História Mutants against Humans - Interativa - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Heroes, X-Men
Tags Interativa, Mutantes, Poderes
Exibições 43
Palavras 1.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Super Power, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Presciência


Fanfic / Fanfiction Mutants against Humans - Interativa - Capítulo 4 - Presciência

POV - Kisara Ryohei 

Eu estava descansando no albergue aonde eu vivia até então. Eu simplesmente não tinha esperanças algumas, os dias se passavam como meses e meu tormento parecia não ter fim. A única pessoa que sempre cuidou de mim agora estava num lado do qual eu não aprovava, o de Ako. Uma garota um tanto estranha que prega a ascensão dos mutantes e a erradicação dos humanos, acho isso tão ignorante... Só gostaria que não tivesse briga alguma por nada. É tão difícil ter paz? Pelo menos minha mutação não é perceptível, até mesmo eu me perco nas minhas premonições, algumas chegam a me assustar.

Depois de tomar meu café da manhã no albergue caminhei até o mercado, eu precisava de comprar algumas coisas de higiene básica. Viver em hostel é uma experiência não tão agradável como se pode imaginar. Eu costumo não sair de casa quando tenho visões, nunca se sabe o que pode acontecer com esses lados em confrontos intensos, ouvi dizer que um mutante estava roubando um banco e outros apareceram para ajudar. Gostaria de conhecer os heróis, provavelmente eles são pessoas magníficas. Apesar de eu não me equiparar nem um pouco com as capacidades deles seria de meu agrado fazer amizade com eles, sejam quem for.

Depois de alguns minutinhos cheguei na mercearia, talvez tenha o ar-condicionado atingindo meu corpo quando a porta automática se abriu, mas meu corpo se arrepiou por inteiro, como se milhares de micro seres tivessem puxado meus pelos para cima.

De imediato ao entrar na lojinha vi um rapaz bem mais alto que eu com uma cestinha de plástico com muita, mas muita água. Por algum motivo, ou nenhum mesmo, ele se aproximou de mim e após dar uma breve lambida entre os lábios.

- Bom dia, você poderia me indicar algum doce? – disse ele, seus olhos avermelhados me chamaram atenção, tão incomuns – Eu não ingiro açúcar assim então não sei um com gosto bom.

Eu iria responder algum doce relacionado a morango mas tudo que estava acontecendo ali foi interrompido pela súbita aparição de um homem de quase mesma altura do que estava conversando comigo. Não tive tempo nenhum de reagir, e pelo visto, o rapaz em minha frente também não. Já que em questão de milésimos o homem que tinha acabado de chegar matinha uma longa Katana no pescoço do garoto, o atacante tinha os olhos negros e uma franja que tampava um de seus olhos, sua roupa era uma mistura de jaqueta de couro com armadura de um samurai clássico.

Meu corpo tremulou, aquele acontecimento repentino me deu arrepios, eu não queria ter de presenciar uma morte tão brutal quanto uma decapitação. Antes que eu poderia fechar meus olhos o agressor fez um movimento tão rápido que eu pude ouvir o a lâmina de sua Katana cortando a velocidade do som. Poderia ter cortado apenas isto, porém o gume perfurou o pescoço do garoto e continuou até fazer a cabeça voar para longe do corpo.

Senti náuseas imediatamente, a parte exposta do pescoço jorrava tanto sangue que poderia fazer uma piscina só com metade do que saiu. Meus olhos lacrimejaram e eu estava em choque, totalmente catatônica.

- Morra, Sigiura! – exclamou o dono da Katana

Abri meus olhos, eu estava deitada na cama do Albergue, eu tinha tido mais uma premonição, uma das piores até hoje, todo aquele sangue mexeu com meu corpo. O que eu deveria fazer? Isso aconteceria daqui a poucos minutos, poderia eu impedir o tal “Sigiura” de morrer?

POV – Kojima Megumi

Já faz algumas semanas de que eu me distanciei da minha vó e vim morar no apartamento de Sigiura. De acordo com ele é muito mais seguro viver com aqui, e eu tenho que concordar. Sigiura é o rapaz mais gentil que eu conheci na minha vida, totalmente diferente da maioria das pessoas que já passaram pela minha vida. Normalmente eu ajo mal com as pessoas, mas eu fico me remoendo por dentro quando falto com respeito com ele, respeito máximo é o que eu tenho por ele, mesmo que não eu não deixe isso claro. Sigiura prometeu proteger minha avó e o fez. Até o momento ela não teve problema algum. Eu casualmente leio os pensamentos dele e não tem nada de mal em qualquer canto da sua mente, pelo contrário, ele é completamente humanista e quase o tempo todo está agindo, com a ajuda de outros mutantes.

O quarto que ele me deu é realmente enorme, tem tudo que eu preciso e o que eu não preciso. Vivo como uma completa princesa, porém existem algumas regras que devo seguir a risca, tais como.

1. Acreditar no Efeito Borboleta,
2. Nunca matar mutante algum,
3. Beber apenas água,
4. Não ter muitos planos em ter filhos,
5. Manter o corpo em forma,
6. Escutar apenas músicas eruditas e clássicas,
7. Ser gentil com os outros moradores,
8. Atender os pedidos de Sigiura.

Parece meio absurdo algumas das regras, mas é totalmente tranquilo viver com ele, e com os outros moradores, como a Aki. Aki é uma garota bem amigável, até demais para falar a verdade. É muito fácil perceber o quanto ela está apaixonada por Sigiura, sem mesmo utilizar minha telepatia.

Eu estava desfrutando de algumas frutas enquanto bebias águas de luxo quando Sigiura entrou no meu quarto após um breve toque de três batias na porta. Ele estava como sempre, alto, meio magro demais e um olhar avermelhado que é difícil de confrontar.

- Bom dia Megumi – disse ele

- Bom dia.  – respondi

Querendo ou não eu li a mente dele no mesmo momento, mesmo com uma profunda vasculhada não achei nada além de milhares de músicas clássicas e uma estranha vontade de reler o livro do van Gogh pela 83º vez. Ele lê todo o dia esse livro, de acordo com o mesmo, desde os 8 anos.

- Eu vou comprar algumas coisas, precisa de algo? – perguntou

Revirei meus olhos e tentando imaginar o que eu poderia pedir, provavelmente eu responderia chá na mesma hora, mas pensando na regra 3 decidi escolher um doce qualquer.

- Pode me trazer um doce, o mais saboroso que tiver – disse

Ele assentiu com a cabeça e saiu do meu quarto andando, Sigiura normalmente caminha até os lugares comum, em vez de abrir portais e chegar imediatamente. Diz ele que é perigoso alguém ver ele utilizando sua mutação e de fato é, porém acho que tem um motivo muito maior por trás disso.

 

 

 


Notas Finais


Oi


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