História My angel - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Jaemin, Jeno, Jisung, Mark, RenJun
Tags Anjos, Demonios, Menção Jaeje, Menção Markhyuck, Menção Marksung, Nct Dream, Nohyuck, Renle
Visualizações 20
Palavras 644
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Um beijo com gosto de cerejas e biscoitos



Donghyuck entrou correndo no pequeno apartamento em que morava, chorando alto, com raiva do mundo, mas especialmente, com raiva de Mark. 

O que o canadense via em Jisung que não via nele?

Tirando a beleza, o cabelo azul, o carisma... Ok, isso vai acabar ficando muito depressivo.

O Lee se jogou no sofá sem se importar nem um pouco com o outro garoto que fechava a porta de sua casa.

- Hyuck.

- Vai embora. - Tentou falar, com a cara sobre o travesseiro, escondendo as lágrimas frias. - Me dá um tempo, Jeno.

- Mas...

- Eu só... Sou tão ruim assim? - O Lee mais novo suspirou, se sentando ao lado das pernas encolhidas de Donghyuck.

Jeno tinha uma missão na Terra como anjo: salvar a vida de Donghyuck. E era isso que faria, não importava o que tentasse o atrapalhar.

- Você não é ruim, Hyuck. De jeito nenhum.

- Então por que ele preferiu o Jisung?

- Por que ele não viu o quanto você é incrível. Mau sabe ele o que tá perdendo.

- Você acha?

- Eu tenho certeza.

- Mas...

- Shh. Eu tô tentando ajudar.

- Tá...

- Vem cá. - O platinado tomou o corpo do mais novo em um abraço meio apertado no sofá, ouvindo o outro rir baixo. - Está rindo do que, infeliz?

- Infeliz? Não, sua asa fazendo cócegas no meu nariz me deixa super feliz. - O ruivo riu ainda mais.

Não sabia o que seria de si sem seu anjo.

- Melhor?

- Melhor. Eu acho. Vou ficar.

- Sabe, eu já passei por uma coisa assim.

- Você?

- É. Eu tinha uma queda... Não, um abismo por um demônio chamado Jaemin.

- Um demônio, literalmente? 

- É. Aí, um dia, Renjun, um dos meus melhores amigos, disse que Jaemin estava namorando um outro demônio. Eu tive que apelar pros biscoitos doces do Chenle pra sair daquela.

- Eu não entendi a referência, mas acredito que os biscoitos doces não sejam pouca coisa.

- São para casos de extrema emergência, Chenle odeia fazê-los, ele sempre queima um dedo. Mas são muito bons.

- Faz pra mim algum dia?

- Eu não sou bom em cozinhar. É pra eu salvar sua vida, não te matar em um incêndio. 

- Jeno. Você é bom em qualquer coisa.

- Aish... Quem pode negar um pedido desses? 

- Você não. 

- Exato. - Donghyuck estava em paz. Sabia que não conseguria chorar enquanto Jeno estivesse lá para limpar suas lágrimas. 

E talvez, mas só talvez mesmo, tenha ficado com um pouco de ciúmes quando Jeno contou sobre seu "abismo" pelo demônio desconhecido. 

- Jeno.

- Sim?

- Você veio à Terra pra salvar minha vida, né?

- É.

- Se você completar sua missão, você vai embora?

- Hm... Talvez. Não sou eu quem decido isso, infelizmente, Hyuck. 

- Isso é bom, por que minha vida acaba se você for embora algum dia. - Jeno sentiu sua bochechas queimarem, e talvez ficarem mais vermelhas do que o cabelo de Donghyuck. Colocou uma almofada contra o peito para impedir que o mais velho ouvisse como seu coração estava acelerado. - Está vermelho.

- Tá calor.

- Idiota.

- Hm.

- Vai mesmo fazer isso?

- Fazer o que?

- Se calar. Você sempre faz isso quando fica com vergonha.

- E-eu não... Merda...

- Olha a boca, criatura alada. - Jeno evitou encarar as íris escuras e profundas. Talvez, até mais profundas do que o que sentia naquele momento. - Eu acho que vou ficar bem, contanto que você fique aqui.

- E eu vou ficar. 

- Eu sei. Eu sei, Jeno. - O Lee mais velho olhou para o chão, como se fosse algo interessante e então levantou rapidamente a cabeça. 

Jeno não soube descrever o gosto dos lábios macios do mais velho, mas diria que é algo como as balas de cereja que ele sempre come, mas também era parecido com os biscoitos doces de Chenle. Não sabia dizer o que era, mas era bom, assim como aquele sentimento que crescia em seu peito.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...