História Mundo dos Dragões Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Caverna do Dragão
Personagens Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 2.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bem, e depois de quase 4 meses sem postar, venho eu com o capítulo novo.
devo desculpas e explicações, e digo que tudo foi culpa da escola e o ENEM< mas agora está tudo bem, já que esse ano eu me formei e não irei entrar na faculdade no próximo ano, ainda não.
Ou seja, terei mais tempo para me dedicar á fic e escrever novos capítulos.
Não sei se este capítulo está muito bom porque eu comecei ele á muito tempo e terminei agora, mas espero que gostem, os capítulos irão melhorar com o tempo.
Obrigada á quem ainda acompanha esta fic.

Capítulo 3 - A Aventura Começa


Os quatro sóis do Reino dos Dragões brilhavam fortes no céu quando o Salvador pode ver melhor os jovens...e perceber que havia um erro. Não estavam todos ali; dos 16 jovens, só estavam 5 deles ali na floresta. Então o que ele menos esperava havia acontecido, eles foram separados em pequenos grupos. Mas...por hora não havia um grande problema, já que os outros deveriam estar por perto, ele teria de procurá-los depois.

Mas vamos apresentar os jovens que estão aqui no momento: Começando por um rapaz adulto, Mark Fioru, em seus plenos 18 anos. Um rapaz com seus 1,80 de altura, cabelos negros e olhos azuis em um tom claro. O mesmo usava uma camisa branca de algodão, uma jaqueta de coura animal costurada de forma que se era notável as linhas de costura, calças negras e sapatos também de couro; ele estava empunhando a espada de gelo. Uma espada azul e branca, com detalhes que lembravam gelo, mas também era simples e não tão chamativa, mas que ainda assim, era perceptível que era uma espada gelada, pois estava quase congelando a mão de Mark, tanto que o Salvador teve de lhe entregar luvas especiais para empunhar a espada sem ter as mãos congeladas. Ele estava á observar os outros ali com um olhar frio e completamente indiferente á situação, mas por dentro, ele tentava entender o que estava se passando e como sair dali.

Sentada sobre uma rocha, estava uma bela moça de longos cabelos loiros e lindos olhos azuis, pele branca e macia como porcelana, traços delicados como o de uma boneca, e medindo algo em torno de 1,67 e seios medianos, mas para sua altura, poderiam ser chamados de fartos. Seu nome é Amelia Riatus, de 17 anos. A jovem estava trajando um vestido de mangas curtas azul claro até seus joelhos, um avental branco, sapatos pretos com meias brancas um pouco acima do calcanhar e em seus cabelos, usava dois laços: um para prender a trança que prendia seus cabelos ( um laço branco com pequenas tiras azuis) e outro no topo de sua cabeça, de cor branca. Á seus pés, estava repousando a espada de fogo, uma espada de cores laranja, vermelho e preto, com detalhes parecidas com labaredas. Uma espada feita de forma simples, assim como a de gelo, mas era notável ser uma espada especial pois ela era quente, muito quente naturalmente, tanto que havia queimado o solo onde estava. Por isto, no colo de Amelia, estava um par de luvas mágicas para poder usar a espada sem se queimar, dadas pelo Salvador. Ela aparentava estar agoniada, batia as unhas nos próprios joelhos e olhava para todo canto, parecia querer se mexer, sair andando por aí, mas tinha que esperar...por algo que a mesma não sabia, mas esperaria por algo, estava sentindo. Além do mais, estava em um lugar desconhecido, usando roupas desconhecidas, com uma espada mágica. Aquilo era estranho.

Voltando ás apresentações...Escorado sobre uma árvore e conversando alegremente sobre um assunto qualquer com uma garota (lê-se falando pelos cotovelos sem nem saber se a moça estava ou não prestando atenção ao que dizia), estava Arthur Baum. Um jovem ruivo de cabelos espetados de 16 anos, olhos lilases e de altura mediana; digamos que todas as suas proporções eram medianas para um rapaz de sua idade, e também possui uma musculatura razoável para sua idade, ou seja, uns músculos á mais que a maioria. Ele trajava uma camiseta regata de cor avelã com botões dourados do lado esquerdo, onde se encontrava uma pequena fenda abaixo do último botão. Calças de linho branco, assim como a luva que usava em sua mão direita, até seu pulso. No outro braço, usava uma luva de dedos de cor negra até os bíceps, com pequenas bolinhas brancas no final. Como calçado, usava longas botas que pareciam ser banhadas á ouro, até um pouco acima de seus joelhos. Debaixo do braço, ele sustentava um elmo de prata com asas brancas nas laterais, o chamado elmo alado.

Ao seu lado, de braços cruzados e ouvindo a faladeira do ruivo, sem prestar muita atenção aos detalhes, estava Rachel Delko, uma garota de 16 anos. A mesma media 1,65 e cabelos lilases meio puxados para cinza que estavam presos em um rabo de cavalo alto, presos com um laço preto. Seus olhos eram cor de mel e seus corpo mediano, sem tirar nem por. Ela usava uma blusa de botões de mangas compridas de cor salmão, um pouco puxado pro laranja. Usava uma saia de cintura alta de cor creme até seus joelhos, também com botões e possuía um laço rosa. Em seu colarinho, estava um laço vermelho que combinava com suas botas médias e também usava meias-calças escuras. Em uma de suas mãos livres, estava um mangual da qual á mesma segurava. Era um mangual de ferro, com cabo de madeira e com grandes espinhos em sua bola. A mesma tentava tomar cuidado para não se espetar com os espinhos de ferro. Ela tentava prestar atenção ás palavras do ruivo, mesmo que fosse sobre qualquer coisa que não fosse o porque de eles estarem ali, com roupas estranhas, em um lugar estranho com pessoas estranhas; eles mesmos não se conheciam, e mesmo assim, Arthur veio falar com ela sobre o quão empolgante era um jogo que ele tinha jogado recentemente. Mas na cabeça de Rachel, ela queria entender o que se passava. Pelo menos, ela achava que isso era algo que todos pensavam.

E por fim, sentado encostado sobre uma árvore, estava um garoto de 14 anos, de 1,80 sendo um tanto alto para sua pouca idade de nome Zanny Christopher. Ele possuía cabelos negros e levemente espetados, com uma bandana laranja. Pele parda e olhos castanhos escuros. Ele usava uma típica roupa medieval, com uma blusa negra até o meio das coxas com betalhes brancos á partir da cintura, como se fosse uma “saia” com um emblema branco em seu peito, pequenas ombreiras negras com detalhes brancos. Calças negras, assim como as botas médias que usava. E em seu colo, estava uma rede verde, muito parecida com uma rede de pesca. Ele estava observando o “cara” de vermelho que havia achado estranho e que parecia incomodado por eles estarem ali. Ou melhor, por apenas eles estarem ali.

Os cinco jovens ali presentes já estavam fartos daquele homem de vermelho não dizer nada, apenas ficar olhando para um lugar pensando. Foi então que Amelia se levantou quase em um pulo, assustando os outros. Pegou a espada, andou até o Salvador e lhe apontou a arma, falando com uma voz calma, mas que carregava uma certa irritação.

- Você vai nos explicar o que porra aconteceu com a gente ou não vai? Já to puta da vida de ficar esperando você abrir o bico. Então, ou começa á falar, ou eu faço isso pra você. – A loira se surpreendeu consigo mesma por aquela atitude, não era exatamente o tipo de pessoa que faria aquilo, mas estava determinada em conseguir respostas, então nem mediu as suas palavras e atitudes.

- Não há necessidade de tanta afobação minha criança, eu lhes explicarei tudo. – E em apenas uma piscada dos cinco, o homem havia aparecido sentado na rocha onde anteriormente estava Amelia. – Antes de tudo, peço que sentem-se, prestem atenção e não me interrompam.

Meio á contra gosto, os jovens foram para perto de si e sentaram-se no chão, atentos á suas palavras.

- Vou ser direto e de modo que vocês possam compreender. Este lugar onde estão se chama “Reino dos Dragões”, e antigamente, ele era comandado por um rei justo e bom, junto á uma mulher-dragão, da raça dos “Deuses Dragões”, chamada Tiamat. Ela era uma figura respeitável para todo o reino, sendo alguém muito maior do que o próprio rei, sendo adorada pela família real e todos os habitantes deste reino...Porém, um dia, uma mulher misteriosa chamada Malekai chegou e disse ser outra deusa-dragoa e lutou contra Tiamat para o domínio do reino. E infelizmente, Tiamat perdeu e foi morta. Logo após isso, Malekai prendeu toda a família real e colocou outras pessoas no comando do reino em seu nome, uma família tirana, malvada e egoísta, que começou a tornar a vida das pessoas da cidade real uma pedra no sapato, como aumentando muito os impostos e os fazendo trabalhar muitas horas mais. E depois de alguns meses, Malekai transformou a vida de todos do reino um verdadeiro inferno. Ela é muito poderosa e nem os maiores magos e guerreiros puderam derrotá-la; um deles era chamado de “Mestre dos Magos”, o maior mago de todos, e meu pai. E, assim como todos que ousaram desafiá-la, ele também teve um trágico fim. Eu me chamo Salvador e os trouxe aqui para lutar contra Malekai, por isto lhes dei estas armas, chamadas de “Armas do Poder”, as armas mais poderosas de todo este mundo e as únicas coisas que poderem parar e matar aquela criatura maligna. Por favor, nos ajudem contra Malekai e seu exército. – Neste momento, Salvador se ajoelhou no chão e encostou a testa no chão como em reverência. Mark só pode rir deste ato.

- Ah tá. Até parece. Vem cá “Salvador”, primeiro você nos tira de nosso mundo, nos faz usar essas roupas medievais, nos dá umas armas estranhas e agora diz que fomos tipo, escolhidos pra lutar contra uma mulher-dragão pra salvar o reino de vocês? Eu to fora. – Se levantou e olhou em volta. – Agora abre um portal para meu mundo que eu quero ir embora.

- Não posso. Malekai consegue bloquear meus poderes e eu quase usei todas as minhas forças para trazê-los aqui. O único jeito de voltarem para casa é após matar Malekai. – explicou para o rapaz de cabelos negros que o fuzilava com os olhos azuis.

- É mais fácil dizer do que fazer. Você diz que para voltarmos para casa é só derrotar, ou melhor, matar essa tal de Malekai, mas ela é uma “deusa-dragoa” que nem mesmo os maiores magos e guerreiros puderam feri-la. Daí a única opção é seqüestrar 5 pessoas praticamente todos adolescentes sem conhecimento nenhum deste mundo ou de como se luta, dá armas pra eles e diz que é só ir lá e matar a mulher. E ainda tem a família real fajuta e tirana e um exército. Você deve achar que somos tipo os Power Rangers, ou você é muito imbecil que quer mandar 5 jovens pra morte. – A jovem de cabelos lilases disse com certo deboche na voz, mas suas palavras eram verdadeiras e havia muito sentido nelas.

- Na verdade, eu trouxe todos os 16 jovens que estavam naquele brinquedo, nos outros carrinhos junto com vocês naquela montanha-russa, mas pelo visto, malekai percebeu o que eu fiz e conseguiu separar todos vocês. Mas eu consigo sentir os outros, e tem alguém ou algumas pessoas em uma cidade próxima, seguindo pó ali. – Apontou para uma estradinha de terra que mais ao longe, se tornava uma estrada de pedra e ia em direção á uma ponte. – Alguém está naquela cidade; Luxan, a cidade das frutas.

- E porque nós temos que ir lá? – Perguntou Arhur. – Tipo, seria bacana juntar todo mundo e ir enfrentar os perigos desse lugar e sei lá o que, mas se fosse brincadeira. E pelo visto não é

- E outra, nó nem nos conhecemos, o que nos garente que alguém não vai se mandar ou nos entregar pra essa dragoa? – Zanny se questiona.

- Acho que pelo mesmo motivo que eu ainda não fui embora. Não temos para onde ir. Não conhecemos este lugar. O único que pode nos levar de volta é esse cara sem poder e inútil. – Mark debocha de salvador, que em poucos segundos, apareceu em sua frente, á poucos centímetros de seu rosto.

- Posso realmente não estar com muitos poderes, mas eu ainda sou o mago mais forte deste reino e posso me livrar de você em um estalar de dedos, pois ainda tem outras 15 pessoas com as armas mágicas. Então tenha mais respeito comigo moleque, você não sabe com quem está lidando. – Um frio percorreu a espinha de Mark que engoliu em seco e afirmou com a cabeça.

- Então está resolvido? Vamos para Luxa? – O ruivo disse animado.

- Acho que o certo é Luxan. – Amelia o corrigiu.

- Certo jovens. Eu tenho coisas importantes para resolver. Voltarei em breve. – Foi só ele passar por detrás de uma árvore que desapareceu em meio ao vento.

- Acho que isso tudo não vai dar certo. – Zanny diz irônico.

- Certo...bem, antes de sairmos por aí como amiguinhos, que tal nós nos apresentarmos? Eu sou Rachel.

- Eu sou Mark.

- Amelia.

- Arthur.

- Zanny.

- Ok. Então vamos andando. – Amelia disse confiante e determinada, andando em direção á estradinha, com os outros á acompanhando.

- E quem disse que você vai ser a líder? – Mark interveio enquanto andavam. Os outros três apenas os seguiam pela trilha.

- Porque eu sou mais adepta para isto e tenho uma espada, não sou uma pessoa antipática como você, pelo menos é o que você passa. – Amelia o confrontou, levantando sua espada para mostrá-la.

- Grande coisa, eu tenho uma espada também, e você é meio hiperativa demais pra comandar um grupo em um lugar que não conhece.

- Você também não conhece esse lugar.

 

Mark e Amelia ficaram batendo boca durante o caminho, Zanny ficou olhando o caminho, e Arthur e Rachel foram conversando sobre como era desnecessário aquela discussão dos espadachins.

 

Naquele momento, nenhum daqueles 5 jovens poderia ter imaginação o bastante para pensar no que estaria por vir naquela aventura. 


Notas Finais


E bem, é isto. Espero que tenham gostado do capítulo e irei postar o próximo capítulo em breve, com ou sem novas fichas ( mas se tiverem novas fichas será melhor ainda).
Obrigada e desculpa novamente.
Beijos e até breve.


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