História Mundo Etéreo - Capítulo 14


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Categorias Originais
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Palavras 3.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OOOOO Demorou, mas chegou!
Está aqui mais um capitulo para vocês, espero que gostem.

Capítulo 14 - Traidor


Fanfic / Fanfiction Mundo Etéreo - Capítulo 14 - Traidor

 Samanta

 

Um dia antes do baile.

Os guardas abrem a porta para que eu saia do jato, a lufada de ar quente e o cheiro do mar invadem minhas narinas.

- Vamos! - Um deles agarra minhas mãos que estão presas dentro de uma bolha de metal.

Não digo nada enquanto eles me arrastam até a muralha de cimento que ser ergue acima de nós.

Seus uniformes verdes ganham contraste contra o mar e o azul do céu.

- Senhor, estamos com uma de suas... - Um deles param de falar e olha para mim. - Uma de suas investigadoras. - Ele toca no dispositivo em seu pulso que logo se transforma em uma tela vermelha.

John aparece na tela. Um holograma.

- Que bom te ver mocinha! - Seu olho parece inchado. - Traga a senhorita Samanta até meu escritório.

- Sim senhor John. - Então o holograma se funde novamente ao pulso do homem.

Então seguimos para mais perto do muro onde os guardas do portão estavam assim verificando com seus lasers corporais os homens que me trouxeram.

- Sigam em frente. - O mais alto deles disse para nós.

A parede ser desfaz em uma fumaça acinzentada, como se há poucos minutos ali não houvesse entrada para canto algum e assim entramos para na cede principal da Grande.

Estão como antes, aqui, corredores sinuosos da ala de experimentos. As paredes de mármore branco se estendem por quase todas as partes, como todas as divisões entre os ''quartos'' são feitas de vidro com grandes milímetros de espessura, para que se algo der muito errado, esses experimentos não conseguir ferir ninguém.

Muitos estudantes estão deitados em macas de prata por todas as salas em que passamos, alguns ficam pulando como animais, literalmente.

- Soube que tentaram implantar uma asa de pássaro naquele homem. - John surge atrás de nós e fala enquanto anda e aponta para a ala.

- Senhor... - Um dos guardas se endireita para dizer, porém logo é interrompido.

- ''Disse para que o encontremos em seu escritório''... Eu sei, eu sei. - John balança a mão, os dispensando. - A deixem comigo.

Eles se entreolham e seguem em frente, onde a um elevador.

- A quanto tempo Sasa. - Sua boca se aproxima de mim, mas eu o afasto com os braços.

- Seu nojento!

- Diz isso para aquela aberração que fizemos semana passada.

O homem com asas.

Um homem alto está com os braços com costuras horríveis e mal cicatrizados, no lugar deles há uma espécie de osso branco conectado ao seu ombro, como se fosse um brinquedo quebrado. Ele parece sentir meu olhar nele e se vira para mim. Um bico de tucano está no lugar de sua boca e nariz. Parece estar chorando. Sofrendo.

Olha ao redor e decido que não quero ver o que há nas alas seguintes.

- Ela não está aqui. - John me olha e agora vejo com mais detalhes seu olho roxo.

- Onde ela está? - Da ultima vez que vi Susana foi por um vídeo, junto com Max.

Max. E se ele ainda estiver aqui e o porquê ele estaria aqui? Lembro que ele não estava na escola no dia da morte do pai de John.

- O que houve com seu olho? - Desvio da pergunta sobre o Max.

- E desde quando você se preocupa com alguém?

- Enfim, o que vim fazer aqui? - Percebo que estamos parados no meio do corredor ainda. - E para onde vamos?

Alguns agentes vestidos com roupas especiais passam por nós, suas roupas brancas junto com seus capacetes estão sujos com sangue.

- Ah, você foi chamada aqui pois seu trabalho está terminado. - Ele esfrega a testa e me olha. - Isso é pelo meu pai.

Um objeto preto e jogado contra mim antes que eu o visse e encosta-se a meu peito. Minha visão fica com pontos pretos, tento ficar de pé, mas minhas pernas ficaram fracas e então caio de lado. O baque surdo da minha cabeça contra o piso de granito é o bastante para cortar o couro cabeludo.

- Agradeça por eu ter pena de você, sua burra. - Ouço vagamente John falando para mim.

O objeto que mais parece um bastão está em sua mão esquerda, um bastão de choque anestésico que eu não havia percebido em sua cintura, compreendo.

- Pelo menos peguei a vaga dele. - Sinto o liquido quente escorrendo pela orelha. - Bons sonhos...

Então o choque vem e minha vista escurece por completo.

***


- Muito obrigado John.

- Disponha meu senhor.

O som de ondas quebrando me faz despertar.

Mantenho meus olhos fechados, apenas ouvindo. Sinto o gosto metálico na minha boca enquanto tento respirar sem parecer assustada.

- Quando ela acordar... - Diz à voz que embaralhada, minha audição está falhando?

- Pode deixar, prefiro me retirar agora se o senhor quiser. - Os passos dele vão para trás de mim. - Espero que justiça...

- Justiça? - A voz diz com escárnio. - Realmente John, você pode se retirar.

Abro os olhos devagar e vejo onde estou. Uma sala simples de frente para o mar, bem parecido com uma casa de praia, tecnológica. E então um homem está ali, sentado em uma cadeira preta de veludo.

- Senhor. Samanta Delir... - Uma mulher de cabelos vermelhos que parece ser sua guarda me olha.

- Leve o menino para fora Ester. - Ele diz enquanto continua olhando pela vidraça que dava para o oceano.

Reparo na mulher, sua roupa está combinando com seus cabelos, vermelho sangue da blusa até os seus saltos alto.

- Senhor! - John diz alto o bastante para fazer com que o homem se vire.

- Sim? - Ele diz simplesmente.

- Ela... Vai sair assim? - Sinto a raiva em sua voz. - Meu pai...

- Está morto e sinto em dizer, é melhor assim, pelo que parece. - O homem disse me olhando com um sorriso no rosto. - Entretanto. A senhora Samanta não é a verdadeira assassina de seu pai.

Larry.

- John, se já escutou o que queria ouvir, se retire. - A mulher de vermelho diz ajeitando seus óculos.

Olho para trás e por um momento vejo um lampejo no olhar dele, John. Então ele se vira e segue em direção ao uma porta dupla e desaparece quando a fecha atrás de si. Então viro minha cabeça latejante para as duas pessoas em minha frente.

- Melhor querida? - Ele se levanta e me observa.

Seu terno azul claro. Não. Branco, que me cega por um momento por conta da luz do sol que atravessa a janela. Atrás dele o oceano se estende ao longe.

- Que cavalheiro! - Ester se senta no mesmo lugar em que ele estava. - Sereno, que tal começarmos? - A mulher vermelha se recosta se acomodando no assento.

O homem em que todos temem.
O homem autoritário e sem medo.
O homem destinado a matar.
O homem que destrói e constrói pelo bem. Seu bem? 
O homem sereno.
Sereno é o nome do homem. 
O homem abutre. Um animal? Bom ou mau? Todos já sabem.
Sereno, nosso homem, nosso futuro...

A canção do abutre, do líder da organização Grande.

Então eu estou aqui, com o autoritário. Eu nunca o tinha visto pessoalmente, ele é bem cauteloso quando se trata de exposição, a ultima noticia que soube sobre ele foi quando a explosão nas alas de experiências, quando sua própria filha quase foi morta se não fosse por um dos enfermeiros. Como ele não deixa escapar nada, os caras que fugiram estão sendo seguidos, mas ainda não foram encontrados até agora.

- Samanta? - Ele me chama me despertando dos pensamentos.

- Sim. - O sangue lateja em meus ouvidos, estou com medo?

- Me chame de Sereno. - Ele aponta para uma cadeira em que Ester está sentada. - Eu queria ter me apresentado, entretanto, minha segurança quer que isso seja um pouco mais rápido.

- Sereno - Sussurro.

- Meu nome não serve para mim. De fato. - Ele move as pernas com destreza até chegar ao centro da sala.

Sim, eu iria dizer isso, esse homem já matou mais gente do que qualquer um que conheci até hoje. Desde escolas como a Husky, ilhas descartáveis para experimento de bombas e uso de seus espécimes. Uma gama de assassinatos. Um abutre literalmente, assim como os mais famosos autoritários de organizações do mundo, cada um com animal diferente. Mas nem todos são denominados como assassinos em série como ele.

Sereno percebe novamente que me perco nos pensamentos.

- Pode me chamar de abutre também, como desejar, mas acho que me conhece o bastante, me chame do que lhe vier a cabeça. - Ester se meche e faz com que um rangido soe no ar.

Doente.

É o que eu queria dizer.

- Sereno, então. - Pisco e observo a estatua de um abutre ao lado de sua mesa, por isso ele citou, eu estava olhando para ela.

- Não tenha medo, não como coisas podres. - Um sorriso no canto de sua boca surge. - Não mais, por isso lhe chamei até aqui...

- Não entendo. - E realmente, não compreendo o que esse homem quer comigo.

- Bom, eu creio que você seja um membro de minha organização, correto?

Minha garganta estala.

- Acha mesmo que eu não sei quem são os infiltrados na minha própria casa? - Sem minha resposta ele da uma risada grossa ecoa pela sala. - Porém estou aqui para falar de ti. Os outros? – Sua boca se curva em um sorriso. – Ah, estão sendo procurados.

Minha mente voa para tudo que fiz, mas não é preciso me lembrar, o holograma nos envolve e mostra tudo o que eu pensava está fazendo escondido de todos.

Minhas armas escondidas em casa, os beijos com minha amante. Os mapas de ilhas e cidades encapsuladas em redomas, mensagens criptografadas de outros membros infiltrados. A primeira confusão na escola por conta dos assassinatos, meu pequeno disfarce junto com John sobre a morte da minha própria irmã.

Tudo sendo mostrado, sempre fui vigiada no fim das contas, mas por quem?

Fecho ou olhos e deixo o holo-video se enrolar até eu chegar até aqui. Entro em minha mente e lembro...

- Tenho uma missão para você minha filha. - Meu pai falou ao microfone embutido em minha orelha.

- Me diz. - Falei sentada enquanto os alunos passavam por mim.

- Não quero te... Não quero que enfrente perigos. - Ele gagueja do outro lado da linha.

Um chiado agudo se acentua na chamada.

- Samuel? - Digo baixinho. - Quero que volte logo, eu te amo. - Digo enquanto duas meninas passam por mim e logo depois dão uma risada.

- Filha? Ainda está ai?

- Sim, o que quer que eu faça? - Passo meu dedo pelo cabelo.

Um garoto me observa do outro lado do pátio. Seu cabelo castanho meio arrepiado vão para trás quando o veio passa por ele. Ao seu lado um garoto menor olha em minha direção, diferente do primeiro, o cabelo preto curto e ondulado está bagunçado.

- Nós corremos perigo. - Meu pai fala depois de um tempo. - Meus robôs estão com falha no sistema...

- Impossível, seus robôs são perfeitos! - Sussurro com a mão contra a orelha.

- Nada é perfeito, tudo tem uma falha, mesmo que seja proposital. E sim, indo direto ao ponto. - Ele da uma risada curta. - Tem alguém estragando meus brinquedos filha.

- O que? - Essas pessoas deveriam ser infiltradas de outras organizações, ninguém dessa cidade falsa conseguiria fazer isso.

- Enrolei demais. - O chiado volta.

Maldito fone!

- Holograma... Câmera...

O sinal caiu de vez.

O sinal tocou e o garoto pegou um caderno de capa amarela e começou a anotar algo enquanto andava em direção ao portão do colégio.

 

- Aqueles garotos? - Volto à gravação de um dos robôs do meu pai.

E os vejo ali...

Então assim conheci os garotos, Max e Larry. Assim me aproximando deles, atraindo um deles, usando seu sentimento por mim para minha missão. Matar os dois era o meu objetivo, mas eu tinha outro

Eliminação do braço direito.

Walsh, o pai de John, um objetivo eliminado.

Um objetivo dentro de outro, era assim que tudo se transformava na era da Separação.

- Estou impressionado por você não prestar atenção em nada o que foi mostrado aqui. - Olho para Sereno que agora se apoia em seu monumento em forma de ave.

O holograma ainda está em nossa volta. Sinto a energia pulsando em cada poro.

- Você se parece com sua mãe. - Sereno diz subitamente. - Sempre tentando manipular todos em sua volta, para... Um bem maior?

- Um bem maior? - Se volto para ele e novamente minha cabeça lateja de dor. - Como você... Ela está desaparecida há três anos. - Minha mão treme um pouco. - E como chegamos a esse assunto? O que você tem...

- Oh? - A risada rouca de Sereno dissipa o holograma como se fosse um como uma fumaça menos densa - Quer dizer que seu pai não lhe contou nada? Samuel, Samuel...

- Meu pai... O que você sabe? - Meu pai era um traidor da Grande, ele havia me dito um dia.

- Uau! - Ester bate palma para nós e logo depois boceja. - Depois disso tudo, finalmente chegaram ao objetivo.

- Mande-o chamar. - Sereno diz para ninguém em especial.

- O que? - Tento me levantar depois de todos esses minutos sentada, mas sinto meus pés pesados assim como minhas mãos. As bolas de metal.

- Já ouviu um ditado Samanta? - Sereno olha para o mar. - Um evento leva a vários outros eventos, assim, ocasionando uma árvore de possibilidades com mais eventos. Foi isso o que aconteceu, todo esse drama poderia ter sido evitado se você tivesse matado aqueles dois garotos.

- Sua irmã estaria em paz, seu pai estaria em paz, sua vida estaria em paz. Tudo foi culpa sua. - Ester estala seu dedo mindinho.

- Não... - Eu digo. - A culpa é do meu pai por ter... Droga, está tudo errado! - Me exalto por um momento.

- Viu? Eventos. - Sereno se aproxima de mim com passos lentos. - Sabe. - Ele levanta minha cabeça, segurando meu queixo. - Seu pai nunca me traiu.

Um tapa doeria mais do que aquilo.

- Eu sei, eu sei. Tudo foi culpa do seu papai.

Três anos. Três anos minha mãe desapareceu o que ocasionou tudo, por culpa da Susana... Não, do meu pai. Tudo foi ordem sua, matar uma filha por conta de uma traição, que voltou para tomar o que era dela por direito, porque foi abandonada com sua mãe na miséria e minha missão foi dar sumiço na minha própria irmã.

Mas minha mãe descobriu Susana, descobriu a traição, assim como acabei de descobrir. Eu fui à marionete de outra e de outra, um show em um palco de cobras!

"Um evento leva a vários outros eventos"

A porta dupla atrás de mim se abre e antes que Sereno anunciasse, eu já sabia quem estava ali depois de anos apenas falando comigo por áudios e mais áudios.

Meu pai.

Agora estava ali, na nossa frente; com seus olhos castanhos vidrados em mim. Seu cabelo branco está penteados para trás; sua roupa era elegante assim como a de Sereno, porém em tons de azuis celeste.

- Samuel, Samanta. Samanta, Samuel. – Sereno nos apresentou mesmo sabendo que já nos conhecíamos.

- Querida... – Meu pai começa a falar.

Traidor.

- Só isso? – Ester se levanta lentamente da cadeira escura. – Acabou o teatrinho pessoal.

- Realmente. – Sereno coloca as mãos nos bolsos da calça. – Temos algo melhor para fazer... Nós todos temos, não é Samuel?

Meu pai continua me observando pelo canto dos olhos.

- Sim. – Ficamos em silencio esperando. – Eu fiz o que tinha que fazer Samanta.

- Sei, trair a mim, trair minha mãe... – Será que tenha traído Simon também?

- Descobriu onde levaram Danielle? – Ester corta meu pai antes que ele retrucasse meus questionamentos.

- Isso, consegui, eles estão localizados no Rio de Janeiro.

- Na cidade congelada? – Sereno olha para Ester.

O que estão planejando?

- Não exatamente. – Tirando um microchip do bolso, meu pai o encaixa em sua pulseira. Um tipo de mulher vendida com um manto branco surge em nossa frente.

- O que uma Cleiga está fazendo lá? – Ester ri. – Não me diga que...

- O padre está do nosso lado então. – O rosto de Sereno brilha de um jeito estranho, como se absorvesse a luz do holograma da mulher.

- Senhor? – Ela diz olhando para os lados. – Cidade dois. Reunião... Haverá um baile... Amanhã. 

- porque ela não diz tudo de uma vez? – A mulher de vermelho se senta novamente.

- Danielle está morta... A corvo!

Então a mulher some do centro da sala.

Novamente o silencio tomou conta da sala, a não ser pelo barulho das ondas quebrando do lado de fora.

- Que desfeita da sua esposa Samuel, não fomos convidados para o baile. – Sereno olha para todos nós. – O que estamos esperando?

- Não podemos invadir um território inimigo Sereno, você sabe das regras... – Meu pai tirou o microchip da pulseira.

- Realmente, nós não podemos, entretanto. – Seu olhar se volta para mim. – Ela sim e não se preocupe, ela não ira sozinha. Mandarei guardas e ela se juntara com meu esquadrão de procura dos dois infiltrados que explodiram a área de experimentos.

- Viu? Como é mesmo aquela frase dos antigos? Dois coelhos em uma cajadada só! – Ele continua enquanto meu pai apenas observa, sem falar absolutamente nada.

Novamente serei usada e por culpa dele. Nem mesmo sua presença será capaz de mudar a decisão de Sereno, nem mesmo tentar ele tenta.

Traidor.

Dois guardas entram aparecem ao lado da porta dupla, sem entrar na sala. As bolas de metal presas ao meu pé estalam e se abrem para que eu possa andar livremente até a porta sozinha.

- Filha.

- Não dirija nenhuma palavra para mim! – Digo cuspindo em seu terno.

Levanto-me com dificuldade e ando até as portas duplas sem olhar para nenhum deles. O ninho de cobras.

Os guardas seguram meus braços e deixo que me arrastem pelo corredor de vidro acima do mar, que, assim como eu, está agitado.

***

A roupa de couro branca e amarelo está me aquecendo do frio em que faz do lado de fora da cede. Exatamente na pista de voo das naves da Grande.

As bolas de metal continuam grudadas em minhas mãos.

- Nossa. – John desce do jato com detalhes verdes. – Você que vai comigo por fim.

Sua roupa é a mesma que a minha, o único detalhe diferente é seu coldre na perna esquerda.

- Tanto faz. – Ele me diz quando eu não o respondo. – Vamos?

Ele estende sua mão para mim.

A escada do jato desce.

Sua risada é abafada pelo barulho do vento. – Esqueci que não querem que você nos mate e roube nosso jato em voo. – Quase dou um sorriso, pois era verdade.

- Vamos! – Uma guarda grita do lado de fora.

John me olha antes de me ajudar a subir nas escadas escorregadias pela garoa que cai.

Então entro no jato que faz um barulho enorme ao ser ligado ao mesmo tempo em que levanta o seu voo. Indo para o meu destino, seja lá qual deles será.


Notas Finais


E então, o que irá acontecer?
Espero que tenham gostado, até o próximo capitulo.
Abraços!!!


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