História Mundo sem volta - Capítulo 1


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Categorias Rebelde (RBD)
Exibições 48
Palavras 950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


"Ás vezes temos que rever nossos conceitos e ir além de nossos próprios limites e medos..." Bem vindos leitores(as) a essa nova saga! boa leitura.

Capítulo 1 - The beginning...


Fanfic / Fanfiction Mundo sem volta - Capítulo 1 - The beginning...


     O sol brilhava resplandecente sob os meus olhos, tudo havia mudado bastante nos últimos anos, e eu apenas queria esquecer tudo aquilo que passou, relembrar o meu passado me fazia mal, não tinha ideia de que um dia tivesse que mudar meu próprio nome para me livrar do passado, estava indo para minha casa quando alguém esbarrou em mim me fazendo ficar completamente distraída, olhando para todos os lados sem conseguir ver ninguém. Um barulho estranho me fez ficar com medo, e havia uma silhueta de alguém logo atrás de mim foi então que uma voz rouca e masculina começou a falar:

_O que faz você aqui Anahí?

_Quem é você?!- falei me virando para ver quem era, mas para minha surpresa não tinha nada.

_Não interessa quem eu sou, me interessa o que você é..

_Eu sou apenas uma garota comum e como você sabe o meu nome?- realmente ninguém mais sabia o meu nome- me fala ou eu vou chamar a polícia agora mesmo!

_Estava brava? mas porque? você ainda não sabe o que eu realmente sei sobre o seu triste passado..

_Olha aqui seu babaca, eu não quero saber nada de você- minha voz fraquejou- adeus..

_Eu posso contar para todos ou apenas me calar.

_Então cala a sua boca e me deixa em paz!- gritei para o nada.

_Não é assim que tudo funciona, você tem que pagar pelo que você fez..

_Eu não te devo nada, e eu não irei fazer nada.

_Que pena você irá sofrer novamente...

_Seu imbecil! você não vai me obrigar a fazer nada.- minhas lágrimas começam a brotar facilmente.

_Você só tem que ir até um lugar e pronto.

_Aonde você quer que eu vá..- não adiantou segurar já estava chorando.

_Apenas fique de costas e feche os olhos..

_Você vai me matar?!- quase corri mas senti que seria muito pior- você vai morrer por isso.

_As ameaças são minhas baby e cala a boca e faz o que eu mandei! agora!

_Tá.

Me virei com medo e cautela e foi  nesse momento quando alguém me puxou para trás e eu só observei a escuridão tomar conta de tudo. Não sabia se havia me matado pois não houve dor, mas sentia ainda meu coração bater então esse foi um bom sinal, mas não conseguia me erguer e nem enxergar nada, tentei mas parecia que estava presa em alguma coisa e provavelmente em um lugar fechado, alguns poucos traços de luz começaram a aparecer, foi quando senti como se tivessem me jogado para o alto, assim como o meu pai fazia quando eu era apenas uma bebê e me segura em seus braços, mas isso não aconteceu, apenas fui caindo até que bateu no chão e algumas trancas da caixa que agora conseguia ver perfeitamente, se abriram e eu sai daquele lugar apertado. Não tinha nada era apenas uma sala muito iluminada e branca, e o pior não tinha porta.

_Tem alguém ai?- disse com a voz tremula- por favor responda.

As luzes se apagaram e acenderam, mas agora tinha uma arma no chão, e um alvo como daqueles de treinamento de polícia com a minha mãe em pé, de início fiquei desesperada e comecei a bater nas paredes com minhas maiores forças, sendo que não mudou nada e então com o rosto inundado de tristeza, eu peguei a arma tinha entendido que tipo de jogo estaria prestes a jogar, minha mão estava tremendo e uma sensação de raiva entrando em mim, mirei na barriga e após fazer os primeiros passos, atirei sentindo a arma voltar na direção do meu rosto, e cai no chão. As luzes piscaram e eu então agora com o rosto sangrando, me ergui e mirei nas pernas e atirei mas não adiantou eu mesma cai por vergonha do que estava fazendo, mas não poderia desistir nunca.

_Eu não sei se você está me ouvindo seu idiota! - disse com o ferimento latejando na minha maça do rosto - Mas eu vou atirar no lugar em que eu atiraria em você!

Voltei a me levantar e mirar, só que agora para o rosto, minhas lágrimas não paravam e a dor em minha cabeça se espalhava como um veneno, mirei na cabeça e com os olhos cheios de raiva, atirei com precisão e acertei, tudo agora era só medo e raiva, não aconteceu nada, e eu me deitei no chão, chorando aos soluços e vendo a luz se apagando. Demorou um pouco e ela se acendeu e uma porta estava ali bem na minha frente é escuro lá dentro e não dá para enxergar absolutamente nada, é o único lugar do qual eu possa ir, a arma sumiu e o alvo também. Caminho a passos largos até a porta e quando coloco meu pé eu caio de novo e algo bate rapidamente em mim, me fazendo ficar fraca e exausta, não consigo mais chorar porque só querer sair desse verdadeiro inferno, olho para cima e duas mãos me levantam e me carregam nos braços, olho para o rosto e vejo que é um homem.

_Olha eu não sei como eu e você fomos parar aqui mas vou te levar até os outros e..-disse o homem.

_Qual o seu nome?- minha voz quase num sussuro- fala..

_Não sei se isso é importante mas meu nome é Alfonso.- disse ele com um pequeno sorriso.

_Você vai me matar?- quase apagando de novo.

_Não eu não vou, e também não vou deixar que mais ninguém te machuque..- disse ele com esperança.

_Olha não sei se você deve fazer isso por mim, mas agora você já me salvou, você agora é o meu anjo...-digo e apago assim como as luzes daquela sala.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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