História Mundos Trocados - Capítulo 5


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Abo, Cherry, Got7, Lobos, Lucky Bad Luck, Markjin, Markjinson, Markson, Omegaverse, Território De Outro, Yugbam
Visualizações 56
Palavras 2.645
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


É suposto eu postar aos domingos? É! É domingo? Lá perto! *risos*
Terminei o capítulo mais cedo e estava ansiosa para postar! Tecnicamente já é sábado (quase 01:30 da manhã por aqui; imagino que o tempo seja diferente no Brasil) então ainda estou a atualizar no fim de semana! Nada fora das regras! #anjinho

(Eu revisei tudo pelo menos duas vezes, mas pode ser que algo tenha escapado, então peço perdão desde já)

Ah~ Vamos lá para a história!

Capítulo 5 - Sobre Gentileza


Fanfic / Fanfiction Mundos Trocados - Capítulo 5 - Sobre Gentileza

Quando finalmente toma coragem para sair do quarto, na manhã seguinte, Youngjae é surpreendido por algo que quase é derrubado em cima de si. Jaebum vinha na direção contrária com um tabuleiro em mãos, transportando o pequeno-almoço do mais novo. Depois do quase choque físico, o choque emocional ainda permanece e nenhum dos dois se move ou desvia o olhar do alheio por uns instantes. É como se tentassem captar cada coisa refletida nos olhos um do outro, como se isso pudesse trazer alguma resposta às suas dúvidas. Ambos com medo de dizer algo errado.

O primeiro a tomar atitude é Jaebum, que pigarreia envergonhado, estendendo o tabuleiro ligeiramente para chamar a atenção do outro:

- Trouxe algo para comeres… Digo, se quiseres! – atrapalha-se, com medo de soar algo forçado – Não comes nada desde ontem então… achei boa ideia…

Youngjae percebe que há algo diferente do habitual, no entanto, não sente medo. Pelo contrário! A hesitação na voz do Im fá-lo soar fofo e o mais novo acaba por sorrir sem perceber.

- Obrigado – responde gentilmente, estendendo as mãos para também segurar no tabuleiro – Eu estava mesmo a ficar com fome, hyung! Muito obrigado!

Habitualmente, Youngjae chamar-lhe-ia “Bummie” e, mesmo que fosse ligeiramente incomum, ser chamado “hyung” foi algo bem mais íntimo do que esperava. Algo assim deu ao alfa coragem para dar mais um passo em direção ao esclarecimento:

- Podemos conversar enquanto comes?

- Já tomaste o pequeno-almoço? – o humano responde com outra pergunta; solta um sorriso quando Jaebum acena negativamente, dizendo com desinteresse fingido – Hum… Tudo bem. Não me importo em partilhar.

Dizem que ser gentil nem sempre é o caminho mais fácil, nem conveniente. Por vezes só queremos extravasar todos os nossos sentimentos negativos e preocupações e esfregá-los na cara de alguém. Mas a gentileza tem a capacidade de mudar tudo. Eles deram-lhe uso, então, mesmo com o turbilhão dentro de um e de outro, sorriram por esforço e, logo depois, sorriram porque era o que realmente sentiam.

 

***

 

- Foi gentil da tua parte cederes o teu quarto para o Youngjae – Mark aparece no quarto acabado de sair do banho, ainda com uma toalha sobre os cabelos molhados.

- Eu percebi que ele não podia voltar para o apartamento do irmão – Jinyoung responde sem olhar para o outro, deitado na cama de barriga para baixo enquanto investiga algo no telemóvel (=celular) – Depois, se ele é noivo do JB do outro lado, provavelmente iria sentir-se estranho a partilhar quarto com qualquer um – finalmente ergue os olhos do aparelho para observar o Tuan a caminhar descontraidamente na sua direção – Pelo menos foi fácil convencer o Woojung de que o Youngjae precisava ficar aqui por causa das atividades do grupo.

- E o que é que procuras aí? – o mais velho parece curioso.

Depois de toda aquela situação com o Youngjae lobo, a deusa Cherry, a TV entre-mundos e a troca sem data de limite definida, a sala foi sendo abandonada lentamente. Alguém foi cozinhar o almoço (já que toda a confusão durou umas boas horas) e os outros espalharam-se para fazer as suas próprias coisas. Tinham o dia vago, no entanto, não deixavam de ser ídolos que teriam de voltar ao dever na manhã seguinte. E isso seria complicado depois de tudo…

Jinyoung e Mark foram os últimos a sair da sala, juntamente com o novo Youngjae. O Park tinha comentado a quantidade de sorte que tinham tido pelo facto do mais novo ter aparecido no dormitório do grupo e não no apartamento que partilha com o irmão. Quando o Choi respondeu que era filho único, imagina-lo a acordar no outro lugar parecia um cenário ainda pior. Foi assim que decidiram que Youngjae tinha de continuar com o GOT7 e Jinyoung não se importou em ceder o seu quarto ao ómega. Mas claro que Mark Tuan é um ótimo hyung e, ao ouvir a conversa toda, insistiu para que Jinyoung dormisse com ele. “A cama é grande e o sofá ainda não foi trocado por um novo. És um ídolo! Não podes matar as tuas costas assim!”, foi a sua última cartada.

Com isso, chegamos à situação atual.

- Estava a procurar algo sobre o universo dele – declara, referindo-se ao Youngjae lobo – Mesmo que pareça estranho, encontrei bastantes coisas!

Mark não disfarça a sua curiosidade crescente.

- A sério?

Sem aviso, senta-se ao lado do mais novo, que se mantem deitado, e inclina-se ligeiramente sobre o ombro alheio para poder espiar o ecrã do telemóvel (=celular). Algo tão simples consegue destabilizar Jinyoung: as orelhas queimam e um arrepio sobe pela nuca. Por ter acabado de sair do banho, o ar ao redor do Tuan ainda está meio quente e isso também afeta o outro. “Demasiado próximo…”

- Jinyoung!

É acordado dos seus pensamentos ao perceber que Mark ainda esperava um esclarecimento.

Pigarreia para se recompor e a atenção volta à informação recolhida:

- Eu ouvi-o comentar algo sobre ómegas e alfas então tentei isso. Ao que parece, para nós, o universo dele é puramente fictício, criado e aperfeiçoado por vários escritores – os seus dedos passeiam pelo ecrã como se procurassem algo especifico - Ainda assim, parece um tema bem popular! Até existem fanfics sobre nós com o tema!

O mais velho gargalha com gosto:

- Neste momento, isso soa extremamente irónico! – suspira risonho, continuando – Encontraste mais alguma coisa interessante?

- Várias coisas, na verdade! – Jinyoung parece entusiasmado – Diz aqui que as pessoas são divididas em três classes: alfas, betas e ómegas. De forma muito resumida: alfas são líderes natos e tendem a ser agressivos, betas são basicamente pessoas normais e ómegas são mais frágeis e femininos – ergue o olhar para o Tuan, que também foca no outro; o mais novo possui um sorriso divertido no rosto – Pelo menos já sabemos que o Youngjae não é um alfa.

Jinyoung sente-se orgulhoso por fazer o americano rir novamente.

- Isso seria estranho! – concorda – Mas isso quer dizer que o Youngjae é um beta?

- Ou um ómega – adiciona, voltando a atenção para a pesquisa; fica ainda mais orgulhoso ao ver a confusão estampada no rosto de Mark – Ómegas podem ser homens e alfas podem ser mulheres. As classes não são limitadas por sexo!

- Entendo… - parece pensativo – Então como é que descobrimos qual deles ele é? Acho que seria muito mau perguntarmos diretamente… Soa como se estivéssemos a investiga-lo.

- E não estamos?

A pergunta retórica do Park é lançada juntamente com um sorriso maldoso. O ídolo consegue ser um diabinho quando quer e a sua maior habilidade sempre foi confundir e persuadir pessoas. Sinceramente, não se arrepende nem 1% disso!

- Aish! – o mais velho não consegue nenhuma resposta a não ser um resmungo – Pára de me confundir e diz o teu plano! Sei que tens um! – soa acusatório, porém é só a curiosidade a falar mais alto.

- Não vou dizer~

Perante a expressão meio chocada e meio ofendida do Tuan, Jinyoung apenas bloqueia o ecrã do telemóvel, deixa-o de parte e gira na cama preguiçosamente, podendo encarar o teto, enquanto se espreguiça de forma teatral. Está a provocar o amigo (o próprio Mark sente isso), no entanto, a ofensa parece demasiado grande para se deixar passar:

- Yah! Achas que podes brincar assim com os meus sentimentos?

“É irónico seres tu a dizer-me isso, hyung…”

A amargura do Park não tem tempo para arranjar um espacinho no seu coração, pois Mark trata de se sentar em cima da sua barriga e começar um ataque de cócegas, à qual Jinyoung tenta a todo o custo evitar ceder: as bochechas infladas pelos risos mal presos, os olhos apertados a formar aqueles risquinhos característicos nos cantos, o cabelo e roupa desalinhados pelas constantes tentativas falhas de escapar. Então ele não aguenta e ri alto e com vontade. Passam uns segundos até que Mark finalmente tenha dó, porém, para o mais novo, as seguintes palavras são um tiro ainda maior:

- Quem diria que alguém assim tão fofinho consegue ser tão mauzinho?

O tom é de brincadeira, mas não deixa de fazer com que o Park desvie o rosto pela vergonha.

- Aw~ Que bebézinho~

Mark é exagerado, mas carinhoso, como se falasse realmente com um bebé, só parando a brincadeira para, com um sorriso brilhante, passear os dedos pelos cabelos de Jinyoung, que continua sem coragem para o olhar. Parecem um casal visto de fora, afinal o mais velho permanece sentado em cima do outro enquanto brinca com os fios escuros do Park. Mesmo quando a porta é aberta de repente, ninguém se sobressalta.

- O almoço está pronto, pessoas! – é um tailandês extrovertido que os chamar e que logo depois solta uma gargalhada ao ver a situação alheia, ainda para mais em cima de uma cama – Shipei! – e sai sem dizer mais nada, deixando a porta aberta, num sinal para não demorarem.

- Estava a pensar… - Jinyoung dá sinal de vida, tomando a atenção de Mark – Será que o BamBam escreve fanfics?

Foi inevitável rir com essa ideia: não por ser tola, mas antes por ser bem possível.

 

***

 

 Gostavam de poder dizer que já tinham posto tudo a limpo, só que, se o dissessem, estariam a mentir.

Youngjae acha graça ao ver Jaebum atrapalhado e pensativo. Claro que o mais novo não se encontra muito melhor, porém consegue espaço suficiente na sua mente para apreciar o Im: a maneira como ele vagueia com o olhar, como se calculasse todas as possibilidades de conversa, a maneira como ele passa a mão pelo próprio cabelo quase involuntariamente, a maneira como suspira e soa como se quisesse dizer algo, sem nunca dizer nada. A aura de nervos, ironicamente, alivia Youngjae. Fica feliz por não ser o único a sentir-se daquela maneira.

- De quanto é que te lembras?

A pergunta repentina consegue sobressaltar o mais novo, que não esperava voltar a ouvir a voz do outro tão cedo. O olhar de Jaebum pesa sobre si, mas está demasiado confortável na cama para se mover.

- Lembro-me de ir dormir depois de pesquisar sobre uns pesadelos que tive. Aconteceu mais um sonho estranho e quando acordei estava no meio daquela floresta… - ao dizê-lo, os seus olhos são atraídos pela janela ao seu lado – Não faço ideia onde estou… - murmura e o alfa consegue sentir o medo na sua voz – Tenho a certeza que adormeci num apartamento em Seul e não numa cabana no meio do nada…

Jaebum só fica mais confuso. Estaria Youngjae com algum tipo de amnésia? Mas se isso fosse verdade, então o doutor Kim teria pedido para investigar melhor a situação. E ele só falou em exames de ADN… Porquê?

- Nós estamos em Seul, Youngjae… - responde hesitante, mesmo sem haver uma pergunta em específico; o mais novo dá-lhe toda a sua atenção no mesmo instante – Estamos em Seul, só que no Território Outro – o Choi franze a expressão, confuso – Só no Território Humano é que existem cidades, mas tu não pões lá os pés há uns bons meses.

Alguém naquele quarto está louco e Youngjae tem certeza que não é ele mesmo:

- “Território Outro”?

O alfa amaldiçoa-se por ter tocado no assunto. “Será que isto é demasiado?”, receia.

- Vamos fazer assim – a voz do mais velho é quase um suspiro, porém também é bem percetível – Vamos fingir que não nos conhecemos. Apresenta-te.

Apesar de achar a ideia estranha, Youngjae não vê mal em tentar. Só não entende como é que isso iria ajudar:

- O meu nome é Choi Youngjae, nasci a 17 de Setembro de 1996, tenho 20 anos e a minha cidade natal é Mokpo – a cada nova informação tem certeza de observar o modo como o outro reage e, aparentemente, disse alguma coisa que soou estranha – Sou um cantor que pertence ao grupo GOT7 como vocalista principal e… - o seu olhar torna-se intenso, ansioso pela reação de Jaebum - …tu és o líder do grupo, hyung.

Por outro lado, Jaebum quer rir. Quer rir pelo absurdo das palavras do Choi, quer rir porque a seriedade da situação o deixa nervoso, quer rir porque nada daquilo que saiu da boca do mais novo bate com a pessoa que conhece. Obviamente o nome e data de nascimento estão certos mas…

- Mokpo? Tu nasceste em Seul, Youngjae – tenta soar o mais calmo possível – E um grupo musical? Que tipo de brincadeira é essa? – mas obviamente acaba por soar ríspido.

O Choi sorri-lhe amargurado:

- Engraçado… Essa é a pergunta que mais tenho feito desde que cheguei.

Ver o seu Sunshine daquela maneira doeu mais do que o esperado. A felicidade dele sempre foi a sua prioridade, contudo, ultimamente, Im Jaebum tem sido o responsável por aquilo que magoa e preocupa Youngjae e isso deixa-o desapontado consigo mesmo. Por muito que quisesse ser o dono da razão, preferia mil vezes ser o dono dos sorrisos do outro. Foi assim que suspirou e, cansado, pediu que o Choi provasse o que dizia.

Quase instantaneamente, o olhar do mais novo ilumina-se. “Há algo que o pode provar!”, pensa animado, enquanto procura algo pelo seu telemóvel sob o olhar melancólico de Jaebum. De um momento para o outro, quase enterra o aparelho no rosto do mais velho, que primeiro fica surpreso e não demora a ficar mais surpreso ainda:

- Não pode ser…

No ecrã é possível ver um grupo de pessoas com roupas semelhantes umas às outras, muito bem vestidas, com maquilhagem leve, mas impactante. É uma foto. Não uma foto qualquer, e sim uma foto de Youngjae, Jaebum e todos os outros rapazes que habitam aquela casa. Todos arranjados como se estivessem num evento de extrema importância, de costas para um placar repleto de marcas famosas e de frente para flashes e mais flashes que tinham congelado na foto.

- Guardei isto há uns dias quando estava a procurar as opiniões da imprensa sobre o nosso grupo. Achei que estávamos bonitos e decidi guardar – a explicação é feita com espectativa por parte do Choi.

- Isto não é editado… - Jaebum murmura, alternando o olhar entre a fotografia e Youngjae; soa como uma pergunta que não necessita de resposta.

- Eu não sou assim tão bom para esse tipo de coisas, hyung!

A gargalhada que ele solta é límpida e alta, verdadeiramente verdadeira perante o absurdo, algo que o alfa não ouvia desde o início de toda a confusão. Sem poder controlar, sente-se corar de felicidade e o próprio Im sorri com adoração.

- Tens mais dessas?

Youngjae não entende o interesse súbito e também não tenta entender. A única coisa que entende é que Jaebum quer o seu bem acima de qualquer coisa. Esse pensamento fá-lo ficar quente de timidez. Há quanto tempo andava a pedir aos céus por uma facilidade na vida? Há quanto tempo andava a pedir uma resposta? Há quanto tempo andava a pedir o apoio e carinho de Im Jaebum? E agora tem tudo isso, mesmo à sua frente, ainda que meio confuso. Não tem coragem para agradecer verbalmente, então, sem dizer nada, põe o tabuleiro agora vazio de lado e aproxima-se mais do outro, sentados com os braços quase a tocarem-se. A atenção de ambos vai para o ecrã pequeno pela qual vão deslizando mais e mais fotografias das mesmas pessoas da primeira foto. Algumas são mais pessoais, com cabelos despenteados e caretas horrorosas que apenas amigos iriam entender e apreciar, outras são mais sérias, como modelos profissionais.

Passam tanto tempo a apreciar as fotos que nem dão pela passagem do tempo. Jaebum gosta de ouvir as histórias por trás de cada imagem que Youngjae explica com animação. Quando percebem que já está a passar da hora de almoço, decidem descer para a cozinha e aliam-se em cozinhados rápidos, conversando como se se conhecessem há vários anos, mas não se vissem há outros tantos. Pessoas diferentes, os mesmos sentimentos.


Notas Finais


Neste capítulo toquei num assunto que eu não sei se toda a gente tem conhecimento: "a organização atual do dormitório dos GOT7". Eu digo isto porque só descobri depois de ir pesquisar curiosidades sobre o grupo, então eu não faço realmente ideia se é algo sabido ou não. Caso existam dúvidas, aqui vão os FACTOS: no novo dormitório, cada um tem o seu próprio quarto, menos o Yugyeom e o BamBam, que partilham. Para além disso, o Youngjae saiu do dormitório para ir viver com o irmão (Choi Woojung) que está em Seul.
Peguei nisso para tornar a fic mais atual, mas como o Youngjae-lobo não conhece o Woojung, foi decidido que seria melhor que ele "voltasse" para o dormitório. Espero ter esclarecido qualquer dúvida possível! *smile*

Quanto ao capítulo...
Gentileza é uma coisa lindinha, não concordam? E foi algo muito utilizado aqui~
Depois temos MarkJin e 2Jae (um pouquinho de cada para não exagerar kkk) e um BamBam a representar as ahgases *risos*
Ah! E aquela cena das fotografias estava beeeeeeeem diferente antes *chorrindo* Primeiro tentei algo absurdo e nada a ver! Desisti da ideia a partir do momento em que eu própria fiquei confusa com o que estava a escrever! (Vejam o absurdo!!) Por isso, optei por algo mais simples e doce~

Espero que tenham gostado do resultado!

Cherry kissus!~


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