei d’aqui dez minutos, até lá deve ter um mar encantador nesse barro.

– E se não fizermos? – perguntou um coelho amedrontado.

– Se não fizerem? – O tigre vai em direção ao coelho, ele o pega pelas patas e segura para que todos o vejam – Se não fizerem pode acabar como o que vai acontecer com você. – O tigre o encara com olhar fixo, o coelho o olha como se estivesse vendo um shinigami. Ele o larga mas o soca fazendo-o para em outro lugar, todos o viram esbarrado na parede bem machucado.

– Acho que isso serve de resposta. – Ele fecha a porta, havia quase cem animais dentro daquele lugar, um mirava para o outro, muitos já estavam ali há semanas, comendo apenas restos e sobrevivendo miseravelmente, alguns cogitavam em não desperdiçar a proposta do tigre, outros negavam.

– Pessoal calminha aí! – Mabel se levantou percebendo que ia começar algo muito ruim, foi até a porta e encosto o ouvido nela para escutar se o tigre estava longe suficiente para não escuta-la, logo voltou à atenção para prateia – Vocês sabem que existem outras maneiras de sair daqui, não é?

NÃO. – Foi à resposta de muitos animais simultaneamente.

– Bom, mas eu sei, e pra começar nada de carnificina, EI! Vocês dois aí! – apontou para um homem e um arminhos que brigavam entre si – Parem! – Eles a encararam perplexos e param.

– E o que sugeres? – perguntou Julia.

– Já que há bastantes animais e até pessoas – os humanos presentes cerraram os olhos –, podíamos escalar aquelas árvores e fazer uma emboscada.

– Como? – perguntou uma presa se interessando.

– Vamos ficar só os vinte animais aqui em baixo, os outros – ela conta 1...23... 54... 63...– Ah sei lá quantos bichos tem aqui, só que vamos ficar todos em cima das árvores, quando o tigre voltar vamos todos em cima dele nocauteá-lo.

Parece um bom plano... – alguns comentavam – É. Pode ser...

– Pessoal. Vocês não estão esquecendo de alguma coisa? – Um guaxinim com uma terrível cicatriz na bochecha e no olho esquerdo se envolve no meio de todos – Essa garota é humana! – Mabel o encara perplexa, ele conseguiu mudar todo o tom de esperança para uma de alerta entre os bichos – Eles não são confiáveis, se jogarem em cima para morte certa? Não é atoa uma ideia dessas vir dela.

É isso aí, não devíamos confiar nela! – alguns começaram a discutir – É! – aos poucos muitos discutiam – Não confiem nela!

– Escuta aqui guaxinim – Ela é interrompida.

– Koll, me chamo Koll garota. – falou rispidamente.

– Tá bom Koll... – Ela suspira – Eu não sei o que as pessoas fizeram com você, mas eu quero sair daqui, e pra isso precisamos trabalhar juntos.

– E você quer que alguns se matem para você sobreviver... Legal. – Julia vai até o guaxinim, Mabel ia retruca-lo, mas é interrompida pela coelha com sua pata em seu ombro, os animais começaram a lutar entre si, quase acertam uma pedrada na coelha.

– Koll, eu entendo como o senhor se sente, mas nós podemos confiar nela. – ela falava com seu tom sereno, o guaxinim a olha surpreso, uma oficial do lado de um humano era raríssimo, ele tentava assentir, mas não conseguia.

– Oficial Lopps, como você consegue confiar nela depois de tudo que os humanos fizeram?

– Existem pessoas boas entre elas, e Mabel é uma. – a garota sorri para eles. – Você consegue acreditar em mim?

– Se for por nossa salvadora, sim. – Já foi salvo de um assalto pela coelha. Lacrimeja, a carisma da coelha era de muita graça, ela retribui com um sorriso meigo. Faltava cinco minutos para o tigre voltar.

– Pessoal! – Ninguém a escutava – PESSOAL! – As lutas entre os animais eram tão agitadas que quase ninguém a escutava.

– Han com licença... – Jacob olha para a pequena coelha e Mabel determinado – AUUUUUUUuuuuh – uivou, e todos param, alguns eriçaram os pelos, o lobo era o predador mais forte na sala – Pode falar. – pediu para que a coelha continuasse.

– Pessoal, não temos muito tempo, precisamos sair daqui, e a ideia da Mabel é ótima!

Não consigo confiar numa humana [...] É! – responderam.

– Se não conseguem confiar nela... – ela olha para Mabel e a mesma a olha simpatizando – Confiem em mim! Por favor. – Todos os animais se calaram e pararam de vez suas brigas, a humildade da coelha fez com que todo o remorso fosse deixado de lado e prestassem atenção nela, a expressão nos olhos de cada animal já deixava claro que Mabel podia continuar – Mabel, continue...

– O plano é o seguinte: Você fica em cima... – ela contou o plano e todos seguiram, ela Julia e Jacob ficam no galho de cima da porta, as pessoas e alguns animais ficam no chão para dizer que eram os “vitoriosos”, quanto aos outros ficam nos demais galhos e alguns atrás dos arbustos, esperavam até que o tigre viesse.

Passou-se o tempo que restava e o tigre voltou.

– Hm... Então esses são os vencedores? Meus parabéns! – Ele batia palmas – Vocês são incríveis, conseguiram matar todos em menos de dez minutos. – Caminhou em frente aos que estavam lá, eles estavam em fila única virados para o tigre – Mas o que eu acho mais engraçado, é que não vi uma gota de sangue nesse barro. – ele fareja e não sente nada, havia uma criança entre eles e estava começando a chorar, ele olha para o pequeno e fica em sua frente – Uma criança venceu? Vocês que não me enganam. – Ele ia para pega-lo pela camisa, mas a voz de sua mãe o ordenou parar, o tigre enfureceu com ela e quando ia para trocar de rumo outra voz muda tudo.

– AGORA. – Mabel berrou sinalizando que todos deveriam ir até o terrível tigre, alguns caíram bem em cima dele atrapalhando sua visão, se contraia resmungando “O QUE ESTÃO FAZENDO?”. Outros saíram pelos arbustos com cipó das árvores amarrando suas pernas consecutivamente até ele não conseguir mais se mexer – É isso aí pessoal. Urruu! Éhh... – Comemoro com os braços levantados em cima dos galhos, o tigre estava com o focinho envolto de cipó, ele não pode chamar por ninguém e ficava tentando emitir som.

– Bom trabalho Mabel. – disse Julia.

– Eu não diria isso com tanta rapidez. – retrucou Jacob com as orelhas eretas, parecia que vinham alguém da mansão para ver o que houve – Acho melhor fazerem algo, mais deles vão vir.

– Tarde demais lobinho. – uma voz tirou a atenção dos três para um galho atrás, havia um macaco de cabeça para baixo com sua calda segurada num galho.

– Corre! – disse Julia já saltitando, o lobo tentou descer, mas já havia alguns guardas no solo, os três correram como puderam entre as árvores, mas o macaco era astuto.

– Correr? Pra onde? – O macaco vinha em direção aos três.

Mabel e Julia se olharam e acenaram com a cabeça para se dispersar, Mabel usou alguns cipós para passar entre as árvores, Julia saltitava enquanto o lobo ficou parado, ele viu que o macaco não ia lutar com ele então esperou.

– Pra onde você pensa que vai? – o macaco se posicionou em frente à garota encurralada – Aqui de cima é uma boa queda, vamos ver como você fica sendo um tapete. – Mabel tenta desviar do macaco, mas ele era rápido, ela conseguia, mas tropeçou no galho, ela caiu...

 

...

...

...

 

– Hrm... – Abre vagarosamente os olhos.

– Olá Estrela Cadente. – disse Bill segurando ela nos braços, ele o segurou da queda.

– Dipp-... Quer dizer... Bill?! – encarou confusa, ela identificou com seus olhos brilhando levemente.

– Bill? – perguntou Nickel estranhando.

– Ninguém. Agora temos que dar o fora daqui. – disse Bill correndo com Mabel no colo seguido do raposo.

– Bill, pergunta pra ela se tem uma marionete na blusa. – pediu Dipper.

– Humana, tens marionete? – Mabel concluiu que era o Bill, mas assentiu, ela entendeu que se ele estava ali era porque Dipper precisava fazer isso e que estava por perto.

– A-aqui. – Ela pega da blusa e o entrega – E você não precisa me levar no colo. Dipper – falou ironizando.

– Você torceu o pé, não vai conseguir correr. – falou enquanto entregava para Dipper a marionete, ele então se encarnou no boneco – Vou ter que fazer isso pelo seu bem. – a garota não conseguia associar ele querer o bem dela.

– Só pode tá brincando, uma gatinha rosa? – resmungou Dipper.

– Dipper! – afirmou Mabel, Nickel mais uma vez os olha estranhando – Haha você fica uma gracinha com essa marionete.

– Hrrrmmm – resmungou.

– Hahahaha.

– Uma marionete... que fala? – Surpreendeu o raposo.

– É... Depois eu te conto, agora tem-... – algo impediu sua passagem, era o antílope e o porco, o antílope segura Julia algemada.

– NÃO! – Nickel foi para fazer uma investida no antílope, mas o mesmo saca uma pistola do coldre e o mira.

– Ninguém vai a lugar nenhum.


Notas Finais


Comente aí, isso ajuda pakas, a motivação de um autor (eu) é a interação do leitor, se você diz o que achou, crítica ou elogia ajuda e aprofunda no rumo que autor expõe a natureza da fic.


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