História Mundos diferentes - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 118
Palavras 674
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Lírica, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii, bem. A fic é baseada em uma história real ( no caso a minha )
Mas eu fiz algumas mudanças.
Eu espero realmente que gostem.

Capítulo 1 - Sai de cima


Fanfic / Fanfiction Mundos diferentes - Capítulo 1 - Sai de cima

Elizabeth Moore, esse é meu nome, sou Californiana e moro em Los Angeles. Tenho 15 anos, e nesse momento estou tendo uma discussão seria com meu pai :

- EU NÃO VOU E PRONTO - digo seria e brava 

- Filha por favor, você tem que entender, esse meu novo trabalho vai tomar todo meu tempo, mau vou parar en casa...

- ...E então quer que eu seja uma presidiária - interrompo 

- Não é bem assim, só vai morar na escala, e vai poder passar as férias em casa. 

- Então porque não me manda para o Brasil com minha mãe ? - pergunto 

- Nem pensar - responde ele indignado - sua mãe é irresponsável, e creio que não vá se acostumar ao Brasil.

- Por que não ? 

- JÁ CHEGA - grita meu pai  - vá para seu quarto AGORA. E VOCÊ VAI PRA ESSA ESCOLA SIM.

Subo as escadas rápido e vou para meu quarto. Aquela situação nunca avia acontecido antes, nunca gritamos um para o outro. Mas eu realmente avia ficado chatiado com a mudança de escola. Mesmo não gostando muito daquele lugar, era bom, eu me sentia bem. O fato é que agora vou para um lugar completamente diferente, e o pior de tudo é que é INTERNO. A escola é interna e ainda tenho três anos pela frente para terminar a escola.

Pego minha bolsa, coloco meu celular no bolso da calça jeans e saio correndo. Passo pela cozinha e pela sala sem parar. Quando já estava um pouco longe de casa paro de correr, ofego Bastante. Pego um táxi para uma das várias praia de Los Angeles. Ao chegar, vejo que tem bem poucas pessoas, o que é perfeito. Tiro o tênis e começo a andar na areia macia e úmida. Eu adorava fazer aquilo, era o que eu sempre fazia nos fins de semana. Sentei na areia a poucos metros da água. Depôs de alguns minutos quando já ia levantando pra da uma volta, enxergo um garoto, que é impossível não reparar, e por um momento, penso que, até hoje, eu nunca amei ninguém. Tá, e claro que eu já me interessei por alguns, e talvez até tenha gostado, mas nunca chegou a ser amor. E fico pensando quando vou amar e quem vou amar. Parece bobagem, mas não é. Eu sempre fui muito reservada, não me dou muito bem com as pessoas, não porque eu não eu tenha dificuldade, mas sim porque eu não quero. Não sinto necessidade. As pessoas têm necessidade de fazer amigos e até mesmo ganhar várias curtidas no Facebook para se achar popular, mas é tudo bobagem. Por mim,  eu Nunca amaria. Mas sei que é impossível, já não podemos controlar nossas emoções, mas eu só peço uma coisa a esse coração frágil; que ele escolha a pessoa certa, e não me faça chorar por alguém.

 Pego meu celular do bolso da calça e coloco na bolsa. E antes mesmo que pudesse me proteger, eu já estava jogada na areia com um garoto em cima de mim, ele me encara, e ofegante bastante. 

- SAI DE CIMA, TÁ MALUCO ? - Grito estérica. Empurro ele de cima de mim, e faço ele cair na areia

- Discupa, meu amigo me empurrou - diz ele olhando para os lados - afinal, cadê ele ?

- Eu não sei é não quero saber. Você me sujou toda 

- para de frescura garota, não é pra tanto, é foi sem querer da minha parte - ele estende a mão para me levantar 

- porque acha que eu quero levantar ? - pergunto 

- Tô sendo cavalheiro - explica ele

- Então não seja - me levanto sozinha, pego minha bolsa e começo a caminhar 

- Ei, garota - grita ele - ESQUECEU SEU TÊNIS. 

HAAAAAAAA, que Raiva. Como fui me esquecer, agora pareço UMA idiota. Dou meia volta. Me aproximo do garoto, ó encaro, me abaixo pego meu sapato E volto de novo 

- FOI UM PRAZER TE CONHECER... MARRENTA - grita ele 

E tenho que confessar, dou uma risada.



Notas Finais


Obrigado por lerem. Até a próxima.


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