História My Angel - Capítulo 27


Escrita por: ~ e ~idksuckers

Postado
Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Cher Lloyd, Cody Simpson, Francisco Lachowski, Justin Bieber, Ryan Butler, Selena Gomez
Personagens Barbara Palvin, Chaz Somers, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler, Selena Gomez
Tags Drama, Escola, Família, Festa, Luta, Novela, Romance, Shoujo Romântico, Violencia
Exibições 57
Palavras 1.344
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


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Capítulo 27 - Mom? Dad?


Fanfic / Fanfiction My Angel - Capítulo 27 - Mom? Dad?

"Mesmo com todos os medos, as incertezas, as duvidas ele me fazia bem."

 

 

Point of view EMMA

08:19 am

—  COMO ASSIM ELES CHEGARAM HOJE?—  gritei com Mary no celular andando de um lado pro outro por conta dos nervos.

— Que foi?— silabou Justin enquanto se dirigia pro banheiro, fiz um sinal para que ele esperasse.

— PODIA TER LIGADO MAIS CEDO NÃO?

Eu liguei pra avisar e você não atendeu, devia tar tão ocupada com Justin que nem ligou. — debochou.

— Tabom mary tou indo. Segura ai. — disse finalizando a ligação.

—Merda.— sentei na beira da cama passando minhas mãos no rosto, impaciente.

— Já me pode explicar o porquê de isso tudo?— Justin segurou minhas mãos me fazendo levantar.

— Meus pais chegam hoje. — me virei pegando minhas roupas e vestindo.

— Tavam viajando ou algo assim?

— Sim, por conta do trabalho.— falei amarrando meu cabelo de qualquer jeito.— Mas voltaram. Justamente hoje.

— Isso é mau?

— Não de todo, mas eles estão em minha casa e minha pessoa está aqui.—  respirei fundo, acabando de colocar meus tênis quase caíndo por conta dos nervos, fazendo Justin negar com a cabeça e rir.

—Quer que eu te leve?— disse se acabando de vestir e pegando suas chaves do carro na mesinha do lado da cama.

— Por favor? —questionei fazendo Justin rir por conta do meu desespero.

— Vamos. — abriu a porta do quarto esperando eu passar, o puxei um pouco pra baixo me colocando nas pontas dos pés, por ele ser demasiado alto pra mim ou talvez por eu ser pequena demais né, mas deixa pra lá, dei um selinho o fazendo sorrir com tal ato.

[...]

 

Eu ainda não estava acreditando. Eles tinham que vir justo hoje que eu estava com Bieber, quando Mary me ligou nem quis acreditar.

É sempre bom ter seus pais junto a você para matar as saudades, eles passavam a vida viajando em trabalho, eu via eles cada vez menos então toda vez que tavamos juntos era sempre muito bom, mas logo hoje porra? Enfim minha vida não ajuda na maior parte do tempo. Não mesmo.

Encostei minha cabeça na janela do carro encarando Justin, me ajeitei pra ter uma visão melhor do seu rosto, queria guardar cada segundo daquele momento e cada traço do seu rosto em minha mente.

Ele parecia inocente, o seu rosto branco, seus olhos cor caramelo que toda vez eu me pegava os encarando e seu lábios em forma de coração que se destacavam. Alguns cabelos loiros caíam o deixando com um ar mais acolhedor.

 Como é possível uma pessoa ser linda desse jeito, parecendo um anjo mas realmente ser que nem o capeta? Emma controla pois tamos falando de Justin pegador Bieber. Mas e daí? Já me entreguei pra ele de braços abertos (sem falar mais nada) já sei que vou acabar sofrendo de qualquer jeito pois me apeguei demais, então vou tirar meu proveito.

— Gosta do que tá vendo? —  merda, me perdi e fiquei encarando ele tempo demais, tentei me recompor negando com a cabeça.

— Não tava olhando pra você. —  fiz me indiferente, desviando o olhar para a  janela.

— Claro que não. — o encarei vendo seu sorriso enorme de deboche tirando sua atenção da estrada por segundos, decidi ficar por aí para nao ficar mais envergonhada e passar mal.

Ele continuou dirigindo concentrado sem falar nada, deixando um silêncio horrível que já me estava irritando mas graças a deus o caminho não era longe. Finalmente parou em frente ao meu apartamento e antes que eu pudesse sair me puxou pelo braço me fazendo o encarar.

—Não se vai despedir de mim bravinha? — disse com aquele sorriso que eu tanto amo.

Antes que eu pudesse falar alguma coisa, me puxou e assim começamos um beijo, e nossa que beijo, paramos pela maldita falta de ar, e acabei me perdendo olhando pro seu sorriso.

—Agora sim pode ir.

—Até, Bieber. — disse rindo dele, logo depois ouvindo seu motor arrancar.

Com passos rápidos entrei dentro do edificio dando bom dia para o porteiro, no elevador me recompus, arrumei meu cabelo e minha roupa  me preparando emocionalmente para o que minha mãe e meu pai iam dizer por eu não estar em casa.

Respirei fundo antes de entrar e encontrei minha mãe e meu pai no sofá da sala, virados para a porta. Mary e Jonh de costas pra mim. Minha mãe estava concentrada na conversa mas logo que viu algum movimento na porta  se levantou estilo Flash ao meu encontro me abraçando( lê-se esmagando).

—Minha bébezinha!— disse me esmagando ainda mais com seus braços á minha volta.

—Mão eu já tenho 19 anos, por favor. — ri.

—Mas continua sendo a minha bébe.

— Agora sai dai é minha vez, já teve seu tempo. — meu pai disse empurrando minha mãe de mim, ri com a sua frase abraçando o mesmo.

—Também senti a sua falta pai.

—De mim não sentiu? — minha mae falou toda emburrada.

—Senti dos dois. — disse rindo.

— Posso saber porquê não estava em casa quando seus queridos pais chegaram? — perguntou minha mãe me encarando de braços cruzados, fudeu.

— É..err.. fui passear. — meu pai me olhou desconfiado mas logo mudou de assunto.

— Temos um convite pra falar. — disse minha mãe se juntando do lado do meu pai, ergui minha sobrançelha.

— Convite?Que convite?

— Depois do almoço falamos pra você.— bufei os fazendo rir.

 

[...]

Almoçamos e ficamos rindo do que meu pai falava, contando todas as aventuras loucas que eles tinham em Londres quando não estavam trabalhando.

— Bem, parando de falar besteira. — disse minha mãe se acalmando. — Vamos falar o convite? — encarou meu pai que assentiu.

— Nós vamos subir então. — disse Mary pegando no braço de Jack sorrindo.

— Não minha querida. O convite também serve pra você. — sorriu, Mary voltou e se sentou do meu lado junto com Jack esperando o grande convite.

Eu queria estar morta. Vem algo nada bom aí, essa conversa de convite esta até me deixando nervosa.

— Então é assim. Terá a conferência internacional aqui como deviam saber.— começou meu pai. — Como somos representantes, temos que estar presentes para as trocas de ideias sobre negócios e tal, expandir o negócio da empresa. Será tipo uma gala. — já estava ficar preocupada com ideia, pois sei que vinha algo. — Então nosso convite é...tu e Mary querem vir junto? — Mary e eu nos entreolhamos já sabendo que não iriamos recusar o convite, pois minha mãe ia ficar bem puta e ia acabar nos obrigando a ir.

—Nós vamos. — mary sorrindo. — Quando é mesmo?

— Amanhã, 23.00pm. Pode levar seu acompanhante se quiser. — disse se referindo Jack fazendo mary sorrir encarando Jack— E tu. — disse apontando pra mim. — Tem alguém pra levar junto?

— Tem sim. — disse Mary me olhando maliciosa, a fuzilei com os olhos, fechando minha mão num punho.

Eu juro que vou matar ela. Vou jogar ela num poço qualquer e ficar esperando que venha a Samara de dentro pra levar ela junto.

— Tem? Posso saber quem é? — perguntou meu pai me fuzilando com o olhar do mesmo jeito que minha mãe enquanto Mary tentava não rir alto.

— Talvez?— falei quase como se fosse uma pergunta.

— Então me fala depois, pra eu trazer a camisola que fiz pra você usar.— meu pai disse grosso me fazendo erguer minha sobrançelha sem entender.

— Camisola? Que camisola?

— Sim, a que diz “Meu pai tem arma e sabe usá-la”. — com isso caímos na gargalhada.

— Tudo bem pai, nós vamos. — disse fazendo meus pais sorrirem.

— Então leva esse seu “acompanhante”. Quero conhecer ele. — disse minha mãe sorrindo e piscando pra mim.

Good job Mary, agora tou ferrada vou ter que convencer Justin a vir nessa porra de conferência comigo sendo que não temos nada e que ele não é propriamente a pessoa de ir nessas coisas. E pra mais, ainda vou ter que obrigar a usar terno, mas dessa ideia eu tava gostando. Tou até curiosa pra ver.

Ficamos conversando por um tempo, mas logo nos despedimos de meus pais que foram pra o seu hotel, falando que não queriam tirar nossa privacidade ficando lá, e também só iam ficar por um tempinho no Canadá.

[...]


Notas Finais




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