História Music for Relief - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~Sra_Hiddleston

Postado
Categorias Asking Alexandria, Avenged Sevenfold, Avril Lavigne, Black Veil Brides (BVB), Bring Me The Horizon, Evanescence, Jack White, Linkin Park, Pink, Red Hot Chili Peppers, Slipknot, System of a Down, We Are Harlot
Personagens Amy Lee, Andrew "Andy" Biersack, Anthony Kiedis, Avril Lavigne, Ben Bruce, Chester Bennington, Corey Taylor, Danny Worsnop, Daron Malakian, Dave Farrell, Denis Stoff, Jack White, Joey Jordison, Johnny Christ, Mike Shinoda, Oliver Sykes, Pink, Rob Bourdon, Serj Tankian, Synyster Gates, The Rev
Tags Asking Alexandria, Avenged Sevenfold, Bvb, Linkin Park, Slipknot, System Of A Down, We Are Harlot
Exibições 15
Palavras 3.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEEEEEYYYY, MFR não foi abandonado, galera. Hehehe.

"When I say nothing, i say everything. = Quando estou quieto estou dizendo tudo" trecho de 'Lazaretto' do Jack White.

Então, boa leitura aí, galera. ^.*

Capítulo 12 - When I Say Nothing, I Say Everything


Fanfic / Fanfiction Music for Relief - Capítulo 12 - When I Say Nothing, I Say Everything

          P.O.V's Jack White

Apoio minha cabeça em minhas mãos para respirar fundo, minhas costas doem tanto que posso jurar que a qualquer momento elas se quebrarão em milhares de pedaços.
 Eu mal durmo.
Desde que entrei nessa mansão meu tempo fora dedicado inteiramente aos cálculos do "Inevitável ", e as composições de músicas para o projeto ao qual fui convidado. Até agora compus 24 músicas e meia, visto que a vigésima quarta ainda está em processo de finalização. Mas, as músicas eu tenho deixado em segundo plano.
  O que realmente me chama a atenção nesse momento é "O inevitável " , ultimamente os cálculos estão me deixando cada vez mais abismado. Em todos esses anos que realizo o longo e cansativo processo de calcular os meses, dias, e horas, que faltam para a chegada de meu evento preferido, os resultados que encontrei nunca foram tão claros e assustadores quanto ultimamente.
 O inevitável, nada mais é que o Apocalipse Zumbi, ou mais especificamente: O fim do mundo. E há quase dezenove anos, diariamente eu faço uma série de cálculos que dificilmente saem errados. Os cálculos me mostram quanto tempo exatamente falta para o acontecimento, e não posso negar que sempre fui muito fã do Inevitável.
Sempre que começava a fazer os cálculos eu tinha pensamentos positivos, torcia com todo o meu ser para que os cálculos confirmassem o apocalipse zumbi.
Bocejo com a cabeça enterrada nas mãos. Eu ainda quero ver um apocalipse zumbi acontecendo, mas torço para que ele não aconteça hoje.
Faltam menos de 48 horas para o início oficial do MFR e eu quero ver como exatamente tudo irá acontecer. Mesmo que eu não seja muito participativo aqui na mansão, que eu só fique aqui dentro o dia todo fazendo cálculos, cuidando de meu Hamster e que saia apenas de madrugada para comer ou faxinar toda a zona que aquela cozinha fica, eu ainda tenho em mente meus reais propósitos de quando entrei aqui: Colaborar com o projeto. Tornar-me o ícone do MFR e não me misturar com o pessoal daqui. Não, por favor, não pense que eu me considere um Ser Superior aos outros... eu apenas não quero fazer contato com essas pessoas, as que aqui, além de mim, nessa mansão estão. Pude perceber que são todos donos de peculiaridades específicas.
Desde que cheguei meu tempo tem sido gasto com diversas atividades: Os cálculos do inevitável, a saúde de Rob - meu Hamster de estimação. -, meu pouco sono, e - o que mais tenho feito quando não há mais tarefas a se fazer. - observar o pessoal da mansão.
 Eu mesmo personalizei meu quarto de acordo com meus gostos. Analisei cada centímetro, cada parede, cada vão típico das portas, analisei tudo com extrema aptidão. Ao final concluí que o quarto era 97% seguro, visto que encontrei coisas que definitivamente não me agradaram. Duas câmeras de segurança  - bem discretas, devo admitir. - postas no canto superior esquerdo do quarto, em um ângulo de onde se tem visão de todos os cantos do quarto.  Elas quase me passaram por despercebidas durante minha inspeção no quarto, mas não fosse por suas cores escuras demais terem me chamado a atenção naquele teto amadeirado, eu nunca as teria visto ali.
 A segunda câmera eu encontrei perto da escrivaninha que uso para fazer os cálculos e também para compor as músicas. Foi um pouco fácil demais, eu apenas tive de afastá-la para colocar a 'gaiola' de Rob ali, para que quando eu estivesse escrevendo alguma coisa pudesse ter fácil acesso ao Hamster. Sem perder tempo levantando-me e voltando cansativamente para a cadeira.
 Depois de vistoriar o quarto inteiro e não encontrar nenhuma outra câmera, deitei-me na cama. Ainda era noite e eu fiquei um pouco receoso quanto ao que fazer. Porque Dave e Chester nunca comentaram nada sobre as câmeras...? Talvez tivessem as colocado ali para nossa própria segurança, mas se fosse esse o caso, eles deveriam ao menos nos avisar... correto? Agora, e se as câmeras fossem parte de um plano secreto de Dave e Chester...? Eles poderiam usar nossas gravações para diversos fins. E todos resultariam em vergonha mútua. Visto que eu provavelmente não sou o único a ter uma câmera escondida em meu quarto... No fim acabei por decidir que iria tentar agir normalmente, como se nunca tivesse pego as câmeras e as examinado rapidamente. Mesmo que seja uma decisão estranha de ser tomada - ainda mais agora, que a pessoa que observa as câmeras provavelmente deve ter notificado Chester de que eu, Jack White, encontrei as câmeras escondidas e que as coloquei no lugar em seguida. -, à meus olhos foi provisoriamente a mais sábia. Resolvi que ia tentar agir normalmente. Fazer as coisas como se não soubesse de nada. E é o que tenho feito. Como nesse início de madrugada, ao fazer uma pausa para descansar dos cálculos, comecei a conversar com Rob, meu Hamster. 
- Como você está, meu pequeno? - sorrio fraco para ele. Coloco meu dedo dentro da gaiola para acariciá-lo com a ponta do dedo.
- Cansado...? - pergunto observando-o fazer algo similar a um bocejo. Faço uma careta percebendo que ele está fazendo uma carinha de quem quer sorrir, e....
- OUTCH! - grito ao sentir o poder das presas de Rob em meu dedo indicador. - Droga, Rob! - exclamo levando a ponta do dedo até a boca.
Ele havia mordido meu dedo, está até sangrando. Ele parece ser um Hamster preguiçoso demais para morder alguém. Argh. Agora terei que gastar mais tempo preparando algum tipo de solução que evite que eu pegue alguma doença que os Hamsters passam.
Faço uma careta para Rob, coloco o pano escuro sobre a gaiola e levanto da cadeira para ir a cozinha, a essa hora todos já devem estar dormindo. Assim que coloco os pés sob o gelado piso de madeira, tomo um grande susto quando ouço um barulho de explosão.
Acabo caindo com muita força no chão, batendo a cabeça na ponta da minha cama e em seguida as costas no chão. 
- AAAAAHH! - grito sentindo a dor percorrer o meu corpo.
 Sou um cara pra lá de desastrado, desastrado e inteligente. Não é à toa que era considerado um nerd nos tempos de escola....
" - Jack Jegue putinha do Chad! - exclamavam os outros alunos que eram de minha sala nos tempos de escola, quando os professores saíam para o intervalo.
 A música fora inventada quando um dia, fui flagrado saindo de um beco com um dos jogadores de futebol americano da escola, o Chad Ellwood Thompson.
 O pessoal todo que me zoava, claramente pensou besteira. Acharam que eu havia proposto uma condição para dar uma "colinha" ao Chad: Ah, não vou entrar em detalhes sobre o que eles pensaram que eu pedi, porque eu sei que vocês já sabem.
 Acontece que na verdade eu havia lhe pedido para me ensinar a ser um cara descolado que pega todas as garotas. O máximo que consegui foi um par de olhos roxos, e uma série de socos no estômago.
 Para piorar tudo, uma semana depois desse engano, durante o intervalo o próprio Chad veio até minha mesa acompanhado de sua turma e líderes de torcida. 
- Espero que tenha entendido que não sou um gay como você, Jack o Jegue. E acho melhor não cruzar mais o meu caminho... - ele sorriu, semicerrando o canto dos olhos. - Claro, a menos que deseje continuar vivo. 
Nunca fui tão humilhado..."
Sou tirado de meus devaneios quando uma gritaria acompanhada de uma barulheira de passos pelo corredor fica alta e intensa.
Vozes afobadas soam do outro lado do corredor, me deixando maluco.
 Logo estou em frente a porta, quando as vozes ficam baixas e estou pronto para tocar a gélida maçaneta, uma risada alta vinda do outro lado da porta enche meus ouvidos.
Conheço essa voz.
- Hahaha, viram a cara dele? - o cara diz ofegante, sem parar de rir.
- Shh, Jimmy, não podem nos ouvir. - o outro cara, que também me tem uma voz familiar, porém com algo diferente, diz. - Isso é tudo culpa sua, Johnny! - ele exclama deixando sua raiva transparecer.
- Não, Brian.. E-eu poss..
- Calado. Agora entrem, não podemos ser vistos aqui... - ele diz, e logo em seguida o corredor fica em silêncio.
Quase em silêncio, não fosse pelo tumulto no fim do corredor.Assim que abri a porta tomei um enorme susto. O ar estava literalmente negro, comecei a tossir. E o chão, óh céus, esse estava cheio de areia. Tampei o nariz com a manga longa de meu casaco azul escuro, comecei a andar até a porta amarela que bem conheço e que fica em frente ao meu quarto. Nela, há uma placa com os dizeres " Consultório do Guru Discípulo de Buda: Brian Haner  " Reviro os olhos lendo a placa, esse cara é um maluco. E é literalmente um maluco, Brian - ou seja lá quem ele for essa semana. - Muda de identidade semanalmente, ele muda tudo. A aparência, o jeito de falar e de agir.
Não o entendo e pretendo continuar assim.
 Assim que me aproximo da porta posso ver algumas poucas coisas pela pequena brecha aberta.
 Jimmy, ao chão rindo quase sem ar. A risada dele é realmente muito estranha, parece estar sendo atropelado. Mais ao lado, posso ver Brian, com uma calça estranha um colete azul claro e um turbante na cabeça,  apontando o dedo na cara de Johnny, que parece estar chorando. 
- Eu sabia, Johnny. Desde o início eu sabia que você era o próprio mal caminho, - dizendo isso ele deu um beliscão na barriga de Johnny. - Eu sabia, agora tudo está claro! Você realmente irá ao inferno, é lá a sua morada, nunca deveria ter saído de lá!
- Não. - Johnny tentou dizer, enquanto passava a mão no local do beliscão. - Não é isso, eu tentei avisar ao Jim...
- CALADO! - Brian grita. - Sei o que falo! - deu um tapa extremamente forte no ombro do coitado, que automaticamente levou a mão ao local do tapa. - Essa semana, quando me encontrei com meu guia espiritual, eu soube... eu soube que você era o próprio mal caminho, Um dos maus Espíritos imundos aos quais Jesus ordenou que entrassem nos porcos! - gritou dando outro tapa em Johnny. 
- Ai... Brian - ele respira fundo. - Eu avisei ao Jimmy que isso é erra...
- VOCÊ É SURDO!? - Brian perguntou.
A risada de Jimmy, que estava ao lado, ficou mais alta.
- Meus guias espirituais me avisaram que você é a mosca varejeira na colméia de abelhas! - ele aumentou a voz dando uma série de socos em sua barriga. - SEU PORCO IMUNDO! Eles não erram nunca! - deu um tapa na cabeça dele. - Jimmy é um homem inocente, tem mente de criança. É a pureza em pessoa, quase um anjo. Daí você vem para mim dizendo que fora ele a ter essa ideia?! - Brian parou para respirar.
- Mas... Brian... - Johnny começou, aproveitando que Brian estava tentando respirar. - A culpa é sua... quem deu os explosivos pro Jimmy foi você...
- CALE-SE, SUA ABERRAÇÃO! - Brian o interrompeu, agora socando todo o corpo de Johnny. - nunca mais repita isso, seu verme de quinta!
 Meneei negativamente minha cabeça enquanto me afastava da porta, esses caras são desequilibrados.
 Sem querer eu acabei por descobrir os culpados pela bagunça toda. Comecei a andar até o local dos estouros.
Era o quarto de Joey Jordison e Oliver Sykes, irônico... São tão diferentes. Um Homofóbico e o outro Homossexual. Com certeza a pessoa que selecionou os colegas de quarto sabia desses detalhes e queria ver uma encrenca...
Na porta do quarto eu pude ver Denis Stoff e Ben Bruce, ambos olhavam para dentro do quarto. Assim que cheguei perto deles, Ben abriu sua boca num perfeito "O" me encarando. Denis apenas sorriu de canto, pude ouvir ainda um " Quem é esse maluco?" Vindo de Denis, seguido de um " Jack White, não sabia? Ele era dos The White Strippes e é um verdadeiro mito.. Ele estava aqui o tempo todo e nós não sabíamos...?" Denis suspirou. " É, se acalma, Wikipédia. Eu não perguntei da carreira profissional dele.."
Sorri fraco entrando no quarto, ali dentro estava pior que o corredor. O chão imundo, as camas pretas por causa da explosão - pude descobrir que havia ocorrido uma explosão por causa de alguns explosivos no chão, entre as duas camas. - Corey Taylor tentava acalmar Joey, que tentava normalizar a respiração com o auxílio do mesmo. Oliver Sykes estava de pé, ao lado de Danny e Andy, conversavam sobre quem poderia ter feito isso. 
- Não, Corey... - Olhei para o dono da voz, era Joey, tinha a mão no peito e estava muito ofegante. - Não consigo respirar. Por favor, miguxo... me tire daqui. - respirou fundo.
 Juntei as sobrancelhas, ele disse "Miguxo "? Desde quando esse termo existe? 
 Corey automaticamente levantou-se, pegou Joey e retirou-se com o mesmo do quarto. Algumas pessoas os acompanhou com o olhar, como P!NK e Rob, que tem o olho direito roxo e um braço com marcas de soco. 
- Precisamos pensar melhor, Danny... - Andy disse, enquanto passava por mim. Quando me viu, arqueou uma das sobrancelhas. - Quem é você?
Me afastei sem respondê-lo, é falta de educação não responder as pessoas, mas estou interessado em outra coisa.
Os explosivos estavam jogados entre as duas camas, andei até eles no chão. Claramente estourados, mas isso não significava que eu não pudesse ver como foram feitos. Quando parei diante dos explosivos pude perceber que não foi feito por um expert, algumas das palavras que Johnny disse ao Brian me vem à mente:
"- A culpa é sua, quem deu os explosivos ao Jimmy foi você... " É... no caso eu já sabia quem soltou os explosivos, mas... Então, se foi Brian quem os deu ao Jimmy, então foi o próprio Brian quem os produziu. Pronto. Acabei de chegar ao culpado disso, senti dedos frios tocarem meu ombro direito, ia falar alguma coisa quando gritos altos e estridentes vieram de fora do quarto.
- SOCORRO, ME AJUDEM! - era a voz de Corey Taylor, ele gritava desesperado.  Automaticamente empurrei todos e fui ao corredor, Corey estava ajoelhado ao lado do corpo desacordado de Joey. Tentava fazer uma massagem cardíaca no peito do cara.Comecei a correr até ele.
- O que aconteceu? Ele desmaiou? - pergunto me ajoelhando ao lado de Corey.
Ele me olha, respira fundo e diz:- Não, ele apenas está deitado. O corpo físico está aqui, mas o espiritual está visitando Nárnia e seus moradores. - revira os olhos. - É claro que desmaiou né, Branca de neve. - ele disse ignorantemente, se referindo à meu tom de pele muito branco.
Fiquei meio sem graça, mas comecei a acreditar que Joey realmente estivesse morrendo, não fosse por minha ideia de fazer uma respiração boca a boca nele.
- Vai mesmo fazer isso? - Corey, ao meu lado perguntou.
- Infelizmente... - suspiro. 
- Argh, mas se fosse eu, deixava ele aí e não fazia merda nenhuma. - ele disse gesticulando. - Até parece que ia fazer uma respiração boca a boca no Joey...
- Mas é necessário, ele não pode morrer. - eu disse, novamente checando os batimentos de Joey.
- É nojento, mas o mais certo. 
- Ah, mas entrar em contato com a saliva dele é muito ruim. Eca, você é muito trouxa. Eu não faria isso. 
- Tá bom. Mas ele não pode morr...
- Ah, mas eu no seu lugar saía fora e não fazia nada. Ainda mais de graça, tu é mesmo um figurão, hein, bic...
- TÁ! - gritei, cortando a frase de Corey. - Pode calar a sua droga de boca e me deixar fazer o possível para seu amigo sobreviver? Hein, boca de bacia? - o encaro, rubro de raiva.
Corey abaixa a cabeça, ficando sem graça.
 Quando percebo, há uma muvuca atrás de mim. Muita gente, Ben, Denis, Amy, Avril, Anthony, Serj... todos esperando que eu faça alguma coisa por Joey.
 Respiro fundo, começo a puxar ar para meus pulmões. Abaixo a cabeça, e quando ia aproximar minha boca da boca de Joey, ele começa a coçar os olhos.
- Droga.. - ele resmunga. - só porque agora ia ser a melhor parte.
Junto as sobrancelhas afastando meu rosto do dele, aliviado. Então ele estava mentindo o tempo todo? 
- Nossa.. - todos, atrás de mim, dizem ao mesmo tempo. 
- Então você não está morrendo...? Que idiota. - digo entre dentes. - Eu quase ia te beijando, seu maluco! - exclamo.
- Desculpe, - ele se senta, olha para Corey e em seguida para mim. - Mas até você ia gostar de me beijar, não fosse por essa coceira irritante em meus olhos, hoje nós teríamos nos beijado. - ele pisca com o olho direito para mim.
Me arrepio com esse ato de Joey. 
- Que maluco, - ouço Ben falar. - tentando beijar o Mr. Jack...
- Ben... - uma voz feminina diz, provavelmente Amy. - Não fale assim, Joey teve seus motivos para fazer isso.
 Quando me viro vejo Ben e Amy se olhando, Ben parece estar sem graça.
- Tem razão - ele suspira. - Tem razão, Amy... coitado... - ele sorri fraco. - é um bom homem.
 Amy lhe dá um sorriso sincero, em seguida lhe tasca um beijo na bochecha deixando-o corado. Reviro os olhos, isso é muito fútil. Amy não percebe que ele não acha Joey um bom homem, que só disse isso para agradá-la?

Deixo o corredor, pensando no trabalho que terei para limpar essa sujeira quando todos forem dormir. Quando chego na sala, noto que há algo de diferente.  Há duas folhas de papel coladas na porta de vidro, que dá no quintal florido. Ando até as folhas para ler o enunciado, noto que são as datas e horários do show de iniciação do Music For Relief.
 A primeira folha mostra as bandas que tocarão no sábado:

9h - We Are Harlot

10h - Asking Alexandria

11h - Slipknot

12h - Intervalo

13h - Evanescence

14h - System Of A Down

15h - Avenged Sevenfold

16h -Avril Lavigne

17h - Encerramento.

   Na segunda folha, há os nomes das bandas que tocarão Domingo:

13h - P!NK

14h - Red Hot Chili Peppers

15h - Bring Me The Horizon

16h - Black Veil Brides

17h - Jack White

18h - Cerimônia de encerramento: Linkin Park

Não sei como consegui ler esses nomes, a pessoa que escreveu tem uma letra horrível.  Para ter uma ideia da minha dificuldade para ler esses nomes, eu li "Pinik  " ao invés de "Pink ". Essa pessoa que escreveu isso tem uma letra horrível.
Assim que termino de ler me encaminho de volta para meu quarto, ainda preciso me vacinar contra doenças de Hamsters e esperar  todos irem dormir para poder começar a limpar essa mansão. E também ensaiar novamente as letras das músicas que fiz para o MFR.
Acho que estou morto de cansaço.


Notas Finais


Bem, foi isso aí, galera. Hahaha.
Comentem aí o que estão achando, e como imaginam que será o primeiro Show Oficializado do Music For Relief.

Até a próxima, galera. ^.*

~Sra_Hiddleston~


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