História Munição sem fim. - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Coréia, Drama, Romance
Visualizações 21
Palavras 656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Cinema Drive-in.


Choi SookNi POV on:

Coloquei um vestido vermelho com uma saia soltinha. Meus saltos dourados eram de marca.

Digamos que eu estou... impactante.

O governo mandou uma limusine preta para nos buscar dessa vez. Eu gostei.

Entrei no carro sem esforços, mas mesmo assim meu quadril cortado se pronunciou. Não que eu não estivesse acostumada com essa dor, sempre acontecia isso.

Os meninos estavam de farda. Eles ficavam bonitos assim.

&&&

Chegamos a mesma sala da ultima vez. Sentamo-nos nas cadeiras ao redor da mesa.

- Hoje podemos começar sem rodeios, sim, senhorita Choi? – disse o Advogado briguento.

- Acho que sim. Dependendo da pergunta eu posso escolher não responder, não é mesmo? – respondi.

- Como Funciona o seu sistema de oclusão residencial? -  perguntou ele.

- Não. – respondi. – nada de perguntas diretas. Quero que vocês tirem as próprias conclusões com as minhas respostas.

- Como a senhorita passaria por uma fronteira de modo despercebido? – perguntou ele.

- Entregando meus documentos nas mãos dos guardiões de fronteiras deixando os investigar o que quiserem. – respondi.

Eles fizeram uma expressão confusa mas, prosseguiram.

- Como você faria compras dentro de um país onde você está sendo procurada? – perguntaram.

- Dinheiro Vivo. – respondi.

E eles continuaram perguntando. Eu sempre respondi vagamente.  Ficamos assim por horas.

Já eram quase dez horas quando saímos de lá.

&&&

- O que você acha da gente sair, Sook? Só nós dois. – Jin me perguntou.

- Pra onde? – respondi.

- É um lugar legal! Se você liberar um dos seus carros. O que me diz? – perguntou ele.

Como ele sabia dos meus carros?

- Tabom. Quando nós chegarmos em casa você escolhe um discreto. – respondi.

Nós ainda estávamos dentro da limusine. Os outros estavam dormindo.

&&&

Jin foi trocar de roupa.

Depois Eu e Jin fomos direto até as garagens. Os outros entraram na casa igual a uns zumbis. Nem perguntaram aonde a gente ia.

Jin escolheu uma Mercedes bem discreta. Ele abriu a porta do carro pra mim. Quando eu fui sentar no banco, meu quadril ardeu.

Jin percebeu e fez uma expressão chateada.

Ele deu a volta no carro e sentou no lugar do motorista.

- Por que você se machuca assim, Sook? – perguntou ele puxando uma mecha dos meus cabelos escuros.

- Eu sou um pouco revoltada com a minha vida. É o único jeito de me auto punir. – respondi.

- Promete que não vai mais fazer isso, que estamos bem. – disse ele sorrindo enquanto tirava o carro da garagem.

- O que eu ganho com isso? – perguntei.

- Um quadril recuperado e ausência de dor. – respondeu ele rindo.

- Quando eu surtar você que vai me aguentar. – disse abrindo a janela do carro.

Ele só sorriu.

&&&

- Pra onde nós vamos? – perguntei quando ele entrou numa estrada de pedrinhas.

- Já foi em algum Cinema drive-in? – respondeu ele.

- Nunca. Digamos que eu goste mais dos museus. – respondi rindo.

- Aqui a gente pode comprar comida. – disse ele.

Ele estacionou na frente de uma tela gigante que dizia

“faltam vinte minutos”

Ele desceu do carro e correu para abrir a porta pra mim.

Eu gostava de ser tratada assim.

Ele pegou na minha mão e correu até uma das barraquinhas de pipoca, amendoim e batata que tinha lá.

O bom é que as barraquinhas são Gourmet. Tudo é muito arrumadinho.

Jin comprou duas pipocas grandes: uma de doce de leite e uma de chocolate.

Ele disse que não era muito fã de chocolate, por isso a de doce de leite ficou com ele.

Eu sou viciada em chocolate. Nem reclamei quando ele me deu a pipoca de chocolate.

Nós voltamos pra o carro. O filme já ia começar.

&&&

O filme era do Charlie Chaplin. Eu adorava filmes desse jeito.

No meio do filme eu reparei que Jin estava me olhando.

- O que foi? – perguntei.

Ele nem respondeu. Chegou o rosto pertinho do meu e me beijou calmamente.

 



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