História My Anchor - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Lemon, Mike, Mitw, Pac, Tazercraft
Exibições 111
Palavras 985
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEY! Esse é o meu primeiro Lemon, eu só escrevi ele porque o Noah insistiu.

Não deve ter ficado muito bom porque foi o meu primeiro lemon e tudo mais...

Capítulo 1 - You are my anchor, Mike.


POV Pac

Olhei para a porta branca de meu apartamento. Depois olhei para mim mesmo, vestido com roupas chiques, na mão, as chaves daquele carro importado que comprei faz algum tempo. Agora eu sou um Tarik totalmente diferente do Tarik de alguns meses atrás.

Aquele garoto brincalhão de sorriso fácil se perdeu entre lágrimas e copos de cerveja?

Respirei fundo e abri a porta do apartamento, entrei novamente. Logo dei de cara com Mike sentado no sofá, assistindo algum desenho no Cartoon Network.

Mike olhou para mim, com uma expressão serena no rosto, aquela que sempre lhe acompanha.

  — Já está de volta? – Mike perguntou-me preocupado. – O que houve?

  — Não foi nada, eu só não quis ir para balada hoje. – Enquanto eu falava, me aproximei do sofá.

Me sentei no sofá e Mike olhou-me por longos segundos.

  — Certeza que está tudo bem? – Mike questionou novamente.

Dessa vez somente concordei com a cabeça.

  — Podemos assistir um filme de comédia? – Perguntei baixinho.

  — Claro! – Mike concordou animado e passou de canal até parar em um filme de comédia que estava prestes a começar.

Enquanto assistíamos, Mike dava altas gargalhadas, e eu, por minha vez, dava um sorriso ao vê-lo rindo.

Existem tantas coisas que eu queria que você soubesse, Mike.

Mas, eu sou muito inseguro para lhe confessar tudo isso.

Você tem sido minha âncora todo esse tempo. Tem me ajudado a seguir em frente, mesmo que eu não mostre isso.

É o seu sorriso que me trás felicidade toda a manhã, mesmo que esse breve sentimento seja afogado por toda a tristeza que existe dentro de mim.

Mike deu outra gargalhada, que me tirou dos meus devaneios.

Ele olhou para mim.

  — Pac, tá tudo bem? – Ele chegou mais perto de mim.

Eu fiquei paralisado por alguns segundos que pareciam durar horas.

Respirei fundo e tomei coragem para começar a falar.

  — Não, Mike, não está. – Ele ficou visivelmente preocupado com as minhas palavras. – É que eu não aguento mais isso. Eu não aguento mais esconder isso.

Mike abriu a boca para falar algo, mas eu lhe interrompi.

  — Faz algum tempo que eu descobri isso, e eu tento apagar esse sentimento de mim, mas eu descobri que não é possível. – Coloquei a mão em seu rosto. – Eu estou apaixonado por você.

Mike se aproximava cada vez mais de mim, e eu já podia sentir sua respiração.

  — Tem dias que te ver é a minha única razão para me levantar da cama. Você é a minha âncora, Mike. – Conclui e finalmente extingui o espaço entre nós.

Ele começou a retribuir o beijo. Sua língua pediu passagem e eu cedi.

Logo depois, senti seus beijos descendo pelo meu pescoço, o que me fez arrepiar.

Seus dedos brincavam com a barra da minha camisa, até que Mike tirou-a e jogou em algum canto.

Deitei Mike no sofá e sentei no seu colo, beijando-o novamente.

Mike deixava chupões em meu pescoço e meu ombro. Ele tornou a descer os beijos pelo meu tronco, me arrancando arrepios e gemidos baixos.

Senti um volume surgindo em sua calça. Imediatamente tirei-a.

Ele começou a tirar a própria camisa. Nesse momento, comecei a distribuir beijos pelo seu pescoço. Desci os beijos até parar na sua virilha.

Tirei a sua cueca, olhei o seu membro já ereto. Deixei chupões em suas coxas, enquanto ele soltava gemidos a cada movimento meu.

Passei a língua pela ponta de seu membro e ele gemeu mais alto. Então comecei os movimentos lentos. Eu podia ouvir Mike gemer o meu nome.

Senti suas mãos em meus cabelos, ele os segurava com força e puxava e empurrava a minha cabeça, para acelerar os movimentos.

Continuei os movimentos até que ele chegasse ao seu ápice. Engoli o líquido amargo e olhei para Mike.

Ele, por sua vez, olhou a minha ereção, inverteu as nossas posições e sussurrou para mim.

  — Minha vez. – Ele sussurrou para mim e mordeu minha orelha de leve.

Olhou para mim e me deu um sorriso malicioso, antes de começar a abrir o botão da minha calça.

Ouvi um barulho irritante e senti uma luz no meu rosto. Quando olhei para o lado, vi o despertador do meu celular, me acordando do meu pequeno cochilo. Eram quinze para as dez da noite. Fechei os olhos e desliguei o mesmo. Tudo isso não passou de um sonho. E, ah, que sonho.

Me levantei, peguei uma daquelas roupas de marca que uso para ir a baladas e me dirigi para o banheiro. Tomei um banho e me arrumei do mesmo jeito de sempre, com roupas de grife, o cabelo bem penteado e um perfume muito cheiroso.

Sai do meu quarto, peguei as chaves do carro e sai do apartamento.

Quando estava prestes a chamar o elevador, olhei a porta branca do apartamento e depois olhei para mim mesmo. Era desse mesmo jeito que o meu sonho começava.

Fui tomado por um impulso e abri a porta do apartamento. Assim como no meu sonho, dei de cara com Mike.

Assim como no meu sonho, Mike me questionou preocupado, se eu já havia voltado.

Dessa vez neguei com a cabeça.

  — Não... – Fui até o meu quarto e peguei o meu casaco. Dei meia volta e sai do apartamento. – Só voltei para pegar isso.

Mostrei o casaco e fechei a porta do apartamento.

Chamei o elevador e fui até a garagem. Entrei no meu carro e fui a uma daquelas baladas que frequento.

No meio da festa, fiz alguns snaps. Com garotas que sequer vou lembrar o nome amanhã de manhã, com pessoas que dizem ser meus amigos, mas não sabem nem a metade dos meus problemas.

E dei um belo sorriso para foto, assim, todos que a vissem, saberiam o quanto eu estava feliz.

Mesmo que por dentro, eu estivesse desmoronando.


Notas Finais


Acreditem ou não, sim, fui eu que escrevi isso.

Obrigado por lerem, favoritem, comentem, dêem sugestões. Não custa nada gente, e me anima a escrever mais.

É só isso, até a próxima e tiaaaau!


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