História Mundo Surreal - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Bellamy Blake, Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Lexa, Octavia Blake, Personagens Originais
Tags Alycia Debnam-carey, Clexa, Eliza Taylor, The 100
Exibições 123
Palavras 1.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, FemmeSlash, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiramente quero pedir desculpas pela demora, tive um bloqueio enormeeee.
Mas acho que já resolvi esse probleminha ahaha!

Espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 9 - O sumiço de Clarke - Parte I


 

Algumas semanas haviam se passado desde que eu e Clarke assumimos o que estávamos sentindo uma pela outra . Bom, não era como se já estivéssemos namorando, mas estamos curtindo nosso tempo juntas, e estar com Clarke havia se tornado a melhor parte do meu dia. 

Já era segunda, resumindo, já estava na hora de ir trabalhar. Antes de levantar da cama chequei meu celular e vi que tinha uma nova mensagem, era de Clarke "tenha um ótimo dia Lexa. Nos vemos hoje a noite?", abri um sorriso para a tela do celular e logo em seguida respondi com um sim. Todas a noites Clarke vinha ao meu apartamento, ela evitava que eu fosse até a casa dela para que a mãe dela não causasse algum problema. E sabendo como a mãe da Clarke sofre com problemas de bipolaridade, achei melhor também.
- Bom dia bom dia, Elizabeth! - Falei entrando na loja e me aproximando para dar um beijo em sua bochecha. 
- Bom dia minha querida, acordou feliz mais uma vez? - Me perguntou sorrindo.
- Sempre! - Brinquei. 
- Ótimo, porque ali está as caixas com livros novos que acabaram de chegar e precisam serem arrumados nas prateleiras. 
- Ai não, me salva dessa Elizabeth. - Fingi tristeza e fiz biquinho.
- Não senhorita, temos muito trabalho hoje. Vou te ajudar um pouco e depois precisarei da uma saída. 
Sorri com o que ela acabara de dizer.
- O que foi? Qual a graça? - Perguntou incrédula. 
- Nada. - Falei sorrindo. - É que sempre que você precisa dar uma saída, alguma coisa acontece. E eu sou muito grata.
- Está falando da loirinha de olhos azuis que te faz dar um suspiro a cada minuto, estou certa? 
- E quando você erra? - Abracei-a e logo em seguida começamos a desencaixotar todos os livros. Eram muitos por sinal.
- Ai isso vai levar uma vida. - comentei e Elizabeth deu uma de suas gargalhadas que eu gostava de ouvir. 

Elizabeth era tipo uma mãe, ou melhor, uma melhor amiga mais velha que eu não tive, tão divertida e tão consciente do que fala e faz, eu a admiro muito.

Já estava quase na hora do almoço, e como eu previ, não tínhamos guardado nem metade de todos aqueles mil livros, não sei se eram mil mas na minha logica eram.
- Elizabeth, me ajuda aqui. - Chamei a senhora para me ajudar com os livros que pretendiam cair das minhas mãos.
- Lexa, querida, não precisa pegar 15 livros de uma só vez. - Ela me deu um carão. - Dê uma pausa. Vá almoçar e depois volte. Eu fico aqui. 
- Mas você não precisa dar uma saída? - Questionei pegando mais livros.
- Cancelei, você não vai da conta sozinha, aliás - Ela disse me ajudando a pegar metade dos livros das minhas mãos novamente. - Já disse que não precisa pegar 15 livros de uma vez. 
- É que eu não quero chegar tarde da noite hoje em casa. Desculpe.
- Tudo bem, se não terminar de arrumar hoje, fica pro outro dia, querida.
- Eu já disse que te amo? - Falei pegando minha bolsa e meu casaco para ir ao restaurante mais próximo para almoçar, ao sair da loja mandei um beijo para Elizabeth e ela apenas sorriu, minhas atitudes com certeza estavam mostrando uma Lexa totalmente diferente do meu habitual. 


Senti meu celular vibrando no bolso de minha calça jeans, era Clarke. 
- Alô? 
- Lexa? Lexa me ajuda, por favor.
- Clarke? O que houve? - Perguntei agora um pouco preocupada. 
- Ela está fora do controle. Me tira daqui. - ela falou assustada.
- Quem? Sua mãe? 
- Sim. Me ajud...
- Clarke? Alô? - Droga! A ligação caiu. O que será que está acontecendo? 


Tentei ligar novamente mas a chamada agora só caia na caixa postal. Voltei correndo pra loja deixando pra lá meu almoço, perdi a fome. 
- Elizabeth? Elizabeth???? - entrei gritando na loja e a senhora veio correndo saber o que estava acontecendo
- O que houve? Você está pálida! 
- Clarke, ela-ela me li-ligou e disse que...
- Se acalme, fale devagar. - Respirei fundo e tentei falar novamente.
- Clarke, me ligou e disse que estava precisando de ajuda, que a mãe havia saído do controle.
- A mãe? Me explica isso direito. - Droga, Elizabeth não sabia sobre a mãe de Clarke ser bipolar e ter um lado agressivo. Comecei a explicar para ela, e ela me olhava com espanto a cada detalhe que eu sabia.


Ela me ajudou a tentar ligar pra Clarke pelo telefone da loja mas não funcionava também.
- Eu preciso ir lá. Eu preciso ir.
- Lexa, se acalme, pode não ser nada demais. Você pode estar sendo um pouco paranoica. - Elizabeth me disse pegando em minha mão. 
- Paranoica? Eu vi as marcas que Clarke carrega consigo em seu corpo, marcas que a própria mãe faz. Não tem como não ser menos paranoica que isso. - Falei apressada puxando minha mão e levando a cabeça. Quando escutamos a porta da loja abrir, e era a Abby, mãe da Clarke. Mas o que ela estava fazendo aqui sozinha? Ela não costuma vir à loja sozinha, apenas acompanhada da filha.

Abby não falou nada além de "boa tarde", e começou apenas a pegar uns livros novos e coloca-los na cestinha de compras. Olhei para Elizabeth confusa, e Elizabeth se pôs atrás do balcão quando meu celular começou a tocar outra vez.
- Alô? - Atendi quase sussurrando enquanto observava Abby andando e pegando livros pela loja.
- Sou eu, não fala nada só me escuta. - Era Clarke, continuou. - Minha mãe saiu e eu provavelmente sei que ela está aí na loja. Vou tentar fujir e ir pro seu apartamento. Esperarei por você e depois explicarei tudo que está acontecendo. - Ela disse isso e logo desligou. Sua voz parecia um pouco mais calma do que na primeira ligação. Mas eu sabia que algo sério estava acontecendo. 

Abby se aproximou do balcão colocando os livros sobre ele, Elizabeth lhe lançou um sorriso forçado, e eu apenas fiquei observando a cena fingindo que estava limpando algumas das prateleiras.
- Quanto deu tudo? - Perguntou a mãe de Clarke. 
- Só um instante senhora. - Elizabeth agora estava calculando os preços, e me olhou como quem dizia "Isso é algo que eu deveria me preocupar?"
- Hum, Ah, com licença senhora. - Falei chamando atenção de Abby.
- Pois não?
- Todos esses livros, são para você ou para presentes? - Nem eu entendi minha pergunta mas resolvi prosseguir.
- Por que quer saber?
- Se for para presentes, temos um ótimo embrulho para presentes. - Sorri tentando ser simpática.
- São para minha filha. Mas não vão precisar serem embrulhados, obrigada. - Disse e se virou para Elizabeth para pegar a sacola com os livros já pagos. Assim que Abby saiu da loja eu voltei ao meu estado paranoico.


- Você viu? São pra Clarke. Nada de estranho nisso. - Elizabeth me disse enquanto continuava a tirar os livros novos da caixa.
- Claaaaaro que não há nada de estranho nisso. - Revirei os olhos. - Escuta, Clarke ligou novamente enquanto a senhora Abby esquisitona estava andando pela loja. Ela me disse que ia tentar fugir e ia me encontrar no meu apartamento.
- Lexa... Isso não está me cheirando nada bem agora. 
- Não se preocupe. Posso sair hoje um pouco mais cedo, tipo, agora? - Pedi
- Tudo bem, tudo bem, depois quero saber tudo o que aconteceu. Mas por favor não se meta em encrenca, não adianta esconder Clarke em seu apartamento, a mãe dela iria saber em algum momento. - Elizabeth se mostrava preocupada demais. 
- Eu sei, eu sei, mas existe um lado positivo disso. Abby ainda não sabe sobre mim além de que sou vendedora de uma loja de livros. 

Foi a ultima coisa que falei, e saí da loja apressada pegando o primeiro táxi que vi passar pela rua. Por um momento jurei ter visto aquela tal mulher que me abordou uma dia na rua, Raven, Me olhando do outro lado, mas acho que me enganei. Entrei no táxi e pedi para ir o mais rápido que podia em direção ao meu apartamento. 

Ao descer do carro, peguei o elevador apressada na expectativa de que Clarke estive em frente ao meu apartamento, esperando por mim. Mas não estava, estava completamente vazio, e meu coração acelerou mais um pouco. Abri a porta, e joguei minhas coisas no sofá. Nas mil tentativas de tentar ligar para a loira, sem sucesso, percebi que estava tremendo. O que estava acontecendo? Por que eu estou tão preocupada e sentindo todas essas coisas estranhas dentro de mim? Então a campainha tocou. Deixei o celular cair no chão com o susto, mas não me preocupei em ir apanha-lo, corri para a abrir a porta. 
- Olá Lexa. 
- O-o que você está fazendo aqui? - Fiquei alí parada olhando-a com uma expressão de espanto inegável no meu rosto.
 

Não era Clarke.
 


Notas Finais


Desculpem se tiver algum erro, e deixem seus comentários.
Comentários positivos sempre empolgam mais <3

ps: Prometo trazer o próximo capítulo mais rápido. Bjs


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