História My Agent - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Violetta
Tags Agente Secreto, Espião, Hentai, Jorge Blanco, Martina Stoessel
Exibições 98
Palavras 2.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi para quem ler essa fic, fiquei muito tempo sem postar aqui pois estava muito ocupada.Mas como todos sabem, estão chegando as ferias e pretendo termina essa fic ainda esse ano.
Boa leitura.

Capítulo 8 - Stay


Jorge Blanco

 

Era demais para mim tenta controlar meus desejos por ela, tendo a mesma tão próxima de mim. E com tantas poucas peças de roupas em minha frente. Era como brincar com fogo, sabia que uma hora ou outra iríamos nos queima com isso. Não era nada profissional da minha parte transar com ela, além do mais, a mesma estar muito sensibilizada com tudo o que aconteceu. Era muitas coisas para ela assimilar de uma só vez.

Suas mãos deslizam por minhas madeixas as puxando de forma lenta e forte, sinto ela tira minha blusa a puxando para cima. Sua boca se desgruda da minha para observa meu peitoral nu, uma de suas mãos toca no meu peito de forma singela. Ela olhar em meus olhos de forma penetrante, sua íris castanha bilhar na penumbra da noite.

Seus lábios deslizam sobre os meus de forma sensual, brinquei com seu lábio inferior. Peguei sua cintura a apertando-a contra mim, os bicos de seus seios encostaram em meu peito. Podia os sente rígidos com apenas um toque de nossos corpos, levei meus lábios até seu pescoço o chupando deixando marcas vermelhas por onde minha boca passava.

- Ah... - um gemido rouco escapou de sua boca. Ela apertou meus ombros enquanto descia minha boca para o vale de seus seios, os mesmo estavam de cara comigo.

Mordisquei um deles sentindo minha calça aperta ao escuta outro gemido seu, era música para meus ouvidos. Apalpei o outro enquanto mordiscava o outro, podia aposta que a mesma já estava molhada só com isso. Apertei suas coxas enquanto a levava para a cama, a mesma estava todo exposta para mim.

Estimulei-a vendo a mesma arquejar na cama, segurei em seu seio direito o mordiscando enquanto investia dois dedos na mesma. Meu membro nesse momento deveria estar como pedra, sente suas mãos passearem por minha calça logo a tirando. Precisava estar dentro dela, urgente!

Fiquei no meio de suas pernas enquanto chupava a pele fina de seu pescoço podendo escuta um gemido agudo da mesma, abaixei minha boxer e meu membro pulou para fora. A mesma se sentou na cama sorrindo de lado para mim, ela veio em minha direção sentando em meu colo.

Passei minhas mãos pelos seus cabelos os puxando, seus dedos apertaram meu ombro com força. A mesma começou a rebola em meu colo, dando uma estimulo em nossas intimidades. Do nada ela nos conectou nos tornando um só, sua cabeça tombou para trás enquanto começava a intenciona seus movimentos.

- Oh isso! - palavras escapavam de minha boca.

A mesma começou a quica em meu colo dando reboladas lentas torturantes, levei meus lábios até seu pescoço o saboreando. Gemidos altas escapava por sua boca enquanto a mesma quicava frequentemente, levei meu dedo até seu clitóris a fazendo arquejar e tomba novamente sua cabeça para trás. Estimulei-a enquanto saboreava seus seios que pulavam em minha frente, chupei o bico deles e sentia as paredes de sua intimidade se contraírem indicando que a mesma estava quase em seu clímax.

Em poucos minutos a mesma se derramou sobre mim, com um grito alto escapando de sua boca. Um jato lhe invadiu quando cheguei no meu ápice, a mesma tombou sua cabeça para meu ombro. Estávamos em silencio, apenas escutando nossas respirações alteradas e nossos batimentos cardíacos.

Voltei a realidade em poucos minutos depois, o que eu havia acabado de ter feito ? Me aproveitei do momento frágil dela para saciar minha atração que sentia por ela, mas se bem que a mesma não era nenhuma santa. Mas mesmo assim eu não poderia ter feito isso com ela, não agora nesse nevasca toda de problemas em que estamos.

Ela saio de meu colo e deito na cama se embrulhando, peguei minha boxer no chão e a veste junto com minha calça. Não sabia o que dizer a ela, muito menos ela para mim.

A porta abre num movimento, me viro para o lado olhando Valéria me olhar de forma mortal.

- Que merda estar acontecendo aqui! - olhei para ela de forma séria. Martina se vira na cama para olha-la, mas a mesma nem parecia preocupada.

- O que está fazendo aqui ? - pergunto a ela pegando minha camisa no chão.

- O que eu estou fazendo aqui ? O que você está fazendo aqui, pelo que eu sei seu dever é apenas protege-la. Não fode-la enquanto todos estão preocupados com a missão!

- Não me venha com esse papinho não, acha que eu não sei que isso é ciúme ? Quero deixa uma coisa bem clara, eu e você não temos nada. Era apenas um disfarce, e o que eu estava fazendo aqui e da minha conta. Apesar de tudo sou seu lide, e você tem que me respeita!

- Okay.

A encaro quando ela bate a porta com força a fechando, passo a mão por minhas madeixas tentando controlar minha frustração. Olhei para o lado procurando Martina, a mesma não se encontrava no quarto, devia estar no banheiro. Respirei fundo e sai do quarto, fui até o andar de baixo esperando que todos começassem a falar. Mas para minha surpresa, apenas Ruggero estava na sala.

- Cadê o pessoal ? - pergunto me aproximando dele. Me sentei no sofá, enquanto o observava parado pensativo na poltrona.

- Desculpa...O que disse ? - ele falou parecendo volta para terra.

- Os Agentes ? Cadê eles ? - pergunto novamente quase começando a perde a paciência. Odeio ter que repete as coisas, por isso gosto de estar com pessoas atentas.

- Ah sim, eles tiveram uma pista dos caras que atiraram em nós - ele falou com uma expressão pensativa. Sua mente parecia estar longe daqui.

- Ué, por que não me chamaram ?! Podia ser algo bastante importante se soubesse quem foram os filhas da puta que atiraram em nós! - exclamo a ele que me olhou e revirou os olhos.

- Desculpa, mas o senhor aí parecia bastante ocupado quando fui chama-lo - ele falou de forma irônica. Logo me dei conta de que ele se referia.

- Esquece isso, okay ?! - digo suspirando levando minha mão até meus olhos os esfregando - Acho que perde minha sanidade mental por alguns instante, mas não se preocupe. Isso não voltara a acontece.

- Ei! Calma, eu não estou te repreendendo não. Não sou seu chefe e nem nada, mas como seu parceiro e seu amigo - diz ele tocando em meu ombro - Isso é arriscado demais, tanto para ela quanto para você. Ainda mais no meio desse campo de guerra em que estamos.

- Eu sei, mas vamos muda de assunto. Já estou cansado de falar de pensa em mulheres, como se não bastasse ter quase transado com a Martina. Ainda tiver que ouvir o chilique da Valéria - digo suspirando novamente. Se continuasse assim iria explodir.

- Você não tem culpa se seu charme encanta a todas - ele falou divertido rindo, mas parou ao vê meu olhar mortal para si - Mas falando sério agora, você não acha estranho tudo isso ?

- Tudo isso o que ? - pergunto fazendo um gesto com a mão.

- Tudo isso, sabe todos esses caras atrás da gente. Tipo, como eles sabiam nossa localização tão rápido ? Sem falar neles terem atirados em nós em pleno dia!

- Eles estão mais impulsivos do que eu pensei, estão agindo sem pensa. Matando todos que veem pela frente, isso é um perigo - digo pensando na mãe de Martina.

- Eu pensei em algo mais radical. E se eles tiverem um informante ?! - o olhei intrigado - Não pera, antes de você falar alguma coisa, pensa: Eles sabiam que você era o lide, sabiam onde íamos nos hospeda, de quebra aposto que sabiam dos nossos disfarces. E se um Agente duplo estiver infiltrado no meio de nós ?

- Aqui agora com a gente ou lá no México ? - pergunto a ele que pareceu pensa.

A porta é aberta e o pessoal entra na com as roupas sujas e com alguns ferimentos. Me afastei de Ruggero que me olhou com um olhar que dizia "Conversamos depois"  assente disfarçadamente para ele. Voltei minha atenção para o pessoal que se sentava no sofá com uma expressão cansada.

- Então, o que descobriram sobre a pista ? - pergunto direto. Os mesmo me olham como se eu fosse maluco, sabia que eles estavam esgotados e tal, mas eles tinham que me informa de tudo.

- Bem, se não se importa estamos um poucos cansados e...

- Devo informa que essa missão leva em conta não só a nossa cede, mas também a segurando da população mundial ? - digo radical a eles que pareceram se ligar na situação.

- Descobrimos que temos um infiltrante lá na cede, conseguimos a localização dele aqui em Buenos Aires. Pelo que parece ele veem nos perseguindo desde de quando colocamos os pés em Buenos Aires - falou Alba tirando seu colete.

- Então quer dizer que ele veio de lá do México para cá ? - pergunto a eles que assentem - Descobriram mais alguma coisa ? Sobre os documentos ?

- Ah sim, descobrimos que eles queimaram os documentos originais e passaram para um pen drive. Sabe, o curioso é que eles fizeram isso um dia antes de nós chegamos aqui - falou Diego pensativo..

- Ou seja, estamos um passo atrás dele. Precisamos arma uma emboscada para esse Agente duplo, não vejo a hora de acerta minhas contas come ele! - falou Candelaria mostrando sua barriga onde havia um corte.

- Então será rápido, achei o nome do lugar onde ele estar - falou Facundo mexendo em seu tablet - É serra da leoa...leão...lia....

- Serra do liam - uma voz falar do último degrau da escada. Olhamos para lá vendo Martina vestida como uma de nós, ela olhava atentamente a todos. Menos a mim - Sei onde é isso, fica fora da cidade.

- Olhar, até que nos tá sendo útil, quer ser Agente não ? - brincou Alba com ela, a mesma apenas deu um sorriso de lado.

- Ah sim, até parece que essa aí tem potencial. No máximo você tem sorte de não morrer por uma bala perdida - escutei Valéria falar de forma debochada.

- Ah Claro, que nem você ainda pouco - falou Candelaria revirando os olhos.

- Okay, você pode nos levar até lá ? - perguntou Diego a ela que o olhou assentindo - Perfeito, fica muito longe mesmo ? - ele pergunta novamente.

- Posso sim, fica a mais ou menos umas 5 horas de carro - ela falou mirando ele - Se formos cedo, podemos chega lá pela manhã - ela falou olhando a todos.

- Como podemos confiar nela ? - perguntou Valéria a nós a olhando mortalmente - Tá ela ajudou aqui, mas ela continua sendo uma pessoal normal. Pode muito bem tá armando uma cilada para nós - ela disse de pé na frente de Martina.

- Eu só quero ajuda a pega quem matou minha mãe, mas nada. Agora se for para me acusa a cada dois minutos, também prefiro sumir da vista de vocês! - ela respondeu a encarando também.

- Vamos para com isso, não podemos confia em qualquer um nesse momento, certo. Mas eu dou um voto de confiança a ela, e vocês - perguntou Ruggero a todos.

- Confio - alevantou quase todos a mão. Menos Valéria e eu.

- Espero que você nos ajude a acha-lo rápido - disse a ela chegando perto da mesma.

- Aí isso depende do tempo - ela respondeu me dando as costas.

+++

O carro se movimentava a poucas horas de estrada, no meu carro estava ( Ruggero, Valéria, Alba e Martina ) sendo que Rugg estava no banco da frente. Conversava com ele, enquanto podia escuta as meninas atrás conversando. Olhei pelo retrovisor Martina escorada no vidro com o pensamento longe.

Voltei minha atenção para estrada e vê um posto de gasolina próximo, resolver estacionar para enche o tanque. Olhei para Ruggero que assentiu pegando uma arma colocando em sua calça, alertei a todos no banco de trás. Chegando lá, pede para encher o tanque enquanto íamos na lojinha que havia lá.

- Tô com uma fome - escutei Alba falar ao sair do carro ao lado de Valéria.

- Vou compra salgadinhos, pega os refrigerantes - falou Valéria a ela que concordou e entraram na lojinha.

- Vou vê se acho sinal por aqui, o resto do pessoal deve estar perdido - falou Ruggero a mim caminhando para longe do carro com o celular na ouvido.

Olhei para dentro do carro onde Martina se encontrava sentada, a mesma suspirou e saio do carro fechando a porta. Assim que ela deu a volta no carro, um homem que estava enchendo o tanque lhe falou alguma coisa. A mesma negou e ele segurou em seu braço, a mesma me olhou e entende o recado.

- Tudo bem por aqui ? - perguntei com minha mão coçando para acerta seu rosto. Ele parecia ter uns 50 ou 60 anos, seus cabelos grisalhos junto com a barba mau feita.

- Só estava perguntado a jovem se já não tinha nos visto - sua cara nojenta lançou um sorriso para Martina que olhou  para mim.

- A gente acabou de chega de Cuba, deve ser impressão - digo puxando Martina pelo braço a deixando longe dele - Fique longe desse cara - digo a ela que me encara.

- Não sou burra ao ponto de fica perto de um cara que quer me estupra, vou no banheiro - ela disse se afastando de mim. A puxei para mim de nova.

- Banheiro de posto abandonado, com um cara nojento tentando te estupra ? - perguntei a ela que arqueou a sobrancelha e se soltou de mim.

- Você não é um Agente ? Então não tenho com o que me preocupa - ela me deu as costas novamente e foi em direção ao banheiro que ficava ao lado da lojinha.

Segui ela com o olhar até a mesma sumi do meu campo de visão, olhei para o lado vendo Ruggero vindo em minha direção. O mesmo estava com uma cara nada boa, parecia...Preocupado ?

- O que houve ? - pergunto direto a ele que me olha.

- Nada, é que não consegui acha a localização de onde estamos. O GPS desligou do nada, sem falar que estamos sem o Facundo aqui - respondeu me mostrando o celular.

- Isso tá muito estranho, até agora a pouco estava tudo certo. Aí do nada desliga, não, tem alguma coisa errada - digo pensativo. Do nada, escuto um barulho de tiro vindo de dentro da lojinha.

Peguei minha arma e fiz um sinal para Ruggero vir atrás de mim. Entramos na lojinha apontado as armas para os lados, mas encontramos apenas as garotas no chão desacordadas. Chequei se elas ainda estavam vivas, as mesmas ainda tinham os batimentos. Um cara alto com uma arma apontada para Martina que estava sendo refém dele, veem até nós.

- Abaixem as armas - olhei para o homem que passava o braço no pescoço de Martina enquanto a mesma tinha uma cara de desespero - ABAIXEM! - ele gritou. Olhei para Ruggero e assenti, nos abaixamos e deixamos a arma no chão - Mãos na cabeça!

Ele falou ríspido, coloquei minhas mãos na cabeça. Senti uma pontada forte em minha cabeça e do nada tudo escureceu, só consegui ouvir um grito que deveria ser de Martina.



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